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13.12.15

+Séries

The Leftovers - a primeira temporada foi boa e até bem fiel ao livro, a segunda veio como uma surpresa já que o livro foi todo coberto na primeira. E que segunda temporada excelente. O policial Kevin e sua família foram para Jarden a única cidade que não perdeu ninguém no dia do departure. Acontece que essa cidadezinha é cheia de regras para entrar e sair e muita gente esquisita. As pessoas de Jarden podem não ter sumido mas muita coisa estranha acontece por lá. Justin Theroux foi impecável nessa temporada (e que shirtless digno!).

Fargo - que segunda temporada impecável! Das atuações a trilha sonora. Dessa vez a história se passa em 1979 quando ocorreu o massacre de Sioux Falls. Os personagens são ótimos, dos principais aos coadjuvantes (e alguns estavam na primeira temporada). Muitas referências ao filme Fargo e a outros filmes dos irmãos Coen, e até Albert Camus. Merece todos os prêmios que foi indicada.

Jessica Jones - série da Netflix sobre a heroina da Marvel. A Jessica Jones é uma detetive particular que tem alguns poderes (extremamente forte e consegue dar uns saltos incríveis) devido um acidente que matou seus pais. No passado ela foi dominada por um vilão, o Kilgrave, que tem o poder telepático de mandar as pessoas fazerem o que ele quer, e isso é assustador. O Kilgrave voltou a tona e Jessica conta com ajuda de sua amiga/irmã e de sua advogada para dar um basta no vilão. É uma série girl power e muito boa.

Master of None - o Aziz Ansari de Parks & Rec é o dono dessa série que lembra um pouco Seinfeld mas sem tanto cinismo. É engraçada. (Também da Netflix)

The Knick - essa segunda temporada foi muito boa. Ver o que acontece num hospital (e na Nova York de 1905) quando ainda não tinha nem antibióticos é no mínimo curioso. Essa segunda temporada vimos o Dr. Thackery sair do vício da cocaína (e heroína por tabela) e voltar a fazer cirurgias. Ainda tem todo o embroglio da construção do novo hospital e um surto de peste (não lembro qual) que vem junto com os imigrantes. Se passa no início do século 20 mas é moderna e atual. A trilha sonora eletrônica continua fantástica!


30.11.15

Analisando a música: You've Got Time (Regina Spektor)

A Renata pediu para analisar essa música e sempre tento atender os leitores. :)

Regina Spektor é uma cantora e compositora russa (filha de uma professora de música e um violinista amador) que foi morar com a família nos EUA com 9 anos de idade. Regina estudou piano clássico mas depois se interessou por outros ritmos (inclusive punk). E as músicas dela (as que conheço) tem um pouco de tudo: folk, jazz, clássica e rock. A wikipedia diz que ela é anti-folk (oi?), indie folk, indie pop, jazz e barroco (!), ou seja, vale tudo.

A primeira música que escutei foi Us na ótima trilha sonora de (500) Dias com Ela. Não conheço bem a discografia dela, mas tem algumas músicas que gosto.

Regina Spektor já abriu show de bandas como: The Strokes, Kings of Leon e Keane.

You've Got Time (que eu coloco na categoria rock) foi composta para a série Orange is The New Black, da Netflix. A série é sobre a Piper, que vai presa depois de ser condenada a 15 meses por ter se envolvido no transporte de uma mala de doletas proveniente do trafico de drogas. A vida como ela é numa prisão feminina. A primeira temporada é muito boa, gostei. Desisti na metade da segunda temporada, já teve terceira e vai ter quarta.

Então vamos saber o que diz You've Got Time.

The animals, the animals
Trapped, trapped, trapped 'til the cage is full
The cage is full
Stay awake
In the dark, count mistakes
The light was off but now it's on
Searching the ground for a bitter song
The sun is out, the day is new
And everyone is waiting, waiting on you
And you've got time

A Regina Spektor foi convidada pela criadora da série para compor a música de abertura. A Regina teve acesso a alguns episódios não editados e disse que compôs a música imaginando como seria estar presa e o estado de espírito das pessoas lá dentro.
Então os animais estão presos na jaula, e a jaula está lotada (isso porque a Regina Spektor nunca viu uma prisão brasileira). E quem dorme tranquilo na prisão? Como não dá para contar carneirinhos é melhor rever os erros. Sem contar que a prisão tem toda uma dinâmica social própria.
A vida na prisão é rotineira, limitada, sempre a mesma coisa, tempo não falta. E tem as pessoas do lado de fora que estão esperando (no caso da Piper é o noivo).
Mas vamos combinar que as pessoas do lado de fora não ficam sentadas esperando, a vida segue.

Think of all the roads
Think of all their crossings
Taking steps is easy
Standing still is hard
Remember all their faces
Remember all their voices
Everything is different
The second time around

Essa parte da música é mais calma, sem a batida forte do início. O tempo na prisão serve para refletir então dá para pensar em muitas coisas principalmente nos erros, nos caminhos e cruzamentos que levaram a essa situação. Ficar parada é difícil (e enclausurada).
Quando ela fala em lembrar dos rostos e vozes acho que é tanto das pessoas que estão fora esperando quanto das que estão lá dentro. Na série não é só a história da Piper que é contada, tem várias coadjuvantes ótimas.
E saber que tudo é diferente na segunda vez (tanto quando sai ou quando volta para prisão - porque isso é comum.)
Nunca fui presa (toc toc toc bate na madeira) mas visitei Alcatraz e lá davam uns fones de ouvido com os presos relatando suas experiências. Só queria sair correndo (no caso, nadando) de lá, imagina quem ficou preso.

The animals, the animals
Trapped, trapped, trapped 'til the cage is full
The cage is full
Stay awake
In the dark, count mistakes
The light was off but now it's on
Searching the ground for a bitter song
The sun is out, the day is new
And everyone is waiting, waiting on you
And you've got time

Volta a ótima batida. A música é uma referência direta a vida na prisão mas numa interpretação mais ampla pode ser sobre a frustração de estar presa/parada numa fase da vida que não anda.


Não tem video oficial porque foi para abertura da série, mas na abertura não toca a música inteira, então aqui vai um video-audio.




A ótima abertura da série é essa.


12.9.15

+Séries

Algumas novas e outras antigas.

Hannibal - a minha série preferida dos últimos tempos acabou. Eu estava esperando conhecer a versão do Bryan Fuller para a Clarice, mas quem sabem fazem um filme. Essa foi uma das séries mais visualmente incríveis que já vi e uma das mais macabras. O Hannibal do Mads Mikkelsen é nota 10, até esqueci do Anthony Hopkins. A química dele com o Will Graham na série é especial. Nessa última temporada conhecemos o Dragão Vermelho um serial killer problemático mas forte e metódico. O Richard Armitage foi espetacular no papel do Dragão (e olha que o Ralph Fiennes já fez esse papel), pena que foi só da metade da temporada para o fim. Terei saudades da dupla dinâmica Will e Hanny.

True Detective 2 - a segunda temporada foi mais irregular do que a primeira e com tantos atores era difícil acompanhar a trama. No fim gostei, o Colin Farrel está ótimo no papel do policial meio corrupto e bebum. (mas a primeira temporada ainda é melhor)

Halt and Catch Fire - série sobre o pessoal de TI na década de 1980. A segunda temporada foi excelente e girl power total, mostrou como algumas pessoas tentam mudar - algumas conseguem e outras não. Tem uma das melhores trilhas sonoras.

Mr. Robot - uma série sobre hackers que querem melhorar o mundo (ou não), com uma pitada de Clube da Luta meets Dexter. É muito boa. Confesso que alguns episódios terminavam e eu não entendia nada, mas depois entendi. Ufa! E tem uns personagens bem bizarros (adoro).

UnReal - comecei a ver essa série achando que ia ser muito ruim, mas foi uma das melhores estréias da temporada. É sobre a produção de um reality show estilo The Bachelor que mostra um nivel altíssimo de manipulação de pessoas. Chega a ser uma aula. Já quero ver a segunda temporada.

Narcos - série da Netflix sobre o traficante Pablo Escobar, dirigida pelo José Padilha com o Wagner Moura no papel do Pablo. É muito boa! É bem feita, bem filmada e mantém o interesse até o fim. Os episódios são narrados pelo policial americano Murphy que foi morar na Colombia para tentar pegar o Pablo Escobar e sua trupe. Meu personagem favorito é o Peña, parceiro do Murphy que é feito pelo Pedro Pascal (o querido Oberyn de Game of Thrones), por vários motivos.
O Wagner Moura está excelente no papel do Pablo Escobar. Alguns reclamaram do sotaque dele, mas como não sou nativa da língua espanhola gostei porque entendia tudo que ele falava.
Passei os episódios todos tentando visualizar o tanto de gente que usa cocaína no mundo para o Pablo Escobar exportar a quantidade de toneladas diárias e ficar rico daquele jeito.
Vai ter segunda temporada.

15.6.15

Game of Thrones 5a temporada

A quinta temporada terminou, então vamos ao que aconteceu.

Com spoilers. Óbvio.

Os Lannisters

A temporada começou mostrando um flashback da Cersei e ela já era essa mente maquiavélica desde criança. Depois do velório do Papai Lannister, Cersei recebeu uma cobra da esposa do Oberyn e mandou o Jamie ir até as terras ensolaradas de Dorne atrás da filha dos dois.
Cersei viu seu filho, o Rei, casar com a Marjorie e as duas passaram um bom tempo trocando farpas. Marjorie tentou mandar a sogra para outro castelo e nessa briga a Cersei fez uma das maiores burradas: conveceu o reizinho a dar poder a um grupo religioso.

A intenção dela era castigar a Marjorie e seu irmão sem sujar as mãos, mas ela esqueceu que seu teto era de vidro (e que a vó da Marjorie é esperta), acabou encarcerada e teve que pedir perdão por seus pecados (mas ela só confessou ter traído o marido com o primo e ficou caladinha sobre seu amor incestuoso). A Cersei teve que cortar o cabelo e atravessar a cidade pelada. Confesso que sempre achei que a Cersei não valia nada mas me peguei torcendo para ela chegar logo no castelo e aguardo a vingança dela.

O Montanha que matou o querido Oberyn na temporada passada virou uma espécie de monstro de Frankenstein.

Tyrion sobreviveu a viagem de navio dentro da caixa, depois passou mais um tempo bebendo muito e viajando com o Careca Eunuco a caminho de encontrar a Mother of Dragons. Um dia ele foi tentar se divertir num bordel e foi capturado pelo Sir Jorah. Os dois seguiram viagem de barco, passaram um um pessoal de pedra, viraram escravos e acabaram no coliseu da Mother of Dragons.

O anão teve a melhor entrevista de emprego ever e agora está cogitando governar Mereen.

Jamie teve uma trama muito boba, foi até Dorne resgatar a sobrinha/filha, apanhou das filhas do Oberyn e acabou conseguindo um acordo com o rei de lá para levar a sobrinha/filha de volta. Acontece que ele não contava com a astúcia da esposa do Oberyn que envenenou a filha dele com um beijo. (alías que novela mexicana essa parte em Dorne)

Núcleo Mother of Dragons

A Mother of Dragons estava tendo muitas dificuldades em governar Mereen. Não tinha conselho que desse jeito, nem do namorado bonitão dela. Um grupo de rebeldes se organizou e passou a aterrorizar o reino dela. Mother of Dragons liberou as lutas estilo gladiadores, contratou o anão e mandou o sir Jorah pastar na friendzone mais uma vez.

Sir Jorah é brasileiro e não desiste nunca e voltou para lutar no coliseu. Sorte da Mother of Dragons que ele viu os rebeldes de máscara dourada tentando um ataque e foi para luta. A Mother of Dragons se viu em perigo mas seu dragão favorito veio salvá-la cuspindo fogo para todo lado. O Dragão a levou para um lugar mais fresquinho onde ela se viu rodeada do povo dos cavalos.

O último Baratheon

Stannis começou a temporada bem na fita, mandando em todos na muralha. Ele decidiu atacar Winterfell onde estão os Bolton (os sádicos), mas ele não contava com o inverno que está chegando e nem com a capacidade de sadismo do Ramsay.

Na sede pelo poder o Stannis escutou o conselho da bruxa sacerdotisa ruiva (do inferno) e queimou a própria filha (uma garotinha fofa). Depois disso achei foi pouco o massacre que o exercito dele sofrou e espero que a Brianne tenha cortado a cabeça dele.

(Brienne passou a temporada acampando na floresta com seu escudeiro)


Os Stark (ou o que resta deles)

Sonsa Stark voltou para Winterfell com o Littlefinger que contou uma historinha sobre a tia dela e depois a entregou para casar com o Ramsey. Mais um casamento deprimente nessa série (mas ninguém morreu). No fim, no meio da batalha contra o Stannis, ela conseguiu fugir com o Theon e espero que ela encontre a Brienne.

Arya chegou na terra de seu antigo professor e foi começar um treinamento para ser assassina. Ela começou esfregando o chão e limpando cadáveres. Depois evoluiu, teve que se desapegar da sua vida anterior, da sua identidade e das suas coisas (mas escondeu a espada) e se tornar uma sem rosto. Acontece que a Arya tem uma listinha revenge e quando viu o número um da lista não resistiu e mostrou que ela é a Stark que pode dominar o mundo. No fim como ela saiu do program de treinamento foi castigada por seu mestre com uma cegueira, que espero seja temporária.

E chegamos ao Jon Snow.

Trauma define.

Desde a batalha na muralha na temporada passada o Jon Snow tem meu respeito. Eu já o via como um possível candidato ao trono de ferro, ele evoluiu muito nessa temporada. Jon Snow virou o comandante da galera da muralha (por voto direto).

Jon Snow até resistiu as investidas dicumforça da sacerdotisa ruiva.

Acontece que o Jon Snow é um cara justo, ele viu que o inverno estava vindo rápido e que os selvagens do outro lado da muralha corriam perigo. Ele foi fazer paz e trazê-los para o lado de cá da muralha. A batalha contra os zumbis da neve foi sensacional! Um massacre quase total dos selvagens, Jon Snow quase subiu no telhado, mas descobrimos que os zumbis podem ser destruidos por vidro de dragão e aço Valeriano.

Aliás os White Walkers são poderosos.

Jon voltou para muralha com alguns selvagens. Como ele não sabe de nada, esqueceu que os irmãos da muralha tem a maior birra com os selvagens e o consideraram traidor.

No fim, o pirralho mais insuportável da série deu o golpe final de uma série de facadas que o Jon Snow recebeu dos chapas da muralhara. Morreu? Olha, tinha muito sangue na neve.

KD aquele lobo dele??

Maltido Game Of Thrones. Não me apego a mais ninguém nessa joça.



Então vamos para a sexta temporada sem o Jon Snow (RIP), com Sonsa fugindo, Arya cega, anão governando Mereen, Mother of Dragons capturada e Cersei querendo matar vários. Quem sabe o Bran volta na próxima temporada cheio de poderes.

Agora estou torcendo para os zumbis da neve chegarem na muralha. Chega logo inverno!


(Já fiz um resumo das três primeiras temporadas e da quarta)

11.6.15

Sense 8

Os Wachowskis deixaram todo mundo de boca aberta com o primeiro Matrix. O filme tem uma história ótima, cenas de ação excelentes, o tal do bullet time usado pela primeira vez e o Keanu Reeves (adoro!). O segundo filme da trilogia é ok e o terceiro esquecível, mas o primeiro.... Todo mundo lembra do Morpheus e suas pilulas vermelha e azul.

De lá para cá fizeram Speed Racer (é ok e colorido), o confuso Cloud Atlas e Jupiter Ascending (não vi).

E aí eles vem com essa série da Netflix: Sense 8.

O primeiro episódio apresenta os personagens e até me deixou curiosa, mas foi depois do quarto episódio (e especialmente depois do sexto) que achei que essa série merecia mesmo atenção.

É sobre oito pessoas, em diferentes partes do mundo que, a partir de um certo momento, se veem conectadas compartilhando sentimentos, emoções e experiências. No início é confuso para eles e para quem assiste também, mas com o tempo (e sem precisar ser muito didático, o que achei bom) vamos nos acostumando o que acontece.

Afinal por que e como essas pessoas se conectaram?

Tem uma mitologia e a trama envolve um vilão chamado Whispers e um cara chamado Jonas que tenta ajudar.

Alguns podem até fugir da série por achar que é ficção científica (não sei se é), mas o que importa (nessa primeira temporada) é conhecer bem esses personagens e como o fato de se conectarem afeta suas vidas. Sim, é uma série sobre pessoas. (um beijo Lost!) É difícil ver uma série e gostar de todos os personagens, sempre tem um que não cai bem, mas nessa me peguei gostando de todos (muito amor pelo policial Will e pelo núcleo mexicano).

É bem feita e filmada (a edição de imagens é sensacional), a história é muito boa e tem cenas lindas que certamente se tornarão antológicas (como a cena que mencionei no post da música What's Up.) Tudo embaldo por uma excelente trilha sonora.

Aliás as melhores cenas são as que envolvem uns ajudando os outros e nos momentos de intimidade (tem um que é tão hot hot hot que suei. pronto confessei).

Ver série da Netflix tem um problema: a gente acaba vendo tudo de uma vez e aí tem que esperar muito pela segunda temporada (foi assim com: Demolidor, House of Cards, Bloodline e The Unbreakable Kimmy Schmmidt).

Por outro lado tem a vantagem dos episodios estarem sempre disponiveis. Vou ali matar as saudades do policial Will.

25.5.15

Series: fim de temporada

E para algumas séries fim para sempre.

Mad Men acabou. Sete temporadas de uma série fina, chique, bem feita, com uma história bem contada. Não sei se o Don Draper evoluiu de fato, se ele se tornou um cara um pouco mais legal (espero que não), mas continuou tendo idéias geniais para campanhas publicitárias. Afinal, o negócio dele é conquistar e seduzir e nisso ele é mestre. Um beijo Don, terei saudades. Peggy se tornou uma ótima redatora (começou a série como secretária), Joan sempre buscando um lugar ao sol e Roger não deixou de ser o bon vivant.

Revenge também subiu no telhado e foi cheia de twists novelescos até o fim. Será que a Emily herdou o coração da Victoria? Nunca saberemos.

Parks and Recreation  foi outra que acabou. A última temporada foi ótima para despedir do pessoal de Pawnee.

The Americans teve uma ótima temporada. Agora vamos ver o que a filha adolescente dos nossos espiões russos favoritos vai fazer. Acho que ela não se convenceu com essa coisa de motherland.

The Good Wife teve uma temporada movimentada cheia de veneno jurídico com a Alicia se candidatando, ganhando e depois tendo que abandonar o cargo por pressão política. Agora ela está atrás de um sócio.

Eu achava que Community tinha acabado mas o Yahoo a ressuscitou e essa sexta temporada está até divertida.

Arrow teve uma temporada irregular, uma coisa meio dark, muito pouco shirtless do Oliver Queen (e poucas flechadas), o tal do Ra's era um chato mas terminou tudo com um passeio ao por do sol. Já o Flash teve uma ótima primeira temporada, é uma série mais leve, colorida e cheia de vilões. Gotham ficou chata, nem a batcaverna me convenceu a continuar.

Nashville foi um drama só, mas as músicas continuam boas.

Jane the Virgin teve um dos melhores episódios fim de temporada com vários plot twists carpados duplos e ainda deixou um cliffhanger para a próxima temporada. Saudades do narrador.

Outlander ainda não acabou, mas só falta um episódio. A temporada foi boa, especialmente depois do episódio 8 ou 9 (hot, hot, hot). A coisa está tensa para o nosso escocês lindão e estou curiosa para saber o que vai acontecer.

Desisti de Scandal, chega de gente que discursa ao invés de conversar. Soube que o McDreamy morreu em Grey's, mas já tinha abandonado há tanto tempo que nem me importei.

Hannibal volta em junho, Halt and Catch Fire também, e True Detective vem com uma segunda temporada que promete.

Game of Thrones ainda está rolando, depois volto com um post só para essa série.

Veep está sensacional, e agora tem o Hugh Laurie.

As séries da Netflix: House of Cards - ótima, Claire mostrando seu poder; Demolidor - primeira temporada excelente; Grace e Frankie - as coroas são divertidas; Bloodline - ainda não terminei, mas é boa, família ê, família ah; The Returned - bizarra mas fiquei curiosa. Desisti de Orange is the new black.

19.4.15

Uma semana para os geeks e nerds

A semana começou com o início da 5a temporada de Game of Thrones e como sempre já teve intriga e dragões. O inverno está vindo.

Depois terminei de ver a primeira temporada do Demolidor e já estou com vontade de ver mais. Corre logo com isso Netflix!

Aí vieram entrevistas com os atores dos Vingadores em vários programas americanos. O filme estréia na quinta (dia 23) e já tenho ingresso para ver. (tiamo Capitão America)

Para o delírio nerd saiu um teaser, ou um trailer, do novo Star Wars. Não vi porque fiz um pacto com meu amigo Dimitri que íamos evitar todo e qualquer tipo de spoiler (isso inclui trailers já que hoje em dia todos acabam com a graça do filme mostrando as melhores partes) até ver o filme. Acontece que o universo geek fica tão em polvorosa que é quase impossível não levar um spoiler na cara, então já vi uma foto do Han Solo com o Chewbacca, e só.

Para não ficar atrás do hype dessa semana também lançaram o trailer de Batman vs Superman. Esse eu vi. Ainda não entendi o motivo que levaria o Cavaleiro das Trevas querer brigar com o Homem de Aço (dizem que é por mulher), mas pela música tipo inception e as imagens dramaticas do trailer imagino que que foi coisa séria. O importante é que o Ben Affleck está lindão e Henry Cavill volta delícia na capa vermelha do Superman. (#mulherzinhanerd) 

14.4.15

Novas séries

O Demolidor

Uma série sobre o herói cego e destemido da Marvel. Matt Murdock perdeu a visão ainda garoto num acidente que derramou um líquido radioativo nos seus olhos. Ficou cego, mas os outros sentidos melhoraram muito (muito mesmo!). Ele é local de Hells Kitchen em NYC, seu pai era um boxeador que perdia mais do que ganhava lutas. Matt cresceu, virou advogado, continuou treinando e virou o herói que quer salvar as pessoas do bairro de uma especulação imobiliária, de bandidos e de mafiosos barra pesada. A série é muito bem feita, é violenta, mas tanto seu herói quanto o vilão principal não são nem tão bonzinhos nem tão maus. Inclusive são mais parecidos do que gostariam. O Charlie Cox foi uma ótima escolha para fazer o Matt Murdock, ele tem aquela coisa frágil e forte ao mesmo tempo (e tem um shirtless digno).

É uma série do Netflix então dá para fazer uma maratona e ver tudo de uma vez, mas aconselho ver devagar. Primeiro porque é violenta e são muitos ossos quebrados e segundo para não acabar rápido porque outra temporada só ano que vem.


Unbreakable Kimmy Schmidt

Uma série de comédia escrita pela Tina Fey. A Kimmy Schmidt ficou presa por um pastor de um culto apocalíptico num bunker subterrâneo com outras 3 mulheres durante 15 anos. Quando saiu foi logo para NYC, teve seu dinheiro roubado mas conseguiu um lugar para morar e um emprego. É praticamente uma série sobre uma pessoa que tem todas as referências nos anos 1990 e com muitos personagens curiosos. O Titus, um ator desempregado, que é o colega de quarto da Kimmy é ótimo. Tem muita coisa nonsense, mas é risada garantida. Só o hit Peeno Noir e a música da abertura já valem a pena.


American Crime 

Uma série dramática sobre vários lados de um crime. Um casal é atacado dentro de casa, o homem morre mas a mulher vai parar em coma no hospital. A partir daí temos: os pais do homem que morreu (que são separados e se odeiam), os pais da mulher em coma, um casal de junkies que estão envolvidos no crime, um garoto latino que empresta o carro que foi usado no crime (e sua familia). Ninguém é inocente, mas todos tentam puxar a sardinha para seu lado. Já vi uns 5 episódios e o grande crime americano é o preconceito. A Felicity Huffman faz (muito bem) mãe do homem que morreu, é a personagem mais detestável da série.


Jane the Virgin

A Jane é uma garota certinha, trabalha, estuda, e prometeu para a avó que só ia transar depois de casada. Jane tem um noivo bacana, mora com a abuelita e a mãe (que foi mãe solteira daí a preocupação da avó) em Miami.
Um dia a Jane vai fazer um exame de rotina e a médica que estava num dia péssimo trocou as fichas e inseminou a Jane.
Jane fica grávida do dono do hotel onde ela trabalha e muitas confusões seguem.
É novelão mexicano/venezuleano de primeira. O narrador é sensacional, a avó só fala em espanhol, tem todo aquele colorido de Miami e muitas reviravoltas.
Dou risada com essa série. Especialmente com narrador e com pai da Jane, Rogelio.



Bloodline é outra série nova sobre uma família cheia de confusões, ainda não vi, mas está na lista.


26.10.14

Sonic Highways

Foo Fighters vai lançar um album novo em novembro e como uma prévia do lançamento a HBO esta passando a série-documentário Sonic Highways dirigida pelo próprio Dave Grohl.

A série é sobre a gravação do album em diferentes cidades americanas em estúdios locais com produtores, artistas e engenheiros de som também locais. Cada episódio é em uma cidade e mostra a história musical local e a música americana é muito rica e variada em sons, ritmos e artistas. Muita ênfase é dada no punk rock porque foi o gênero musical preferido dos integrantes da banda (pelo menos do Dave Grohl). No fim de cada episódio a banda mostra a faixa que foi gravada naquela cidade e dá para ver (e ouvir) a influência de cada ambiente. É um prato cheio para quem gosta de saber como as bandas se formam, albuns surgem e músicas são gravadas. É um processo que envolve muita criatividade, engenharia e logística.

A banda é divertida e seus integrantes contam como seu interesse em música começou, que bandas eram as favoritas, tudo integrado com o cenário musical das cidades.

Já vi dois episódios: o de Chicago, a meca do blues, e Washington DC, que eu não sabia que tinha um cenário musical tão expressivo.

Aguardo os próximos episódios. Pelo trailer dá para ver que ainda tem Seattle, NYC, Austin, Nashville, Los Angeles e New Orleans.



E a primeira música lançada é Something From Nothing, gravada em Chicago.

5.9.14

Novas séries

The Knick

Essa série é sobre um hospital em NYC no início do século 20, na época que a medicina já tinha avançado um tantinho e já faziam cirurgias, mas não o suficiente para que os pacientes sobrevivessem mais do que morressem. Os materiais eram limitados (nada de luvas de borracha) e a briga por cadáveres frescos para estudo era grande. Na frente dos cirurgiões do The Knick está o Dr. Thackery (Clive Owen) que experimenta com cocaína (dentro e fora do consultório) e não é um cara muito simpático, mas está tentando avançar no seu campo. Aí chega no hospital um médico indicado pela administração que tem todas as credenciais (de Harvard até experiência na Europa) para assumir um cargo importante, mas como ele é negro há uma resistência por parte do resto do staff do hospital. Além de muito sangue nos procedimentos (não é uma série para os fracos), também mostram as diferenças entre os hospitais para brancos e negros, como a saúde pública lidava com epidemias, as freiras que faziam de tudo (inclusive abortos) e como era a administração de um hospital naquela época. O que eu gosto mesmo nessa série é a trilha sonora moderna: é um eletrônico que melhora muito as cenas.

Outlander

Aviso logo: é um drama histórico com viagem no tempo. A Claire é uma inglesa que durante a segunda guerra foi enfermeira e no início da série a guerra acabou e ela está revendo o marido depois de 5 anos separados. Eles vão para umas férias na Escócia (ele queria pesquisar os antepassados) e lá a Claire fica sabendo das superstições locais. No dia seguinte ao Halloween ela vai até umas pedras, uma mini stonehenge, onde tinha tido um ritual na noite anterior, e lá puff é transportada 200 anos no passado. Ela ainda está na mini stonehenge mas seu carro sumiu e tudo mais que ela conhecia. Aí ela vê um clone do marido, que vem a ser um antepassado do mesmo só que violento e estuprador. Felizmente ela é socorrida por um clã escocês e lá eles descobrem que ela é uma espécie de curandeira quando ajuda a colocar o ombro do Jamie (gente, o melhor motivo para ver essa série) no lugar. Claire então decide entrar no jogo, não fala nada da sua "condição", usa seus conhecimentos médicos e de história, e vai tentar voltar para  a mini stonehenge para ver se volta para o marido no pós-guerra. Acontece que no meio do caminho tem o Jamie né? Ai, ai, highlanders!
É baseada numa série de livros e tem umas paisagens bem bonitas (além do Jamie).

Silicon Valley

Nerds! Uma série sobre 5 caras tentando lançar uma app no vale do silício. Richard, o que criou a app de fato, na verdade desenvolveu uma tecnologia que faz com que arquivos sejam comprimidos mais rápido e os grandes investidores (um cara tipo Google e outro tipo Howard Hughes) brigam por essa tecnologia. É muito engraçada e com várias referências nerds (e muito melhor que a chatinha Big Bang Theory). O último episódio da temporada é genial.

28.7.14

Novas séries

Halt and Catch Fire

Essa série é sobre o boom dos computadores da década de 1980, quando começou briga pelo mundo dos PCs. Lee Pace (adoro!) faz Joe MacMillan um ex-funcionário da IBM que passou um ano sumido do mercado e chega numa empresa do Texas querendo construir o primeiro PC portátil. Para isso ele escolhe um engenheiro eletrônico, Gordon, que já tinha tentado construir um computador e quase ficou louco tentando, e Cameron, uma programadora prodígio com olho no futuro. Joe é um excelente vendedor, sabe o que quer e não tem limites para conseguir. A coisa mais interessante dessa série é exatamente a dinâmica de personalidades tão diferentes trabalhando juntas com o mesmo objetivo. Joe é moralmente flexível, Gordon é um loser e Cameron é uma outsider doidinha. Ainda tem a esposa do Gordon que é uma engenheira genial presa num emprego de fazer relatórios para os outros e cuidar das filhas.
Confesso que vi o primeiro episódio e achei só ok. Depois vi o segundo. Demorei um tempão para ver o terceiro, mas aí engatei os outros e gostei muito. A trilha sonora é ótima.

The Leftovers

Essa é sobre um acontecimento que faz com que 2% da população mundial suma, desapareça, puf! Não tem explicação para o evento e nem porque as pessoas foram levadas. A história é sobre as pessoas que ficaram e como elas lidam com o sumiço das outras e como seguem com a vida.
Li esse livro e tinha algumas expectativas para essa série. Claro que não dá para ficar comparando um com outro (como já aprendi com True Blood). Uma coisa que a série tem a mais do que o livro é violência e também uma certa necessidade de manter um mistério (não vamos esquecer que o roteiro é escrito pelo Damon Lindelof de Lost).
O personagem principal da série é o sherife Kevin, feito pelo Justin Theroux (que, diga-se de passagem, ui ui ui, delícia), ele tem dificuldades em lidar com várias coisas: sua filha, sua mulher, seus subordinados, a prefeita e até com o pai. Já vi 5 episódios dessa série e ainda estou esperando algo (além do protagonista bonitão) me surpreender. Como gostei do livro vou continuar vendo.

Penny Dreadful

Penny dreadful era um tipo de publicação na era vitoriana com histórias fantásticas e sinistras. A série junta vários personagens conhecidos como Dr. Frankenstein, Dorian Gray, o Drácula e outros. A história base da primeira temporada é a busca do Malcom Murray por sua filha, Mina, que foi levada pelo senhor das trevas, mas tem muitos outros acontecimentos. A Eva Green simplesmente rouba a série com sua misteriosa Vanessa Ives, vale a pena ver só por ela. E é bem feita. A única coisa que não gostei foi do monstro do Dr. Frankenstein, que criatura chata.

The Strain

Nem sei porque comecei a ver essa série, acho que foi uma noite de insônia e falta de opções. Anyway, começa com um avião, vindo de Berlim, que some do radar e depois pousa misteriosamente em NYC. Achei que fosse ser na linha de Fringe, mas aí apareceu o pessoal do controle de doenças para investigar. No início todos a bordo estão mortos mas logo 4 acordam. No cargueiro do avião tinha uma espécie de sarcófago de madeira misterioso. Paralelo a isso aparecem um idoso judeu e um outro cara que tem um olho esquisito e aparentemente não respira. O Ephraim é o médico responsável pelo controle de doenças e logo desconfia que a coisa é perigosa. Daí para frente é um mix de zumbis com vampiro e umas cobrinhas malditas.
Ainda assim fiquei curiosa. Tem tudo para ser ruim mas adoro um trash/filmeB/terror e essa série me deixou com medinho.


18.6.14

Game of Thrones 4a temporada

O Brasil empatou ontem com o México num jogo para lá de chato. Então vamos falar de coisas interessantes: Game Of Thrones!

Já fiz um resumo das três primeiras temporadas.

Então chegamos a ótima quarta temporada das aventuras, guerras e brigas pelo lugar no trono de ferro.

(Com SPOILERS óbvio)

A temporada já começou apresentando um tal de Principe Oberyn que é um exemplo de flexibilidade moral, adora uma orgia e veio para colocar ordem na bagunça. Muito amor pelo Oberyn.

Sawyer Jamie Lannister perdeu a mão e a moral. Seu pai queria colocá-lo num emprego burocrático, mas ele insistiu em ser guarda do rei psicopata. Sua irmã/amante Cersei não quer mais dividir os lençóis, mas ele encontra um amigo no nosso anão favorito.

A Mother of Dragons está organizando seu exército, ela conquistou mais uma cidade e decidiu ficar e reinar por um tempo. Adquirir experiência é muito importante. Trocaram o ator que fazia o namorado dela: foi-se um loiro de cabelo comprido e olhos azuis e veio um moreno barbado. Eu achava que era um cara novo, só no terceiro episódio me dei conta que era o mesmo personagem e até gostei do cara novo. (E o cara novo já mostrou o derriére para nossa alegria e da Mother of Dragons)

A Mother o Dragons descobriu que seu fiel escudeiro Jorah não era tão fiel assim no passado e não perdoou, mandou ele para fora da cidade. (e eu achando que o traidor era o outro) Acontece que ela agora tem que lidar com seus dragões adolescentes que gostam de cuspir fogo.

Arya, a Stark com mais culhões ever, mostrou logo no primeiro episódio que não está na pista para brincadeira. Arya ainda tem sua listinha de Revenge (Emily deveria emprestar sua caneta vermelha), e já riscou alguns nomes dela. Arya é a melhor personagem desse jogo. Sua parceria com o Hound nessa temporada foi ótima (e ele também consta na listinha dela). No último episódio Arya e Hound encontraram Brienne e seu escudeiro (falo mais disso para frente).

John Snow deu baile no conselho da galera da muralha e não foi condenado. Ele sabe que o que tem do lado de lá da muralha não é brincadeira.

O pequeno (mas já crescido) Bran estava a caminho de encontrar o irmão mas decidiu ir em outra direção (e seus poderes só aumentam, Bran agora consegue habitar a mente de humanos e fez de Hodor seu fantoche.).

Jon Snow bem que avisou as amigues, mas teve um episódio inteiro de batalha pela muralha e finalmente Jon Snow mostrou seu lado Stark liderando (mesmo que muitos tenham morrido) para uma pequena vitoria. Até esse episódio da batalha eu nem me importava muito com o Jon Snow, mas agora ele tem meu respeito.

No segundo episódio da temporada já teve um momento bombástico. E em outro casamento, dessa vez o Purple Wedding. Finalmente alguém deu fim no reizinho Joffrey! Envenenamento comemorado nos quatro cantos do mundo! Pena que sobrou para o Tyrion, acusaram o anão de ter matado o sobrinho.

Irmão do joffrey que andou sumido por 3 temporadas voltou aparecer  e vovô Lannister já tem uma conversinha básica sobre "como ser rei".

Sawyer Jamie Lannister e Cersei: how bizarre. Ele teve sua quase redenção na temporada passada para nessa ser ignorado pela Cersei e estuprá-la no velório do Reizinho. Jamie perdendo pontos (e não vou mais achar que ele é o Sawyer).

Jamie se separou de Brienne todo emocionado (até esqueci a cena do estupro, alías sempre esqueço as maldades do Jamie). Deu para ela a espada especial de aço valeriano e pediu para ela proteger a Sonsa. E assim foi Brienne e amiguinho do Tyrion que faz a alegria das prostitutas (ninguém sabe o segredo dele) passear na floresta.

Depois da morte do reizinho a Sonsa foi levada pelo tal do Little Finger (que nome é esse??) para a casa da tia, a louca que dá de mamar para o filho de 10 anos (que só apareceu na primeira temporada). E a Tia Loka despencou do buraco, cortesia do sempre duvidoso (e pervertido) Little Finger. Depois da morte da Tia Loka, a Sonsa vestiu a carapuça do nome e entrou no jogo pelo trono de ferro.

Finalmente vimos mais dos Zumbis da neve! Andam a cavalo, tem uma Stonehenge de gelo e transformam os olhos dos bebês. Também vimos uns esqueletos que brotam do chão vestidos de armaduras que atacaram Bran e seus amigos. Pelo que entendi também tem umas crianças que devem ser sobras das fadas de True Blood porque também atiram bolas de fogo com as mãos.

Tyrion foi a julgamento pela morte do Joffrey e estava indo tudo bem até a ex-amante despeitada depor contra ele.... o nosso anão querido rodou a baiana e pediu para lutar. Aí a Cersei chamou logo o maior homem dos 7 reinos para matar o seu irmão anão. O anão precisava de alguém para lutar por ele, mas Jamie tirou o corpo fora, e o ex-fiel escudeiro Bronn disse thanks, but no thanks.

Tyrion já estava certo que ia perder a cabeça quando o melhor personagem da temporada, o moralmente flexível Prince Oberyn, se dispôs a lutar pelo nosso querido anão. Oberyn e Papai Lannister - rivalidade detected. Eu já deveria saber que não devia me apegar a ninguém nessa série, mas era quase impossível não gostar do sexy, dinâmico e carismático Oberyn que estava ali mais para ter justiça do que aconteceu com sua irmã e a familia dela.

A cobra da Cersei escolheu o Montanha para lutar e como ele foi o responsável pela desgraça na familia do Oberyn, o Príncipe Hot Hot Hot foi lutar.

A luta foi incrível! Oberyn arrasando no kung fu/whatever com um bambu com espada na ponta. Ele colocou o Montanha para correr e chegou a dar um golpe quase final. Acontece que o Oberyn queria que o Montanha confessasse tudo e colocasse o Papai Lannister na berlinda. Ninguém coloca Papai Lannister no canto! Enquanto o Oberyn Magya fazia seu show, o Montanha se recuperou o suficiente para pegar o príncipe num vacilo e literalmente esmagar sua cabeça. Uma das cenas mais fortes dessa série (que já teve cabeças cortadas e um casamento regado a sangue). RIP Oberyn, vou sentir saudades, dá um beijo no Robb Stark por mim.

volta oberyn!

Stannis foi pedir din din no banco para fazer guerra.

Ninguém se importa com o Greyjoy que virou cachorrinho castrado, mas o tal do Ramsey sádico merece uma atençãozinha.

Maior perda de tempo numa série que só tem 10 episódios por temporada: o romance do guerreiro eunuco com a tradutora da Mother of Dragons. Who cares??

O último episódio da temporada foi muito bom! Stannis mostrou que conseguiu o financiamento de começou consquistando a galera de fora da muralha que estava lutando com o Jon Snow. A bruxa mãe do monstro de fumaça que anda com o Stannis deu uma paquerada firme no Jon Snow (e ele gosta de ruivas).

A Brienne lutou e ganhou do Hound que caiu montanha abaixo. Ele não morreu da queda, mas a Arya não atendeu seu pedido de acabar com o sofrimento e o deixou lá para morrer.

A Arya conseguiu uma viagem de primeira classe num navio para Braavos, a terra do seu professor de espada.

E chegamos a familia Lannister. Cersei jogou lenha na fogueira e disse para o Papai Lannister que era mesmo amante do irmão, que aquele incesto era delícia e que não está nem aí para fofocas da corte. Jamie comemorou essa decisão e foi logo soltar o irmão para que ele pudesse fugir.

Mas nosso anão favorito não ia deixar as coisas assim. Foi no quarto do Papai Lannister e descobriu que a mulher que ele amava, e o traiu no julgamento, estava dormindo com seu pai. Ele não perdoou: a matou sem pena. Depois pegou uma das bestas do Joffrey e foi atrás do Papai Lannister que estava se aliviando no WC. Depois de uma breve conversa, o Tyrion não contou pipoca, enfiou duas flechas no pai. Papi Soberano Lannister morreu no trono, que não era o de ferro (se é que vocês me entendem).

Nosso anão querido foi colocado numa caixa pelo Eunuco Sacana e vai passear de navio. Espero que ele encontre a Arya na próxima temporada.

E a porcaria do inverno ainda está vindo mas não chegou.

24.5.14

Series: fim de temproada

The Good Wife - nessa temporada Alicia colocou as manguinhas de fora e fez jogadas dignas do (insira aqui um campeão de xadrez). Saiu da Lockhard/Gardner num dos melhores episódios da temporada, mas também sofreu bastante com a morte que abalou as estruturas da Lockhart/Gardner. O marido da Alicia abraçou a posição de governador, e a nova firma Florrick/Argos vai bem até o episódio final. Vamos ver o que acontece na próxima.

Grimm - Nick começou a temporada como super zumbi grimm e terminou sem poderes. Conhecemos uma nova Grimm e teve todo o babado do bebê da loira. O episódio final foi muito bom e deixou um bocado de ganchos para a próxima temporada.

Arrow - Não é só o abdómen sarado do Oliver Queen que sustenta essa série, tem muita coisa inusitada que surpreende. Oliver decidiu que não ia mais matar ninguém (mas uma flechada certeira sempre vai bem), ganhou uma máscara decente, reencontrou amigos e inimigos, e terminou a temporada defendendo a cidade. E o abdómen intacto, ufa!

Parks and Recreation - a temporada começou em Londres e terminou com um mega evento com Pawnee. Teve até um holograma do Little Sebastian! A próxima temporada é a última.

Community - teve uma ótima temporada e foi cancelada. Mundo injusto.

Revenge - OMG! Foram tantos plot twists carpados nessa temporada que quase não consegui acompanhar todos. Victoria descobriu a revenge de Emily, Daniel deixou de ser bananão, Aiden subiu no telhado e temos babado forte para a próxima temporada.

Hannibal - É pesada, é violenta, é cheia de nuances, detalhes (visuais e sonoros) e os crimes são filmados lindamente. Os serial killers fazem obras de arte, e os pratos servidos pelo Hannibal são impressionantes e artísticos. Dr. Hannibal Lecter, melhor serial killer de todos os tempos evah, detesta gente mal educada e faz de sua profissão uma forma de instigar os instintos básicos de alguns pacientes. Will Graham quase enlouqueceu, felizmente soube dar uma volta por cima duvidosa mas não sem entregar um pouco da alma (e de sangue). E nessa temporada tivemos os irmãos Verger. (SPOILER) O final foi um banho de sangue, acho que a intenção do Dr. era fazer uma sopa. Só pode. Agora, queixo caído mesmo foi na cena final depois dos créditos. Champagne?

True Detective - série excelente do primeiro ao último episódio da temporada. Sobre uma série de assassinatos numa cidade pequena no sul dos EUA e os dois policias que investigam os crimes. Um beijo para Matthew McCounaghey e Woody Harrelson. Não viu? Tá esperando o que?

Fargo - É uma série que parece lenta, mas muita coisa acontece. O loser Lester se mete em algumas confusões e faz amizade com um estranho na emergência do hospital. Mal sabe ele que esse estranho gosta de ver o circo pegar fogo, nem que ele tenha que matar umas pessoas para sua diversão. (Lorne Malvo deveria ser paciente do Dr. Lecter.) Tem a policial esperta, o sherife bundão, alguns mafiosos, figuras inusitadas, tudo no meio da neve do Minnesota. (ainda não acabou

Shameless - é dessas séries que começam em janeiro e terminam no carnaval, sempre esqueço de comentar por aqui. A quarta temporada muito boa e ainda só acontece coisa ruim para essa família white trash de Chicago. Teve aparição inesperada no finalzinho.

Bates Motel - Essa segunda temporada foi meio confusa, mas já temos um Norman profissional em empalhar bichanos, ajudando uma amiga a fugir da cidade, arranjando outra namoradinha bad girl, e descobriu que todo mundo sabe que ele "apaga" menos ele mesmo. Norma se meteu com os mafiosos da cidade e até conseguiu um namorado bonitão, mas acho que ela está de olho no sherife.

The Americans - essa temporada foi boa. A Nina fez a linha espiã dupla, namorou o russo moralmente flexível e o agente do FBI. Nosso casal favorito se meteu com um psicopata e a filha deles está cada vez mais próxima da verdade. As bugingangas e métodos anos 80 de espionagem continuam ótimos (inclusive as perucas).

Chicago Fire - volta logo que eu quero saber se os bombeiros bonitões sobreviveram a explosão!

Nashville e Parenthood - novelões bons. Nashville contou todos os segredos dos personagens nessa temporada e só deixou a Rayna com uma decisão para a próxima (e as músicas continuam boas). Em Parenthood foi mais do mesmo, mas foi bom.

Scandal - era boa, ficou chata. Olivia Pope virou uma reclamona, meio que abandonou o escritório, e tudo virou coisa da agência extra-oficial B613, e o presidente continua uma criança birrenta. Vou abandonar.

Mad Men está na metade da última temporada, Don Draper ainda cheio de charme e problemas, ele caiu algumas posições no escritório, mas está lá suando a camisa a mando da Peggy. Depois de 7 episódios os produtores acharam que seria bacana só mostrar o resto ano que vem. Not cool, guys. (ainda tiamo Don Draper!)

PS. Game of Thrones vai ganhar um post próprio no fim da temporada.

31.1.14

Momento TOC mulherzinha séries (3)

Entra ano sai ano, séries são canceladas, novas séries são lançadas e eu tenho que atualizar meu banco de dados mulherzinha.

O primeiro Momento TOC mulherzinha foi em 2008 e de todos os listados só o Derek Shepard de Grey's Anatomy continua no ar (mas eu desisti da série). Em 2012 fiz outra lista que continua bastante atual, com exceção do Peter Bishop (Fringe acabou, saudades), Nick Brody e o Sheriff Graham (ambos subiram no telhado em suas séries).

Então acho que é hora de fazer mais uma pequena lista com mais alguns colírios novos.

 1- Oliver Queen de Arrow (Stephen Amell) Fizeram uma votação para eleger o melhor personagem novo das séries e quem ganhou foi o torso do Oliver Queen. Merecido. Ele malha pesado e os resultados são ótimos. A série é bacana, bem feita, mas eu vejo mesmo pelo Oliver Queen. Macho-que-é-macho com um arco e flecha.



2- Ichabod Crane de Sleepy Hollow (Tom Mison) Ele é de outra época, fala inglês super educado, é um fofo e bonito. O Ichabod não consegue abandonar suas roupas de 1778 e já disse que os skinny jeans são o sinal do apocalipse (concordo). A série é meio sem noção, mas é divertida. Macho-que-é-macho caçando demônios.



3. Patrick Osborne de Revenge (Justin Hartley). O Justin Hartley já foi o Oliver Queen em Smallville e também era uma delícia com o arco e flecha. Em Revenge ele continua exibindo seu corpinho (obrigada!) para o Nolan. Eles fariam um casal lindo se não fosse mamãe Victoria e amiguxa Emily. Macho-que-é-macho na pool party dos Hamptons.







4. Nick Buckhardt de Grimm (David Giuntoli). Olhos verdes com uma voz grave. O detetive/caçador de criaturas sobrenaturais é lindo. Macho-que-é-macho ajudando a manter Portland esquisita.








5. John Kennex de Almost Human (Karl Urban). O detetive Kennex é garoto revoltadinho da polícia do futuro, tem um temperamento forte, mas também sabe ser fofo. Macho-que-é-macho até no bromance com um andróide.









6- Kelly Severide de Chicago Fire (Taylor Kinney)- Esse bombeiro lindão é o galinhão do esquadrão de Chicago e apaga fogo como ninguém (nos dois sentidos). Momento Maria Batalhão. Macho-que-é-macho com uma mangueira na mão.


16.1.14

Novas Series

 Mais uma leva de séries novas:

Intelligence
Vocês sabem que eu adoro o Sawyer, então não ia deixar de ver a nova série do Josh Holloway. É sobre um cara que recebe um chip no cérebro e vira meio que um super computador ambulante. Aí você me pergunta: como Chuck? Bem, quase. A diferença é que o Gabriel (personagem do Josh Holloway) consegue se conectar via bluetooth/wifi/whatever com qualquer máquina e ele foi voluntariamente cobaia (eu acho). O Gabriel trabalha para um orgão de segurança do governo (não peguei a sigla) e ao mesmo tempo tem que ser protegido porque é uma arma. Ele tem uma agente da CIA a tiracolo para proteção. O Gabriel faz o tipo garoto problema e além de suas missões oficiais ele quer descobrir o que aconteceu com a esposa (se bem que no segundo episódio já resolvem esse mistério, mas ele continua revoltadinho).

Confesso que vou ver mais alguns episódios por saudades do Sawyer, mas na linha inteligência artificial tenho achado Almost Human mais divertido (adoro o bromance entre o Kennex e o Dorian).

True Detective
A série nova da HBO.

É sobre dois detetives que estão tentando solucionar um caso que talvez envolva um serial killer e gente que acredita no demônio. A ação se passa em dois tempos diferentes: em 1995 eles estão resolvendo o crime e em 2012 eles estão respondendo perguntas que tem a ver (ou não) com o tal crime do passado.

Confesso que quando vi a primeira cena do crime logo lembrei de Hannibal (que volta para a segunda temporada em fevereiro). Foram as cores da filmagem e os props que o assassino usou no crime, mas as semelhanças param aí. O detetive Rust (Matthew McConaughey ótimo!) é do tipo que tem sensibilidade e raciocínio para desvendar os crimes. Ele é misterioso, tem um passado trágico e não é muito bom com pessoas. O parceiro dele Marty (Woody Harrelson) faz a linha camarada, policial tradicional, com mulher e filhas, amigo de todos. Acho que fiquei mais curiosa com o detetive Rust do que com o crime e óbvio que vou continuar assistindo.

Enlisted
Três irmãos no exército. O mais velho é supersoldado, o do meio é um poço de sarcasmo e o mais novo parece que engoliu dois unicórnios e três arcoiris. O mais velho é forçado a voltar da guerra no Afeganistão e ser sargento de uma unidade na Florida, onde seus irmãos servem, e que trata de cuidar das famílias dos militares que estão na guerra. Falando assim até parece sério, mas é uma série boba e muito engraçada. Dei boas risadas e vou ver mais alguns episódios.


Ainda estou traumatizada com o final da sexta temporada de Sons of Anarchy. Aguardo ansiosamente a sétima. And that's all I have to say about that.

Justified voltou com Rayland já papai e distribuindo tiros. A família desajustada de Shameless ainda tem muito o que aprontar.


22.10.13

+Séries

Mais uma temporada começou, novas séries apareceram, outras voltaram com força total e algumas abandonei de vez.

Vamos as novidades:

- The Crazy Ones - comédia com o Robin Williams fazendo todo aquele exagero dele. As vezes parece que o Gênio do Aladin é o protagonista, mas o resto do elenco é bom e já dei boas risadas.
- Brooklyn 99 - outra comédia, essa com o Andy Samberg fazendo um policial com síndrome de Peter Pan tocando o terror (e desvendando crimes). É engraçada, mas vou esperar passar na TV.
- Masters of Sex - baseada na história real de um médico e sua assistente que estudaram os padrões sexuais humanos na década de 1950 e anos seguintes. Só vi dois episódios, é boa, mas falta o requinte de Mad Men (vamos combinar que qualquer série que passe nessa época vai ter comparação com Mad Men).
- Sleepy Hollow - uma série totalmente sem noção, mas gostei. O Ichabod Crane morre (ou é colocado para dormir por uma bruxa) no meio da revolução americana (1776), acorda nos dias de hoje, e tem que ajudar uma policial a desvendar os crimes do cavaleiro sem cabeça. (Eu disse que era sem noção) A série mistura história americana com sobrenatural. Como estive recentemente em Boston e absorvi todo esse clima revolucionário americano, gosto da parte histórica. E ajuda que o Ichabod Crane é bonitão (mas já está na hora de colocarem roupas novas nele).
- Marvel Agents of SHIELD- eu gosto dos superheróis, gosto dos Avengers, gosto do Agente Coulson, mas não gostei dessa série. Não me apeguei.
- The Tomorrow People - sobre um garoto que descobre que faz parte de uma outra espécie de humanos que tem o poder de: teletransporte, telecinese e telepatia.  Acontece que eles são perseguidos por uma agência que quer exterminá-los. Achei um pouco melhor que Agents of SHIELD, apesar do garoto protagonista ser péssimo ator.

De volta temos:

Sons of Anarchy - essa série é muito boa. Até agora a peteca da qualidade não caiu. Jax está com problemas apra sair da ilegalidade, os irlandeses ameaçam, a polícia ameaça, a mãe dele ameaça, e até a Tara está pensando em pular fora. Tenso.
Parks and Recreation - uma temporada que começou em Londres com Ron Swanson tirando fotos nos pontos turísticos não pode ser ruim.
Homeland - até agora a única coisa que valeu a pena em 4 episódios foi a Carrie mandar o Saul para aquele lugar.
Downton Abbey - Estamos as voltas com uma disputa para ver quem vai mandar mais na administração da casa e terrenos: Mary ou Lord Grantham.
Revenge -  Está cada vez mais difícil para Emily conseguir essa vingança, mas o Nolan se deu bem. Seja bem vindo Patrick, shirtless nota 10.
Arrow - como eu acho essa série divertida, até os flashbacks na ilha de Lost. Oliver Queen continua nos presenteando com sua malhação e seus músculos.
The Good Wife - continua muito boa, e essa temporada promete com Alicia saindo para montar sua própria sociedade.
Chicago Fire, Scandal e Nashville - os novelões do momento. Os bombeiros continuam salvando vidas, Olivia Pope não consegue largar do Presidente garotão e Rayna perdeu a voz depois do acidente.

Abandonei: Grey's Anatomy, Modern Family e How I Met you Mother.

Em tempo: a segunda temporada de The Newsroom foi muito boa, bem melhor que a primeira. Espero que tenha uma terceira. O final de Dexter foi ridículo, and that's all I have to say about that.

15.7.13

Analisando a música: You Better You Bet (The Who)

The Newsroom voltou para segunda temporada essa semana e, no meio de todos aqueles diálogos rápidos (e as vezes confusos) sobre política e economia, o Will e a Mackenzie tiveram um mini debate sobre essa música. No fim ela diz: "Acho que nenhum de nós entende o significado dessa música."

É um desafio? Aceito!

The Who é Rock Clássico.

(Toda vez que uso essa expressão imagino os tiozinhos dos anos 1960 se revirando nos túmulos porque o gênero musical que eles abominavam, que dava dor de cabeça, que tirava suas filhas de casa com formigas nas calças, virou algo clássico e estudado em universidades. Então, get over it, um dia teremos Funk Carioca Clássico.)

A banda britânica foi formada em 1964 por  Roger Daltrey, Pete Townshend, John Entwistle e Keith Moon, e o primeiro sucesso veio com My Generation. O The Who era uma banda alternativa, em relação aos Rolling Stones e aos Beatles, e faziam sucesso no Reino Unido. Em 1969 lançaram Tommy (a ópera rock que depois virou filme em 1975) e foram para o mundo.

The Who era uma banda bem performática, Pete Townshend gostava de quebrar guitarras no palco e Roger Daltrey gosta de uma atuação (e tem uma voz ótima). O Pete Townshend tem muita história para contar e escreveu um autobiografia. O Keith Moon morreu em 1978 e no início dos anos 1980 a banda se desfez. De lá para cá teve algumas reuniões, o Entwistle morreu em 2002, e ocasionalmente os dois restantes fazem shows beneficentes e mini tours.

As gerações mais novas conhecem os vovôs do The Who pela versão de Behind Blue Eyes feita pelo Limp Bizkit; as aberturas dos: CSI (Who Are You), CSI:NY (Baba O'Riley) e CSI: Miami (Won't Get Fooled Again), o Roger Daltrey até participou de um episódio de CSI. E ainda tem a versão Glee de Pinball Wizard. O Pearl Jam, as vezes, faz um cover deles nos shows.

You Better You Bet, música e letra do Pete Townshend, é do album Face Dances de 1981, um dos últimos (já sem o Keith Moon), ficou no topo das paradas do ano e foi o último hit da banda. É uma música sobre....bem, eu diria uma DR, talvez um caso de amor pouco funcional ou muito prático dependendo do ponto de vista. Tem um pouco de tudo.

Vamos analisar.

I call you on the telephone
My voice too rough with cigarettes
I sometimes feel I should just go home
But I'm dealing with a memory that never forgets
I love to hear you say my name
Especially when you say yes
I got your body right now on my mind
But I drunk myself blind to the sound of old T-Rex
To the sound of old T-Rex, oh, and Who's Next

A música já começa com um booty call meio bebum com a voz áspera de tanto fumar cigarros (ah, as musicas dos anos 1970/80 onde as pessoas ainda fumavam). Ele até quer ir para casa (então a ligação provavelmente é do meio da rua, de um orelhão) mas está "lidando com uma memória que nunca esquece", ele quer saciar essa vontade. "Adoro quando você diz meu nome, e especialmente quando diz sim!! Diz sim, vai!" Está com o corpo dela na cabeça, agora, now!  Mas ele bebeu até cair escutando T.Rex (uma banda de glam rock dos anos 1970) e Who's Next (adoro essa auto referência ao album de 1971, claro que o cara ia escutar o melhor disco da banda). E aí, como faz?

When I say I love you, you say you better
You better, you better, you bet
When I say I need you, you say you better
You better, you better, you bet
You better bet your life
Or love will cut you, cut you like a knife

O refrão grudento. "Quando eu digo que te amo, você diz 'acho bom'". É melhor, é melhor, pode apostar. Quando ele diz que precisa dela, ela diz "você deveria mesmo". É melhor apostar. E ele pode apostar a vida que o amor vai cortar como uma faca (afiada). É um conselho/ameaça.

I want those feeble minded axes overthrown
I'm not into you passport picture, I just like your nose
You welcome me with open arms and open legs
I know only fools have needs
But this one never begs

"Eu quero essas rejeições idiotas derrubadas" (uma das definições de ax/axe é rejeição de um amante/amigo, também é gíria para guitarra e o Pete Towshend gostava de quebrar guitarras), ou seja, "Eu vou e pronto.". A foto do passaporte deve ter alguma explicação, mas que ele só gosta do nariz é mais significativo (Pete Townshend sobre seu nariz: "I thought, well if I've got a big nose, it's a groove ans it's the greatest thing that can happen because, I don't know, it's like a lighthouse or something".). Aí ele faz a festa, ela o recebe de braços e pernas abertas (uiuiui). Só os tolos tem necessidades, mas esse bobão nunca implora. (também, nem precisa, ela já está lá de pernas braços abertos!)

I don't really mind how much you love me
Ooooo a little is alright
When you say come over and spend the night
Tonight, tonight

Ah, a quantificação do amor. Ele diz que não se importa o quanto ela o ama, um pouco já está bom. Ele quer saber é se ela vai convidá-lo para uma visitinha ainda hoje a noite, é isso que interessa.

When I say I love you, you say you better
You better, you better, you bet
When I say I need you, you say you better
You better, you better, you bet
You better bet your life
Or love will cut you, cut you like a knife

O refrão chiclete.

I lay on the bed with you
We could make some book of records
Your dog keeps licking my nose
And chewing up all those letters
Saying you better
You better bet your life
You better love me, all the time now
You better shove me back into line now

Parece que ele conseguiu se convidado, e na cama acha que poderiam entrar para algum livro de recordes (ou fazer um livro dos discos, mas prefiro achar que ele quer bater algum tipo de recorde sexual). Olha o nariz aí outra vez! O cachorro está lambendo. E depois mastigando as cartas que dizem "Você pode apostar sua vida, é melhor você me amar, o tempo todo, me coloca de volta na fila".
Pausa. Vamos ver se entendi. Acho que são amigos com benefícios, que se gostam (muito) mas não querem nada sério (ainda), só um sexo casual. Ela deve ter uma fila de pretendentes e ele quer ser o primeiro. Por isso acho que o refrão é uma (pseudo) brincadeira, e quando ele diz "te amo" ela responde "acho bom!".

I showed up late one night
With a neon light for a visa
But knowing I'm so eager to fight
Can't make letting me in any easier
I know I've been wearing crazy clothes
And I look pretty crappy sometimes
But my body feels so good
And I still sing a razor line every time

Falou em passaporte e agora em visa. E o que ele usa como um aval para entrar na casa dela? Uma luz neon. WTF? Roubou do bar? Ainda bem que ele reconhece que não merece entrar quando esta com vontade de brigar, que usa roupas esquisitas e parece esculhambado, mas se sente bem e canta afinado/afiado (ou saber dar uma cantada afiada) toda vez.

And when it comes to all night living
I know what I'm giving
I've got it all down to a tee
And it's free

E ainda completa: quando a coisa é virar a noite, ele sabe o que está oferecendo, tem tudo nos mínimos detalhes (oi, tudo bem?) e é de graça. Amigo com benefícios é para essas coisas, né?

When I say I love you, you say you better
You better, you better, you bet
When I say I need you, you say (scream) you better
You better, you better, you bet
You better bet your life
Or love will cut you, cut you like a knife

O refrão que não sai da cabeça. Como eu disse na outra estrofe, acho que é uma brincadeira (que no fundo é de verdade) entre os dois. Amigos com benefícios que querem mais. No fim ele diz "você pode apostar sua vida ou o amor vai te cortar como uma faca.", ou seja, é melhor ele ama-lá ou então ela vai lá e corta (espero que o coração simbolicamente). O amor/amizade é lindo.

E vamos ficar com esse refrão grudado....you better, you better, you bet!



Algumas pessoas do forum acham que essa música lembra Let My Love Open The Door, que o Pete Towshend lançou um ano antes em sua carreira solo.

13.6.13

Game of Thrones

Essa terceira temporada da série foi muito boa, então, vamos falar de Game Of Thrones.
Antes, duas coisas: 1) não li os livros (estou de um lado do fosso entre quem só vê na tv e quem leu) e 2) vejo essa série como assisto a novela, não vou atrás de spoilers, nem fico me aprofundando no background dos personagens, aliás, não sei o nome de vários deles. O máximo que faço é ler algum review mais detalhado depois de ver os episódios para ver se perdi alguma coisa importante.



Claro que não sei de muitos detalhes que obviamente só estão nos livros, é gente demais para a série dar conta só com 10 episódios por temporada, algumas coisas ficam mal explicadas, mas investiram bem nos detalhes e é uma série boa de assistir, principalmente quando nos pega de surpresa. (aliás, surpresa mesmo só para quem não leu os livros como eu)

Com SPOILERS.

A primeira temporada nos apresentou a esse mundo que pelo que entendi tem todo tipo de clima (do árido a florestas molhadas, a tundra, praias com penhascos) com vários micro-reinos de várias famílias (ou casas) que são dominados por quem senta no Trono de Ferro. Tudo isso está na abertura sensacional.
O Trono de Ferro é como o Um Anel, one to rule them all, mas sem poderes mágicos (até agora) e tem um bocado de gente querendo sentar nele. Além disso tem uma muralha protegendo tudo isso. Do que eu não tenho certeza, por enquanto acho que é dos White Walkers, uma espécie de zumbi da neve. E ainda tem a ameaça do inverno que está vindo mas nunca chega.
Nessa primeira temporada conhecemos todos os Starks, a família dos lobos: Stark Pai, Lady Stark, filhos legítimos (3 homens: Robb, Stark Filho e Baby Stark, e 2 mulheres, Arya e Stark Ruiva) e o Stark Bastardo (Jon Snow).
Também conhecemos o Rei Robert Baratheon, que ocupa o Trono de Ferro, e sua adorável (só que não) família: sua esposa, a bitch Cersei (da família Lannister), o filho dos infernos Joffrey (que tem irmãos que nunca aparecem), os cunhados Sawyer Jamie e o genial anão Tyrion. Nesse nucleo tem  um babado fortíssimo: a Cersei e o Sawyer Jamie são amantes incestuosos e pais do Joffrey.
O Stark Bastardo é mandado para a muralha onde tem uma espécie de exército celibatário e o Stark Pai vai com as filhas (a Ruiva e a Arya) para o reino ser a mão direita do Rei Robert.
Enquanto isso do outro lado do mundo a Daenerys, herdeira de ovos de dragões e filha do rei anterior (que era louco), é forçada a casar com o Drogo (um fortão que é tipo rei de um povo que adora cavalos). Ela sofre um bocado, mas aprende muito e no fim prova que é a verdadeira Mother of Dragons.
E logo nessa temporada aprendemos que não devemos nos apegar a nenhum personagem. Matam logo o Rei Robert. O Stark Pai descobre que o Joffrey é filho do incesto e ameaça contar para todo mundo que o Rei não tem herdeiro legítimo (mas tem um bastardo que trabalha de ferreiro). O que o Joffrey, agora Rei adolescente gente boa, faz para o Stark Pai calar a boca? Corta. A. Cabeça. Na frente da filha Stark Ruiva.
Portanto, terminamos a primeira temporada com: a Arya começando sua saga como crossdresser fazendo amizades pouco saudáveis mas que a ajudam; o Joffrey vira Reizinho; o Robb Stark gostosão (o Stark legítimo mais velho) vai lutar pelo trono; Jon Snow (o Stark Bastardo) fica congelando com os novos amigos na muralha, e o Tyrion se safou e conseguiu escapar da prisão para quem tem medo de altura e da rainha, irmã da Lady Stark, que dá de mamar para o filho de 10 anos.

Isso tudo e ainda tem uns coadjuvantes como: o dono do bordel, o eunuco fofoqueiro, o conselheiro da Mother of Dragons, o Hound, o segurança particular do Tyrion, etc.

Confesso que a segunda temporada, para mim, foi um pouco cansativa, quase desisti. Apertei o botão de FF algumas vezes. Contudo, foi nessa temporada que conhecemos melhor o patriarca da família com a dinâmica mais interessante de todas: os Lannisters. Papai Lannister gosta do poder, quer o Trono de Ferro, não tem direito de sangue a ele, mas colocou o netinho psicopata lá por enquanto. A melhor coisa dessa segunda temporada é a interação com a Arya, que vira servente dele por um tempo.
No resto tem uns outros candidatos a Rei na parada: o Stannis, irmão do Rei Robert, que tem uma amiga bruxa que dá a luz ao monstro de fumaça de LOST; tem o outro irmão do Rei Robert que é gay (nem me dei o trabalho de decorar o nome dele porque morreu logo e a esposa dele é ambiciosa); tem um que todo mundo quer ser amigo porque tem navios e mora nas Ilhas de Ferro; Robb Stark quer colocar sua beleza no Trono de Ferro, e tem a Mother of Dragons correndo por fora.
Robb combina com o Theon Greyjoy de pedir os navios do pai dele, mas claro que isso não dá certo, o pai do Theon também quer ser Rei. Todo mundo é enganado.
A Mother of Dragons passa a temporada inteira numa cidade fazendo política para tentar conseguir um exercito (e esperando os dragões crescerem o suficiente para cuspir fogo).
Tyrion, nosso querido anão fanfarrão, está tentando segurar as pontas do Reizinho Psicopata e ajuda na batalha de Kings Landing (a capital dos reinos onde fica o Trono de Ferro).
O Stark Filho que foi jogado pela janela (pelo Sawyer Jamie) descobre que tem poderes.
O Sawyer Jamie é prisioneiro do Robb Stark que por sua vez casa com uma enfermeira enquanto estava prometido para outra mulher.
O pessoal da muralha vai passear na neve do outro lado, Jon Snow arranja uma namorada e o gordinho vê os tais White Walkers que todo mundo tem medo.

Aqui um recap da primeira e segunda temporadas.

Chegamos a terceira temporada.
Papai Lannister e sua família estão em Kings Landing. Papai Lannister manda em tudo e todos, afinal, é ele quem assina os cheques. Cersei se vê noiva um rapaz que gosta de rapazes só porque ele é de uma família que tem muita grana, os Tyrell (com uma matriarca tão boa quanto a Dowager Countess de Downton Abbey). Tyrion se torna contador do reinado e é obrigado a casar com a Stark Ruiva (que se livrou de casar com o Reizinho Psicopata) e ainda tem que aguentar o ciúme da namorada (que é servente da Stark Ruiva) e o amor/ódio que Papai Lannister tem dele. Joffrey, o Reizinho Psicopata, fica noivo da irmã do noivo de sua mãe que é a ex-mulher o tal candidato gay ao trono que morreu na temporada passada. Papai Lannister coloca seu netinho reizinho nos eixos quando precisa, mas deixa ele brincar com sua besta acertando mulheres à flechadas, um fofo.
O filho querido do Papai Lannister, Saywer Jamie, passou a temporada passeando com sua nova amiga Brienne, fizeram um dos melhores casais sem ser da temporada, ele a defendeu, ela o salvou, ele perdeu a famosa mão que matou o Rei, os dois sofreram, mas superaram e chegaram em Kings Landing. Passei a temporada querendo ver a cara da Cersei vendo o Sawyer Jamie chegando com a Brienne, mas ele entrou no quarto dela sozinho. Fica para a 4a temporada.
Jon Snow trocou os amigos da muralha pela namorada, perdeu a virginade, e logo depois acabou o namoro voltando para a galera da muralha, mas não sem levar da moça uma flechadas merecidas.
O Stark Filho que foi jogado da janela melhorou seus poderes visionários e está indo com seus novos amigos para a muralha atrás dos White Walkers (e ele mandou o irmãozinho para casa até a gente esquecer que ele existe).
Arya, coitada, é um sofrimento só. Virou prisioneira de um bando (que tem um cara que volta da morte várias vezes), teve seu BFF Gendry (o filho bastardo do Rei Robert) levado pela bruxa-mãe-do-monstro-de-fumaça, foi pega pelo Hound e viu o lobo do seu irmão Robb sendo morto. Não está fácil para ela. Acontece que a Arya é a Stark com mais culhões e já tem uma listinha de pessoas de quem ela quer se vingar. Aguardo essa Revenge.
O Gendry foi com a bruxa mãe-do-monstro-de-fumaça para o castelo do Tio Stannis ser torturado com umas sanguessugas (ele tem sangue de rei) para fazer feitiços contra Robb Stark. Felizmente o capitão-esqueci-o-nome o libertou e ele agora está boiando num bote no meio do mar até a 4a temporada.
Não dei muita bola para a tortura do tal do Greyjoy, mas o torturador degustando uma linguiçinha depois de ter, hum, cortado o wurst do Greyjoy e mandar pelo correio para o pai dele foi demais. A irmã do Greyjoy está indo buscá-lo com os marginais barra pesada das Ilhas de Ferro.
Mother of Dragons foi estrela nessa temporada. Conseguiu: dois exercitos de escravos livres, mostrou que com os dragões não se brinca e ainda arranjou um namorado. #TeamMotherOfDragons Mal posso esperar essa mulher chegando perto do Trono de Ferro. Voto para um dos dragões comer a cabeça do Joffrey.
Porém, tenho que me lembrar que não posso me apegar muito, afinal foi nessa temporada que vimos o Red Wedding. Fiquei passada! É sempre no nono episódio da temporada que alguma coisa assim acontece. Dessa vez, numa festinha de casamento, mataram logo o gostosão do Robb Stark, sua mãe Lady Stark e sua esposa grávida. Todo esse sangue derramado porque o Robb Stark deixou de se casar com uma das filhas do Walder Frey lá na segunda temporada, e o Frey se vingou com ajuda do....wait for it.....Papai Lannister e do vira-casaca Bolton.
Robb Stark, I'll miss you, mas confesso que gosto mesmo é do anão Tyrion e do Sawyer Jamie. Como são filhos do Papai Lannister acho que vão ficar mais um tempo na série.

RIP Robb

Concluindo: os Lannisters estão todos vivos e aprontando muitas confusões em Kings Landing. Os Starks foram resumidos a: Arya Vingativa, a Stark Ruiva, Stark Filho que foi jogado da janela, Baby Stark banido até ter idade para voltar e Jon Snow, o Stark Bastardo. Os Baratheons, verdadeiros herdeiros do trono, só tem o Stannis que depende da feiticeira mãe-do-monstro-de-fumaça e o bastardo Gendry. Os Targaryens tem a Mother of Dragons com seu exercito e estão bem na fita.

Que venha a quarta temporada! 

25.5.13

Séries: fim de temporada

Vamos a um apanhado do final da temporada. Com possíveis spoilers, claro.

Arrow - uma ótima surpresa, pipocão de primeira. É uma série ágil, o Oliver Queen continua interessante, tem o melhor shirtless da tv e o season finale foi uma surpresa. Só gostaria de pedir aos roteiristas para não colocarem diálogos importantes enquanto o Oliver está malhando.
Hawaii 5-0 - ainda me divirto com essa série. McGarrett e Danno: o melhor casal das séries, bromance dos bons. A mãe do McGarrett quase contou o grande segredo do Wo Fat que todo mundo já sabe, mas ficou para a próxima. E se eu fosse a Kono também iria embora com aquele namorado maravilhoso dela.
Chicago Fire - os bombeiros renderam ótimos episódios, os resgates são incríveis, é um novelão e é bom.
Falando em novelões, Nashville é dona do título. Me surpreendi com a atuação da Hayden Panettiere (que parece o nome da padaria aqui do lado de casa), ela faz a gente querer que a chata da Juliet se de bem. É drama que não acaba mais e as músicas até que são boas.
Na mesma linha tem Scandal, que vi a primeira temporada e não achei nada demais, mas a segunda foi muito boa com um cliffhanger profissional no fim. E tem o presidente dos EUA mais charmoso ever (apesar dele ser quase uma criança birrenta).
Revenge teve uma temporada irregular, mas o season finale teve um pouco de tudo: bomba, gente incriminada, morte misteriosa, revelações bombásticas. Aguardo a próxima.
The Good Wife - a boa esposa terminou a temporada tomando uma decisão que acho que vai ter mais resultados a longo prazo. Não gosto do marido dela e acho que ela patina na hora de resolver os problemas pessoais. Adorei o episódio com o John Noble. Tentaram fazer um suspense na cena final, mas não enganaram ninguém.

Elementary - Sei que todo mundo adora o Sherlock Holmes da BBC (inclusive eu), o Benedict Cumberbatch é genial, mas o Jonny Lee Miller fez essa série policial com caso do dia ficar muito interessante. Palmas para ele. E gosto da Watson da Lucy Liu. Gostei do episódio final, revelaram o Moriarty cedo demais (mas foi uma surpresa e tanto!), não sei o que esperar da próxima temporada.
Hannibal - Já que comecei a falar das atuações, o Hugh Dancy é outro que surpreendeu com seu Will Graham, e olha que o Hannibal do Mads Mikkelsen mostou a que veio. Os casos (extremamente bizarros) nessa série são só coadjuvantes para a relação entre os personagens principais. A terapeuta do Dr. Lecter é a Scully. Apenas. Os diálogos são ótimos, é visualmente incrível, mas é uma série pesada. Tenho a impressão que acabei de achar uma série queridinha. Por favor não cancelem!
Entrando nos serial killers, Bates Motel não tem a riqueza visual de Hannibal, mas Norma e Norman não brincam em serviço, a Vera Farmiga acertou o tom da mãe do serial killer e é possível ver o futuro nos olhos do garoto. Como eu disse, Dexter tem concorrentes a altura.
The Following me deixou confusa. Gostei de algumas coisas, mas o FBI mais lento que a internet da TIM dava muita raiva. O Kevin Bacon salvou muita coisa ali, não sei se vou ver a segunda temporada.
Criminal Minds ainda tem gás.

Grimm - uma série que eu não assistia, comecei a ver na tv e gostei. É da linha sobrenatural, um detetive descobre que faz parte de uma linhagem de Grimms (são capazes de ver os seres monstruosos que pessoas aparentemente normais escondem, tipo lobisomens e tal), mas é boa, pelo menos a gente aprende um bocado de palavras em alemão. E passa em Portland, lugar certo para festa estranha com gente esquisita. Ok, confesso, foram os olhos azuis/verdes do Detetive Buckhart que me prenderam.

The Americans fechou bem a primeira temporada. Adoro ver como os espiões russos se viram na década de 1980 sem celulares e outras gadgets modernas que devem ter facilitado o ramo. E o drama é bom.

Comédias: The Office acabou e aguardo outra tão boa quanto para ocupar o lugar. Community teve uma temporada muito estranha, alguns episódios foram ótimos e outros muito sem graça, mas ganhou outra temporada. Parks and Recreation terminou essa temporada com o Ron na expetativa de ser pai e o casamento da Leslie com o Ben foi lindo. New Girl teve o melhor beijo da temporada e muitas situações divertidas. How I Met your Mother, nessa 7ª temporada ficamos sabendo como Ted conheceu a mãe (ela tocava na banda no casamento da Robin com o Barney) e até vimos a cara dela, então decidi abandonar essa série, não me interessa saber os mínimos detalhes desse encontro. Também abandonei Modern Family.

Das que terminaram ainda no ano passado ou no início desse ano: Homeland correu para o abraço deixando mais um cliffhanger de respeito para a 3a temporada. Espero que o Quinn volte. Dexter teve um assassino amigo a altura, o Isaak, lindão e charmoso (queira que ele e o Dex ficassem amigos para sempre), pena que teve um fim, mas a Deb descobriu tudo sobre o Dex e a próxima temporada (que é a última) promete. Downton Abbey teve duas mortes inesperadas uma no meio da temporada e outra no maldito episódio de natal (onde tudo acontece). Que venha a próxima temporada. Mas a minha séire inglesa favorita do momento é Ripper Street, que fez uma temporada sólida e tem uma reconstituição de época excelente. Sons of Anarchy foi cruel, não sei se tem muita esperança para o Jax na próxima temporada, mas vou assistir.

Mad Men ainda não terminou, mas está com uma temporada muito boa (como sempre). Só não curti Don Draper 50 tons de cinza e Don Draper on drugs, assim fica cada vez mais difícil saber quem é esse homem. E quero saber quem é o Bob Benson e o que ele veio fazer.
Game of Thrones está com uma ótima 3ª temporada, só pulo as partes do Greyjoy, o resto está bom. Passei a gostar tanto do Sawyer Jaime Lannister que até esqueço que ele jogou o garoto da torre na 1ª temporada. Jaime e a Brianne fazem o melhor casal (sem ser) da série. E sou team Daenerys e seus dragões até o fim.

Que venha a midseason com True Blood.

17.5.13

The Office, the end.

Esse ano tive que dar tchau para a Fringe, 30Rock e agora The Office.

The Office era uma das minha séries favoritas. Vi a versão inglesa e depois comecei a ver a americana. Durante 7 temporadas acompanhei tudo, até tenho as três primeiras em DVD e o bobblehead do Dwight.

Já falei da série aqui, coloquei o Dwight na minha lista de nerds na tv, Jim e Pam nos casais mais legais, muito amor pelo Jim, e falei sobre a despedida do Michael Scott.

(com spoilers)

Não tinha série de comédia que eu esperava mais para ver na semana.

Depois que o Michael Scott saiu, no fim da 7ª temporada, e colocaram o chato do Andy no lugar dele parei de ver. O Ed Helms ganhou fama depois do Se Beber Não Case, mas o personagem dele sempre foi insuportável e piorou sendo o chefe do escritório. Por mim teria saído de vez quando foi fazer anger management lá na 3ª temporada. Ele me fez abandonar a série na 8ª temporada (mas vi alguns episódios). Quando soube que essa nona temporada seria a última decidi assistir para me despedir dos funcionários divertidos e loucos do escritório.

Para fazer sentido o estilo mocumentary da série, decidiram que depois de 9 anos o documentário ia ao ar. Na metade da temporada começaram a mostrar pequenos anúncios dentro da série e no penúltimo episódio o documentário foi ao ar com todos do escritório assistindo num bar. O útlimo episódio foi o que aconteceu um ano depois do documentário ir ao ar.

E essa última temporada teve episódios ótimos, mas os melhores de todos foram os últimos 3, especialmente porque o Dwight finalmente conseguiu o que sempre quis: ser o regional manager! O Dwight foi o melhor personagem dessa série, o mais constante e o que teve um amadurecimento sutil e importante. Sem contar que o Primo Mose quando aparecia era sempre uma alegria. No fim casou com a Angela, e ele se mostrou um ótimo gerente do escritório (com as devidas esquisitices). Sentirei saudades, bears, beets, battlestar galactica.

Jim e Pam sempre foram um dos meus casais favoritos na tv, mas nessa última temporada me decepcionei um pouco com a Pam. Nos últimos episódios dessa temporada ela foi mesquinha e meio que exigiu do Jim que ele abandonasse a nova carreira para ficar com ela em Scranton. O Jim é um fofo e mesmo crescendo no novo trabalho, gostando, fazendo mais dinheiro, ele disse para Pam que ela era a coisa mais importante na vida dele e que ele faria qualquer coisa por ela. Nunca pensei que fosse ter raiva da Pam, mas foi o que aconteceu nessa reta final, ainda mais depois que me lembrei de todas as outras temporadas e como ela sempre foi um pouco covarde em relação ao Jim.

No penúltimo episódio o Jim fez um video com todos os melhores momentos dos dois para mostrar o quanto ela era importante. Lindo, né? Mas no último episódio um ano se passou e o Jim ainda está no escritório. Para o meu alívio, a Pam se redimiu nos 45 do segundo tempo e resolveu se mudar de Scranton para que o Jim fosse trabalhar no emprego que ele queria. Ufa! E ela ainda disse que não conseguiu assistir mais do que alguns poucos episódios do documentário porque viu o tanto de burrada que fez ao longo dos anos. Bem feito. BUFO!

O resto do escritório fez sua parte, o Creed foi sensacional até o fim, Stanley se aposentou, Toby e Kevin foram despedidos, Oscar vai ser político, Phyllis está treinando um novo Stanley, a Meredith, quem diria, fez um doutorado durante 7 anos; Kelly e Ryan juntos outra vez, Daryl é um homem rico e de sucesso, não me importei muito com os novos funcionários (nem com a Erin) e detestei o Andy até o fim. Sentirei falta das pegadinhas (pranks) do Jim com o Dwight.

O último episódio foi maravilhoso. Dois momentos me arrancaram lágrimas: Jim e Primo Mose unidos para a festa de despedida de solteiro do Dwight (porque eu adoro o Primo Mose e o Jim) e a volta do Michael Scott como padrinho de casamento do Dwight. Best. Prank. Ever.

"I can't believe you came!"
"That's what she said!"