23.3.10

Rio, terça de manhã

Vem comigo num passeio de bicicleta Leme-Leblon.


temperatura 'agradável' as 8:30

leme e copacabana

no início da ciclovia

vôlei de praia amador

vôlei de praia profissional

eu

filmando a novela

futevolei

futebol

clássico

no meio de copacabana

drummond e amigo

pessoal indo trabalhar aproveitando a paisagem

hidroginástica no mar

indo para ipanema

street art no parque do arpoador

dog walker

flor no parque

arpoador tranquilo

ipanema

entrando na ciclovia de ipanema

filmando um comercial

seguindo na ciclovia

volei profissional feminino

entrando no leblon

pausa no fim do leblon

volei de praia dos tiozinhos

beach tennis

gringos

de volta a copacabana

chegando no leme

E assim foi a minha manhã.

17.3.10

Book Report: Mulher de Um Homem Só - Alex Castro

Mulher de Um Homem Só é sobre Julia. Não. É sobre Carla. Não. É sobre as duas, e ainda tem Raquel, filha de Carla, tem a mãe da Carla e a mãe da Julia. E tem o Murilo.

Carla nos conta sua vida, desde o casamento, e como Julia é parte integrante, insistente e indissolúvel de sua família. Julia é a melhor-amiga-de-todos-os-tempos de Murilo, marido da Carla. E Julia também está na vida de Raquel.

Carla tem uma relação ambígua com Julia, as vezes gosta, outras não, mas sabe que precisa, a filha é apegada a ela e sabe que o marido não vai deixar a amizade. E ela nos conta tudo que acontece, desde o passado de Murilo e Julia ao dias de hoje.

Eu gostei da narração estilo estou-te-contando-uma-história-babado-forte. É como a narração do Morro dos Ventos Uivantes, onde quem nos conta tudo é a empregada da casa (e as vezes o vizinho recém chegado), que, teoricamente, está presente em todos os acontecimentos. Carla nos diz tudo que queremos e não queremos saber, as vezes omite detalhes e outras é até detalhista demais. Só sabemos o lado dela da história, o que ela sente, como ela se vê nessa família, e, também, o que ela sabe, ou acha que sabe, dos outros. É daqueles livros que quando vê já está quase no fim, e com muitas partes interessantes (a que mais gostei foi a do suícidio). Muito bom.

O Alex Castro também escreve o blog Liberal Libertário Libertino, sobre muitos assuntos, aconselho uma passada lá.

11.3.10

Rio


Sábado estarei no Rio fofocando com a Luizinha. Duas semanas em terras cariocas.

8.3.10

E o Oscar...

O Oscar começou com o Neil Patrick Harris fazendo um número musical, que eu não vi inteiro, mas como gosto do Barney, vou dizer que foi legal.

Alec Baldwin e Steve Martin me pareceram um pouco subaproveitados, mas o momento atividade paranormal foi engraçado.

Ben Stiller foi a melhor coisa do Oscar ano passado fazendo o Joaquin Phoenix, e esse ano repetiu a dose fantasiado de Na'vi, com rabo usb.

Gostei da homenagem ao John Hughes.

Nas premiações:
Sandra Bullock, Christoph Waltz (über-bingo), Jeff Bridges e Mo'nique ganharam, mas disso todo mundo já sabia. Melhor fotografia foi para Avatar (com todo aquele CGI), roteiro original para Guerra ao Terror (o de Bastrados Inglórios é melhor), roteiro adaptado para Precious (eu queria Educação). Acho um saco que figurino sempre vai para filme de época, mas a mulher que ganhou por Young Victoria disse que dedicava o Oscar aos que fazem figurinos mais contemporâneos (mas ia levar o prêmio para casa do mesmo jeito). Filme estrangeiro foi para O Segredo dos Seus Olhos, da Argentina, que sempre tem filmes mais legais que os daqui.

E aí a Barbra Streisand foi entregar o prêmio de melhor diretor, meio que já disse quem ia ganhar. Adivinha quem? Katheryn Bigelow, primeira mulher a receber esse prêmio. Gosto muito de Caçadores de Emoção (aquele do Keanu Reeves agente do FBI disfarçado de surfista com o Patrick Swayze), e realmente ela fez um belo trabalho em Guerra ao Terror.

Já o mesmo Guerra ao Terror levar melhor filme eu não concordo, gostei mas não é essa coisa toda. Avatar também não era o melhor. Por mim ganhava Bastardos Inglórios, melhor filme na lista dos 10. #prontofalei

Tive a impressão que queriam encurtar e agilizar a festa, mas aí na apresentação de melhor ator e atriz foi um lenga-lenga sem fim. Não teve apresentacão das músicas indicadas, mas teve um balé chato e longo. E no fim o Tom Hanks anunciou o melhor filme como se tira um band aid, de uma vez. Não deu nem tempo do James Cameron se dar conta que perdeu.

Não vi quase nada do red carpet, mas, do que eu vi, achei a Sigourney Weaver muito bonita. Dos homens, Colin Firth, George Clooney (sempre) e Sam Worthington (sem os óculos) estavam lindos.

Jack Nicholson já esta ausente há dois anos. Volta Jack, esse pessoal está muito careta.

5.3.10

Conversas iPodianas (15)

O iPod quando cisma com uma coisa, ou nome, toca uma sequência assim:

- Sloop John B. - The Beach Boys
- Johnny B. Goode - Cidade Negra
- The Ballad of John and Yoko - The Beatles
- Something's Gotta Give - The John Butler Trio
- A Satisfied Mind - Johnny Cash

Vou até saber notícias do meu amigo John.

28.2.10

Fala Ney (6)

O Ney estava fazendo uma salada e quando ralou o rabanete, machucou o dedo duas vezes. Na segunda vez ele disse:

"Nao acredito em prazer sem dor."

A salada estava deliciosa.

hummmm

23.2.10

+ Filmes

The Lovely Bones (Um Olhar do Paraíso)

Susie é uma garota que, aos 14 anos, é assassinada pelo vizinho. Seu corpo nunca é encontrado e seus pais, no início, acham que ela está desaparecida, mas a polícia encontra um gorro no milharal e dão as buscas por encerradas. Susie fica numa espécie de limbo (que as vezes parece o desktop do windows) observando sua família, seus amigos e até seu assassino.

Eu li Uma Vida Interrompida em 2005, e o que mais lembrava sobre a história não eram detalhes sobre a morte da menina, nem como era o limbo onde ela fica depois de morta, e sim como cada personagem reagiu a essa morte. Lembro do pai super obcecado, a mãe que tem um caso com o policial e depois vai viver na California abandonando a família, a irmã que a muda a vida, o irmão pequeno que tenta entender o que aconteceu, o namoradinho que ainda gosta dela, a colega da escola que sente sua presença e a avó excêntrica.

No filme tudo isso passa um pouco desapercebido, parece que o Peter Jackson estava mais preocupado com o limbo. Mark Whalberg não foi uma boa escolha para o pai desesperado, Rachel Weiss ficou um pouco apagada, o irmãozinho some depois de um tempo. Susan Sarandon é uma das melhores coisas do filme como avó excêntrica. A irmã de Susie é a única que vemos mudando a vida, ela vira atleta, arranja namorado e ajuda o pai na busca pelo assassino.

O assassino é de dar medo. Palmas para o Stanley Tucci que caprichou no serial killer. As melhores cenas do filme são com ele. Ele só não leva Oscar esse ano porque tem o Christoph Waltz (Bastardos Inglórios) na parada.

Como eu não tenho mais o livro, recorri ao meu caderno de anotações de livros e vi que o filme foi fiel a quase todos os detalhes da morte da menina e ao resto da história. É um bom filme, as cenas do limbo são bonitas, a fotografia anos 70 é bem feita, só faltou um pouco mais de emoção.

Momento trilha sonora. Quando Peter Jackson usa o rock progressivo dos anos 70 tudo vai bem, mas quando ele resolveu colocar a Enya....me tirou do sério. Tem coisa mais chata que a Enya? #prontofalei

A Tia Helo não gostaria muito desse filme. Stanley Tucci assustador. 315 "Ai, Jesus!" para The Lovely Bones.


Crazy Heart

Bad Blake já foi sucesso da musica country um dia, hoje ele é só mais um bebum que vai de bar em bar, ou de boliche em boliche, fazendo pequenas apresentações.

Seu agente, e seu pupilo Tommy Sweet (Colin Farrel), que faz mais sucesso que Blake, querem que ele componha mais músicas, mas Blake resite a idéia.

Um dia, num dos bares da vida, numa cidade qualquer, Blake conhece Jean, uma jornalista, mãe solteira, de quem ele gosta muito, dela e do filho. Acontece que Blake é um ser autodestrutivo, já foi casado inúmeras vezes, não fala com o filho há 25 anos, bebe mais do que come, e dirige embriagado. A diferença de idade é grande, mas eles se dão bem, até que Blake faz besteira e ela o deixa. (não vou contar mais para não estragar o final)

Jeff Bridges está excelente nesse papel. Dá para sentir o cheiro de bebida com cigarro do lado de cá da tela. E canta bem. Ele podia ter dado um pouco dessa emoção para o Mark Whalberg, só um pouquinho.

A Tia Helo ia ficar com nojinho do estilo de vida do Blake, 217 "Ai, Jesus!" para o mundo country.


The Hurt Locker (Guerra ao Terror)

Já faz um tempinho que vi esse filme, mas só agora lembrei de escrever.

Um esquadrão especializado em desarmar bombas está a serviço no Iraque. O filme já começa com uma das melhores cenas ever de uma bomba explodindo. E Guy Pierce já era (não se engane com o nome dele no cartaz, só aparece 5min). Mandam o Sargento James (Jeremy Renner) para substituí-lo nos 30 dias que faltam para todos voltarem para casa (cada vez que vão é um ano).

O Sgt. James é macho-que-é-macho, está ali para qualquer negócio e gosta do que faz.

Vemos como os locais tratam os soladados americanos, como não querem aqueles homens ali e por isso se dão ao trabalho de colocar bombas por toda parte. Até onde a invasão dos americanos é aceitável? O choque de culturas é muito grande, todo mundo fala gritando o tempo todo. A impressão que eu tenho é que é melhor deixar que os locais resolvam entre eles.

Anyway, o Sgt. James cumpre sua missão (com alguns probleminhas no meio) e volta para casa. Ele é casado com a Kate de Lost e mora no meio do nada. Sua vida fora da guerra é um tédio, e na primeira oportunidade ele volta para o Iraque.

Eu gostei. Parece que está todo mundo perdido ali, os motivos são diferentes para cada soldado, os locais vivem como podem, e, as vezes, o vício na adrenalina vence.

Guerra, bombas, árabes, soldados, sangue, nem preciso dizer o que a Tia Helo ia achar desse filme né? 578 "Ai, Jesus!" para a câmera nervosa de Katherine Bigelow.

18.2.10

Olimpíadas em Vancouver


Eu adoro as Olimpíadas de inverno. A maior parte dos esportes acontece ao ar livre, então as tomadas das pistas de esqui e snowboard são sempre bonitas com muita neve branquinha e árvores.


Os atletas todos empacotados naquelas roupas super coloridas e tecnológicas. E quando eles tiram os capacetes, gorros e óculos é que vemos como tem gente bonita nas Olimpíadas de Vancouver.


Eu gosto de todos os esportes. Da velocidade do esqui, das manobras do snowboard, das coreografias da patinação do gelo, da testosterona do hockey, e até da tática e precisão do curling.

Não conheço nenhum esporte bem e nenhum atleta específico, como nas olimpíadas de verão, mas sempre acabo torcendo por alguém. E é divertido.


Na minha lista de filmes de esportes eu esqueci dos de inverno, então aqui vai um top 3:

- Cool Runnings (Jamaica Abaixo de Zero) - aquele dos jamaicanos do bobsled.
- The Cutting Edge - sobre um jogador de hockey que, depois de um acidente que afeta sua visão, vai fazer dupla com uma patinadora artística super mimada. Tudo para ir as Olimpíadas.
- Blades of Glory - dois patinadores são expulsos das competições de simples e voltam como a primeira dupla masculina. Com Will Ferrel e John Heder. Morro de rir com esse filme.

14.2.10

New York, I Love You

O Ricardo, leitor fiel do blog, deixou um comentário pedindo para eu comentar esse filme. E eu atendo os pedidos dos leitores.

NY é uma cidade que abraçou o mundo. Toda e qualquer nacionalidade, religião, profissão, posição social, etc, tem lá. É uma cidade que todos nós conhecemos. Quem vai pela primeira vez sempre tem a sensação de já ter estado lá, seja por ter visto os inúmeros filmes de Woody Allen, a série Sex and The City, ou até os grandes blockbusters como Independence Day.

NY recebeu imigrantes de to-do o mundo, e que celebram suas culturas misturadas ao american way of life. Por isso, em NY tudo é possível e nem tudo é o que parece. Nem ninguém.

Esse filme é sobre o amor sim, mas é mais sobre momentos nas vidas das pessoas. São várias histórias contadas por diferentes diretores, sobre vários momentos que só poderiam acontecer em NY.

Todas são ótimas, mas as que eu mais gostei foram:
- A que tem o Anakin Skywalker x Andy Garcia, logo no começo, um troca-troca de golpes fantástico.
- A do menino que quer ir para o baile de formatura e sua acompanhante é a filha do farmaceutico que está numa cadeira de rodas.
- A do Ethan Hawke com a chinesa fumando na esquina. Genial.
- A do Bradley Cooper com a mulher do Sopranos, que ela diz "Não sei porque metrô tem janelas". Sexy.

Então como hoje é Valentine's Day em NY, quem não estiver no clima carnavalesco eu recomendo uma ida ao cinema para ver esse filme.

( A Tia Helo diria 132 "Ai, Jesus!" para esse filme, ainda mais na parte que dizem que não se pode confiar nos cristãos porque comem de tudo.)

11.2.10

Carnaval

Ano passado eu participei ativamente do carnaval no Rio, e decidi descansar esse ano. (Infelizmente vou perder a feijoada do Rodrigo no Rio.) Meu carnaval vai ser no ar condicionado assistindo as olimpíadas de inverno.

Com o calor que está fazendo, vou sonhar todo dia com a neve em Vancouver.

Enquanto isso, um video divertido com as marchinhas de carnaval em inglês. (via @camposleo)

8.2.10

+Filmes

The Blind Side

Big Mike é um garoto grande, negro, abandonado pela família, morando de favor em algum sofá alheio. Ele consegue que uma escola particular lhe dê uma vaga, mesmo tendo um desempenho baixo, devido o interesse do treinador. Mike não fala muito, não entende muito, mas se esforça para sobreviver.

Um dia a Sandra Bullock o vê andando na rua, num dia frio, e depois de algumas perguntas (ela já sabia que ele frequentava a escola dos filhos dela) decide levá-lo para dormir no seu sofá.

Sandra tem suas dúvidas se quando ela acordar seus pertences ainda estarão no lugar, e quando ela desce para o café vê o sofá arrumado e Mike meio caminho da saída. Sandra o convida para o Thanksgiving e decobrimos que a família tem uma paixão por futebol americano.

Ela adota Mike, contrata uma professora particular para ajudá-lo, alguns professores também ajudam, ele entra para o time da escola e é um sucesso.

É um feel good movie. Não tem grandes reviravoltas, nem dramas, é o que é. Mostra o lado solidário do americano, e, de certa forma, questiona o interesse que leva uma pessoa ajudar a outra.

Eu gostei, acho que a Sandra Bullock está muito bem, pode até levar o Oscar.

A Tia Helo ia gostar do filme, 5 "Ai, Jesus!" para o Big Mike (que gosta de ser chamado de Michael).


Invictus

Nelson Mandela passou 30 anos preso numa ilha na costa de Capetown. Saiu de lá para ser eleito presidente da Africa do Sul e sabia que não podia apoiar a revolta dos negros contra os brancos que durante anos impuseram o apartheid. Ele tinha que achar uma forma de unir o país.

Com a copa do mundo de rugby acontecendo na Africa do Sul, ele chama Francois, o capitão do time, e dá entender que precisam vencer. Rugby é o esporte dos brancos, os negros torcem sempre para quem joga contra. É difícil, Francois tem trabalho em convencer aos compaheiros de time que o país mudou e eles tem que mudar. Os branquelos do rugby fazem uma bela campanha pelas comunidades pobres e, claro, vencendo os jogos.

Eu gosto de rugby, as cenas de jogo eram boas e o barulho do estádio bem feito.

Assim como The Blind Side, não tem reviravolta, nem grandes dramas, é o que é.

A Tia Helo diria 29 "Ai, Jesus!" para os Invictus, todos nas cenas de empurra-empurra do jogo.

7.2.10

Mais uma do Jones (5)

No pré-carnaval de ontem o Jones, meu melhor-amigo-de-todos-os-tempos, deu uma saidinha para liberar a cerveja. Os banheiros ficavam 50m de onde estavamos.

Depois de 25min demos falta do Jones.

Mik: Acho que a Puliça pegou ele. (Puliça é um bloco de rua de senhoras ali pelos 40-50anos)

Eu: Acho que ele está perdido.

Mais 10min o meu telefone tocou com um número desconhecido (porque depois dessa, o Jones deixa o telefone dele em casa).

Jones: Ká, onde é que a gente está mesmo?

Eu: Do lado da única barraca vermelha do outro lado da rua dos banheiros.

Jones: Ah, é. Já sei.

(confesso que fiquei impressionada dele ter lembrado o número do meu telefone)

3.2.10

Fala Ney (5)

Todo dia, no final tarde, eu e o Ney vamos fazer nossa caminhada #projeto2010. Ontem ele não pode ir no horário e disse para irmos as 20:00, mas não deu certo.

Hoje ele ligou dizendo que chegou em casa as 23:00 e que:

"Andar essa hora na Beira Mar só se fossemos prostitutas.....Se bem que a gente ia emagrecer, ganhar uns trocados e liberar os hormônios."

2.2.10

Lost

Tomei as vitaminas, exercitei, cuidei da alimentação e cheguei bem para o dia em que Lost volta nos EUA e na internet. É a última temporada, e a ansiedade é grande.

Saudades do Sawyer. E do Desmond.

Então, para lembrar, aqui estão os Momentos TOC Lost.

Temporadas 1 a 3
Final da 3ª temporada
4ª temporada
5ª temporada

31.1.10

Na Australia


Federer e seu 16º Grand Slam. Campeão do Australian Open. Começou o ano tomando leitinho. Eu sou fã.

24.1.10

+Filmes

Up In The Air

George Clooney faz um executivo de uma empresa que é contratada para despedir pessoas, e ele é o melhor que tem. George passa 90% do seu tempo em aviões e hotéis. George voa tanto que é candidato a um clube seleto de pessoas que acumulam 1 milhão de milhas (um milhão!). E ele é super organizado.

George despede as pessoas com tanta competência que se um dia eu fosse ser despedida de algum lugar gosatria que fosse ele a me dizer.

Paralelo a essa atividade, George também dá palestras sobre uma mochila que não deve estar cheia porque assim fica difícil carregar. Uma metáfora para deixar a vida mais leve possível: sem casa, carro, coisas e família.

Um dia George conhece o seu equivalente feminino e passa a se encontrar com ela em diversas cidades onde suas agendas coincidem.

E no meio de tudo isso George tem que ser mentor de uma novata que insiste que esse trabalho de despedir pessoas pode se feito via internet.

Eu gostei de Up In The Air, achei os créditos inicias fantásticos, George é sempre bom, descobre que as vezes a mochila precisa pesar um pouco e cada um se adapta a vida que tem.

A Tia Helo ia cair no charme do George, 23 "Ai, Jesus!" para Amor Sem Escalas (o título ridículo em português).



It's Complicated

Janey (Meryl Streep) um dia foi casada com Jake (Alec Baldwin), tiveram 3 filhos e se divorciaram. Pelo que dão a entender, não foi um divórcio pacífico, pelo menos nos primeiros anos. Jake traiu Janey com uma mulher mais nova. Dez anos depois do divórcio todos meio que se dão bem.

Na formatura do filho mais novo Janey e Jake se encontram no bar do hotel, relembram bons tempos, ele diz que a esposa que ter filhos (mas ele não), bebem, dançam e "home, sweet home".

Jake e Janey passam a ter um caso. No meio disso aparece o Steve Martin como arquiteto da reforma da casa da Janey e interessado nela.

Encontros secretos, um baseado turbinado, bolo de chocolate, croissants de chocolate, computador e algumas verdades (porque é sim complicado) fazem esse filme super divertido.

E tem o Jim do The Office (John Krasinski) fazendo as melhores observações. Eu coração Jim.

A Tia Helo ia achar lar, doce lar um pouco demais, 213 "Ai, Jesus!" para Alec, Steve e Meryl.


An Education

Jenny é uma menina inglesa que estuda muito para ir para Oxford, mas ela também curte livros e filmes franceses e nutre uma vontade de ir à Paris. Seu pai acha que ela tem que dominar logo o latim e passar direto para Oxford, e só assim ela possa ter algum tipo de vida.

Jenny conhece David, um cara mais velho, sedutor e encantador que mostra a menina uma vida cheia de glamour. David é tão sedutor que convece os pais de Jenny a deixá-la sair com ele e seus amigos e até fazer uma viagem a Paris.

Jenny descobre que nem tudo sobre David é legal, mas ainda assim continua.

As professoras de Jenny tentam alertá-la que a vida é um pouco mais do que uma paixão, casamento e outras coisas, mas Jenny só aprende por experiência.

O roteiro desse filme é do Nick Hornby, é delicado e dá uma saudade danada da Inglaterra.

A Tia Helo ia gostar da Jenny, mesmo com alma rebelde, ela é uma boa menina. 47 "Ai, Jesus!" para educação de Jenny.

20.1.10

Outras Tias (6)

A Tia Angela é old school. Ela se recusa a entrar para a era das máquinas digitais, diz que quem tem bate muita foto e nunca vê nenhuma. A Tia Angela a-do-ra bater fotos, leva sua máquina com zoom (carinhosamente apelidada de jumentinha) para todas as festas e reuniões de família. E sempre manda cópias das fotos em que aparecemos.

Hoje no almoço de família, a jumentinha estava lá e junto um pacote da kodak com 5 rolos de filme (eu nem sei onde ela ainda consegue comprar).

O Nick olhou para o pacote de filme e disse: "você já viu o cartão de memória da Angela?"

jumentinha e seu cartão de memória

Pensei em chamar a Tia Angela para participar do projeto 365.

18.1.10

Sobre o Globo de Ouro

Então, ontem teve o Globo de Ouro. Eu só fique acordada até o Robert Downey Jr. levar o prêmio de melhor ator comédia por Sherlock Holmes (que, por sinal, é um filme divertidíssimo). Dormi antes de ver Avatar ganhar melhor filme drama.

O chato do James Cameron ter levado melhor diretor até acho justo, mas Avatar é uma boa experiência, não o melhor filme, ainda mais numa lista com Inglorious Basterds e Up In The Air.

Eu gostaria de ver Crazy Heart que deu o prêmio de ator para o Dude, aka Jeff Bridges. Meryl Streep, fantástica, levou por Julie & Julia. Sandra Bullock por The Blind Side, e ainda agradeceu em alemão. Christoph Waltz, o melhor vilão do ano fácil, levou seu globo pelo Coronel Hans Landa (ele podia ter agradecido em várias línguas para ficar divertido).

The Hangover ganhou melhor filme comédia. Eu ri muito nesse filme, mas preferi 500 Dias com Ela, um dos filmes mais fofos do ano. Aliás seria bom 500 dias ganhar alguma coisa, assim passaria nos cinemas aqui de Fortaleza. (aproveito para reclamar que Onde Vivem os Monstros também não vai passar por aqui, dammit!)

Ricky Gervais fez piada com tudo e com todos. Muitas super engraçadas e algumas constrangedoras, mas ele se saiu bem.

Michael C. Hall, o Dexter, levou prêmio de melhor ator drama, mais do que merecido. E, também por Dexter, John Lithgow venceu coadjuvante pelo serial killer mais assustador da tv em muito tempo. O melhor drama foi Mad Men, que teve uma temporada impecável.

Alec Baldwin ganhou melhor ator comédia. Again. Custa dar um premiozinho para o Steve Carell? E a melhor comédia do ano foi Glee. (é legal, mas eu prefiro The Office).

Juliana Marguiles levou atriz drama, por The Good Wife que é uma série boa, mas ainda está no começo. Toni Collete que faz uma dona de casa com multiplas personalidades em United States Of Tara levou melhor atriz comédia (e eu acho que essa séria é mais um drama).

Jon Hamm e George Clooney estavam de barba. Clooney ficou bem, Jon Hamm nem tanto. Acho que agora tenho um crush no Jason Reitman.

E foi isso. Até o Oscar.

Update: Troféu PduBT dos looks do red carpet.

14.1.10

La Boum

Outro dia eu e a Luizinha estavamos fofocando via msn e ela lembrou de um filme francês do início da década de 80 chamado La Boum. (acho que nem existe dvd, só em vhs e olhe lá)

Acho que esse filme inspirou o John Hughes a fazer todos aqueles filmes teens da década de 80. Como é filme francês, é uma coisa bem mais perto do que acontecia mesmo na época do que os filmes americanos, e os atores eram adolescentes. A Sophie Marceau devia ter uns 14 anos quando fez esse filme.

La Boum é a festa em francês, e o filme é sobre uma menina (a Sophie) que tem um paquerinha, mas os pais dela não deixam ela ir a tal festa. Felizmente a menina conta com a vovó camarada que ajuda ela dar beijos na boca.

Na festa tem aquela hora da dança lenta, momento estratégico, coisa comum na época e em extinção hoje em dia, e a garotada aproveita para dar um chega mais, e uns beijinhos.

A cena romântica é quando a menina está na festa, todo mundo dançando um rock qualquer e o garoto chega com uns fones de ouvido e coloca nela. Música lenta, óbvio. Não era qualquer música lenta, era a música tema do filme, uma coisa cafonérrima chamada Reality cantada por um tal de Richard Sanderson (quem?).

Não foi por nada disse que a gente lembrou do filme, foi por uma cena engraçada. A garotada vai no cinema e um dos meninos compra pipoca, faz um buraco estratégico no balde de papel, coloca no colo (entenderam né?) e oferece pipoca para menina que enfia a mão no balde. Só meninos franceses da década de 80 teriam essa idéia

Teve o segundo filme, mas esse nós nunca assistimos.

13.1.10

Conversas iPodianas (14)

Sex, drugs and rock n' roll.

- I Wanna Be Sedaded - The Ramones
- Miracle Drug - U2
- Desire - The Raconteurs
- Instant Pleasure - Rufus Wainwright

5.1.10

Project 365

Eu gosto de bater fotos, mas não faço com tanta frequência. Geralmente bato mais fotos quando viajo. Então eu vi no Drieverywhere que o marido dela ia começar o Project 365 via Flickr.

O projeto consiste em bater, pelo menos, uma foto por dia durante um ano. Aí é só colocar a foto escolhida no Flickr e dar uma explicação, ou escrever qualquer coisa, ou não. Achei uma boa idéia, e um bom exercício de fotografia e de observação. Até com uma máquina simples como a minha dá para participar, basta ter vontade, disciplina, lembrar de levar a máquina para todos os lugares e nunca perder a oportunidade de uma foto.

Me inscrevi no grupo Project 365 (que já tem 14mil membros e fotos marvilhosas), e criei um set na minha página para as fotos. Comecei dia 01/01/2010 (mas pode começar em qualquer dia do ano) e já tem algumas fotos por lá.

A foto 1/365 é essa:
a nossa fogueira de 2010

A minha prima Lea também aceitou o desafio.

#ficaadica

25.12.09

Papai Noel?

Ontem na véspera de Natal aconteceu o seguinte diálogo com o filho da minha prima, de 5 anos.

David: Tia, Papai Noel existe?

Eu: hum.... O que você acha?

David: eu acho que ele existe, mas eu quero saber o que você acha.

Eu: ....se você acha que ele existe, então ele existe. Olha, vamos lá na sala que tem bolo de chocolate.


Depois contei para o resto da família e obitve as seguintes sugestões:

Beth: você deveira ter dito que é uma convenção da sociedade, yada, yada, yada.

Tio Junior: você devia ter levado ele para conhecer o novo Fox.

23.12.09

Feliz Natal

Aqui em casa tem um enfeite de natal que a Beth, minha mãe, comprou há mais de 30 anos. É uma caixinha de música que toca Jingle Bells. É uma relíquia, já sobreviveu várias mudanças e continua inteiro e tocando a música.

Passei esses 30 anos achando que era o Papai Noel e a Mãe Noel sentados de mãos dadas no banco com presentinhos no topo da caixa de música.

Hoje de manhã foi que reparei (aliás, ninguém aqui em casa tinha notado) que são dois Papais Noeis de mãos dadas. Esse é um enfeite super moderno e vintage. Desejo um Feliz Natal para todos!


21.12.09

Momento TOC Livros (3)

Falei do meu caderno de livros aqui.

Em 2008 foram 18 livros, o objetivo para 2009 era de 20 livros. Consegui. Li 12 em inglês e 8 em português (livro importado é mais barato, vai entender).
Aí vai a lista:

- O Homem do Castelo Alto - Philip K. Dick
Nesse livro, a Alemanha e o Japão ganharam a 2ª guerra, os EUA foram divididos em 3 partes, a Africa foi destruída, os negros são todos escravos, os judeus foram dizimados e os que restam vivem foragidos e fazem operações plásticas para se esconder. Nesse livro ninguém é o que parece. Eu gostei.

- O Jogo Do Anjo - Carlos Ruiz Zafon
Livro se passa em Barcelona sobre um autor que se vende para escrever histórias em série. Ele é procurado por um homem (que é o diabo)para escrever um livro criando uma nova religião. Também gostei.

- Dead Until Dark, Living Dead In Dallas, Club Dead, Dead To The World, Dead As A Doornail e Definitely Dead - Charlaine Harris
As aventuras de Sookie Stackhouse, uma garçonete de uma cidade pequena da Louisana, que namora um vampiro, tem tesão em outro, se envolve com lobisomens e bruxas. É leitura divertida. Ainda tem 3 livros de aventuras para ler.

- Um Advinho Me Disse - Tiziano Terzani
O escritor vai num advinho chinês e esse lhe diz para não voar no ano de 1993, ele então decide passar esse ano usando transportes alternativos ao avião. Em cada lugar que ele vai ele visita um advinho local para saber seu destino e comparar. É um bom livro para entender a cultura oriental, da India a China.

- Me Talk Pretty One Day e Engolido Pelas Labaredas - David Sedaris

- The Devil in The White City - Erik Larson
Esse livro alterna a histórida da construção da feira mundial de Chicago no fim do século 19 e de um serial killer que matou várias pessoas no mesmo período. Muito bom.

- Lullaby - Chuck Palaniuk
Eu adoro o Chuck. Aqui ele conta a história de um repórter que vai atrás de uma lullaby (canção de ninar) que mata pessoas. "There a worse things you can do to the people you love than kill them". Gostei muito desse livro.

- Fantasma Sai de Cena - Philip Roth
Sobre um escritor idoso que se vê apaixonado por uma mulher mais jovem, e fica entre permanecer recluso ou voltar a viver na cidade. Não é dos melhores do Philip Roth, mas é bom.

- The Associate- John Grisham
Acho que já li quase todos os livros do John Grisham. Nesse um advogado recém-saído da faculdade é chantageado para trabalhar para uma grande firma. Divertido.

- The Abstinence Teacher - Tom Perrota
Aqui tem uma ótima análise desse livro. Eu gostei.

- O Complexo de Portnoy - Philip Roth
Nesse livro um homem conta sua vida para um analista, e ele oscila entre ser o bom menino filho de mãe judia e um tarado. É cheio de sacanagem, principalmente no que se refere a masturbação.

- Comer, Rezar, Amar - Elizabeth Gilbert

- Juliet, Naked - Nick Hornby
Sobre um rockstar que deixou de tocar há mais de 20 anos mas tem fãs fiéis. Um desses fãs tem um site dedicado ao rockstar e quando uma versão de um dos maiores sucessos é lançada, o tal Juliet, Naked, a namorada do fã faz uma resenha sincera no site que chama a atenção do rockstar e faz com ele reapareça. Achei legal.

- Retalhos - Craig Thompson
Vi um post sobre essa graphic novel (nome chique de quadrinhos) no Tudo Está Rodando, e comprei o livro. Muito bom.

Já tenho 3 livros para 2010, vou aumentar o objetivo para 25 livros, e como tenho intenção de reler alguns livros, releitura também conta. (E eu não acabei de ler Ulisses, vou ter que começar outra vez. Em 2010 eu termino.)

18.12.09

Avatar

Os humanos estão num planeta chamado Pandora (é lin-do!) que tem um metal superpoderoso que fica embaixo da árvore-tribo dos Na'vi, uns altões azuis que convivem em harmonia com a natureza.

Os humanos são divididos em militares-destruidores-mercenários e cientistas. Os cientistas, encabeçados pela Sigourney Weaver, desenvolveram os tais avatares (um Na'vi que funciona com a consciência de um humano, resumindo, quando um dorme o outro está acordado). Jake Sully (Sam Worthington, macho-que-é-macho) é um paraplégico cujo irmão gêmeo indêntico morreu. Esse irmão era um dos cientistas e tinha um avatar, então mandaram o Jake, ex-militar, para subistituí-lo (os avatares tem DNA do humano que o habita, por isso o gêmeo idêntico funciona).

Jake se propõe a entrar na tribo dos Na'vi, saber tudo deles e entregar para os militares mal-intencionados, mas acaba gostando de ser smurf gigante (e de correr, pular, voar) e se apaixona pela Neytiri.

Avatar é um filme girl power, tem a Sigourney Weaver mandando nos cientistas, tem a Ana Lucia de Lost pilotando helicópteros, a Neytiri arrasa na caça e voando um(a) Banshee, e Pandora é regido por uma Deusa.

James Cameron se acha o rei do mundo e sente que criou o universo nesse filme. As cores são bonitas e brilhantes, tem umas plantas e flores maravilhosas, montanhas flutuantes, seres super coloridos que voam, e até os smurfs turbinados são bem feitos. O roteiro não é lá essas coisas, tem uma mensagem ecológica e crítica, mas, who cares? Eu quero é efeito especial.

As vezes eu me senti num desfile de escola de samba, com tantas alegorias (tenho certeza que o Joasinho Trinta criou aquele pássaro vermelho e amarelo), mas é bonito. Me avisem assim que lançarem pacotes turísticos para Pandora, eu vou. É um filme com mais de 2 horas que passa rápido, mas só vale a pena em 3D.

Aliás, agora eu só quero ver filmes em 3D, até do Woody Allen.

A Tia Helo talvez achasse tudo muito bonito, mas não sei se ela ia gostar dos Na'vi com aquela coisa meio primitiva. No espírito ecológico diria 153 "Ai, Jesus!" para Avatar.

14.12.09

+ Filmes

Julie & Julia

Julie é uma funcionária de uma empresa que da assistência as famílias dos mortos no 11 de setembro. Boring né? Só que ela quer ser escritora, mas está numa fase sem inspiração. Seu marido lhe dá a idéia de fazer um blog. Como uma das coisa que ela gosta de fazer é cozinhar, ela se propõe a fazer as 524 receitas do livro da Julia Child em um ano e blogar a experiência.

Enquanto isso vemos Julia Child chegando a Paris com seu marido diplomata. Ela a-do-ra Paris, e a comida francesa em especial. Julia procura um livro sobre cozinha francesa em inglês, mas não acha. Ela resolve fazer um curso de culinária e depois se junta a duas francesas para escrever um livro de culinária francesa para americanas.

Julia era uma figura única, mulher altíssima, super bem humorada. Meryl Streep a faz com maestria e é muito divertido.

Eu gostei, ainda mais nas partes que elas fazem receitas com chocolate. Delícia.

A Tia Helo ia adorar esse filme, só diria um "Ai, Jesus!" na hora que a Meryl Streep pega um caneloni quente.


Lua Nova


Lá fui eu, ver o filme 2 do vampirinho Edward. Tive a companhia do @neybarroso e do @rafaelcdantas, diversão garantida.

Infelizmente não tinham meninas de 13 anos na platéia, mas tinha 5 garotas já na faixa dos 18 que suspiraram baixinho.

Então, nesse filme o Vampirinho sai fora, diz que é perigoso para Bella ele ficar por perto e some. Ela entra em depressão, sofre, se desespera, aí ela descobre que quando está em perigo o Vampirinho vira fantasminha camarada, e ela parte para esportes radicais com o amigo índio cabeludo.

O índio cabeludo sofre uma transformação e passa o resto do filme sem camisa, que é uma coisa boa já que aquele corpão merece palmas. Depois do make over, o índio vira lobisomem, Lobinho para os íntimos. A função dos lobos é perseguir vampiros que matam humanos pelo sangue. (Tem um tratado entre os lobos e os vampiros vegetarianos)

A Bella se joga do penhasco, Lobinho salva, mas o Vampirinho acha que ela morreu e resolve virar purpurina, literalmente, aos olhos de alguns italianos, quebrando assim a regra número um: manter em segredo a existência dos vampiros. Isso dá pena de morte.

Obs: Eu tenho pena dos vampiros da saga Crepúsculo. Eles não podem nem se matar saindo na luz do sol, com dignidade Godric-style, pelo jeito só morrem arracando a cabeça. Acho essa coisa deles virarem um ser purpurinado na luz do sol cafona.

A Bella vai até a Itália, num vôo da Virgin (óbvio), e salva o Vampirinho da vergonha alheia que ele ia provocar em todos nós. Na Itália conhecemos os outros vampiros poderosos e maus, já que chupam sangue humano (nessa saga vampiros bons chupam sangue animal), e descobrimos que os vampiros são meio x-men, cada um com um poder (ler mentes, provocar dor, ver o futuro). Só que a Bella é imune a to-dos os poderes. Anyway, os vampiros do mal a deixam ir porque a vampirinha-que-vê-o-futuro diz que a Bella vai virar vampira e assim o segredo fica guardado.

A Bella quer muito ser mordida, e virar vampira, assim ela não vai envelhecer e pode ficar com o Vampirinho forever. (Ela nem tem a opção da Sookie de "doar" um pouco de sangue para o vampiro se alimentar sem ser transformada ou morrer). Bella vai pedir a família do Vampirinho se ela pode entrar para o clã, eles votam sim, mas o Vampirinho é contra (claro, ele é um sofredor).

O Lobinho aparece e diz que está lá para proteger a Bella e que se o Vampirinho a morder, mesmo ela querendo, ele estará quebrando o tratado. A Bella chega nele e diz "Lobinho, você é um cara legal, tem um corpão maravilhoso, sangue quente, Imma let you finish, mas o Vampirinho usa gloss, vira purpurina, fala as frases mais cafonas ever, e é o meu tipo de monstro".

No fim o Vampirinho diz que morde o pescoço dela, em 3 anos (sim, ela vai ter que esperar) com uma condição que eu me recuso a repetir aqui de tão ridícula que foi essa cena.

Eu não tiro a razão da Bella, eu também prefiro o Vampirinho, mesmo sendo sofredor/existêncialista/chato ele tem uma coisa cool. O Lobinho podia ser amante.

Agora é esperar o filme 3, Eclipse (não vou ler os livros). Espero que a Victoria e a Jane (vampiras do mal) apareçam muito mais e agitem esse romance sem graça. E que o Lobinho nunca mais vista uma camisa.

Esse filme foi resumido pelo @rafaelcdantas: Bella fica na dúvida entre a necrofilia e a zoofilia.

A Tia Helo ia gostar de Lua Nova, é vampiros light. 27 "Ai, Jesus!" para o segundo filme da saga.

12.12.09

Momento TOC: Top 10 viagens da década

Quem lê o blog sabe que eu viajo um bocado, então aqui estão as melhores viagens que fiz na última década.

1. Australia e Nova Zelândia (2000) - 2 meses de viagem. A NZ é um dos países mais bonitos em que estive, fiz bungee jump, bicicleta downhill, e outros esportes radicais. A Australia é um dos lugares mais legais que fui, mergulhei na barreira de corais (lin-do), vi eventos nas olimpíadas, vi a queima de fogos na ponte e na baía de Sydney, visitei amigos. Adorei. Pena que não tinha o blog na época. (aqui no blog só tem viagens depois de 2005)


2. Berlim (2009) - fui pela primeira vez esse ano, foi um dos lugares que mais gostei e que volto para ver mais.


3. Fortaleza-Chapada Diamantina (2004) - fomos de carro, paramos em várias praias daqui para lá (Pipa, Francês, Porto de Galinhas, do Forte, etc) e a Chapada é linda.


4. Londres e Liverpool (2007) - Londres é um dos melhores destinos de viagem ever. Tem de tudo por lá, e vale voltar muitas vezes. Eu coração Londres. Liverpool é a cidade dos Beatles, enough said.


5. Turquia (2009) - riqueza em cultura, história e natureza.


6. U.S.A (2009) - fiz Seattle, Portland, San Francisco, Los Angeles e Miami. O Northwest é um dos lugares mais legais dos EUA, e bonito.



7. Africa do Sul (2008) - Cape Town é linda, e o safari no Kruger Park é muito legal.


8. Europa (2000) - Espanha, sul da França, Itália, Eslovênia e Portugal em 6 semanas- viajamos de carro, trem, avião, barco e taxi, por cidades grandes, pequenas, com surpresas e comida boa.


9. Buenos Aires (2008) e Chile (2009) - duas ótimas surpresas.



10. Amazônia (2003) - o rio é fantástico, as árvores enormes, muitos bichos, jacarés, índios, pesca de piranha, um nascer do sol lindo.