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O assassinato de Jesse James pelo covarde Robert Ford
O título do filme diz tudo e não diz nada. É daquelas histórias que a gente sabe como termina, mas passa o filme inteiro achando que vai mudar.
Jesse James era um bandido, ok, ele foi fazendeiro e lutou na guerra civil americana, mas depois virou bandido mesmo. Roubou e matou. Acontece que ele era um popstar do velho oeste. E como celebridade o coitado que o matou se tornou um covarde (mesmo que Jesse o tenha aterrorizado até o último fio de cabelo).
Como todo popstar que se preze Jesse James tinha presença, e isso é dito logo no início do filme. Ele andava pelas cidades sem ser reconhecido (afinal, não existiam paparazzi na época), mas era reverenciado pelos bandidos groupies.
Brad Pitt faz Jesse James, e o faz muito bem. Brad Pitt é um homem bonito e macho-que-é-macho como o bandido devia ser.
O filme começa com o último assalto a um trem. Os irmãos James juntaram um bando novo já que o antigo tinha sido quase todo morto. Nesse novo bando estavam os irmãos Ford: Charlie, o bobo, e Bob, o wannabe e groupie. Bob (vivido pelo irmão do Ben Affleck, Casey, que por sinal está muito bem) tenta de todo jeito se mostrar e Jesse até gosta dele, mas depois muda de idéia.
O filme passa, Jesse, meio paranóico, vai matando um a um os homens do bando até chegar aos irmãos Ford. Aí o título já diz o que acontece.
A situação do Bob não era das melhores, ou ele matava ou era morto, mas ele atirou pelas costas e isso fez dele um covarde, mesmo matando um bandido. Jesse James teve seu corpo exposto para multidões verem e em sua lápide está escrito “In Loving Memory of my Beloved Son, Murdered by a Traitor and Coward Whose Name is not Worthy to Appear Here.” Bob Ford se deu mal.
O filme é lento, mas a fotografia é linda.
Tia Helo provavelmente não gostava de bang bang (e nem tem muito bang nesse filme), e também não ia aprovar as ações de Jesse, mesmo sendo Brad Pitt, e mesmo ele indo a igreja com a família. 110 “Ai, Jesus!” para Jesse James e Robert Ford.
Viagem a Darjeeling
Eu adoro os filmes do Wes Anderson. É dele um dos meus favoritos: Os Excêntricos Tenenbaums. Os filmes dele são sempre coloridos, melancólicos, atemporais, personagens únicos e com ótima trilha sonora.
E esse não foge a regra. Owen Wilson, Adrien Brody e Jason Schwartzman fazem três irmãos: Francis, Peter e Jack que vão a Índia para uma viagem espiritual e em busca da mãe. O pai deles morreu e eles herdaram um conjunto de malas (Louis Vitton no detalhe) que eles carregam o tempo todo.
É um filme sobre o amor fraterno. Claro que eles não se entendem, brigam, e no fim tudo dá certo. Francis tem problemas de controle, Peter vai ser pai e Jack tem o coração partido.
Eu não tenho vontade de conhecer a Índia, mas adoro aquelas roupas coloridas.
A Tia Helo sabe tudo de amor fraterno, ela tinha muitos irmãos. Ela não gostaria de ver aquela pobreza da Índia, mas acharia digno a cena do enterro do garoto e gostaria da mãe deles que virou freira (freira alternativa, mas freira). 95 “Ai, Jesus!” para os irmãos Whitman.
Café da manhã em Plutão
Esse eu vi em dvd.
Patrick é um garoto que quer muito ser mulher. Adora se vestir de mulher, falar como mulher e agir como uma lady. Ele foi abandonado pela mãe na porta da igreja e o padre o deu para uma família criar. Patrick, também conhecido com Kitty, não teve uma vida fácil mas o filme é contado de uma forma em que tudo, até uma bomba do IRA, parece fantasia.
Patrick quer se divertir, não quer saber de coisas sérias, mas as coisas sérias o perseguem. Depois de ver um de seus amigos explodir num atentado ele resolve ir para Londres atrás da mãe. Lá ele/ela faz todo tipo de trabalho, e vai até parar na delegacia acusado de bombardear uma boate. Mas para Kitty está tudo bem, ela é cativante e o policial a ajuda.
Cillian Murphy faz Patrick/Kitty com uma delicadeza impressionante, e esse é um filme que emociona várias vezes. A trilha sonora seventies é excelente.
A Tia Helo não ia gostar nada dessa história do padre ser pai do travesti, mas talvez ela gostasse do tom fantasioso do filme. 215 "Ai, Jesus!" para Kitty.
As cartas de Iwo Jima
Peço desculpas a Clint Eastwood por não ter visto esse filme no cinema. Clint domina tão bem a arte cinematográfica que ele dirige, escreve, compõe, faz tudo, se bobear ele é até o contra-regra. Ele dirigiu esse filme todo falado em japonês.
Clint fez dois filmes contando os dois lados da mesma batalha na segunda guerra. O do lado americano (A conquista da honra) é bom, mas o japonês é melhor.
A vida inteira nós vemos como os americanos, ingleses, alemães, russos, etc, fazem guerra, mas eu ainda não tinha visto um filme que mostrava a disciplina e tática oriental na hora de guerrear. E mesmo com aquela lingua que parece cortar uma cabeça a cada palavra, dava para perceber a emoção dos olhos puxados.
A história é centrada no General Kuribayashi, militar que estudou em Havard e chega cheio de idéias a ilha, e no soldado Saigo, padeiro que foi convocado a lutar pelo país.
Eu gostei.
A Tia Helo não ia gostar nada. Muita gente morrendo, muito suicídio, e aquelas coisas de guerra. Os japas ia escutar 315 "Ai, Jesus!" em Iwo Jima.
29.11.07
19.11.07
15.11.07
Apóstrofo?
Apóstrofo?
Recebi essa por e-mail:
Recebi essa por e-mail:
A Tia Helo, como professora de português e católica, ia dizer mais de mil "Ai, Jesus!" para a criança/adolescente que escreveu isso.
A interrogação vermelha ia ser pouco para ela.
Será que o Michelangelo usou todos os megapixels da sua digital para registrar a "jantinha"? Leonardo daVinci vai morrer de inveja.
11.11.07
B.A. (2)
B.A. (2)
Ainda em Buenos Aires.
O centro da cidade aqui parece o do Rio. Andamos pela gigantesca 9 de Julho e depois fomos até a Casa Rosada (que tem cor de salmao). Visto e fotografado, fomos até a famosa Calle Florida, que eu achei um Saara com lojas boas mas muita gente, muita mesmo, andando pra lá e pra cá.
Uma observaçao (momento engenheira de tráfego). As ruas aqui sao compridas e largas. As vezes elas passam por 3 bairros, ou mais. Raramente elas tem duas direçoes. As avenidas sao gigantescas, quase todas com mais de 4 faixas e cortam toda cidade. Mas isso nao quer dizer que o trânsito seja bom, nada disso, tem muito engarrafamento sim.
Fugindo do clima claustrofóbico da Florida fomos ao Puerto Madero, que é uma área revitalizada da cidade com muitos bares e restaurantes. O lugar é legal. A noite vimos aquela exposiçao Bodies (dos corpos dissecados) que está no shopping aqui perto e fomos ao cinema ver El Sospechoso (Rendition) novo filme do Jake Gyllenhaal.
No outro dia fomos ao tal Caminito no bairro La Boca. Sao aquelas casas coloridas que aparecem em 10 de 10 fotos de Buenos Aires. É bem turístico e bonitinho. Nao, nao fomos a Bombonera. Depois esticamos no Jardim Japones, lindo.
No sábado o grande barato dos argentinos da cidade (e dos milhares de brasileiros visitando) é gastar dinheiro nas ruas fashion do Palermo Soho. Estavamos lá, obviamente. E começou a fazer frio...primavera de 12ºC.
Hoje, domingo, é o dia da famosa Feira de San Telmo. É uma rua comprida com muitos antiquarios e uma praça com barracas vendendo mais peças antigas. Aqui se acha absolutamente t-u-d-o do tempo da Tia Helo e de muito antes. Mas tem muitas lojas com arte moderna e local. Na praça vi muitas pessoas fantasiadas cantando e dançando e, claro, dançarinos de tango. Na rua tem vários grupos de jovens tocando tango e outros artistas de rua. A Beth adorou e é um programa muito bom mesmo. O almoço foi num restaurante de comida francesa, clima de cantina italiana, mas argentino na essência.
Amanha tem compras e na terça estarei no Rio, de preferência com calor . Luizinha prepara o bife a milanesa que eu tô chegando!!
Fotos de Buneos Aires no flickr.
Ainda em Buenos Aires.
O centro da cidade aqui parece o do Rio. Andamos pela gigantesca 9 de Julho e depois fomos até a Casa Rosada (que tem cor de salmao). Visto e fotografado, fomos até a famosa Calle Florida, que eu achei um Saara com lojas boas mas muita gente, muita mesmo, andando pra lá e pra cá.
Uma observaçao (momento engenheira de tráfego). As ruas aqui sao compridas e largas. As vezes elas passam por 3 bairros, ou mais. Raramente elas tem duas direçoes. As avenidas sao gigantescas, quase todas com mais de 4 faixas e cortam toda cidade. Mas isso nao quer dizer que o trânsito seja bom, nada disso, tem muito engarrafamento sim.
Fugindo do clima claustrofóbico da Florida fomos ao Puerto Madero, que é uma área revitalizada da cidade com muitos bares e restaurantes. O lugar é legal. A noite vimos aquela exposiçao Bodies (dos corpos dissecados) que está no shopping aqui perto e fomos ao cinema ver El Sospechoso (Rendition) novo filme do Jake Gyllenhaal.
No outro dia fomos ao tal Caminito no bairro La Boca. Sao aquelas casas coloridas que aparecem em 10 de 10 fotos de Buenos Aires. É bem turístico e bonitinho. Nao, nao fomos a Bombonera. Depois esticamos no Jardim Japones, lindo.
No sábado o grande barato dos argentinos da cidade (e dos milhares de brasileiros visitando) é gastar dinheiro nas ruas fashion do Palermo Soho. Estavamos lá, obviamente. E começou a fazer frio...primavera de 12ºC.
Hoje, domingo, é o dia da famosa Feira de San Telmo. É uma rua comprida com muitos antiquarios e uma praça com barracas vendendo mais peças antigas. Aqui se acha absolutamente t-u-d-o do tempo da Tia Helo e de muito antes. Mas tem muitas lojas com arte moderna e local. Na praça vi muitas pessoas fantasiadas cantando e dançando e, claro, dançarinos de tango. Na rua tem vários grupos de jovens tocando tango e outros artistas de rua. A Beth adorou e é um programa muito bom mesmo. O almoço foi num restaurante de comida francesa, clima de cantina italiana, mas argentino na essência.
Amanha tem compras e na terça estarei no Rio, de preferência com calor . Luizinha prepara o bife a milanesa que eu tô chegando!!
Fotos de Buneos Aires no flickr.
7.11.07
B.A.
B.A.
Aqui estou em Buenos Aires, terra da Evita, do Maradona, do Riquielme, do tango, Gardel, Piazzola e do mullet.
Sério, eu queria saber porque o mullet ainda faz sucesso na cabeça dos argentinos. Ai, caramba hombre!
Traumas a parte, a cidade é legal. Metrópole latino americana com cara de Europa. Os portenhos tem o life style dos espanhóis (vida noturna), os jardins e metro dos ingleses, os cachorros dos fanceses (deve ter um cao por habitante) e a arrogancia italiana. Nao é a toa que eles se acham europeus.
Por enquanto só fomos jantar em Palermo Viejo (bairro moderninho), e hoje fomos ao Malba (museu de arte latino americana) e ao Museu Nacional. Também passeamos pela Ricoleta, o bairro das lojas chiques e dos ricos da cidade. Só entrei na primeira fileira do famoso cemitério saí e fui ver gente viva, sinceramente eu nao vejo a graça de visitar cemitérios (o único me agrada é o de Arlington em Washington DC).
A comida aqui é muito boa e barata. E eu que adoro uma bakery....aqui tem cada doce maravilhoso. E o sorvete?¿?¿?¿? Delícia. Muitos quilos a mais na balança.
Nao é só a comida que é barata, a cidade está cheia de brasileiros fazendo compras.
Só fiquei triste porque eu nao sabia que ia ter uma corrida de 10km da Nike no domingo, e as inscriçoes já acabaram. Droga. :(
Por enquanto é isso.
Aqui estou em Buenos Aires, terra da Evita, do Maradona, do Riquielme, do tango, Gardel, Piazzola e do mullet.
Sério, eu queria saber porque o mullet ainda faz sucesso na cabeça dos argentinos. Ai, caramba hombre!
Traumas a parte, a cidade é legal. Metrópole latino americana com cara de Europa. Os portenhos tem o life style dos espanhóis (vida noturna), os jardins e metro dos ingleses, os cachorros dos fanceses (deve ter um cao por habitante) e a arrogancia italiana. Nao é a toa que eles se acham europeus.
Por enquanto só fomos jantar em Palermo Viejo (bairro moderninho), e hoje fomos ao Malba (museu de arte latino americana) e ao Museu Nacional. Também passeamos pela Ricoleta, o bairro das lojas chiques e dos ricos da cidade. Só entrei na primeira fileira do famoso cemitério saí e fui ver gente viva, sinceramente eu nao vejo a graça de visitar cemitérios (o único me agrada é o de Arlington em Washington DC).
A comida aqui é muito boa e barata. E eu que adoro uma bakery....aqui tem cada doce maravilhoso. E o sorvete?¿?¿?¿? Delícia. Muitos quilos a mais na balança.
Nao é só a comida que é barata, a cidade está cheia de brasileiros fazendo compras.
Só fiquei triste porque eu nao sabia que ia ter uma corrida de 10km da Nike no domingo, e as inscriçoes já acabaram. Droga. :(
Por enquanto é isso.
3.11.07
Mapas e fotos
Mapas e fotos
Tive uma das minhas fotos de Liverpool escolhidas para ilustrar esse site de guia de viagens.
É só clicar em photos que dá para ver todas, creditadas. :)
E clicando no map dá para ver a localização dos lugares.
Eles escolhem as fotos no Flickr e perguntam se você quer submeter a sua foto para o site deles. Não pagam nada, mas é muito legal. Reconhecimento internacional.
Tive uma das minhas fotos de Liverpool escolhidas para ilustrar esse site de guia de viagens.
É só clicar em photos que dá para ver todas, creditadas. :)
E clicando no map dá para ver a localização dos lugares.
Eles escolhem as fotos no Flickr e perguntam se você quer submeter a sua foto para o site deles. Não pagam nada, mas é muito legal. Reconhecimento internacional.
29.10.07
Séries na tv e em outros meios
Séries na tv e em outros meios
Enquanto as séries novas não estréiam na tv e Lost não volta (só em fevereiro....ai que saudade do Sawyer) vou contar o que eu ando vendo ultimamente na tv, no mundo da internet e em dvd.
Com possíveis spoilers.
Californication: começa em novembro na Warner, eu só ia assistir o primeiro, mas gostei e segui adiante. Nessa série David Duchovny faz Hank Moody, um escritor que está numa fase sem inspiração para escrever um novo livro. Ele ainda é apaixonado pela ex-namorada com quem tem uma filha. No núcleo de amizades ainda tem o agente, a esposa do agente, o noivo da ex-namorada e a filha safada do noivo.Nos primeiros episódios a sacanagem rola solta (desculpa Tia Helo), mas depois a coisa equilibra. David Duchovny está tão bem que eu nem lembro que ele um dia foi o ótimo agente Mulder. Recomendo.
Pushing Daisies: Adorei essa série! Ela é fantasiosa, colorida e fofa, é como “O Fabuloso Destino de Amelie Poulin”. È diversão garantida e sorriso no final. A história é sobre Ned que quando criança descobre que tem o poder de trazer os mortos de volta a vida com um toque. Só que esse poder vem com regras: 1) se a pessoa/animal/inseto que ele tocar ficar vivo por mais de um minuto outro ser morre em seu lugar e 2) se o ser que ele reanimou o tocar pela segunda vez morre sem chance de volta. Ele se torna um fazedor de tortas e trabalha com um caçador de recompensas perguntando aos mortos assassinados quem eram os culpados. Acontece que no primeiro episódio quem morre é o amor de infância de Ned, Chuck (sua vizinha), e quando ele a reanima um minuto passa e ele não a toca a segunda vez, claro que morre outro no lugar dela, ela fica vive e vai ajudar Ned. O clima romântico entre os dois que não podem se tocar é lindo. Deve passar aqui ano que vem.
Dexter: meu serial killer favorito. Na segunda temporada Dexter, que tinha tanta certeza de sua frieza, depois de descobrir sua história e dar um fim no irmão assassino começa a viver um conflito. E ainda por cima descobrem os corpos que ele deixava no fundo do mar. No gênero policial é a minha série favorita. A abertura é fantástica. Passa na Fox, dublado, argh!
Friday Night Lights: a primeira temporada está terminando na Sony e já, já vão passar a segunda. Ótimo. Tim Riggins continua me dando vontade de ter 17 anos, e no primeiro episódio da segunda temporada ele está totalmente bad boy, delícia. Drama teen de primeira.
Heroes: a segunda temporada voltou com gente demais. Tem uns irmãos cucarachos que vazam petróleo pelos olhos e matam gente, o Hiro chato foi parar no Japão feudal com um inglês engraçado, o Peter está com amnésia na Irlanda, o Sylar foi parar na ilha de Lost e não consegue assimilar mais poderes, a Cheerleader chata arrumou um namorado que voa, Parkman se casou com o Mohinder e criam a menina google, Nathan está no fundo do poço, estão matando os heroes da primeira geração... Sorry, ficou chata. Quase desistindo.
My Name is Earl: adoro! Earl foi parar na prisão para que sua ex-esposa Joy não fosse presa grávida e com os filhos para cuidar. Ele continua se acertando com o karma e a trilha sonora continua das melhores. O melhor episódio dessa terceira temporada até agora foi Creative Writing, a música do Darnell merece um Grammy. Passa no FX.
The Tudors: é sobre o Henrique VIII, rei inglês que deixou a igreja católica para criar a anglicana e assim poder se divorciar de sua primeira mulher e casar com Ana Bolena (e depois mais 4 mulheres). A série deturpa totalmente a história (não vale para fazer prova na escola), mas o rei é sarado e bonitão, as intrigas são de primeira e o melhor amigo do rei, Charles, vale cada minuto da série. People &Arts domingo as 23.
Brothers & Sisters e Grey’s Anatomy: dois novelões, dos bons. B&S é legal, como eu não entendo o amor fraterno fico perdida naquele meio de 5 irmãos que só fazem fofocar. É o tipo de série que dá pra perder os capítulos sem medo que no previously entende-se tudo. Grey’s voltou melhor, a Meredith continua chata, McDreamy está quase buddy-buddy com o McSteamy (que é a melhor coisa até agora), e o casal Izzie-George por mim pode explodir, mas a Christina está divertida. B&S no Universal, quartas as 23. Grey’s novo só ano que vem.
Damages: ótima! Parece que essa não vai passar aqui. Glenn Close faz a advogada mais cobra de todos os tempos numa trama cheia de reviravoltas e veneno. Ninguém vai comprar? Nem lançar o dvd?
CSI NY: eu sempre fui fã do Grissom, mas ultimamente eu tenho preferido o Mac Taylor (Gary Sinise) e o pessoal de New York. O Horatio é péssimo, deviam implodir a filial de Miami. No AXN.
Numbers: eu não tenho o Telecine, mas vi os dvds da primeira temporada e adorei. Me fez lembrar que matemática é muito legal. É sobre dois irmãos, um policial do FBI e outro matemático que ajuda nas investigações usando os números e fórmulas. Devia ser mostrada nas escolas.
É com vergonha que eu ainda vejo Smallville. Mas estou no limite. Ou o Clark Kent vira logo o Superman ou sai de cima né?
Studio 60 está acabando. Faltam 2 episódios e foi legal.
Tentei ver Jericho, não dá, é ruim demais.
Por hoje é só.
Enquanto as séries novas não estréiam na tv e Lost não volta (só em fevereiro....ai que saudade do Sawyer) vou contar o que eu ando vendo ultimamente na tv, no mundo da internet e em dvd.
Com possíveis spoilers.
Californication: começa em novembro na Warner, eu só ia assistir o primeiro, mas gostei e segui adiante. Nessa série David Duchovny faz Hank Moody, um escritor que está numa fase sem inspiração para escrever um novo livro. Ele ainda é apaixonado pela ex-namorada com quem tem uma filha. No núcleo de amizades ainda tem o agente, a esposa do agente, o noivo da ex-namorada e a filha safada do noivo.Nos primeiros episódios a sacanagem rola solta (desculpa Tia Helo), mas depois a coisa equilibra. David Duchovny está tão bem que eu nem lembro que ele um dia foi o ótimo agente Mulder. Recomendo.
Pushing Daisies: Adorei essa série! Ela é fantasiosa, colorida e fofa, é como “O Fabuloso Destino de Amelie Poulin”. È diversão garantida e sorriso no final. A história é sobre Ned que quando criança descobre que tem o poder de trazer os mortos de volta a vida com um toque. Só que esse poder vem com regras: 1) se a pessoa/animal/inseto que ele tocar ficar vivo por mais de um minuto outro ser morre em seu lugar e 2) se o ser que ele reanimou o tocar pela segunda vez morre sem chance de volta. Ele se torna um fazedor de tortas e trabalha com um caçador de recompensas perguntando aos mortos assassinados quem eram os culpados. Acontece que no primeiro episódio quem morre é o amor de infância de Ned, Chuck (sua vizinha), e quando ele a reanima um minuto passa e ele não a toca a segunda vez, claro que morre outro no lugar dela, ela fica vive e vai ajudar Ned. O clima romântico entre os dois que não podem se tocar é lindo. Deve passar aqui ano que vem.
Dexter: meu serial killer favorito. Na segunda temporada Dexter, que tinha tanta certeza de sua frieza, depois de descobrir sua história e dar um fim no irmão assassino começa a viver um conflito. E ainda por cima descobrem os corpos que ele deixava no fundo do mar. No gênero policial é a minha série favorita. A abertura é fantástica. Passa na Fox, dublado, argh!
Friday Night Lights: a primeira temporada está terminando na Sony e já, já vão passar a segunda. Ótimo. Tim Riggins continua me dando vontade de ter 17 anos, e no primeiro episódio da segunda temporada ele está totalmente bad boy, delícia. Drama teen de primeira.
Heroes: a segunda temporada voltou com gente demais. Tem uns irmãos cucarachos que vazam petróleo pelos olhos e matam gente, o Hiro chato foi parar no Japão feudal com um inglês engraçado, o Peter está com amnésia na Irlanda, o Sylar foi parar na ilha de Lost e não consegue assimilar mais poderes, a Cheerleader chata arrumou um namorado que voa, Parkman se casou com o Mohinder e criam a menina google, Nathan está no fundo do poço, estão matando os heroes da primeira geração... Sorry, ficou chata. Quase desistindo.
My Name is Earl: adoro! Earl foi parar na prisão para que sua ex-esposa Joy não fosse presa grávida e com os filhos para cuidar. Ele continua se acertando com o karma e a trilha sonora continua das melhores. O melhor episódio dessa terceira temporada até agora foi Creative Writing, a música do Darnell merece um Grammy. Passa no FX.
The Tudors: é sobre o Henrique VIII, rei inglês que deixou a igreja católica para criar a anglicana e assim poder se divorciar de sua primeira mulher e casar com Ana Bolena (e depois mais 4 mulheres). A série deturpa totalmente a história (não vale para fazer prova na escola), mas o rei é sarado e bonitão, as intrigas são de primeira e o melhor amigo do rei, Charles, vale cada minuto da série. People &Arts domingo as 23.
Brothers & Sisters e Grey’s Anatomy: dois novelões, dos bons. B&S é legal, como eu não entendo o amor fraterno fico perdida naquele meio de 5 irmãos que só fazem fofocar. É o tipo de série que dá pra perder os capítulos sem medo que no previously entende-se tudo. Grey’s voltou melhor, a Meredith continua chata, McDreamy está quase buddy-buddy com o McSteamy (que é a melhor coisa até agora), e o casal Izzie-George por mim pode explodir, mas a Christina está divertida. B&S no Universal, quartas as 23. Grey’s novo só ano que vem.
Damages: ótima! Parece que essa não vai passar aqui. Glenn Close faz a advogada mais cobra de todos os tempos numa trama cheia de reviravoltas e veneno. Ninguém vai comprar? Nem lançar o dvd?
CSI NY: eu sempre fui fã do Grissom, mas ultimamente eu tenho preferido o Mac Taylor (Gary Sinise) e o pessoal de New York. O Horatio é péssimo, deviam implodir a filial de Miami. No AXN.
Numbers: eu não tenho o Telecine, mas vi os dvds da primeira temporada e adorei. Me fez lembrar que matemática é muito legal. É sobre dois irmãos, um policial do FBI e outro matemático que ajuda nas investigações usando os números e fórmulas. Devia ser mostrada nas escolas.
É com vergonha que eu ainda vejo Smallville. Mas estou no limite. Ou o Clark Kent vira logo o Superman ou sai de cima né?
Studio 60 está acabando. Faltam 2 episódios e foi legal.
Tentei ver Jericho, não dá, é ruim demais.
Por hoje é só.
21.10.07
Domingo esportivo
Domingo esportivo
Na última prova da F1 esse ano, em SP, o finlandês Kimi Raikkonen foi campeão da prova e mundial. Felipe Massa foi buddy-buddy e o deixou passar para fazer os pontos necessários. O olho gordo do Galvão Bueno foi tão grande que Lewis Hamilton errou nas primeiras voltas, quebrou alguma coisa no carro, foi para o fim da fila e chegou em sétimo, mas foi vice no mundial no ano de estréia, ele é um fenômeno. O cabeção do Alonso chegou em terceiro. Agora só em 2008.
Lá na Espanha a final do master series foi entre, tchan, tchan, tchan, tchan..... Roger Federer (alguém duvidava) e David Nalbandian. Federer não ganhou. O argentino segurou as pontas depois de um 6x1 e se recuperou no segundo set e no tie break. Pois é Federer, não dá para ganhar todas né?
O Flamengo, depois de passar o ano inteiro fugindo do rebaixamento, finalmente chegou nos top 8 do brasileirão.
Na última prova da F1 esse ano, em SP, o finlandês Kimi Raikkonen foi campeão da prova e mundial. Felipe Massa foi buddy-buddy e o deixou passar para fazer os pontos necessários. O olho gordo do Galvão Bueno foi tão grande que Lewis Hamilton errou nas primeiras voltas, quebrou alguma coisa no carro, foi para o fim da fila e chegou em sétimo, mas foi vice no mundial no ano de estréia, ele é um fenômeno. O cabeção do Alonso chegou em terceiro. Agora só em 2008.
Lá na Espanha a final do master series foi entre, tchan, tchan, tchan, tchan..... Roger Federer (alguém duvidava) e David Nalbandian. Federer não ganhou. O argentino segurou as pontas depois de um 6x1 e se recuperou no segundo set e no tie break. Pois é Federer, não dá para ganhar todas né?
O Flamengo, depois de passar o ano inteiro fugindo do rebaixamento, finalmente chegou nos top 8 do brasileirão.
20.10.07
Idi o que??
Idi o que??
O Nick já mora aqui no Brasil há mais de 25 anos. Como todo nativo da língua inglesa ele tem dificuldade com o feminino/masculino, ele nunca acerta um "o" ou "a". Para ele é sempre "o casa", "a carro", "o menina", etc.
Claro que já explicamos muitas vezes que basicamente se tem "a" é tudo com "a" (a casa bonita) e a mesma coisa com o "o", mas não tem jeito, ele sempre confunde.
Ontem ele resolveu que ia acertar e veio com essa: Fulano é um idioto.
De todas as palavras que têm variação feminino/masculino ele escolheu justo uma que não tem.
A Tia Helo não ia ficar nem um pouco feliz com esses erros. Mas não tem problema não Nick, nós entendemos tudo!
O Nick já mora aqui no Brasil há mais de 25 anos. Como todo nativo da língua inglesa ele tem dificuldade com o feminino/masculino, ele nunca acerta um "o" ou "a". Para ele é sempre "o casa", "a carro", "o menina", etc.
Claro que já explicamos muitas vezes que basicamente se tem "a" é tudo com "a" (a casa bonita) e a mesma coisa com o "o", mas não tem jeito, ele sempre confunde.
Ontem ele resolveu que ia acertar e veio com essa: Fulano é um idioto.
De todas as palavras que têm variação feminino/masculino ele escolheu justo uma que não tem.
A Tia Helo não ia ficar nem um pouco feliz com esses erros. Mas não tem problema não Nick, nós entendemos tudo!
16.10.07
Conversas iPodianas (5)
Conversas iPodianas (5)
Hoje o modo shuffle estava num momento sombrio e tocou a sequência:
Devil's Haircut - Beck
Devil Inside - INXS
Sympathy For The Devil - The Rolling Stones
Heaven's Dead - Audioslave
The Queen is Dead - The Smiths
World Wide Suicide - Pearl Jam
Ai, que medo.
Hoje o modo shuffle estava num momento sombrio e tocou a sequência:
Devil's Haircut - Beck
Devil Inside - INXS
Sympathy For The Devil - The Rolling Stones
Heaven's Dead - Audioslave
The Queen is Dead - The Smiths
World Wide Suicide - Pearl Jam
Ai, que medo.
12.10.07
Book Report
Book Report
Quando estive no norte da Inglaterra, em Yorkshire, a mãe do Nick me deu Wuthering Heights (O morro dos ventos uivantes) para ler. Clássico inglês que se passa nessa região. O livro foi escrito por uma das irmãs Brontë, Emily, e é leitura obrigatória nas escolas (beeeem melhor que José de Alencar). As irmãs Brontë passaram a vida inteira olhando para aquele verdinho cheio de ovelhas, solteiras na casa no fundo da igreja onde o pai era pastor. A imaginação delas era muito boa.
O que esse livro tem de interessante é que a história é narrada por dois personagens em tom de fofoca, fofoca estilo literário é claro. As pessoas que contam a história estão presentes em todos os fatos ocorridos. Eu só não gostei dos diálogos, muito dramáticos, mas vai ver o pessoal falava mesmo daquele jeito.
A história toda se passa entre duas propriedades vizinhas em Yorkshire: Thrushcross Grange e Wuthering Heights, que ficavam 8km uma da outra.
No começo do livro o Sr. Lockwood nos conta como vai até Wuthering Heights para falar com o dono da casa que alugou (Grange) e os eventos que acontecem na sua estadia de uma noite. Ele conhece o dono Heathcliff, sua nora Catherine e Hareton. Depois de uma noite conturbada ele volta para casa e pede a Ellen Dean (ou Nelly), que foi empregada em ambas as casas, para contar o que aconteceu nos últimos 20 anos.
O Sr. Earnshaw, dono original de Wutehring Heights, chega de uma viagem a Liverpool trazendo um garoto abandonado e lhe dá o nome de Heathcliff. O filho mais velho do Sr. Earnshaw, Hinley, não gosta do menino, mas a filha Catherine, ou Cathy, fica logo amiga. E os dois são melhores amigos. Hindley vai estudar fora, só volta para o enterro do pai, e aproveita para acabar com a mordomia do Heathcliff, fazendo dele mais um empregado. Só que Cathy continua amiga dele.
Um dia eles vão passear na propriedade vizinha e são pegos. Cathy fica com os filhos do dono e Heathcliff é mandado de volta. Ela fica lá 3 meses e volta uma lady, além de cortejada por Edgar, o garoto vizinho. Hetahcliff morre de ciúmes. Cathy conta a Nelly que ama Heathcliff (“he is more myself than I am”), mas não podia ficar com ele e ia se casar com Edgar. Heathcliff escuta essa conversa e vai embora.
Os anos se passam, Cathy casa com Edgar e vai morar em Grange. Nelly vai junto. Em WH ficam Hindley e seu filho Hareton. Hindley se torna um bêbado falido depois da morte da esposa.
Um dia Heathcliff volta rico e bonitão. Vai até Cathy e diz que a quer. Mas ela quer ser amiga de Heathcliff e ainda ficar casada com Edgar que lhe dá posição. Ela é chata, quer tudo, e é mimada. Heathcliff e Edgar tem uma briga e Cathy fica doente (com febre e tudo) só de pensar que não pode ficar com os dois. Heathcliff decide conquistar Isabella (irmã do Edgar) e se casa com ela e a maltrata.
Cathy não se recupera e morre ao dar a luz a sua filha Catherine. Isabella foge de WH e vai morar no sul onde tem Linton, filho de Heathcliff.
Os anos passam e Isabella morre e Linton vai morar com o pai. Acontece que Linton é um garoto mimado, chato e doente. E Heathcliff o despreza, mas faz com que Catherine venha visitar o primo. Catherine adora Linton e não gosta de Hareton, o outro primo, que passou a ser empregado de Heathcliff (e com enorme respeito pelo mestre).
O plano de Heathcliff era casar Catherine com Linton para ser dono das duas propriedades. E conseguiu, pressionando todos. Linton morre e logo depois o Sr. Lockwood chega à região.
(pra quem não entendeu: Catherine é filha de Cathy com Edgar. Linton é filho de Heathcliff com Isabella que é irmã de Edgar. Hareton é filho de Hindley, irmão de Cathy. Então Catherine é prima de Linton e de Hareton, e nora de Heathcliff. Eles tinham pouca opção na época)
No fim Heathcliff só pede a Nelly que não deixe Catherine e Hareton (que acabam se apaixonando) por perto, ele não gosta de Catherine por ser filha de sua amada com Edgar. Ele morre e é enterrado ao lado de Cathy com apenas “Heathcliff” na pedra do túmulo.
Eu só tinha assistido aos filmes e Heathcliff é sempre vilão, grosseiro, rude. E acho que essa era a intenção de Emily Brontë. Mas eu o vejo de outra forma. Ele era um homem apaixonado. Tão apaixonado que culpava a todos por ter sido separado da mimada Cathy, e quis se vingar.
Vingou-se de Hindley comprando suas dívidas e tratando Hareton como empregado. De Edgar ele roubou a filha e ficou com a propriedade. De Isabella ele disse logo que não a respeitava porque ela foi atrás dele sabendo que ele amava Cathy. E Isabella lhe deu um filho mimado e doente no qual ele não se via. De Catherine ele se vingou tirando a mordomia a qual estava acostumada na casa de seu pai.
Ele maltratou, bateu e xingou, mas ele amou. Ele amou o Sr. Earnshaw por ter lhe acolhido como família, amou Cathy até o último suspiro e amava Hareton como filho. Heathcliff era macho-que-é-macho dos ventos uivantes.
As mulheres da época tinham poucas opções, ou nenhuma, além do casamento, eram criadas para ficar lendo e passeando pelos campos, mas Emily Bronte poderia ter criado heroínas mais interessantes. A Cathy mãe era insuportável de mimada. Chegou ao ponto de ficar doente porque não teve o que queria. A Catherine filha também era chatinha e preconceituosa. Só foi gostar do Hareton (que era um doce e bonitão) porque no fim faltou opção, já que ela babava o primo doentinho até quando era escarrada por ele. (ok, exagerei, já que Hareton a conquistou quando aprendeu a ler sozinho).
Nelly, que conta a maior parte da história, não gosta de Heathcliff, mas consegue ver o homem apaixonado nele e até nos deixa saber que ele não é tão mau assim, mesmo dizendo o tempo todo que ele é o diabo em pessoa.
Aqui tem um vídeo com a música ‘Wuthering Heights” na voz estridente de Kate Bush e cenas do filme com Ralph Fiennes e Juliete Binoche. O filme é uma droga, ruim mesmo, mas o livro é muito bom.
Quando estive no norte da Inglaterra, em Yorkshire, a mãe do Nick me deu Wuthering Heights (O morro dos ventos uivantes) para ler. Clássico inglês que se passa nessa região. O livro foi escrito por uma das irmãs Brontë, Emily, e é leitura obrigatória nas escolas (beeeem melhor que José de Alencar). As irmãs Brontë passaram a vida inteira olhando para aquele verdinho cheio de ovelhas, solteiras na casa no fundo da igreja onde o pai era pastor. A imaginação delas era muito boa.
O que esse livro tem de interessante é que a história é narrada por dois personagens em tom de fofoca, fofoca estilo literário é claro. As pessoas que contam a história estão presentes em todos os fatos ocorridos. Eu só não gostei dos diálogos, muito dramáticos, mas vai ver o pessoal falava mesmo daquele jeito.
A história toda se passa entre duas propriedades vizinhas em Yorkshire: Thrushcross Grange e Wuthering Heights, que ficavam 8km uma da outra.
No começo do livro o Sr. Lockwood nos conta como vai até Wuthering Heights para falar com o dono da casa que alugou (Grange) e os eventos que acontecem na sua estadia de uma noite. Ele conhece o dono Heathcliff, sua nora Catherine e Hareton. Depois de uma noite conturbada ele volta para casa e pede a Ellen Dean (ou Nelly), que foi empregada em ambas as casas, para contar o que aconteceu nos últimos 20 anos.
O Sr. Earnshaw, dono original de Wutehring Heights, chega de uma viagem a Liverpool trazendo um garoto abandonado e lhe dá o nome de Heathcliff. O filho mais velho do Sr. Earnshaw, Hinley, não gosta do menino, mas a filha Catherine, ou Cathy, fica logo amiga. E os dois são melhores amigos. Hindley vai estudar fora, só volta para o enterro do pai, e aproveita para acabar com a mordomia do Heathcliff, fazendo dele mais um empregado. Só que Cathy continua amiga dele.
Um dia eles vão passear na propriedade vizinha e são pegos. Cathy fica com os filhos do dono e Heathcliff é mandado de volta. Ela fica lá 3 meses e volta uma lady, além de cortejada por Edgar, o garoto vizinho. Hetahcliff morre de ciúmes. Cathy conta a Nelly que ama Heathcliff (“he is more myself than I am”), mas não podia ficar com ele e ia se casar com Edgar. Heathcliff escuta essa conversa e vai embora.
Os anos se passam, Cathy casa com Edgar e vai morar em Grange. Nelly vai junto. Em WH ficam Hindley e seu filho Hareton. Hindley se torna um bêbado falido depois da morte da esposa.
Um dia Heathcliff volta rico e bonitão. Vai até Cathy e diz que a quer. Mas ela quer ser amiga de Heathcliff e ainda ficar casada com Edgar que lhe dá posição. Ela é chata, quer tudo, e é mimada. Heathcliff e Edgar tem uma briga e Cathy fica doente (com febre e tudo) só de pensar que não pode ficar com os dois. Heathcliff decide conquistar Isabella (irmã do Edgar) e se casa com ela e a maltrata.
Cathy não se recupera e morre ao dar a luz a sua filha Catherine. Isabella foge de WH e vai morar no sul onde tem Linton, filho de Heathcliff.
Os anos passam e Isabella morre e Linton vai morar com o pai. Acontece que Linton é um garoto mimado, chato e doente. E Heathcliff o despreza, mas faz com que Catherine venha visitar o primo. Catherine adora Linton e não gosta de Hareton, o outro primo, que passou a ser empregado de Heathcliff (e com enorme respeito pelo mestre).
O plano de Heathcliff era casar Catherine com Linton para ser dono das duas propriedades. E conseguiu, pressionando todos. Linton morre e logo depois o Sr. Lockwood chega à região.
(pra quem não entendeu: Catherine é filha de Cathy com Edgar. Linton é filho de Heathcliff com Isabella que é irmã de Edgar. Hareton é filho de Hindley, irmão de Cathy. Então Catherine é prima de Linton e de Hareton, e nora de Heathcliff. Eles tinham pouca opção na época)
No fim Heathcliff só pede a Nelly que não deixe Catherine e Hareton (que acabam se apaixonando) por perto, ele não gosta de Catherine por ser filha de sua amada com Edgar. Ele morre e é enterrado ao lado de Cathy com apenas “Heathcliff” na pedra do túmulo.
Eu só tinha assistido aos filmes e Heathcliff é sempre vilão, grosseiro, rude. E acho que essa era a intenção de Emily Brontë. Mas eu o vejo de outra forma. Ele era um homem apaixonado. Tão apaixonado que culpava a todos por ter sido separado da mimada Cathy, e quis se vingar.
Vingou-se de Hindley comprando suas dívidas e tratando Hareton como empregado. De Edgar ele roubou a filha e ficou com a propriedade. De Isabella ele disse logo que não a respeitava porque ela foi atrás dele sabendo que ele amava Cathy. E Isabella lhe deu um filho mimado e doente no qual ele não se via. De Catherine ele se vingou tirando a mordomia a qual estava acostumada na casa de seu pai.
Ele maltratou, bateu e xingou, mas ele amou. Ele amou o Sr. Earnshaw por ter lhe acolhido como família, amou Cathy até o último suspiro e amava Hareton como filho. Heathcliff era macho-que-é-macho dos ventos uivantes.
As mulheres da época tinham poucas opções, ou nenhuma, além do casamento, eram criadas para ficar lendo e passeando pelos campos, mas Emily Bronte poderia ter criado heroínas mais interessantes. A Cathy mãe era insuportável de mimada. Chegou ao ponto de ficar doente porque não teve o que queria. A Catherine filha também era chatinha e preconceituosa. Só foi gostar do Hareton (que era um doce e bonitão) porque no fim faltou opção, já que ela babava o primo doentinho até quando era escarrada por ele. (ok, exagerei, já que Hareton a conquistou quando aprendeu a ler sozinho).
Nelly, que conta a maior parte da história, não gosta de Heathcliff, mas consegue ver o homem apaixonado nele e até nos deixa saber que ele não é tão mau assim, mesmo dizendo o tempo todo que ele é o diabo em pessoa.
Aqui tem um vídeo com a música ‘Wuthering Heights” na voz estridente de Kate Bush e cenas do filme com Ralph Fiennes e Juliete Binoche. O filme é uma droga, ruim mesmo, mas o livro é muito bom.
7.10.07
Aquamarine

Aquamarine:
Como prometido a Ká estou aqui de novo... ontem quando estava de bobeira me arrumando para sair com 1 amigaço de infância (amigo este que a tia Helo deu aula de catecismo num passado longíquo), me deparo de preguiça no meu quarto com o controle remoto na mão "zapeando". Diga-se de passagem, "zapear" é uma função exclusiva da Ká. Ela é a única pessoa que eu conheço que consegue ver uns 3 programas de TV ao mesmo tempo e saber o que está acontecendo em cada um deles.Isso com uma TV tradicional e não aquela moderninha que põe vários programas em quadradinhos em exibições.
Enfim, estava eu com o controle na mão e me deparei com um filme bonitinho chamado Aquamarine. Tive curiosidade de dar uma olhadinha pois este filme foi inspirado em outro filme de sereia , o Splash que fez parte da cultura da minha geração.Nesta época quem era a sereia era a Daryl Hannah, que logo depois do filme virou a sra. John John Kennedy. Enfim, a vovó da Aquamarine virou ícone por causa da vida pessoal namorando o solteiro mais disputado do planeta. E como todos sabem que eu adoro filme pasteurizado,comédia romântica aquele filme que todo mundo sabe o jeito que vai acabar.
O legal que neste filme o foco central não era a sereia, e sim a amizade de duas amigas infância que iam se separ em função do trabalho da mãe de uma delas. Também mostra as trapalhadas da sereia bonitinha descobrindo o mundo humano. Um filminho despretencioso mas com uma mensagem muito bonita. Na mesma hora me vi naquela idade com a Ká em algum lugar do planeta dando tchau com a promessa de se ver em breve. Por que quando se tem uma amizade como a que eu tenho com ela , não importa se uma mora no Polo Sul e a outra na África. O importante é o carinho, a sincronia e muitas outras coisas que fazem uma amizade verdadeira que cada dupla vai descobrindo a receita do sucesso. Eu tenho certeza que vou dar bengalada nela e arrasta-lá para os bailes da 3ª idade. Estarei com meu cabelinho tingido de roxo e o meu óculos de strass para poder ver melhor os gatinhos do salão.
Amiga nem preciso dizer que debulhei em lágrimas, sou a chorona da dupla. Vem logo pra cá!!!!
Tô com muitas saudades!
Um beijo e um bom início de semana para todos!!!!!!
4.10.07
Parabéns para Nós e para Tia Geny

Parabéns para Nós e para Tia Geny
Amiga, depois deste pedido lindo não tinha como eu não dar uma "escrevinhada" aqui rs.
Nosso lindo Blog que a Kaká cuida com tanto amor e carinho na semana passada completou 2 aninhos de vida. Em homenagem ao blog,este lindo bolo que se atia Helô comesse ia falar uns 1500 "ai Jesus". Ela era louca por doces e principalmente por morangos.
Hoje também é aniversário de uma tia emprestada que é muito importante para mim.Então dedico uma fatia deste bolo para ela também.
Minha única fã Mic esta semana te prometo um post romântico daqueles...pode esperar.
E minha amiga amada, parceira de blog e da vida você não vai mais ter momentos TOC...vou estar mais presente aqui.
Um beijo em todos!!!!!
2.10.07
Conversas iPodianas (4)
Conversas iPodianas (4)
Num momento família...
The Who: My Wife.
Oasis: Married With Children.
O modo shuffle do iPod tem suas razões.
Num momento família...
The Who: My Wife.
Oasis: Married With Children.
O modo shuffle do iPod tem suas razões.
30.9.07
Esportes, tv e uma homenagem
Esportes, tv e uma homenagem
O fim de semana foi isso: muita tv e esportes. As vezes a tv foi no computador, mas vale.
Quinta e sexta eu fui ver o mundial de volei de praia ali na Praia de Iracema. Quem me conhece sabe que eu sei quase tudo desse esporte, acompanho ha muitos anos e já fui mais assídua nos campeonatos, mas ha 3 anos eu não ia a um pessoalmente. Fui na esperança de ver novos jogadores, me disseram que os holandeses eram bons, e os russos (esses não vieram), mas cheguei lá para ver os de sempre e o vento estragou os jogos. (Aliás eu não entendo porque fazer o campeonato justo quando venta mais.) No fim, Juliana e Larissa ficaram em segundo aqui mas com o título mundial do ano (tricampeonato) e Ricardo e Emanuel confirmaram o favoritismo.
Sexta foi o fim da novela. Vi muito pouco dessa, mas adorava aquela abertura mostrando Copacabana. E que finalzinho sem graça. Só valeu pelo Olavo, ele era o melhor da novela.
Não consegui ficar acordada para ver a corrida. Droga. Perdi a chance de comemorar a vitória do Lewis Hamilton e rir muito do cabeção do Alonso rodando na pista, bem feito.
Em compensação, ou não, eu vi a final da copa do mundo de futebol feminino. Marta teve seu momento Zico ao perder um penalti e as alemãs mostraram que são boas de defesa, e de gol já que fizeram dois.
Cansei de esperar pelos canais pagos estrearem as séries novas e apelei para o computador. Heroes votou com força, o japa ainda é chato mas o Petrelli misterioso compensou. A volta de Grey's Anatomy foi fraca, mas o McSteamy teve a melhor cena. Californication é muito boa, o ex-agente Mulder está impagável como escritor com bloqueio e um grande apetite sexual. Vi uma chamada Reaper, que eu nem sei se vai passar aqui, nonsense total mas eu gostei e vou ver o segundo episódio.
Na tv eu acompanhei Friday Night Lights (o meu lado teen) e a minha preferida no momento: Studio 60 on the Sunset Strip que a Warner, sem avisar, resolveu passar episodios inéditos as quartas e aos domingos. Então já já eu vou sair aqui do computador para ver Matt e Danny tentanto colocar um programa no ar.
E foi vendo Studio 60 que eu lembrei da Tia Helo. No fim do primeiro episódio toca Under Pressure do Queen, e a Tia Helo adorava o Freddy Mercury. Eu fui no youtube e achei essa performance em Wembley no longínquo ano de 1986. Clica no play aí e vê um showman capaz de colocar 60 mil pessoas para cantar. E dizem que ele era tímido. Então comemorando o aniversário do blog e para a Tia Helo eu dedico esse vídeo.
O fim de semana foi isso: muita tv e esportes. As vezes a tv foi no computador, mas vale.
Quinta e sexta eu fui ver o mundial de volei de praia ali na Praia de Iracema. Quem me conhece sabe que eu sei quase tudo desse esporte, acompanho ha muitos anos e já fui mais assídua nos campeonatos, mas ha 3 anos eu não ia a um pessoalmente. Fui na esperança de ver novos jogadores, me disseram que os holandeses eram bons, e os russos (esses não vieram), mas cheguei lá para ver os de sempre e o vento estragou os jogos. (Aliás eu não entendo porque fazer o campeonato justo quando venta mais.) No fim, Juliana e Larissa ficaram em segundo aqui mas com o título mundial do ano (tricampeonato) e Ricardo e Emanuel confirmaram o favoritismo.
Sexta foi o fim da novela. Vi muito pouco dessa, mas adorava aquela abertura mostrando Copacabana. E que finalzinho sem graça. Só valeu pelo Olavo, ele era o melhor da novela.
Não consegui ficar acordada para ver a corrida. Droga. Perdi a chance de comemorar a vitória do Lewis Hamilton e rir muito do cabeção do Alonso rodando na pista, bem feito.
Em compensação, ou não, eu vi a final da copa do mundo de futebol feminino. Marta teve seu momento Zico ao perder um penalti e as alemãs mostraram que são boas de defesa, e de gol já que fizeram dois.
Cansei de esperar pelos canais pagos estrearem as séries novas e apelei para o computador. Heroes votou com força, o japa ainda é chato mas o Petrelli misterioso compensou. A volta de Grey's Anatomy foi fraca, mas o McSteamy teve a melhor cena. Californication é muito boa, o ex-agente Mulder está impagável como escritor com bloqueio e um grande apetite sexual. Vi uma chamada Reaper, que eu nem sei se vai passar aqui, nonsense total mas eu gostei e vou ver o segundo episódio.
Na tv eu acompanhei Friday Night Lights (o meu lado teen) e a minha preferida no momento: Studio 60 on the Sunset Strip que a Warner, sem avisar, resolveu passar episodios inéditos as quartas e aos domingos. Então já já eu vou sair aqui do computador para ver Matt e Danny tentanto colocar um programa no ar.
E foi vendo Studio 60 que eu lembrei da Tia Helo. No fim do primeiro episódio toca Under Pressure do Queen, e a Tia Helo adorava o Freddy Mercury. Eu fui no youtube e achei essa performance em Wembley no longínquo ano de 1986. Clica no play aí e vê um showman capaz de colocar 60 mil pessoas para cantar. E dizem que ele era tímido. Então comemorando o aniversário do blog e para a Tia Helo eu dedico esse vídeo.
24.9.07
Momento TOC do blog
Momento TOC do blog
Nosso blog faz 2 anos amanhã. Obaaa!
Eu não podia deixar a data passar sem um momento TOC.
- O caderninho é um blog coletivo...eu (Kaká), Luizinha e a Sue. Dos 255 posts até hoje eu escrevi 234, a Luizinha 20 e a Sue 1.
- O mês com mais posts foi junho de 2006, com 22 (justo o mês da copa). Os que tem menos foi o março de 2006 e janeiro 2007 com 6. A média é boa, 10 posts por mês.
- O tema com mais posts é esportes com 54. Eu gosto e nesse meio tempo teve a copa do mundo, pan americano, além dos torneios de tênis, volêi e F1. Aguardem as olimpíadas ano que vem.
- Depois vem filmes (33) e a Tia Helo com 32. Teoricamente filmes teria muito mais do que esportes, mas eu junto vários filmes em um post.
- A pessoa mais falada nesse blog, depois da Tia Helo é claro, é o Roger Federer. Eu nem imaginava, mas ele aparece em 12 posts sobre esportes. É que o cara é um fenômeno mesmo. O Jones, meu melhor amigo de todos os tempos, teria seu lugar, mas ele resolveu ser independente e lançou um blog próprio.
- O método que eu adotei para a Tia Helo dar notas para os filmes é quantos “Ai, Jesus!” ela diria. Quanto mais cenas de violência, sexo, escatologia etc, mais ela fala a frase. Claro que é aleatório, mas eu fui contar quantos “Ai, Jesus!” ela teria dito (precisei da calculadora tá): 12.578 vezes.
- O filme com menos “Ai, Jesus!” foi A Rainha com 5, eu acho que a Tia Helo ia entender muito a Rainha Elizabeth II, e devia gostar dela. O filme com mais foi O Código DaVinci, e nem tem sexo, nem violência e nem escatologia, mas fala da Igreja Católica.
- A expressão macho-que-é-macho aparece 28 vezes.
- O post com mais comentários foi A Escolha com 10. Todo mundo gosta de uma novela.
- O nosso comentarista mais assíduo é o Seo Coiso, que anda sumido daqui. Em segundo lugar a Mik, que é fã dos posts da Luizinha.
- Tem muita gente que acha que a Tia Helo é fruto da minha imaginação. Eu não tenho tanta criatividade assim, e a realidade sempre supera a ficção né? Ela existiu mesmo, e era viva quando criamos esse blog em sua homenagem. Ela faleceu em maio de 2006 e a Luizinha escreveu esse post. Ainda estamos devendo uma série de posts sobre a família da Tia Helo, digna do Nelson Rodrigues.
- Aqui tem os primeiros posts que escrevemos e muitos falam sobre quem é a Tia Helo.
A Tia Helo ia ficar orgulhosa desse resumo detalhado.
Nosso blog faz 2 anos amanhã. Obaaa!
Eu não podia deixar a data passar sem um momento TOC.
- O caderninho é um blog coletivo...eu (Kaká), Luizinha e a Sue. Dos 255 posts até hoje eu escrevi 234, a Luizinha 20 e a Sue 1.
- O mês com mais posts foi junho de 2006, com 22 (justo o mês da copa). Os que tem menos foi o março de 2006 e janeiro 2007 com 6. A média é boa, 10 posts por mês.
- O tema com mais posts é esportes com 54. Eu gosto e nesse meio tempo teve a copa do mundo, pan americano, além dos torneios de tênis, volêi e F1. Aguardem as olimpíadas ano que vem.
- Depois vem filmes (33) e a Tia Helo com 32. Teoricamente filmes teria muito mais do que esportes, mas eu junto vários filmes em um post.
- A pessoa mais falada nesse blog, depois da Tia Helo é claro, é o Roger Federer. Eu nem imaginava, mas ele aparece em 12 posts sobre esportes. É que o cara é um fenômeno mesmo. O Jones, meu melhor amigo de todos os tempos, teria seu lugar, mas ele resolveu ser independente e lançou um blog próprio.
- O método que eu adotei para a Tia Helo dar notas para os filmes é quantos “Ai, Jesus!” ela diria. Quanto mais cenas de violência, sexo, escatologia etc, mais ela fala a frase. Claro que é aleatório, mas eu fui contar quantos “Ai, Jesus!” ela teria dito (precisei da calculadora tá): 12.578 vezes.
- O filme com menos “Ai, Jesus!” foi A Rainha com 5, eu acho que a Tia Helo ia entender muito a Rainha Elizabeth II, e devia gostar dela. O filme com mais foi O Código DaVinci, e nem tem sexo, nem violência e nem escatologia, mas fala da Igreja Católica.
- A expressão macho-que-é-macho aparece 28 vezes.
- O post com mais comentários foi A Escolha com 10. Todo mundo gosta de uma novela.
- O nosso comentarista mais assíduo é o Seo Coiso, que anda sumido daqui. Em segundo lugar a Mik, que é fã dos posts da Luizinha.
- Tem muita gente que acha que a Tia Helo é fruto da minha imaginação. Eu não tenho tanta criatividade assim, e a realidade sempre supera a ficção né? Ela existiu mesmo, e era viva quando criamos esse blog em sua homenagem. Ela faleceu em maio de 2006 e a Luizinha escreveu esse post. Ainda estamos devendo uma série de posts sobre a família da Tia Helo, digna do Nelson Rodrigues.
- Aqui tem os primeiros posts que escrevemos e muitos falam sobre quem é a Tia Helo.
A Tia Helo ia ficar orgulhosa desse resumo detalhado.
19.9.07
Possuídos
Possuídos
Já faz algum tempo que eu fui ver esse filme, mas só agora eu vim aqui contar. Possuídos, péssimo título nacional para Bug, é um filme de terror sem fantasmas, é sobre a mente humana, melhor, sobre os defeitos dela, e nada mais aterrorizante do que perder a sanidade mental.
Agnes (Ashley Judd, muito bem) é uma mulher que vive num motel xexelento na beira da estrada em algum lugar no meio dos EUA. Ela perdeu o filho (no sentido de perder mesmo, o menino sumiu num supermercado) há dez anos e seu ex-marido está preso. Ela é garçonete no bar local de lésbicas. Uma noite, depois de receber algumas ligações sem que ninguém falasse nada do outro lado (ela acha que é o ex-marido saindo da cadeia), ela vai trabalhar e sua colega de trabalho chama um cara para uma festinha a três no motel.
Depois de beber, fumar, cheirar e papear, a colega vai embora e Agnes fica só com o estranho Peter(Michael Shannon). Acontece que Peter tem cara de bom moço e diz que não quer dormir com ela (ele não se interessa mais por mulheres, nem sexo). Ele não tem onde ir e ela oferece para ele dormir no sofá.
No dia seguinte Agnes acorda com o ex-marido raivoso achando que ainda é dono do pedaço. Depois de uma discussão e alguns socos Peter aparece e o ex vai embora prometendo voltar. Agnes conta sua triste história para Peter e ele diz que ela seria a única mulher pela qual ele teria interese. Eles transam.
A partir daí é que começa a loucura. Peter, que é um veterano de guerra, acha que foi picado por um inseto e aos poucos convence Agnes que o inseto está na cama. Depois ela acredita que os insetos estão no quarto inteiro. Alguns dias depois a colega do bar aparece lá e diz que não tem insetos coisa nenhuma, que levou Agnes no médico e ele disse que as marcas no corpo dela eram só pequenas irritações. Peter fica com raiva e Agnes acaba colocando a amiga para fora.
Ladeira a baixo desse ponto. O quarto passa a ser inseto-proof cheio de papel alumínio nas paredes e aquelas luzes espanta-mosca. O ex-marido leva um doutor que estava procurando o Peter. O doutor consegue entrar no quarto e explica para Agnes que Peter é paranóico (isso a gente já sabe porque Peter arranca um dente achando que os ovos dos insetos estavam lá - pior cena ever!). Peter mata o doutor e faz com que Agnes chegue a uma conclusão impressionante (melhor momento de Ashely Judd na vida) sobre a origem dos insetos.
Observação técnica: esse filme tem a melhor edição de som que eu já vi, ou ouvi. E foi dirigido por William Friedkin, aquele que nos deu o ótimo Operação França e O Exorcista (de terror ele entende).
Mais do que qualquer outro, esse filme me lembrou muito a Tia Helo. Ela sabia tudo sobre "eles", suas intenções, seus métodos. E "eles" estão muito presentes nesse filme, como insetos e como o governo americano e suas conspirações. Ela diria pelo menos 415 "Ai, Jesus!", pelas cenas violentas e porque ela poderia achar justificativa que "eles" realmente existem.
Já faz algum tempo que eu fui ver esse filme, mas só agora eu vim aqui contar. Possuídos, péssimo título nacional para Bug, é um filme de terror sem fantasmas, é sobre a mente humana, melhor, sobre os defeitos dela, e nada mais aterrorizante do que perder a sanidade mental.
Agnes (Ashley Judd, muito bem) é uma mulher que vive num motel xexelento na beira da estrada em algum lugar no meio dos EUA. Ela perdeu o filho (no sentido de perder mesmo, o menino sumiu num supermercado) há dez anos e seu ex-marido está preso. Ela é garçonete no bar local de lésbicas. Uma noite, depois de receber algumas ligações sem que ninguém falasse nada do outro lado (ela acha que é o ex-marido saindo da cadeia), ela vai trabalhar e sua colega de trabalho chama um cara para uma festinha a três no motel.
Depois de beber, fumar, cheirar e papear, a colega vai embora e Agnes fica só com o estranho Peter(Michael Shannon). Acontece que Peter tem cara de bom moço e diz que não quer dormir com ela (ele não se interessa mais por mulheres, nem sexo). Ele não tem onde ir e ela oferece para ele dormir no sofá.
No dia seguinte Agnes acorda com o ex-marido raivoso achando que ainda é dono do pedaço. Depois de uma discussão e alguns socos Peter aparece e o ex vai embora prometendo voltar. Agnes conta sua triste história para Peter e ele diz que ela seria a única mulher pela qual ele teria interese. Eles transam.
A partir daí é que começa a loucura. Peter, que é um veterano de guerra, acha que foi picado por um inseto e aos poucos convence Agnes que o inseto está na cama. Depois ela acredita que os insetos estão no quarto inteiro. Alguns dias depois a colega do bar aparece lá e diz que não tem insetos coisa nenhuma, que levou Agnes no médico e ele disse que as marcas no corpo dela eram só pequenas irritações. Peter fica com raiva e Agnes acaba colocando a amiga para fora.
Ladeira a baixo desse ponto. O quarto passa a ser inseto-proof cheio de papel alumínio nas paredes e aquelas luzes espanta-mosca. O ex-marido leva um doutor que estava procurando o Peter. O doutor consegue entrar no quarto e explica para Agnes que Peter é paranóico (isso a gente já sabe porque Peter arranca um dente achando que os ovos dos insetos estavam lá - pior cena ever!). Peter mata o doutor e faz com que Agnes chegue a uma conclusão impressionante (melhor momento de Ashely Judd na vida) sobre a origem dos insetos.
Observação técnica: esse filme tem a melhor edição de som que eu já vi, ou ouvi. E foi dirigido por William Friedkin, aquele que nos deu o ótimo Operação França e O Exorcista (de terror ele entende).
Mais do que qualquer outro, esse filme me lembrou muito a Tia Helo. Ela sabia tudo sobre "eles", suas intenções, seus métodos. E "eles" estão muito presentes nesse filme, como insetos e como o governo americano e suas conspirações. Ela diria pelo menos 415 "Ai, Jesus!", pelas cenas violentas e porque ela poderia achar justificativa que "eles" realmente existem.
17.9.07
O endereço, por favor
O endereço, por favor
No Rio:
- Rua tal, número tal.
Em Fortaleza:
- É aquele prédio vermelho com branco, com varandas, em frente a padaria tal, perto do posto de gasolina, na outra esquina da farmácia. Não tem erro.
No Rio:
- Rua tal, número tal.
Em Fortaleza:
- É aquele prédio vermelho com branco, com varandas, em frente a padaria tal, perto do posto de gasolina, na outra esquina da farmácia. Não tem erro.
9.9.07
Domingo esportivo
Domingo esportivo
O dia começou com a F1. O cabeção do Alonso venceu e o inglesinho Hamilton (líder do campeonato) chegou em segundo. Massa ficou no box na metade da corrida. O que dominou o grande prêmio de Monza foram as fofocas de espionagem entre a Ferrari e a McLaren que vai a julgamento no tapetão em Paris semana que vem.
A seleção canarinho jogou contra os US of A (como diz Borat) e ganhou de 4x2. Os americanos fizeram 3 gols, 2 a favor e um contra. Ronaldinho Gaúcho-Espanhol (súdito do Rei Juan Carlos), Kaká e Robinho fizeram o de sempre, ou seja, muito enfeite e pouca ação.
E para alegrar o domingo, Roger Federer entrou nas quadras de Flushing Meadows, em NY, num modelito todo preto. Chique. Jogou a final contra o sérvio Novak Djokovic, dono de uma direita poderosa. Federer não perde a calma, é um poço de tranquilidade até quando o placar está contra (o que é só por pouco tempo). Federer até brincava com Djokovic deixando ele colocar 40 x 0 no placar só para ir buscar. Djokovic só olhava para ele ria e pensava o que todos nós sabemos: Federer é f%#da!
Olha, Djoko, você joga bem, chegou nessa final com mérito, mas não é a toa que o Roger tá jogando mais uma final para conseguir o seu décimo segundo título Grand Slam (faltam só dois para igualar o Pete Sampras). E quarto US Open. Ganhou de 3x0, impecável.
Roger Federer, tetracampeão do US Open. Eu sou fã.
8.9.07
Fazendo arte 2
Fazendo arte 2
Já brinquei de Jackson Pollock e agora foi a vez de tentar ter um momento Picasso. O que vocês acham da minha fase azul?
Quer brincar também? Vai aqui se divertir, não esquece de dar uma olhada na galeria que vale a pena.
Já brinquei de Jackson Pollock e agora foi a vez de tentar ter um momento Picasso. O que vocês acham da minha fase azul?
Quer brincar também? Vai aqui se divertir, não esquece de dar uma olhada na galeria que vale a pena.
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