Macaé 2
Como prometido, aqui o meu post sobre Macaé e Búzios.
Euzinha como boa taurina preguiçosa que sou, deixo tudo para depois...se não precisa fazer agora, vamos fazer daqui há um mês hahaha.
Como todos os nossos 7 ou 8 leitores sabem, este ano foi muito complicado para mim por causa da doença do meu pai. Como o pior já passou, curti Macaé e Búzios na contagem regressiva.
Macaé realmente como falou a Ká é "inha", falta calor humano lá. Não adianta todo o din din do petróleo...precisa de vida. Imaginem, aquela praia linda e vazia!!
Mas vamos aos nossos vizinhos australianos, os aborígenes. Gente era a coisa mais lindinha. Nunca vi tanta organização em um terreno baldio. Lixo para um lado, cozinha para o outro, quarto para o outro e por aí vai.
Mas o que eu mais gostei foi chegar um dia em casa e ver que eles estavam se arrumando para um cineminha. Pasmem, os "homeless" com DVD e duas fitas de locadora. Eles estavam num clima BBB, filminho no quarto do líder.
Agora o que me deu mais raiva, foi no dia da nossa volta, nós sem água em casa e eles com água no terreno.
Mas eles eram super educados e solícitos.
No dia que fomos ao Mexicano, tia Beth quase que vira o pé no meio da rua. Na mesma hora um deles veio ajudar.
Chegou a vez de Búzios, ah Búzios...falar o que daquele paraíso que já não tenha sido dito!Que é lindo, chique, charmoso e cheio de gente interessante...
A única coisa ruim era que estava lotado , um calor dos infernos e eles estavam consertando o asfalto e isso estava tumultuando um pouco a cidade. Mas nem assim tira o impacto que Búzios sempre causa nas pessoas.
Mas o mais importante meus queridos é que eu estava nessa trip com duas pessoas muito importantes na minha vida que eu amo muito.O que torna qualquer roubada uma grande alegria.
Estou partindo para Recife na semana que vem, mas antes de ir passo por aqui para dar um alô!
Tia Helo vai ficar com saudades!
30.1.06
25.1.06
Bye, Bye Macaé
Bye Bye Macaé
Teoricamente esse é o meu último dia aqui na terra do petróleo. Faz um pouco menos de um ano que vim pra cá, mas andei fazendo as contas e concluí que só passei 100 dias (ou menos) de fato em Macaé city. Os outros sei lá quantos dias eu passei entre o Rio, Fortaleza, Salvador....
Macaé é bonitinha, arrumadinha, limpinha, inha, inha, inha. Mas falta um pouco de vida. Vida que não veio com o dinheiro do petróleo....pensando bem, a vida parece que parou em Búzios e ficou por lá (e quem não ficaria?).
Hoje eu me despeço daqui. A Luizinha veio para os momentos finais...aliás ela esperou até o último minuto do segundo tempo. Ela passou 3 dias aqui e já deu para ver o que tem de bom aqui. Ela conheceu a nossa cobertura super bem decorada pela Beth, os vizinhos aborígenes, o mexicano, alguns nativos e claro que fomos a Búzios que é o melhor de Macaé. (coisas que ela vai contar depois, num post já prometido)
E para fechar o ciclo com chave de ouro faltou água em casa e estamos indo para o Rio que nem duas porquinhas, oinc, oinc. Tia Helo não ia gostar nada disso, imagina passar mais de 15 minutos sem lavar as mãos.
Eu gostei desse quase um ano com algumas paradas em Macaé. Por isso esse post para me despedir da cidade petroleira que eu espero tenha, no mínimo, mais 2 cinemas decentes se eu algum dia voltar.
Um beijo, tchau!
Teoricamente esse é o meu último dia aqui na terra do petróleo. Faz um pouco menos de um ano que vim pra cá, mas andei fazendo as contas e concluí que só passei 100 dias (ou menos) de fato em Macaé city. Os outros sei lá quantos dias eu passei entre o Rio, Fortaleza, Salvador....
Macaé é bonitinha, arrumadinha, limpinha, inha, inha, inha. Mas falta um pouco de vida. Vida que não veio com o dinheiro do petróleo....pensando bem, a vida parece que parou em Búzios e ficou por lá (e quem não ficaria?).
Hoje eu me despeço daqui. A Luizinha veio para os momentos finais...aliás ela esperou até o último minuto do segundo tempo. Ela passou 3 dias aqui e já deu para ver o que tem de bom aqui. Ela conheceu a nossa cobertura super bem decorada pela Beth, os vizinhos aborígenes, o mexicano, alguns nativos e claro que fomos a Búzios que é o melhor de Macaé. (coisas que ela vai contar depois, num post já prometido)
E para fechar o ciclo com chave de ouro faltou água em casa e estamos indo para o Rio que nem duas porquinhas, oinc, oinc. Tia Helo não ia gostar nada disso, imagina passar mais de 15 minutos sem lavar as mãos.
Eu gostei desse quase um ano com algumas paradas em Macaé. Por isso esse post para me despedir da cidade petroleira que eu espero tenha, no mínimo, mais 2 cinemas decentes se eu algum dia voltar.
Um beijo, tchau!
22.1.06
Tia Helo e os garotões
Tia Helo e os garotões
A Tia Helo é um bando de coisa, mas não é boba. Ela sabe muito bem escolher quem vai ajudá-la, seja no supermercado ou no spa da terceira idade. E a Tia Helo gosta dos garotões e dos bonitos, porque pra ela beleza é fundamental. Como ela já passou dos 70, a faixa dela de garotões vai de 18 a 50.
Lá no spa da terceira idade tem um enfermeiro que vai nos quartos visitar as hóspedes. A Tia Helo se derrete toda para ele, exige até beijinho. E para o amigo da sua sobrinha... ”Que rapaz educado....que rapaz bonito...” suspira a Tia Helo.
A Tia Helo está muito certa. Eu e a Luizinha aprendemos bem com ela. Nada como um garotão que sabe se divertir e nos divertir. Eu já sei disso desde quando eu ainda tinha a idade deles, se bem que mentalmente eu ainda estou lá. Eu não tenho preferência, mas os mais velhos (mais velhos do que eu) não gostam muito de mim não, azar o deles.
Na ficção e na vida real tem muitas histórias de rapazes e suas amantes maduras (aqui em casa tem uma, minha mãe é mais velha que o meu padrasto garotão). Mas uma das melhores músicas sobre o assunto é do Rod Stewart, quando ele era garotão (é gente....ele já foi garotão um dia, lá na década de 70 quando ele ainda fazia umas músicas legais) e fez uma música pra tal da Maggie.
Maggie May
Wake up Maggie I think I got something to say to you
It’s late September and I really should be back at school
I know I keep you amused but I feel I’m being used
Oh Maggie I couldn’t have tried any more
You lured me away from home just to save you from being alone
You stole my heart and that’s what really hurt
The morning sun when it’s in your face really shows your age
But that don’t worry me none in my eyes you’re everything
I laughed at all of your jokes my love you didn’t need to coax
Oh, Maggie I couldn’t have tried any more
You lured me away from home, just to save you from being alone
You stole my soul and that’s a pain I can do without
All I needed was a friend to lend a guiding hand
But you turned into a lover andMother what a lover, you wore me out
All you did was wreck my bed
And in the morning kick me in the head
Oh Maggie I couldn’t have tried anymore
You lured me away from home ’cause you didn’t want to be alone
You stole my heart I couldn’t leave you if I tried
I suppose I could collect my books and get on back to school
Or steal my daddy’s cue and make a living out of playing pool
Or find myself a rock and roll band that needs a helpin’ hand
Oh Maggie I wish I’d never seen your face
You made a first-class fool out of meBut I’m as blind as a fool can be
You stole my heart but I love you anyway
A Tia Helo é um bando de coisa, mas não é boba. Ela sabe muito bem escolher quem vai ajudá-la, seja no supermercado ou no spa da terceira idade. E a Tia Helo gosta dos garotões e dos bonitos, porque pra ela beleza é fundamental. Como ela já passou dos 70, a faixa dela de garotões vai de 18 a 50.
Lá no spa da terceira idade tem um enfermeiro que vai nos quartos visitar as hóspedes. A Tia Helo se derrete toda para ele, exige até beijinho. E para o amigo da sua sobrinha... ”Que rapaz educado....que rapaz bonito...” suspira a Tia Helo.
A Tia Helo está muito certa. Eu e a Luizinha aprendemos bem com ela. Nada como um garotão que sabe se divertir e nos divertir. Eu já sei disso desde quando eu ainda tinha a idade deles, se bem que mentalmente eu ainda estou lá. Eu não tenho preferência, mas os mais velhos (mais velhos do que eu) não gostam muito de mim não, azar o deles.
Na ficção e na vida real tem muitas histórias de rapazes e suas amantes maduras (aqui em casa tem uma, minha mãe é mais velha que o meu padrasto garotão). Mas uma das melhores músicas sobre o assunto é do Rod Stewart, quando ele era garotão (é gente....ele já foi garotão um dia, lá na década de 70 quando ele ainda fazia umas músicas legais) e fez uma música pra tal da Maggie.
Maggie May
Wake up Maggie I think I got something to say to you
It’s late September and I really should be back at school
I know I keep you amused but I feel I’m being used
Oh Maggie I couldn’t have tried any more
You lured me away from home just to save you from being alone
You stole my heart and that’s what really hurt
The morning sun when it’s in your face really shows your age
But that don’t worry me none in my eyes you’re everything
I laughed at all of your jokes my love you didn’t need to coax
Oh, Maggie I couldn’t have tried any more
You lured me away from home, just to save you from being alone
You stole my soul and that’s a pain I can do without
All I needed was a friend to lend a guiding hand
But you turned into a lover andMother what a lover, you wore me out
All you did was wreck my bed
And in the morning kick me in the head
Oh Maggie I couldn’t have tried anymore
You lured me away from home ’cause you didn’t want to be alone
You stole my heart I couldn’t leave you if I tried
I suppose I could collect my books and get on back to school
Or steal my daddy’s cue and make a living out of playing pool
Or find myself a rock and roll band that needs a helpin’ hand
Oh Maggie I wish I’d never seen your face
You made a first-class fool out of meBut I’m as blind as a fool can be
You stole my heart but I love you anyway
20.1.06
As Crônicas de Narnia
As Crônicas de Narnia
Não, esse não está virando um blog de cinema, mas acontece que estamos na época dos Globos de Ouro e do pré-Oscar então nada mais justo do que falar de filmes (mesmo que sejam muitos blockbusters, um bocado de comédias românticas e alguns filmes cabeça).
Então lá fui eu a mais uma sessão de cinema no Cine Macaé...um parênteses aqui....sim, eu estou em Macaé e aqui não tem nada melhor para fazer a não ser ir para Búzios...fecha parênteses. O Cine Macaé não é dos melhores, a sala é pequena (a cidade idem), as cadeiras não são muito confortáveis, na falta do ar condicionado central do “shopping” eles colocaram 4 aparelhos de sei lá quantos btus que fazem um barulho danado e a tela é pequena. Tirando esses pequenos defeitos, incrivelmente a cópia de As Crônicas de Narnia aqui era legendada, então eu fui.
Como eu já disse num post aí para trás, eu li “O leão, a feiticeira e o guarda roupas” na pré-adolescência. Foi a minha iniciação aos mundos fantásticos e lembro de ter gostado bastante. Pula para 2006. Fui ver o filme do qual eu só sabia do guarda roupa, do leão e do frio de Narnia. Nem lembrava o nome de todas as crianças, mas com meia hora de filme a esclerose deu um tempo e eu fui me lembrando da história.
E que história fantástica. Tem: muitos bichos falantes, faunos, a feiticeira má, o papai noel, árvores mágicas, o leão sangue bom que dá um golpe de mestre na feiticeira, a tal mesa de pedra, centauros contra minotauros, e as quatro crianças. Lucy a corajosa (que descobriu a passagem no armário), Peter o mais velho e por isso quem manda, Susan a cabeça lógica e muitas vezes medrosa e o Edmund, o irmão traidor, mas que no fim se redime. Ok, é o velho bem versus mal, bonito contra feio (se bem que a feiticeira é chique), limpinhos x sujos, afinal é para crianças (e elas gostam).
Eu gostei. A Tia Helo talvez gostasse. Dizem que é uma alegoria a uma passagem da Bíblia e que o C.S. Lewis era um católico fervoroso, e disso a Tia Helo gosta muito. Ela não ia apreciar muito os bichos falantes, nem as cenas de guerra, mas no fim acho que ela só diria “Ai Jesus!” 53 vezes.
Não, esse não está virando um blog de cinema, mas acontece que estamos na época dos Globos de Ouro e do pré-Oscar então nada mais justo do que falar de filmes (mesmo que sejam muitos blockbusters, um bocado de comédias românticas e alguns filmes cabeça).
Então lá fui eu a mais uma sessão de cinema no Cine Macaé...um parênteses aqui....sim, eu estou em Macaé e aqui não tem nada melhor para fazer a não ser ir para Búzios...fecha parênteses. O Cine Macaé não é dos melhores, a sala é pequena (a cidade idem), as cadeiras não são muito confortáveis, na falta do ar condicionado central do “shopping” eles colocaram 4 aparelhos de sei lá quantos btus que fazem um barulho danado e a tela é pequena. Tirando esses pequenos defeitos, incrivelmente a cópia de As Crônicas de Narnia aqui era legendada, então eu fui.
Como eu já disse num post aí para trás, eu li “O leão, a feiticeira e o guarda roupas” na pré-adolescência. Foi a minha iniciação aos mundos fantásticos e lembro de ter gostado bastante. Pula para 2006. Fui ver o filme do qual eu só sabia do guarda roupa, do leão e do frio de Narnia. Nem lembrava o nome de todas as crianças, mas com meia hora de filme a esclerose deu um tempo e eu fui me lembrando da história.
E que história fantástica. Tem: muitos bichos falantes, faunos, a feiticeira má, o papai noel, árvores mágicas, o leão sangue bom que dá um golpe de mestre na feiticeira, a tal mesa de pedra, centauros contra minotauros, e as quatro crianças. Lucy a corajosa (que descobriu a passagem no armário), Peter o mais velho e por isso quem manda, Susan a cabeça lógica e muitas vezes medrosa e o Edmund, o irmão traidor, mas que no fim se redime. Ok, é o velho bem versus mal, bonito contra feio (se bem que a feiticeira é chique), limpinhos x sujos, afinal é para crianças (e elas gostam).
Eu gostei. A Tia Helo talvez gostasse. Dizem que é uma alegoria a uma passagem da Bíblia e que o C.S. Lewis era um católico fervoroso, e disso a Tia Helo gosta muito. Ela não ia apreciar muito os bichos falantes, nem as cenas de guerra, mas no fim acho que ela só diria “Ai Jesus!” 53 vezes.
16.1.06
Os Produtores (The Producers)
Atendendo digamos a "um pedido " da Ká, este post era minha rsponsabilidade.
Ontem em uma linda tarde de sol escaldante no Rio de Janeiro, as três lindinhas: Ká, Luizinha e Suzinha foram ver os Produtores.
Uma refimalgem de um longa de 1968 do Mel Brooks aonde Nathan "gaiola das loucas" Lane,o nosso querido ícone Matthew "Ferris Bueller" Broderick e Uma "Kill Bill" Thurman dão um verdadeiro show de entretenimento( para quem gosta do estilo musical humor negro é claro).
A história é simples famoso produtor (Lane) fracassado e endividado tem a idéia com o seu contador (Ferris) de montar uma peça que seja um fracasso na estréia para eles poderem lucrar .
O estilo Mel Brooks é único e exclusivo. Um humor fino e refinado para poucos. O desenrolar deste filme é tudo de bom...eles procurando o pior diretor,o pior elenco a pior peça. A Uma Thurman se revelou uma comediante nata neste filme.Ela está ótima.
Esta peça está em cartaz desde 2001 na Brodway com Lane e Broderick no elenco.
O filme é divertido e nos faz sair leve do cinema...vale a pena conferir.
Ai meu deus!!!Tô parecendo o Rubens Edwald Filho...vocês lembram quando ele comentava filme no Jornal Hoje?Abafa o caso se não vai entregar a minha idade hehehehe.
Agora sinceramente não sei se a Tia Helo ia gostar desse filme.Acho que ela daria uma nota 5,0 . Ela iria gostar da parte musical do filme, mas a parte do deboche e sátira...não sei não.
Ela acharia que "eles" estariam debochando junto o que seria uma pouca vergonha.Então, nossa heroína ia pegar sua bolsa seu guarda-chuva e seu cardigan e iria embora no meio do filme!Nós três ficamos até o final e amamos!
Atendendo digamos a "um pedido " da Ká, este post era minha rsponsabilidade.
Ontem em uma linda tarde de sol escaldante no Rio de Janeiro, as três lindinhas: Ká, Luizinha e Suzinha foram ver os Produtores.
Uma refimalgem de um longa de 1968 do Mel Brooks aonde Nathan "gaiola das loucas" Lane,o nosso querido ícone Matthew "Ferris Bueller" Broderick e Uma "Kill Bill" Thurman dão um verdadeiro show de entretenimento( para quem gosta do estilo musical humor negro é claro).
A história é simples famoso produtor (Lane) fracassado e endividado tem a idéia com o seu contador (Ferris) de montar uma peça que seja um fracasso na estréia para eles poderem lucrar .
O estilo Mel Brooks é único e exclusivo. Um humor fino e refinado para poucos. O desenrolar deste filme é tudo de bom...eles procurando o pior diretor,o pior elenco a pior peça. A Uma Thurman se revelou uma comediante nata neste filme.Ela está ótima.
Esta peça está em cartaz desde 2001 na Brodway com Lane e Broderick no elenco.
O filme é divertido e nos faz sair leve do cinema...vale a pena conferir.
Ai meu deus!!!Tô parecendo o Rubens Edwald Filho...vocês lembram quando ele comentava filme no Jornal Hoje?Abafa o caso se não vai entregar a minha idade hehehehe.
Agora sinceramente não sei se a Tia Helo ia gostar desse filme.Acho que ela daria uma nota 5,0 . Ela iria gostar da parte musical do filme, mas a parte do deboche e sátira...não sei não.
Ela acharia que "eles" estariam debochando junto o que seria uma pouca vergonha.Então, nossa heroína ia pegar sua bolsa seu guarda-chuva e seu cardigan e iria embora no meio do filme!Nós três ficamos até o final e amamos!
15.1.06
+ Filmes
Filmes
2046
A China tem mais de um bilhão de habitantes mas só 5 ou 6 atores. Nesse filme meio futurista, meio anos 60, meio ocidental tem aquela chinesinha muito bonita que está em todos os filmes chineses dos últimos 5 anos, tem um outro ator que eu vi em Herói, e mais alguns que eu não identifiquei mas são os de sempre.
É um filme sobre o amor. A história se passa em Hong Kong o que torna esse um filme oriental para ocidente, ou seja, as pessoas são chinesas mas o figurino é ocidental, a música e os hábitos dos personagens idem. 2046 é o lugar onde nada muda, é onde as pessoas vão buscar suas lembranças, e pode ser um quarto num hotel ou um ano no futuro. O filme transita entre os anos 60 e o ano de 2046 para contar histórias de amor e paixão tendo como figura central o Sr. Chow (ou Chong, não lembro).
“O verdadeiro amor é impossível, logo só o amor impossível é verdadeiro.” Assim Arnaldo Jabor definiu 2046, numa coluna muito boa sobre o filme.
Achei esse filme muito bonito. No começo eu fiquei um pouco confusa com o vai e vem na linha do tempo, com os chineses em cena (eles são muito parecidos) e em ter que ler as legendas (coisa que eu não estou acostumada). Felizmente o filme é lento e as falas são poucas (e muito boas), no fim eu consegui juntar os pauzinhos e entendi tudo.
A Tia Helo não ia gostar muito desse filme, tem sexo, tem dúvidas existenciais, tem paixão não correspondida, tem paixões escondidas....ela provavelmente diria 231 “Ai, Jesus!” para esse filme.
A Marcha dos Pingüins (La Marche de L'empereur)
Os pingüins são lindos. A penugem deles é maravilhosa, brilha com uma intensidade no contraste com a neve e gelo do seu habitat. Confesso que eu não sabia absolutamente nada sobe essas aves que adoram o mar, fazem a dança do acasalamento, ficam meses sem comer, fogem de outros animais predadores, enfrentam um frio que ninguém merece e ainda assim conseguem sobreviver. Incrível.
A fotografia do filme é muito bonita, impressionante o que o diretor conseguiu captar. A única coisa do filme que é uma droga é a narração. Sinceramente não precisava dar “voz” aos bichinhos, não combinou. Como disse a Luizinha menos National Geographic e mais Discovery.
A Tia Helo ia gostar desse filme, ela só não ia querer ver as cenas tristes, mas é um filme educativo. Ela diria 20 “Ai, Jesus!” para esse filme.
Tudo em Família (The Family Stone)
Nesse filme a Sarah Sex in the City Jessica Parker resolveu ficar uptight e conhecer a família nada convencional do namorado. A família toda acha ela uma chata e ela só dá fora. No desespero ela chama a irmã (Claire Danes) que acaba fazendo mais sucesso com a família bizarra e com o namorado da irmã inclusive. O irmão do tal namorado é o lindo Luke Wilson que acaba levando a chatinha certinha para um bar onde ela toma todas e se revela (boooring...). Depois dessa tradicional troca de casais descobre-se que a mãe (Diane Keaton) está doente e vai morrer. Chega né? Eu quis dormir contando essa história.
Fui ver esse filme achando que ia rir um bocado mas saí do cinema triste. Triste porque não ri muito, triste porque o Luke Wilson não é o meu namorado, e triste porque eu estava morrendo de fome.
A Tia Helo não ia gostar muito desse filme, muitos americanos neuróticos em cena. Ela diria 157 “Ai, Jesus!” para esse filme.
Em seu Lugar (In Her Shoes)
Aqui a Cameron Diaz prova que não sabe muito sobre atuação e faz uma louquinha disléxica que deixa a irmã (Toni Collete) maluca. Depois de, hum, ficar com o namorado da irmã, esta a coloca para fora de casa e a Cameron vai tentar dar um golpe na avó (Shirley Vidas Passadas Maclaine) a qual ela nem sabia que estava viva. No fim o amor fraterno (coisa que eu não entendo) prevalece e tudo se resolve.
Mesmo com a atuação fraca da Cameron Diaz, e de outras bobagens eu gostei desse filme. As velhinhas do asilo dão um show.
A Tia Helo não ia gostar muito desse filme, acho que ela nem ia se identificar com as velhinhas, provavelmente ela ia ficar com inveja do condomínio que elas moram. Ela diria 93 “Ai, Jesus!” para esse filme.
E se fosse verdade (Just Like Heaven)
Esse é um filme de mulher. Comédia romântica absurda. Vamos a sinopse.
Médica workaholic (Reese Witherspoon), sem vida social, tem um acidente e não sabe se morreu. Nessa dúvida ela continua a habitar o apartamento que agora é alugado por um cara (Mark Ruffalo), que é uma gracinha, e que consegue ver e falar com ela. Eles precisam resolver o impasse do apartamento e descobre-se que ela está em coma. Claro que ele se apaixona por ela, blá, blá, blá e tudo se resolve no fim. Como? Ah vai ver essa baboseira e descobre.
Eu gostei, apesar de ser uma besteira previsível, eu sou mulherzinha e adoro um filme bobinho de vez em quando.
A Tia Helo não ia gostar muito desse filme, tem esse negócio de espírito falando com gente viva...se bem que ela já está acostumada com “eles”. Acho que ela diria 112 “Ai Jesus!” para esse filme.
2046
A China tem mais de um bilhão de habitantes mas só 5 ou 6 atores. Nesse filme meio futurista, meio anos 60, meio ocidental tem aquela chinesinha muito bonita que está em todos os filmes chineses dos últimos 5 anos, tem um outro ator que eu vi em Herói, e mais alguns que eu não identifiquei mas são os de sempre.
É um filme sobre o amor. A história se passa em Hong Kong o que torna esse um filme oriental para ocidente, ou seja, as pessoas são chinesas mas o figurino é ocidental, a música e os hábitos dos personagens idem. 2046 é o lugar onde nada muda, é onde as pessoas vão buscar suas lembranças, e pode ser um quarto num hotel ou um ano no futuro. O filme transita entre os anos 60 e o ano de 2046 para contar histórias de amor e paixão tendo como figura central o Sr. Chow (ou Chong, não lembro).
“O verdadeiro amor é impossível, logo só o amor impossível é verdadeiro.” Assim Arnaldo Jabor definiu 2046, numa coluna muito boa sobre o filme.
Achei esse filme muito bonito. No começo eu fiquei um pouco confusa com o vai e vem na linha do tempo, com os chineses em cena (eles são muito parecidos) e em ter que ler as legendas (coisa que eu não estou acostumada). Felizmente o filme é lento e as falas são poucas (e muito boas), no fim eu consegui juntar os pauzinhos e entendi tudo.
A Tia Helo não ia gostar muito desse filme, tem sexo, tem dúvidas existenciais, tem paixão não correspondida, tem paixões escondidas....ela provavelmente diria 231 “Ai, Jesus!” para esse filme.
A Marcha dos Pingüins (La Marche de L'empereur)
Os pingüins são lindos. A penugem deles é maravilhosa, brilha com uma intensidade no contraste com a neve e gelo do seu habitat. Confesso que eu não sabia absolutamente nada sobe essas aves que adoram o mar, fazem a dança do acasalamento, ficam meses sem comer, fogem de outros animais predadores, enfrentam um frio que ninguém merece e ainda assim conseguem sobreviver. Incrível.
A fotografia do filme é muito bonita, impressionante o que o diretor conseguiu captar. A única coisa do filme que é uma droga é a narração. Sinceramente não precisava dar “voz” aos bichinhos, não combinou. Como disse a Luizinha menos National Geographic e mais Discovery.
A Tia Helo ia gostar desse filme, ela só não ia querer ver as cenas tristes, mas é um filme educativo. Ela diria 20 “Ai, Jesus!” para esse filme.
Tudo em Família (The Family Stone)
Nesse filme a Sarah Sex in the City Jessica Parker resolveu ficar uptight e conhecer a família nada convencional do namorado. A família toda acha ela uma chata e ela só dá fora. No desespero ela chama a irmã (Claire Danes) que acaba fazendo mais sucesso com a família bizarra e com o namorado da irmã inclusive. O irmão do tal namorado é o lindo Luke Wilson que acaba levando a chatinha certinha para um bar onde ela toma todas e se revela (boooring...). Depois dessa tradicional troca de casais descobre-se que a mãe (Diane Keaton) está doente e vai morrer. Chega né? Eu quis dormir contando essa história.
Fui ver esse filme achando que ia rir um bocado mas saí do cinema triste. Triste porque não ri muito, triste porque o Luke Wilson não é o meu namorado, e triste porque eu estava morrendo de fome.
A Tia Helo não ia gostar muito desse filme, muitos americanos neuróticos em cena. Ela diria 157 “Ai, Jesus!” para esse filme.
Em seu Lugar (In Her Shoes)
Aqui a Cameron Diaz prova que não sabe muito sobre atuação e faz uma louquinha disléxica que deixa a irmã (Toni Collete) maluca. Depois de, hum, ficar com o namorado da irmã, esta a coloca para fora de casa e a Cameron vai tentar dar um golpe na avó (Shirley Vidas Passadas Maclaine) a qual ela nem sabia que estava viva. No fim o amor fraterno (coisa que eu não entendo) prevalece e tudo se resolve.
Mesmo com a atuação fraca da Cameron Diaz, e de outras bobagens eu gostei desse filme. As velhinhas do asilo dão um show.
A Tia Helo não ia gostar muito desse filme, acho que ela nem ia se identificar com as velhinhas, provavelmente ela ia ficar com inveja do condomínio que elas moram. Ela diria 93 “Ai, Jesus!” para esse filme.
E se fosse verdade (Just Like Heaven)
Esse é um filme de mulher. Comédia romântica absurda. Vamos a sinopse.
Médica workaholic (Reese Witherspoon), sem vida social, tem um acidente e não sabe se morreu. Nessa dúvida ela continua a habitar o apartamento que agora é alugado por um cara (Mark Ruffalo), que é uma gracinha, e que consegue ver e falar com ela. Eles precisam resolver o impasse do apartamento e descobre-se que ela está em coma. Claro que ele se apaixona por ela, blá, blá, blá e tudo se resolve no fim. Como? Ah vai ver essa baboseira e descobre.
Eu gostei, apesar de ser uma besteira previsível, eu sou mulherzinha e adoro um filme bobinho de vez em quando.
A Tia Helo não ia gostar muito desse filme, tem esse negócio de espírito falando com gente viva...se bem que ela já está acostumada com “eles”. Acho que ela diria 112 “Ai Jesus!” para esse filme.
13.1.06
Tia Helo mofou
Tia Helo mofou
Mofo. Argh! Acontece em todo canto. Geralmente é porque as coisas ficam esquecidas no fundo do armário, por muito tempo, no escuro e úmido. No caso da Tia Helo, que não está no fundo do armário (ainda), é uma questão de ambiente, ou ecossistema.
Como ela não deixa ninguém abrir a janela, porque “eles” não podem entrar. Não ascende a luz porque “eles” podem ver o que ela está fazendo. Não liga o ventilador porque “eles” vão chamar a polícia por causa do barulho. E, para completar, ela lava as mãos 250 vezes por dia. Então vamos à matemática:
Luz (zero) + ar fresco (zero) + ventilação (zero) + calor carioca + água (muita) = mofo (muito)
Como a Tia Helo é professora de português acho que ela não entende equações ‘complicadas’ como essa.
Tia Helo para o sol, já!
Mofo. Argh! Acontece em todo canto. Geralmente é porque as coisas ficam esquecidas no fundo do armário, por muito tempo, no escuro e úmido. No caso da Tia Helo, que não está no fundo do armário (ainda), é uma questão de ambiente, ou ecossistema.
Como ela não deixa ninguém abrir a janela, porque “eles” não podem entrar. Não ascende a luz porque “eles” podem ver o que ela está fazendo. Não liga o ventilador porque “eles” vão chamar a polícia por causa do barulho. E, para completar, ela lava as mãos 250 vezes por dia. Então vamos à matemática:
Luz (zero) + ar fresco (zero) + ventilação (zero) + calor carioca + água (muita) = mofo (muito)
Como a Tia Helo é professora de português acho que ela não entende equações ‘complicadas’ como essa.
Tia Helo para o sol, já!
7.1.06
Em 2006....

Em 2006....
Felizmente eu e Luizinha estamos separadas dos doces por esse vidro grosso, um atendente não muito simpático e vários reais. O nosso objetivo para 2006 é se desfazer do shape da foto na geladeira (e essa eu não mostro aqui de jeito nenhum!). Por isso vamos ser solidárias a Tia Helo, que não pode mais comer doces, coitadinha.
31.12.05
Ano Novo
Ano Novo:
Finalmente chegou o grande dia: 31 de Dezembro. Como todos sabem Eu e a Ká vamos infrentar a fúria frenética de Copacabana. Estaremos lá com milhares de turistas do mundo inteiro para brindar 2006.
Nesta época do ano, todo mundo faz planos: financeiros, amorosos , de iniciar uma dieta ou simplesmente mudar velhos hábitos.Agora eu pergunto, por que não fazemos isso durante todo ano ? Por que somos solidários em apenas em alguns períodos do ano? Pois é, seria ideal se ,de tempos em tempos, tentássemos crescer e mudar velhos hábitos.Vamos ver se neste ano que se inicia consigo essas modificações hehehe.
Desejo a todos um ótimo ano novo cheio de paz e saúde. O resto a gente corre atrás.
Beijo a todos!
Finalmente chegou o grande dia: 31 de Dezembro. Como todos sabem Eu e a Ká vamos infrentar a fúria frenética de Copacabana. Estaremos lá com milhares de turistas do mundo inteiro para brindar 2006.
Nesta época do ano, todo mundo faz planos: financeiros, amorosos , de iniciar uma dieta ou simplesmente mudar velhos hábitos.Agora eu pergunto, por que não fazemos isso durante todo ano ? Por que somos solidários em apenas em alguns períodos do ano? Pois é, seria ideal se ,de tempos em tempos, tentássemos crescer e mudar velhos hábitos.Vamos ver se neste ano que se inicia consigo essas modificações hehehe.
Desejo a todos um ótimo ano novo cheio de paz e saúde. O resto a gente corre atrás.
Beijo a todos!
28.12.05
Outras Tias
Outras Tias
Meu primo (que é filho único) tem 5 tias solteironas. Duas delas nós compartilhamos, mas as outras três são exclusivas dele, e uma dessas três é tão excêntrica quanto a Tia Helo (levanta a mão aí quem não tem uma tia dessas).
A Tia Maura quer muito comprar um apartamento. E ela já está a procura tem 25 anos, mas ela não consegue achar um que satisfaça suas exigências.
A Tia Maura tem um super poder, mas ela não sabe disso. Ela consegue escutar menor som que seja e achar que é barulho. Imaginem se ela conseguisse dominar esse poder e usa-lo para o bem? Mas infelizmente ela usa para procurar um apartamento que não tenha barulho. Então a Tia Maura segue um pequeno ritual antes de comprar um apartamento.
Primeiro ela pergunta se faz barulho. Se a resposta for sim, ela já vai embora, se for não ela pede para passar dois dias (e dormir, claro) no lugar para confirmar se não tem barulho.
Depois ela interfona para todos os vizinhos para saber quem tem filhos, de que idade são esses filhos, se não tem filhos quando vão ter, etc...
Não contente ainda ela vai de porta em porta no prédio para saber quem é solteiro, quem vai casar, etc
E se ela escuta um carro passando na rua na hora de fechar o negócio, já era, nada feito, não dá para ela, o apartamento tem barulho.
Por isso ela ainda vai passar mais 25 anos procurando. E olha que a Tia Maura não escuta “eles” porque senão ela fazia que nem a Tia Helo que deixou de comprar um apartamento com medo que suas irmãs a matassem para ficarem com a herança.
Meu primo (que é filho único) tem 5 tias solteironas. Duas delas nós compartilhamos, mas as outras três são exclusivas dele, e uma dessas três é tão excêntrica quanto a Tia Helo (levanta a mão aí quem não tem uma tia dessas).
A Tia Maura quer muito comprar um apartamento. E ela já está a procura tem 25 anos, mas ela não consegue achar um que satisfaça suas exigências.
A Tia Maura tem um super poder, mas ela não sabe disso. Ela consegue escutar menor som que seja e achar que é barulho. Imaginem se ela conseguisse dominar esse poder e usa-lo para o bem? Mas infelizmente ela usa para procurar um apartamento que não tenha barulho. Então a Tia Maura segue um pequeno ritual antes de comprar um apartamento.
Primeiro ela pergunta se faz barulho. Se a resposta for sim, ela já vai embora, se for não ela pede para passar dois dias (e dormir, claro) no lugar para confirmar se não tem barulho.
Depois ela interfona para todos os vizinhos para saber quem tem filhos, de que idade são esses filhos, se não tem filhos quando vão ter, etc...
Não contente ainda ela vai de porta em porta no prédio para saber quem é solteiro, quem vai casar, etc
E se ela escuta um carro passando na rua na hora de fechar o negócio, já era, nada feito, não dá para ela, o apartamento tem barulho.
Por isso ela ainda vai passar mais 25 anos procurando. E olha que a Tia Maura não escuta “eles” porque senão ela fazia que nem a Tia Helo que deixou de comprar um apartamento com medo que suas irmãs a matassem para ficarem com a herança.
26.12.05
Minas, uai
Minas, uai
A capital
Esse ano o Natal foi em Belo Horizonte. Fui lá ver o lado mineiro da família.
A cidade cresceu bastante desde a última vez que eu estive lá, mas BH pra mim é uma confusão arquitetônica. Lá se encontra muitos exemplos da arquitetura desde 1890 até hoje, com muitas coisas boas (igreja da Pampulha, alguns prédios do Niemeyer, muitas praças, casas) e ruins (prédios com pilotis, colunas em V, fachadas de vidro, fachadas de concreto aparente), e por aí vai. E está tudo misturado e espalhado naquelas avenidas laaargas. Só que dessa vez o que mais me impressionou foi a nova igreja do Bispo Macedo, um exagero, um prédio enorme. Dizem que ele derrubou casas antigas e tombadas ( tsc, tsc), e ainda ficou parecendo a loja nova da Daslu em SP, só que no prédio do bispo vende-se vaga no céu.
A festa do Natal foi muito boa! Fazia tempo que eu não via os primos, as tias e tios e foi bom conhecer a nova geração, os filhos dos primos.
Um passeio na Estrada Real
Na volta para o Rio passamos por Congonhas, Tiradentes e Barbacena.
A Tia Helo ia adorar Congonhas. Lá tem uma basílica com os 12 profetas (em pedra sabão) e mais 6 capelas cada uma com esculturas (em madeira) desde a Santa Ceia até Jesus na cruz. Tudo feito pelo Aleijadinho. Muito bonito, muito expressivo. O guia lá disse que era o maior acervo de arte barroca da América Latina, ok, eu acredito. A Tia Helo ia querer levar tudo para o quarto dela, se “eles” deixassem, é claro.
Não vi muito da cidade de Barbacena, dizem que lá tinha muita casa de repouso para, hum, doentes mentais. Parece que o clima de lá fazia bem para os maluquinhos. Mas eu não vi nada disso, só vi a EPCAR (escola da aeronáutica), onde o meu pai estudou. A escola é enorme, com ginásio, piscina aquecida, cinema, campo de futebol, laboratórios, sei-lá-quantos alojamentos, tudo muito organizado. Infelizmente os cadetinhos estavam de férias.
Tiradentes é linda. É típica da época colonial. As ruas ainda são de pedra, o que dificulta a passagem dos carros e deixa a cidadezinha mais simpática. O centro histórico está bem preservado, com muitas lojinhas e galerias de arte. Os restaurantes são quase todos de comida mineira.
E confesso que o meu estômago é mineiro....hummm....feijão tropeiro, tutu, couve, torresminho.....doce de leite, biscoitinhos, bolo....ô trem bom é essa comida mineira, sô.
A capital
Esse ano o Natal foi em Belo Horizonte. Fui lá ver o lado mineiro da família.
A cidade cresceu bastante desde a última vez que eu estive lá, mas BH pra mim é uma confusão arquitetônica. Lá se encontra muitos exemplos da arquitetura desde 1890 até hoje, com muitas coisas boas (igreja da Pampulha, alguns prédios do Niemeyer, muitas praças, casas) e ruins (prédios com pilotis, colunas em V, fachadas de vidro, fachadas de concreto aparente), e por aí vai. E está tudo misturado e espalhado naquelas avenidas laaargas. Só que dessa vez o que mais me impressionou foi a nova igreja do Bispo Macedo, um exagero, um prédio enorme. Dizem que ele derrubou casas antigas e tombadas ( tsc, tsc), e ainda ficou parecendo a loja nova da Daslu em SP, só que no prédio do bispo vende-se vaga no céu.
A festa do Natal foi muito boa! Fazia tempo que eu não via os primos, as tias e tios e foi bom conhecer a nova geração, os filhos dos primos.
Um passeio na Estrada Real
Na volta para o Rio passamos por Congonhas, Tiradentes e Barbacena.
A Tia Helo ia adorar Congonhas. Lá tem uma basílica com os 12 profetas (em pedra sabão) e mais 6 capelas cada uma com esculturas (em madeira) desde a Santa Ceia até Jesus na cruz. Tudo feito pelo Aleijadinho. Muito bonito, muito expressivo. O guia lá disse que era o maior acervo de arte barroca da América Latina, ok, eu acredito. A Tia Helo ia querer levar tudo para o quarto dela, se “eles” deixassem, é claro.
Não vi muito da cidade de Barbacena, dizem que lá tinha muita casa de repouso para, hum, doentes mentais. Parece que o clima de lá fazia bem para os maluquinhos. Mas eu não vi nada disso, só vi a EPCAR (escola da aeronáutica), onde o meu pai estudou. A escola é enorme, com ginásio, piscina aquecida, cinema, campo de futebol, laboratórios, sei-lá-quantos alojamentos, tudo muito organizado. Infelizmente os cadetinhos estavam de férias.
Tiradentes é linda. É típica da época colonial. As ruas ainda são de pedra, o que dificulta a passagem dos carros e deixa a cidadezinha mais simpática. O centro histórico está bem preservado, com muitas lojinhas e galerias de arte. Os restaurantes são quase todos de comida mineira.
E confesso que o meu estômago é mineiro....hummm....feijão tropeiro, tutu, couve, torresminho.....doce de leite, biscoitinhos, bolo....ô trem bom é essa comida mineira, sô.
19.12.05
É Natal?
É Natal?
Vinte anos atrás uns ingleses, ok, britânicos (só porque o Bono é irlandês) resolveram fazer uma música para arrecadar uma graninha pro pessoal faminto lá na África. Esse grupo ficou conhecido como Band Aid e a música era "Do They Know It’s Christmas?" .
"It's Christmas time, there's no need to be afraid
At Christmas time, we let in light and we banish shade
And in our world of plenty we can spread a smile of joy
Throw your arms around the world, at Christmas time
But say a prayer, pray for the other ones
At Christmas time it's hard, but when you're having fun
There's a world outside your window, and it's a world of dread and fear
Where the only water flowing is the bitter sting of tears
And the Christmas bells that ring thereare the clanging chimes of doom
Well tonight thank God it's theminstead of you
And there won't be snow in Africa this Christmas time
The greatest gift they'll get this year is life(Oooh)
Where nothing ever grows
No rain or rivers flow
Do they know it's Christmas time at all?
(Here's to you) raise a glass for everyone
(Here's to them) underneath that burning sun
Do they know it's Christmas time at all?
Feed the world
Let the know it’s Christmas time
Feed the world
Let the know it’s Christmas time again"
Fez o maior sucesso no Natal de 1984, o single até apareceu aqui no Brasil, naqueles disquinhos de vinil, o compacto. Eu não consegui comprar mas a Luizinha tinha (ou tem??). Ora, quem não ia querer uma música com Bono Vox, Sting, Simon Le Bon, Boy George e George Michael, entre outros, cantando juntos (insira aqui muitos gritinhos histéricos)??
Do single, veio o Live Aid (que teve outra edição em 2005), e até hoje esse projeto arrecada dinheiro para os africanos, melhorando a vida de muitos. Começou com a alimentação, mas hoje eles já contribuem com a educação. Na época em que não tinha internet eles conseguiram chamar atenção do mundo para a situação nada humana de alguns lugares. E depois deles surgiram muitas outras organizações de caridade que atuam não só na África, mas no resto do mundo.
A música, que foi composta em 24 horas, mesmo com uma letra básica, convida a refletir sobre a época do Natal.
E essa festa está perdendo o sentido. E não falo do sentido religioso porque eu não tenho religião (perdi pontos com a Tia Helo), mas do sentido que essa data é a primeira das que encerram um ano, um ciclo, uma volta ao redor do sol. É nela que mandamos cartões para os amigos distantes geograficamente e telefonamos para aqueles que não são tão próximos, mas são queridos, dando um resumo do ano e sabendo das novidades. É nela que juntamos a família pela enésima vez ou pela única vez no ano para falar besteira, contar da vida, comer e beber. E os presentes? Ahhh, os presentes são muito legais, mas não são obrigatórios(exceto para crianças, óbvio). E sinceramente o consumismo é absurdo, acabamos dando voltas no shopping, entrando em lojas, sendo torturados pela versão horrorosa da Simone para a música de outro britânico ( o John), só para comprar coisas, coisas e mais coisas....
Esse ano a Beth aboliu a troca de presentes aqui em casa. Ela até resolveu fazer a ceia de Natal uns dias antes. Foi hoje no almoço. Teve peru assado com Christmas Pudding (coisa de inglês) de sobremesa.
Que o Papai Noel traga muita serenidade para a Tia Helo. E espero que “ele” lembre de não usar a janela.
Feliz Natal para todos!!
Vinte anos atrás uns ingleses, ok, britânicos (só porque o Bono é irlandês) resolveram fazer uma música para arrecadar uma graninha pro pessoal faminto lá na África. Esse grupo ficou conhecido como Band Aid e a música era "Do They Know It’s Christmas?" .
"It's Christmas time, there's no need to be afraid
At Christmas time, we let in light and we banish shade
And in our world of plenty we can spread a smile of joy
Throw your arms around the world, at Christmas time
But say a prayer, pray for the other ones
At Christmas time it's hard, but when you're having fun
There's a world outside your window, and it's a world of dread and fear
Where the only water flowing is the bitter sting of tears
And the Christmas bells that ring thereare the clanging chimes of doom
Well tonight thank God it's theminstead of you
And there won't be snow in Africa this Christmas time
The greatest gift they'll get this year is life(Oooh)
Where nothing ever grows
No rain or rivers flow
Do they know it's Christmas time at all?
(Here's to you) raise a glass for everyone
(Here's to them) underneath that burning sun
Do they know it's Christmas time at all?
Feed the world
Let the know it’s Christmas time
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Let the know it’s Christmas time again"
Fez o maior sucesso no Natal de 1984, o single até apareceu aqui no Brasil, naqueles disquinhos de vinil, o compacto. Eu não consegui comprar mas a Luizinha tinha (ou tem??). Ora, quem não ia querer uma música com Bono Vox, Sting, Simon Le Bon, Boy George e George Michael, entre outros, cantando juntos (insira aqui muitos gritinhos histéricos)??
Do single, veio o Live Aid (que teve outra edição em 2005), e até hoje esse projeto arrecada dinheiro para os africanos, melhorando a vida de muitos. Começou com a alimentação, mas hoje eles já contribuem com a educação. Na época em que não tinha internet eles conseguiram chamar atenção do mundo para a situação nada humana de alguns lugares. E depois deles surgiram muitas outras organizações de caridade que atuam não só na África, mas no resto do mundo.
A música, que foi composta em 24 horas, mesmo com uma letra básica, convida a refletir sobre a época do Natal.
E essa festa está perdendo o sentido. E não falo do sentido religioso porque eu não tenho religião (perdi pontos com a Tia Helo), mas do sentido que essa data é a primeira das que encerram um ano, um ciclo, uma volta ao redor do sol. É nela que mandamos cartões para os amigos distantes geograficamente e telefonamos para aqueles que não são tão próximos, mas são queridos, dando um resumo do ano e sabendo das novidades. É nela que juntamos a família pela enésima vez ou pela única vez no ano para falar besteira, contar da vida, comer e beber. E os presentes? Ahhh, os presentes são muito legais, mas não são obrigatórios(exceto para crianças, óbvio). E sinceramente o consumismo é absurdo, acabamos dando voltas no shopping, entrando em lojas, sendo torturados pela versão horrorosa da Simone para a música de outro britânico ( o John), só para comprar coisas, coisas e mais coisas....
Esse ano a Beth aboliu a troca de presentes aqui em casa. Ela até resolveu fazer a ceia de Natal uns dias antes. Foi hoje no almoço. Teve peru assado com Christmas Pudding (coisa de inglês) de sobremesa.
Que o Papai Noel traga muita serenidade para a Tia Helo. E espero que “ele” lembre de não usar a janela.
Feliz Natal para todos!!
15.12.05
Mundos Fantásticos
Mundos Fantásticos
Eu li The Lion, The Witch and The Wardrobe (desculpem, mas O leão, a feiticeira e o guarda-roupa soa muito estranho) quando eu tinha 10 ou 11 anos de idade. Estudei em escola americana e tanto as ‘Crônicas de Nárnia’ como ‘O Senhor dos Anéis’ era leitura obrigatória (melhor do que ler ‘Senhora’ hein?). Não lembro de muita coisa sobre Nárnia, mas lembro que gostei muito das histórias e lembro do leão Aslan, do inverno eterno e do tal guarda-roupa que era a passagem secreta para um mundo fantástico. (Não vi o filme... ainda... fica para o próximo post)
Alias, mundo fantástico é uma especialidade inglesa. Eles não sabem cozinhar, mas sabem criar línguas, países, mapas, reinos, criaturas, etc.
J.R.R. Tolkien com a sua Terra Média, seus hobbits e o Um Anel.
C.S. Lewis com as crianças que entram no armário e encontram Narnia.
Lewis Carroll com a sua Alice na tal Wonderland.
J.K. Rowling com Harry Potter e Hogwarts separando os magos dos trouxas.
Douglas Adams com Arthur, o seu mochileiro das galáxias pegando carona em espaçonaves indo comer no restaurante no fim do universo.
E no mundo fantástico do mistério e espionagem temos Sir Arthur Conan Doyle com Sherlock, Agatha Christie com Poirot e Ian Fleming com seu Bond, James Bond.
Sem esquecer a lenda do Rei Arthur e Camelot.
Na minha próxima viagem à Inglaterra eu já tenho muitas coisas para fazer: entrar no armário alheio para saber se o Aslan precisa de alguma coisa, tentar pegar um trem para Hogwarts na King’s Cross para ver o que o Harry vai fazer sobre o Voldemort; seguir algum coelho branco até o País das Maravilhas e tomar um chá; me juntar a távola redonda com Lancelot; solucionar alguns assassinatos; salvar o mundo de uma chantagem atômica e depois pegar a minha toalha e apontar o dedão pro céu na esperança de pegar uma carona extraterrestre até a Nova Zelândia onde fica a Terra Média, vê se eu encontro o Rei Aragorn e o elfo Legolas para uma aula de arco e flecha. Ufa!!
Será que os ingredientes secretos para se criar mundos fantásticos estão no leite da vaca louca??
Se bem que a Tia Helo nem é inglesa e já fica com esse papo de “eles” pra cá, “eles” pra lá.....
Eu li The Lion, The Witch and The Wardrobe (desculpem, mas O leão, a feiticeira e o guarda-roupa soa muito estranho) quando eu tinha 10 ou 11 anos de idade. Estudei em escola americana e tanto as ‘Crônicas de Nárnia’ como ‘O Senhor dos Anéis’ era leitura obrigatória (melhor do que ler ‘Senhora’ hein?). Não lembro de muita coisa sobre Nárnia, mas lembro que gostei muito das histórias e lembro do leão Aslan, do inverno eterno e do tal guarda-roupa que era a passagem secreta para um mundo fantástico. (Não vi o filme... ainda... fica para o próximo post)
Alias, mundo fantástico é uma especialidade inglesa. Eles não sabem cozinhar, mas sabem criar línguas, países, mapas, reinos, criaturas, etc.
J.R.R. Tolkien com a sua Terra Média, seus hobbits e o Um Anel.
C.S. Lewis com as crianças que entram no armário e encontram Narnia.
Lewis Carroll com a sua Alice na tal Wonderland.
J.K. Rowling com Harry Potter e Hogwarts separando os magos dos trouxas.
Douglas Adams com Arthur, o seu mochileiro das galáxias pegando carona em espaçonaves indo comer no restaurante no fim do universo.
E no mundo fantástico do mistério e espionagem temos Sir Arthur Conan Doyle com Sherlock, Agatha Christie com Poirot e Ian Fleming com seu Bond, James Bond.
Sem esquecer a lenda do Rei Arthur e Camelot.
Na minha próxima viagem à Inglaterra eu já tenho muitas coisas para fazer: entrar no armário alheio para saber se o Aslan precisa de alguma coisa, tentar pegar um trem para Hogwarts na King’s Cross para ver o que o Harry vai fazer sobre o Voldemort; seguir algum coelho branco até o País das Maravilhas e tomar um chá; me juntar a távola redonda com Lancelot; solucionar alguns assassinatos; salvar o mundo de uma chantagem atômica e depois pegar a minha toalha e apontar o dedão pro céu na esperança de pegar uma carona extraterrestre até a Nova Zelândia onde fica a Terra Média, vê se eu encontro o Rei Aragorn e o elfo Legolas para uma aula de arco e flecha. Ufa!!
Será que os ingredientes secretos para se criar mundos fantásticos estão no leite da vaca louca??
Se bem que a Tia Helo nem é inglesa e já fica com esse papo de “eles” pra cá, “eles” pra lá.....
11.12.05
Taxis e seus motoristas
Taxis e seus motoristas
A Tia Helo é preguiçosa, andar não é com ela. Pega táxi pra tudo. A Luizinha disse que ela, a essa altura, já sustentou uma cooperativa inteira.
A Tia Helo não pega qualquer táxi. Ela para o veículo, examina bem a cara do motorista e decide se vai entrar ou não no carro. A Tia Helo é muito criteriosa, afinal nunca se sabe se “eles” vão estar ao volante.
A Luizinha, como boa sobrinha que é, também é chegada num táxi. Ela tem vários números de motoristas amigos para diferentes ocasiões (noite, dia, longe, perto, etc).
Eu quase nunca ando de táxi. Mas quando a Beth (para quem não sabe, é a minha mãe) vem me visitar aqui no Rio a gente só anda nos amarelinhos. Não escolhemos motoristas como a Tia Helo e nem temos um personal taxista que nem a Luizinha, vai o primeiro que parar mesmo. E exatamente por essa falta de critério é que pegamos os motoristas mais engraçados da praça.
Só para mencionar alguns:
- o ligeirinho: contou toda a vida numa corrida de 6 reais.
- o língua solta: esse falava demais, de Botafogo ao Leme non stop, segundo a Beth ele falava mais que qualquer mulher.
- o do contra: na volta de uma noitada o motorista teve a cara de pau de me dizer que aquela banda antiiiiga (os Beatles) não prestava, e eu tentando o convencer do contrário.
-o spoiler: indo com a Beth para o cinema o homem ao volante contou toda a história do filme que estávamos pensando em ver.
- o fofoqueiro: voltando do teatro depois de ver um balé o motorista nos colocou a par de todo inside do meio artístico, ou seja, quem comia quem, quem se drogava e com o que, quem bebia com quem, tudo, ele sabia tudo.
- o economista: esse reclamava da situação atual do país, e dava as suas soluções pouco ortodoxas.
- e, o melhor de todos, o romântico: ao entrar na Av. Atlântica, ali no posto 6, e avistar a praia de Copacabana com uma lua cheia, o motorista disse “ vou dar uma paradinha aqui e ligar pra minha senhora”....aí ao telefone “querida, vai para a janela e olha a lua....maravilhosa...lembrei de você...” depois disso até chegar no Leme ficamos sabendo que ele tinha 30 anos de casado, dois filhos, que o amor é lindo, blá, blá, blá........
A Tia Helo é preguiçosa, andar não é com ela. Pega táxi pra tudo. A Luizinha disse que ela, a essa altura, já sustentou uma cooperativa inteira.
A Tia Helo não pega qualquer táxi. Ela para o veículo, examina bem a cara do motorista e decide se vai entrar ou não no carro. A Tia Helo é muito criteriosa, afinal nunca se sabe se “eles” vão estar ao volante.
A Luizinha, como boa sobrinha que é, também é chegada num táxi. Ela tem vários números de motoristas amigos para diferentes ocasiões (noite, dia, longe, perto, etc).
Eu quase nunca ando de táxi. Mas quando a Beth (para quem não sabe, é a minha mãe) vem me visitar aqui no Rio a gente só anda nos amarelinhos. Não escolhemos motoristas como a Tia Helo e nem temos um personal taxista que nem a Luizinha, vai o primeiro que parar mesmo. E exatamente por essa falta de critério é que pegamos os motoristas mais engraçados da praça.
Só para mencionar alguns:
- o ligeirinho: contou toda a vida numa corrida de 6 reais.
- o língua solta: esse falava demais, de Botafogo ao Leme non stop, segundo a Beth ele falava mais que qualquer mulher.
- o do contra: na volta de uma noitada o motorista teve a cara de pau de me dizer que aquela banda antiiiiga (os Beatles) não prestava, e eu tentando o convencer do contrário.
-o spoiler: indo com a Beth para o cinema o homem ao volante contou toda a história do filme que estávamos pensando em ver.
- o fofoqueiro: voltando do teatro depois de ver um balé o motorista nos colocou a par de todo inside do meio artístico, ou seja, quem comia quem, quem se drogava e com o que, quem bebia com quem, tudo, ele sabia tudo.
- o economista: esse reclamava da situação atual do país, e dava as suas soluções pouco ortodoxas.
- e, o melhor de todos, o romântico: ao entrar na Av. Atlântica, ali no posto 6, e avistar a praia de Copacabana com uma lua cheia, o motorista disse “ vou dar uma paradinha aqui e ligar pra minha senhora”....aí ao telefone “querida, vai para a janela e olha a lua....maravilhosa...lembrei de você...” depois disso até chegar no Leme ficamos sabendo que ele tinha 30 anos de casado, dois filhos, que o amor é lindo, blá, blá, blá........
7.12.05
+ Filmes
Filmes
Uma Vida Iluminada
Nesse filme Elijah Frodo Wood deixa de lado aquele negócio de destruir o anel e vai até a Ucrânia colecionar memórias. Ele faz um americano descendente de judeus ucranianos que vai atrás da mulher que salvou a vida do seu avô durante a segunda guerra. O curioso é que ele coleciona memórias através de objetos que ele guarda em ziplocs armazenados na sua pochete. Memórias dele e de outras pessoas.
Na Ucrânia ele contrata como tradutor e guia um rapaz (que é quem narra a história, num inglês muito engraçado), o avô do rapaz como motorista (esse avô se acha cego), e a cadela guia do avô. Os três, bem, quatro contando a cadela, entram no carro e rumam a uma cidadezinha chamada Trachimbrod que ninguém conhece, e a muitas descobertas.
As diferenças culturais são muito engraçadas e as traduções feitas pelo rapaz também. No fim eles acham a tal vila e o final é muito tocante. Eu gostei muito.
Esse filme é baseado no livro Everything is Illuminated, ou Tudo se ilumina.
A Tia Helo talvez gostasse desse filme, tem um fundo família, mas tem palavrões, falam de sexo, judeus sendo mortos....hummm...acho que ela diria 57 “Ai, Jesus!” para esse filme.
Flores Partidas
O ghostbuster Bill Murray fica meio lost in translation outra vez e vai atrás dos fantasmas do passado. Ele recebe uma carta misteriosa de uma mulher do passado dizendo que ele tem um filho e que esse filho foi procurá-lo. O vizinho viciado em mistérios o convence a fazer uma lista das suas amantes de 20 anos atrás (curioso que ele lembre de todas) e prepara para ele um roteiro para encontrá-las e saber qual delas é a mãe do seu filho.
Como nos EUA ninguém faz uma pergunta direta tipo: “ Foi você que mandou a carta?” ou “ Você teve um filho meu?”; o amigo curioso diz para ele ficar atento a detalhes como coisas de cor rosa e uma máquina de escrever.
Ele vai lá, atrás das 5 mulheres que ele conseguiu listar (sendo que uma estava morta). Todas tinham coisas cor de rosa, uma tinha uma máquina de escrever, e nenhuma conseguia responder o que ele queria saber.
E o tal filho?? Pois é, ele cruza com um rapaz, mas ao invés de perguntar diretamente o que ele quer saber fica num papo viagem...
“O passado já era..... o futuro ninguém sabe..... só existe o agora...”
E o agora dele é muito parado. Não decidi sei se gostei ou não desse filme. Ri algumas vezes no meio do filme e no fim dei uma boa risada....eu e mais 2 pessoas no cinema.
A Tia Helo não ia gostar desse filme. Ela diria 114 “Ai Jesus!” num tom normal e depois um “Ai, Jesus!” bem escandaloso no fim.
Uma Vida Iluminada
Nesse filme Elijah Frodo Wood deixa de lado aquele negócio de destruir o anel e vai até a Ucrânia colecionar memórias. Ele faz um americano descendente de judeus ucranianos que vai atrás da mulher que salvou a vida do seu avô durante a segunda guerra. O curioso é que ele coleciona memórias através de objetos que ele guarda em ziplocs armazenados na sua pochete. Memórias dele e de outras pessoas.
Na Ucrânia ele contrata como tradutor e guia um rapaz (que é quem narra a história, num inglês muito engraçado), o avô do rapaz como motorista (esse avô se acha cego), e a cadela guia do avô. Os três, bem, quatro contando a cadela, entram no carro e rumam a uma cidadezinha chamada Trachimbrod que ninguém conhece, e a muitas descobertas.
As diferenças culturais são muito engraçadas e as traduções feitas pelo rapaz também. No fim eles acham a tal vila e o final é muito tocante. Eu gostei muito.
Esse filme é baseado no livro Everything is Illuminated, ou Tudo se ilumina.
A Tia Helo talvez gostasse desse filme, tem um fundo família, mas tem palavrões, falam de sexo, judeus sendo mortos....hummm...acho que ela diria 57 “Ai, Jesus!” para esse filme.
Flores Partidas
O ghostbuster Bill Murray fica meio lost in translation outra vez e vai atrás dos fantasmas do passado. Ele recebe uma carta misteriosa de uma mulher do passado dizendo que ele tem um filho e que esse filho foi procurá-lo. O vizinho viciado em mistérios o convence a fazer uma lista das suas amantes de 20 anos atrás (curioso que ele lembre de todas) e prepara para ele um roteiro para encontrá-las e saber qual delas é a mãe do seu filho.
Como nos EUA ninguém faz uma pergunta direta tipo: “ Foi você que mandou a carta?” ou “ Você teve um filho meu?”; o amigo curioso diz para ele ficar atento a detalhes como coisas de cor rosa e uma máquina de escrever.
Ele vai lá, atrás das 5 mulheres que ele conseguiu listar (sendo que uma estava morta). Todas tinham coisas cor de rosa, uma tinha uma máquina de escrever, e nenhuma conseguia responder o que ele queria saber.
E o tal filho?? Pois é, ele cruza com um rapaz, mas ao invés de perguntar diretamente o que ele quer saber fica num papo viagem...
“O passado já era..... o futuro ninguém sabe..... só existe o agora...”
E o agora dele é muito parado. Não decidi sei se gostei ou não desse filme. Ri algumas vezes no meio do filme e no fim dei uma boa risada....eu e mais 2 pessoas no cinema.
A Tia Helo não ia gostar desse filme. Ela diria 114 “Ai Jesus!” num tom normal e depois um “Ai, Jesus!” bem escandaloso no fim.
5.12.05
Pearl Jam
Pearl Jam
Seguindo a tradição das bandas estrangeiras só aparecem aqui no Brasil depois de, pelo menos, 10 anos de sucesso, eu finalmente tive o prazer de ver o Pearl Jam. Eu e mais 40 mil pessoas, aqui no Rio.
Não vale a pena mencionar os problemas de organização, som meio baixo, falta de banheiros etc, porque o show foi na Apoteose e tudo isso já era esperado.
Começou com "Animal", mas eu não vou lembrar a seqüência das músicas, o que importa é que eles tocaram todas as boas (se bem que todas são boas né? teve até uma dos Ramones). O Sr. Vedder estava...digamos... tão "legal" no começo do show que o português dele era mais compreensível do que o inglês, aliás, parece que só ele conseguiu beber alguma coisa com alcool( parecia vinho) depois das 20:30. Ah! Dane-se. Ele cantou maravilhosamente bem, deixou o povo cantar bastante – e todo mundo sabia TUDO. O guitarrista de cabelos vermelhos saradão e o baterista galã, pra mim, foram os melhores dos melhores no palco. (O homem das baquetas então....muito bom! Confesso que sou chegada numa bateria).
E, claaaro, o Sr. Vedder, com aquela voz única, é a essência do grupo. Lá no fim do show (e foram mais de 2 horas de puro rock), depois de apresentar a banda ele mandou essa: “ Eu sou Eddie, meu telefone está no verso do seu ingresso e quando forem a Seattle é só ligar.” Incrível!! Em menos de um dia no Rio de Janeiro Eddie Vedder aprendeu o famoso “passa lá em casa” carioca.
A Tia Helo não ia gostar do Pearl Jam. Eles não usam roupas coloridas, não tem tendências a ópera e fazem muito barulho. Talvez ela achasse o Eddie Vedder bonito, mas ia dizer que ele é muito cabeludo. Azar o dela.
Eu adorei!!! Estou cantando até agora...oh oh oh I’m still alive....
Seguindo a tradição das bandas estrangeiras só aparecem aqui no Brasil depois de, pelo menos, 10 anos de sucesso, eu finalmente tive o prazer de ver o Pearl Jam. Eu e mais 40 mil pessoas, aqui no Rio.
Não vale a pena mencionar os problemas de organização, som meio baixo, falta de banheiros etc, porque o show foi na Apoteose e tudo isso já era esperado.
Começou com "Animal", mas eu não vou lembrar a seqüência das músicas, o que importa é que eles tocaram todas as boas (se bem que todas são boas né? teve até uma dos Ramones). O Sr. Vedder estava...digamos... tão "legal" no começo do show que o português dele era mais compreensível do que o inglês, aliás, parece que só ele conseguiu beber alguma coisa com alcool( parecia vinho) depois das 20:30. Ah! Dane-se. Ele cantou maravilhosamente bem, deixou o povo cantar bastante – e todo mundo sabia TUDO. O guitarrista de cabelos vermelhos saradão e o baterista galã, pra mim, foram os melhores dos melhores no palco. (O homem das baquetas então....muito bom! Confesso que sou chegada numa bateria).
E, claaaro, o Sr. Vedder, com aquela voz única, é a essência do grupo. Lá no fim do show (e foram mais de 2 horas de puro rock), depois de apresentar a banda ele mandou essa: “ Eu sou Eddie, meu telefone está no verso do seu ingresso e quando forem a Seattle é só ligar.” Incrível!! Em menos de um dia no Rio de Janeiro Eddie Vedder aprendeu o famoso “passa lá em casa” carioca.
A Tia Helo não ia gostar do Pearl Jam. Eles não usam roupas coloridas, não tem tendências a ópera e fazem muito barulho. Talvez ela achasse o Eddie Vedder bonito, mas ia dizer que ele é muito cabeludo. Azar o dela.
Eu adorei!!! Estou cantando até agora...oh oh oh I’m still alive....
4.12.05
Contrabando 2
Como vocês sabem, a Tia Helo sempre gostou de fazer compras.
Na época em que ela trabalhava, adorava gastar din din com badulaques e bugingangas que não teriam a menor utilidade para ela. Sempre teve adoração por sapatos e pela Rua da Alfândega no centro da cidade, conhecida carinhosamente como Saara.
Não é só a Rua da Alfândega que faz parte desse paraíso popular do consumo.Existem ruas ao redor que fazem parte da Disney consumista.Encontra-se de tudo lá , desde caneta bic até peça para carro. Existe estação de rádio própria e as lojas são digamos originais...carioca que é carioca tem que ir pelo menos de vez em quando no Saara fazer uma reciclagem.
Como sobrinha, também amo gastar dinheiro e comprar aquelas futilidades que no fundo, você sabe que não precisa ,mas compra pelo simples prazer de gastar...existe coisa melhor do que um sapatinho novo quando baixa a depressão? Existe endorfina melhor do que gastar dinheiro? Eu não conheço.
Pois bem, esta semana em homengem a tia Helo e a nossa genética gastona, tive no Saara.Realmente aquilo lá é uma loucura, o próprio mercado persa.
Milhares de pessoas indo e vindo e óbvio todas esbarrando em você. Só para lembrar a r.da alfandega é no centro do Rio, aonde nesta época do ano faz um calor infernal. E esta semana o calor aqui estava de matar.
É impressionante a fúria consumista que bate em você num lugar desses.Eu por exemplo não tenho nenhuma habilidade para trabalhos artesanais, tipo bijús , bordados e afins. Nesta minha última visita ao Saara saí com um monte de canutilhos, miçanças e paetês.
Não seria melhor, nós mulheres consumistas ficarmos na segurança de um shopping center?
Como vocês sabem, a Tia Helo sempre gostou de fazer compras.
Na época em que ela trabalhava, adorava gastar din din com badulaques e bugingangas que não teriam a menor utilidade para ela. Sempre teve adoração por sapatos e pela Rua da Alfândega no centro da cidade, conhecida carinhosamente como Saara.
Não é só a Rua da Alfândega que faz parte desse paraíso popular do consumo.Existem ruas ao redor que fazem parte da Disney consumista.Encontra-se de tudo lá , desde caneta bic até peça para carro. Existe estação de rádio própria e as lojas são digamos originais...carioca que é carioca tem que ir pelo menos de vez em quando no Saara fazer uma reciclagem.
Como sobrinha, também amo gastar dinheiro e comprar aquelas futilidades que no fundo, você sabe que não precisa ,mas compra pelo simples prazer de gastar...existe coisa melhor do que um sapatinho novo quando baixa a depressão? Existe endorfina melhor do que gastar dinheiro? Eu não conheço.
Pois bem, esta semana em homengem a tia Helo e a nossa genética gastona, tive no Saara.Realmente aquilo lá é uma loucura, o próprio mercado persa.
Milhares de pessoas indo e vindo e óbvio todas esbarrando em você. Só para lembrar a r.da alfandega é no centro do Rio, aonde nesta época do ano faz um calor infernal. E esta semana o calor aqui estava de matar.
É impressionante a fúria consumista que bate em você num lugar desses.Eu por exemplo não tenho nenhuma habilidade para trabalhos artesanais, tipo bijús , bordados e afins. Nesta minha última visita ao Saara saí com um monte de canutilhos, miçanças e paetês.
Não seria melhor, nós mulheres consumistas ficarmos na segurança de um shopping center?
30.11.05
Contrabando
Contrabando
A Tia Helo ligou pontualmente as 14:00 para Luizinha e disfarçou a voz para que "eles" não entendessem o seu pedido...
Luizinha: Oi Tia Helo...
Tia Helo: Luiiiiziiinha, eu quero Dalva.
Luizinha: Dalva??? Que Dalva??Ah! Valda...pastilha valda..
Tia Helo: Não, Dalva! (sussurrando)
Luizinha: Valda, porra Tia Helo!
Tia Helo: não Luiiizinha, Dalva! (ainda sussurrando)
Luizinha: a Dalva não existe mais...vai ser a VALDA! Tchau Tia Helo!
E assim o lixo escondido da Tia Helo vai ter mais algumas embalagens verdinhas junto com as black and white do hipoglós.....
A Tia Helo ligou pontualmente as 14:00 para Luizinha e disfarçou a voz para que "eles" não entendessem o seu pedido...
Luizinha: Oi Tia Helo...
Tia Helo: Luiiiiziiinha, eu quero Dalva.
Luizinha: Dalva??? Que Dalva??Ah! Valda...pastilha valda..
Tia Helo: Não, Dalva! (sussurrando)
Luizinha: Valda, porra Tia Helo!
Tia Helo: não Luiiizinha, Dalva! (ainda sussurrando)
Luizinha: a Dalva não existe mais...vai ser a VALDA! Tchau Tia Helo!
E assim o lixo escondido da Tia Helo vai ter mais algumas embalagens verdinhas junto com as black and white do hipoglós.....
29.11.05
Teoria 2
Luizinha anda meio rebelde mas voltou...
Andei meio ausente das postagens pois a minha vidinha andou meio enrolada. Mas estou de volta! Linda, loira e japonesa!!
Em alguns posts atrás a Ká colocou a teoria que "o que o msn junta o orkut separa" .
Vamos desenvolver um pouco este tema.
Não existe nada mais feroz do que a curiosidade humana. Quem nunca na adolescência mexeu na agenda alheia só por curiosidade? Quem nunca futucou em uma carteira querendo descobrir algo diferente? Aquela perversidade comum em todos nós.
Fazemos isso por vários motivos, o mais simple é a curiosidade mesmo. Mas na maioria das vezes é porque não podemos confiar nessa raça maravilhosa que são os homens. Eu particularmente acho que eles começam a mentir na maternidade. Essa mania que eles tem de tentar conquistar todas as mulheres do universo , achando que vão ser correspondidos...isso que é mais engraçado, faz com que alguma de nós tenha um comportamento meio Sherlock.
Vejam a tia Helo, nem "neles"confia. Acho que a tia está coberta de razão.
Sempre que entro em um relacionamento, entro light e confiando na pessoa...não ligo 150 vezes por dia para saber se ele dormiu , tomou banho ou está simplesmente respirando.
Mas quando o fofo começa com comportamento digamos, esquisito ponho todo o meu lado Sherlock para fora.
Ano passado me relacionei com um fofo que quando conheci achei que ele era tudo de bom...era o cara, mas não era. Ele introduziu o orkut em nossas vidas. E foi ele que nos separou
Fez todo o jogo de sedução básica: amanhecer no mirante do Leblon, chuva com vinho e endredon,passeios românticos...me deixou de quatro.
Aí veio o comportamento estranho: não atendia os meus telefonemas , marcava e não aparecia.
Depois de toda essa nóia, virei especialista em espionagem orkutiana. Descobri que o fofo tinha uma namorada em um buraco no Espirito Santo.
Esse meio de comunicação tão importante que é a net , as vezes pode ser uma vilã. Tanto o msn quanto o orkut são objetos de trabalhos maravilhosos. Trabalho com msn e encontrei pessoas importantíssimas na minha vida...mas essa situação me traumatizou.
Hoje em dia nem pergunto nada de orkut ou msn...vivo a minha vida.
E com certeza a teria da Ká é verdadeira e foi testada e aprovada por mim.
Tia Helo que está certa de só se comunicar quando e com quem ela quer.
Luizinha anda meio rebelde mas voltou...
Andei meio ausente das postagens pois a minha vidinha andou meio enrolada. Mas estou de volta! Linda, loira e japonesa!!
Em alguns posts atrás a Ká colocou a teoria que "o que o msn junta o orkut separa" .
Vamos desenvolver um pouco este tema.
Não existe nada mais feroz do que a curiosidade humana. Quem nunca na adolescência mexeu na agenda alheia só por curiosidade? Quem nunca futucou em uma carteira querendo descobrir algo diferente? Aquela perversidade comum em todos nós.
Fazemos isso por vários motivos, o mais simple é a curiosidade mesmo. Mas na maioria das vezes é porque não podemos confiar nessa raça maravilhosa que são os homens. Eu particularmente acho que eles começam a mentir na maternidade. Essa mania que eles tem de tentar conquistar todas as mulheres do universo , achando que vão ser correspondidos...isso que é mais engraçado, faz com que alguma de nós tenha um comportamento meio Sherlock.
Vejam a tia Helo, nem "neles"confia. Acho que a tia está coberta de razão.
Sempre que entro em um relacionamento, entro light e confiando na pessoa...não ligo 150 vezes por dia para saber se ele dormiu , tomou banho ou está simplesmente respirando.
Mas quando o fofo começa com comportamento digamos, esquisito ponho todo o meu lado Sherlock para fora.
Ano passado me relacionei com um fofo que quando conheci achei que ele era tudo de bom...era o cara, mas não era. Ele introduziu o orkut em nossas vidas. E foi ele que nos separou
Fez todo o jogo de sedução básica: amanhecer no mirante do Leblon, chuva com vinho e endredon,passeios românticos...me deixou de quatro.
Aí veio o comportamento estranho: não atendia os meus telefonemas , marcava e não aparecia.
Depois de toda essa nóia, virei especialista em espionagem orkutiana. Descobri que o fofo tinha uma namorada em um buraco no Espirito Santo.
Esse meio de comunicação tão importante que é a net , as vezes pode ser uma vilã. Tanto o msn quanto o orkut são objetos de trabalhos maravilhosos. Trabalho com msn e encontrei pessoas importantíssimas na minha vida...mas essa situação me traumatizou.
Hoje em dia nem pergunto nada de orkut ou msn...vivo a minha vida.
E com certeza a teria da Ká é verdadeira e foi testada e aprovada por mim.
Tia Helo que está certa de só se comunicar quando e com quem ela quer.
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