O US Open começou com o Federer batendo uma bola no meio das pernas na primeira rodada.
O Roddick deu um piti na segunda rodada. Há alguns anos ele não fazia isso, mas perdeu a cabeça e o jogo.
O grandalhão Isner parou na terceira rodada, perdeu para o russo Youzhny que chegou na semifinal.
O Marty Fish fez uma dieta, perdeu sei-lá-quantos-quilos, mas parou na quarta rodada.
O Federer jogou com uma roupa preta o campeonato inteiro, aí na semifinal ele vestiu uma roupa de quem vai para um picnic no parque. Vocês, leitores, sabem que eu sou fã do Federer, mas ele errou bastante na semifinal e perdeu para o Djokovic, num jogo emocionante.
O Nadal chegou na final puxando muito a cueca e vencendo o Youzhny na força.
A final foi adiada porque choveu e só aconteceu hoje. O Nadal começou com tudo, quebrou logo o saque do Djokovic e venceu o primeiro set. O Djokovic reagiu, conseguiu fazer 4x1 no segundo set, mas o Nadal empatou. Aí choveu outra vez e o jogo parou por uma hora. Quadra seca, o Djokovic conseguiu vencer o segundo set, mas ele errou muito depois e o Nadal acabou vencendo o jogo.
Confesso que não sou muito fã do Nadal, mas esse ano ele venceu Roland Garros, Wimbledon e o US Open. Number One.
13.9.10
7.9.10
7 de setembro

Em 2008 escrevi um post sobre o desfile do 7 de setembro aqui na Beira Mar. Hoje eu estava lá outra vez, dando apoio moral e tostando ao sol junto com: espectadores, alunos de escolas públicas e particulares; associações, escoteiros e militares.
esse ano tinha bailarina
tiozinhos de smoking e avental (não sei qual a associação)
militares
pracinhasE tenho que dizer que as bandinhas melhoraram muito do ano passado para esse, só falta um repertório melhor.
1.9.10
Novo shuffle
Hoje foi dia do Steve Jobs fazer aquela apresentação anual de novidades da Apple. Dessa vez veio com um novo iTunes, a AppleTv, coisas novas para o iPad e novos iPods.
O iTouch novo veio com câmera para video e foto, e uma novidade: o tal do FaceTime que permite video ligações via internet, ou seja, é o iPhone 4 sem o telefone.
O novo iPod nano pedeu a click wheel (aquela rodinha de aumentar volume, mudar música, etc), a forma retangular e virou um quadradinho com touch screen (quase do tamanho de um shuffle). De novidade tem: a função Genius, rádio, um podômetro e tem um clip próprio para prender na roupa. Fantástico. (pensando seriamente em comprar esse)
O que eu quero mesmo comentar é o Shuffle novo. Eu tive problemas com o shuffle passado por causa dos maltidos controles das funções nos fones de ouvido. Como uso para correr e suo bastante, tive que trocar de fone de ouvido 5 vezes, e a Apple até me mandou um shuffle novo (mas o problema continuava no fone de ouvido).
Anyway, o que fez o Mr. Jobs? Ele deve ter lido o meu post reclamando e se deu conta que seria melhor voltar ao design antigo, com os controles no aparelho, e integrar as funções novas (voice over, playlists, etc). Agora sim!

Eu gostei do amarelo. E vocês?
O iTouch novo veio com câmera para video e foto, e uma novidade: o tal do FaceTime que permite video ligações via internet, ou seja, é o iPhone 4 sem o telefone.
O novo iPod nano pedeu a click wheel (aquela rodinha de aumentar volume, mudar música, etc), a forma retangular e virou um quadradinho com touch screen (quase do tamanho de um shuffle). De novidade tem: a função Genius, rádio, um podômetro e tem um clip próprio para prender na roupa. Fantástico. (pensando seriamente em comprar esse)
O que eu quero mesmo comentar é o Shuffle novo. Eu tive problemas com o shuffle passado por causa dos maltidos controles das funções nos fones de ouvido. Como uso para correr e suo bastante, tive que trocar de fone de ouvido 5 vezes, e a Apple até me mandou um shuffle novo (mas o problema continuava no fone de ouvido).
Anyway, o que fez o Mr. Jobs? Ele deve ter lido o meu post reclamando e se deu conta que seria melhor voltar ao design antigo, com os controles no aparelho, e integrar as funções novas (voice over, playlists, etc). Agora sim!

Eu gostei do amarelo. E vocês?
25.8.10
Alegrias do transporte público
Ontem eu estava na van indo para Ipanema, motorista parou num ponto para pegar um passageiro e...
Motorista: Olha ali! É o Austrain! hahahahaha!
Cobrador: Quem??
Motorista: O Austrain!
Cobrador: Quem é esse??
Motorista: É aquele cientista maluco.
Eu olhei pela janela e era um vovôzinho muito parecido com o EINSTEIN.
Diversão garantida.
Motorista: Olha ali! É o Austrain! hahahahaha!
Cobrador: Quem??
Motorista: O Austrain!
Cobrador: Quem é esse??
Motorista: É aquele cientista maluco.
Eu olhei pela janela e era um vovôzinho muito parecido com o EINSTEIN.
Diversão garantida.
22.8.10
Meia maratona do Rio

Chegou o grande dia e fui cheia de vontade para correr essa meia maratona. Foram 19 mil corredores esse ano, é muita gente. A largada foi ótima, teve um momento que o DJ colocou uma música deprimente do James Blunt (WTF?) mas alguém deve ter dado um tapa nele já que logo entrou "I've gotta a feeling, u-huu...". Nós (eu, Nick e Henrique) só passamos pela largada de fato 18 minutos depois, de tanta gente que tinha.
O dia estava bonito e a temperatura perfeita, 22ºC. A Niemeyer, única subida, foi tranquila. Leblon, Ipanema (onde a Beth nos deu tchauzinho) e Copacabana idem. Meu pai estava no km 11 esperando com água (mas tinha água em todo percurso, muito bem organizado). Em Botafogo o cansaço bate um pouco e no aterro do Flamengo dá um certo desespero vendo as pessoas na pista oposta já chegando. Na virada para a pista oposta, no km 18,5, eu andei. Mas foi só até o km 20 e corri até o fim. Tudo isso em 2 horas e 35 minutos. Yeah!
Chega de blá, blá, blá. Vamos as imagens.
20.8.10
Preparação

A meia maratona é no domingo, e já estou quase pronta. Não treinei muito nas últims duas semanas (frio né?), mas corri entre 8 e 10km seis vezes nesse tempo. Acho que estou, pelo menos, psicológicamente preparada.
A camisa é essa aí da foto e o número de peito é personalizado com nome e tudo. Provavelmente num futuro próximo o número de peito já deve vir na camisa.
(momento mulherzinha: eu me sinto um pó compacto da shiseido com essa camisa.)
O percurso é esse e a largada é as 9:00.
O gel e as jujubas energizantes já estão compradas e o iPod carregado. Só falta correr.
Domingo, dependendo do estado pós-corrida, eu conto como foi.
15.8.10
Domingo de frio em Copacabana
Hoje eu ia sair para correr e treinar para a meia maratona, que já é na semana que vem, mas estava muito frio, bateu a preguiça, e resolvi ver o que acontecia em Copacabana num domingo com frio.
Vamos lá.
Vamos lá.
14.8.10
Momento transporte público: metrô carioca
Em 30 anos, o metrô do Rio ainda só tem 2 linhas retas e fica cada vez um pouco mais confuso. E são só DUAS linhas.
Antes, a troca de linhas era feita em uma só estação, e agora pode ser feita de Botafogo até a Central. Eu que, geralmente, vou de Copacabana a Tijuca (para casa da Luizinha) não tenho que me preocupar, mas se eu resolver pegar o metrô no centro para voltar a Copacabana tenho que prestar atenção em qual trem estou entrando, ou então vou parar em Botafogo e tenho que trocar outra vez. A intenção era desafogar a única estação de troca, funcionou mais ou menos.
Até aí adapta-se. Em outos metrôs do mundo linhas diferentes passam no mesmo lugar.
Dessa vez a confusão está nos bilhetes. Tem o bilhete único, que custa R$2,80, e tem o para o metrô+metrô de superfície (também conhecido como: ônibus) que custa o mesmo preço, mas é um cartão diferente. Tem o metrô + ônibus expresso (que não é do metrô), que custa R$3,70. Tem ainda o Barra Expresso que custa R$3,80 e o Supervia (metrô + trem) por R$4,80. Todos esse bilhetes só valem por duas horas.
Ou seja, você tem que saber exatamente para onde e como vai para pedir o cartão certo. Turista tem que se virar.
Para cada um desses é um cartão diferente com procedimento diferente. O bilhete único tem que enfiar o cartão na máquina e ele não é devolvido. Os outros tem que enconstar o cartão na máquina e depois entregar o mesmo no ônibus/"metrô de superfície". O Supervia é um bilhete único mais um outro cartão para passar no trem. (Explicam tudo no site, mas, na hora, quem não está acostumado erra.)
Quando você pega o ônibus expresso para o metrô te dão um cartãozinho de papel das antigas que tem que colocar na máquina.
E não existe passe do dia, nem da semana, nem de comprar 10 passagens e ser mais barato (há 15 anos tinha essa opção). Fica a dica.
A novidade para mim foi o tal cartão pré-pago. O primeiro custa R$10 e a recarga mínima é de R$5. Aí você passa o cartão na máquina e vai descontando as passagens. Então, se a passagem é R$2,80, os R$10 iniciais só valem 3,5 passagens e a recarga mínima não vale nem 2 passagens. Oi? Como assim?
E ainda existe o Bilhete Único que vale para metrô, ônibus (qualquer um), barca e trem. Você coloca crédito e vai descontando. Acontece que esse cartão desconta R$4,40 para cada duas horas e meia de uso do transporte. Para quem só usa o metrô não vale a pena.
Confesso que achei mais fácil desvendar o metrô de Berlim, em alemão.
O Rio é cidade sede para vários eventos nos próximos 6 anos: Olimpíadas Militares, Copa das Confederações, Copa do Mundo, Olimpíadas, etc. Vão todas funcionar, mas acho que as soluções não serão de longo prazo, nem eficientes para cidade.
Antes, a troca de linhas era feita em uma só estação, e agora pode ser feita de Botafogo até a Central. Eu que, geralmente, vou de Copacabana a Tijuca (para casa da Luizinha) não tenho que me preocupar, mas se eu resolver pegar o metrô no centro para voltar a Copacabana tenho que prestar atenção em qual trem estou entrando, ou então vou parar em Botafogo e tenho que trocar outra vez. A intenção era desafogar a única estação de troca, funcionou mais ou menos.
Até aí adapta-se. Em outos metrôs do mundo linhas diferentes passam no mesmo lugar.
Dessa vez a confusão está nos bilhetes. Tem o bilhete único, que custa R$2,80, e tem o para o metrô+metrô de superfície (também conhecido como: ônibus) que custa o mesmo preço, mas é um cartão diferente. Tem o metrô + ônibus expresso (que não é do metrô), que custa R$3,70. Tem ainda o Barra Expresso que custa R$3,80 e o Supervia (metrô + trem) por R$4,80. Todos esse bilhetes só valem por duas horas.
Ou seja, você tem que saber exatamente para onde e como vai para pedir o cartão certo. Turista tem que se virar.
Para cada um desses é um cartão diferente com procedimento diferente. O bilhete único tem que enfiar o cartão na máquina e ele não é devolvido. Os outros tem que enconstar o cartão na máquina e depois entregar o mesmo no ônibus/"metrô de superfície". O Supervia é um bilhete único mais um outro cartão para passar no trem. (Explicam tudo no site, mas, na hora, quem não está acostumado erra.)
Quando você pega o ônibus expresso para o metrô te dão um cartãozinho de papel das antigas que tem que colocar na máquina.
E não existe passe do dia, nem da semana, nem de comprar 10 passagens e ser mais barato (há 15 anos tinha essa opção). Fica a dica.
A novidade para mim foi o tal cartão pré-pago. O primeiro custa R$10 e a recarga mínima é de R$5. Aí você passa o cartão na máquina e vai descontando as passagens. Então, se a passagem é R$2,80, os R$10 iniciais só valem 3,5 passagens e a recarga mínima não vale nem 2 passagens. Oi? Como assim?
E ainda existe o Bilhete Único que vale para metrô, ônibus (qualquer um), barca e trem. Você coloca crédito e vai descontando. Acontece que esse cartão desconta R$4,40 para cada duas horas e meia de uso do transporte. Para quem só usa o metrô não vale a pena.
Confesso que achei mais fácil desvendar o metrô de Berlim, em alemão.
O Rio é cidade sede para vários eventos nos próximos 6 anos: Olimpíadas Militares, Copa das Confederações, Copa do Mundo, Olimpíadas, etc. Vão todas funcionar, mas acho que as soluções não serão de longo prazo, nem eficientes para cidade.
7.8.10
A Origem
Se eu fosse produtora de Hollywood, toda vez que o Christopher Nolan tivesse um projeto eu dava um cheque em branco. Até agora não vi um filme dele que não tenha gostado (Amnésia, Batman Begins, The Dark Knight, The Prestige e Insomnia) e A Origem não foi diferente.
Eu sonho muito, muito mesmo. E lembro de quase todos. Meu sonhos variam do normal, ao romântico, o bizarro até a aventura James Bond style. E muitas vezes o mundo dos sonhos é muito mais interessante. Por isso, uma identificação com esse filme.
O Leonardo DiCaprio é Dom Cobb, um especialista em espionagem corporativa. Ele rouba segredos do subconsciente dos rivais. (Nessa realidade, pelo que entendi, roubar segredos direto da mente é prática comum, tanto que existem técnicas de defesa)
O japonês Saito (Ken Watanabe, adoro) contrata o Leo para uma prática incomum, quase impossível, que é inserir uma idéia na mente de alguém, fazer uma inception, do título original. No caso, é o herdeiro (Cillian Murphy) de um concorrente, Saito quer que ele se desfaça do grupo. Não é uma tarefa fácil, porque o herdeiro tem que achar que a idéia é dele, ou seja, não é só chegar lá no sonho e dizer "olha, meu amigo, quando você acordar, vai querer se desfazer da empresa". E o herdeiro pode ter sido preparado para se defenfer de tal invasão.
Leo aceita o trabalho em troca de conseguir voltar aos EUA para ver os filhos (ele é condenado a prisão por lá). Sua equipe, de várias especialidades, da psicologia a arquitetura, começa a trabalhar numa tática que consiste em entrar no sonho do sonho do sonho. E eles entram todos juntos no mesmo sonho. Confuso? Pois é, mas faz sentido. E o mundo dos sonhos tem umas sacadas geniais, só vendo para entender.
Acontece que o Leo teve um probleminha com a esposa (Marion Cotillard) e ela sempre aparece no meio do trabalho dele para melar o negócio.
Na equipe do Leo tem a Ellen Page (Juno) o Joseph Gordon-Lewitt (love him) e o Tom Hardy (que já foi Heathcliff). O Joseph Gordon-Lewitt tem uma das melhores cenas do filme, e que num cinema IMAX deve ser espetacular.
A Tia Helô ia logo dizer que era tudo armação "deles", que "eles" invadem a nossa cabeça. As projeções do subconsciente dela diriam 347 "Ai, Jesus!" para A Origem, mas acho que ela ia gostar do Leo DiCaprio.
"O sonhador não é superior ao homem activo porque o sonho seja superior à realidade. A superioridade do sonhador consiste em que sonhar é muito mais prático que viver, e em que o sonhador extrai da vida um prazer muito mais vasto e muito mais variado do que o homem de acção. Em melhores e muito mais directas palavras, o sonhador é que é o homem de acção.
Sendo a vida essencialmente um estado mental, e tudo, quanto fazemos ou pensamos, válido para nós na proporção em que o pensamos válido, depende de nós a valorização. O sonhador é um emissor de notas, e as notas que emite correm na cidade do seu espírito do mesmo modo que as da realidade. "
Eu sonho muito, muito mesmo. E lembro de quase todos. Meu sonhos variam do normal, ao romântico, o bizarro até a aventura James Bond style. E muitas vezes o mundo dos sonhos é muito mais interessante. Por isso, uma identificação com esse filme.
O Leonardo DiCaprio é Dom Cobb, um especialista em espionagem corporativa. Ele rouba segredos do subconsciente dos rivais. (Nessa realidade, pelo que entendi, roubar segredos direto da mente é prática comum, tanto que existem técnicas de defesa)
O japonês Saito (Ken Watanabe, adoro) contrata o Leo para uma prática incomum, quase impossível, que é inserir uma idéia na mente de alguém, fazer uma inception, do título original. No caso, é o herdeiro (Cillian Murphy) de um concorrente, Saito quer que ele se desfaça do grupo. Não é uma tarefa fácil, porque o herdeiro tem que achar que a idéia é dele, ou seja, não é só chegar lá no sonho e dizer "olha, meu amigo, quando você acordar, vai querer se desfazer da empresa". E o herdeiro pode ter sido preparado para se defenfer de tal invasão.
Leo aceita o trabalho em troca de conseguir voltar aos EUA para ver os filhos (ele é condenado a prisão por lá). Sua equipe, de várias especialidades, da psicologia a arquitetura, começa a trabalhar numa tática que consiste em entrar no sonho do sonho do sonho. E eles entram todos juntos no mesmo sonho. Confuso? Pois é, mas faz sentido. E o mundo dos sonhos tem umas sacadas geniais, só vendo para entender.
Acontece que o Leo teve um probleminha com a esposa (Marion Cotillard) e ela sempre aparece no meio do trabalho dele para melar o negócio.
Na equipe do Leo tem a Ellen Page (Juno) o Joseph Gordon-Lewitt (love him) e o Tom Hardy (que já foi Heathcliff). O Joseph Gordon-Lewitt tem uma das melhores cenas do filme, e que num cinema IMAX deve ser espetacular.
A Tia Helô ia logo dizer que era tudo armação "deles", que "eles" invadem a nossa cabeça. As projeções do subconsciente dela diriam 347 "Ai, Jesus!" para A Origem, mas acho que ela ia gostar do Leo DiCaprio.
"O sonhador não é superior ao homem activo porque o sonho seja superior à realidade. A superioridade do sonhador consiste em que sonhar é muito mais prático que viver, e em que o sonhador extrai da vida um prazer muito mais vasto e muito mais variado do que o homem de acção. Em melhores e muito mais directas palavras, o sonhador é que é o homem de acção.
Sendo a vida essencialmente um estado mental, e tudo, quanto fazemos ou pensamos, válido para nós na proporção em que o pensamos válido, depende de nós a valorização. O sonhador é um emissor de notas, e as notas que emite correm na cidade do seu espírito do mesmo modo que as da realidade. "
Bernardo Soares, a.k.a. Fernando Pessoa
6.8.10
Sem noção
As vezes acho que pessoas sem noção tem noção sim, só que a cara de pau é maior.
No vôo dessa manhã, a primeira hora e meia foi ótima, quase todo mundo dormindo e muita tranquilidade no avião. Logo depois que serviram o lanchinho a tortura começou. As duas crianças que estavam no vôo resolveram chorar muito ao mesmo tempo. O cara que estava na minha frente tinha algum problema de flatulência que estava difícil aguentar, ele poderia ter ido ao banheiro e ficado lá, ele poderia ter pedido para sair, ele poderia ter ficado no aeroporto, mas tudo bem, acontece.
A gota d'água foi um homem que abriu seu dvd portátil e decidiu que todo mundo no avião iria escutar a música que ele queria. Apertou o play e dispensou os fones de ouvido. Foi preciso o comissário pedir 3 vezes para ele desligar, ou colocar os fones. Ele ainda virou para o amigo do lado e disse "Se fosse música clássica ninguém teria reclamado". Argh.
Senhor do dvd portátil, duas coisas: 1) garanto que a maioria das pessoas do avião (menos eu) até gostava da sua música, mas não justifica. E 2) difcilmente uma pessoa que escuta música clássica colocaria para os outros escutarem num avião, ela usaria os fones de ouvido.
No vôo dessa manhã, a primeira hora e meia foi ótima, quase todo mundo dormindo e muita tranquilidade no avião. Logo depois que serviram o lanchinho a tortura começou. As duas crianças que estavam no vôo resolveram chorar muito ao mesmo tempo. O cara que estava na minha frente tinha algum problema de flatulência que estava difícil aguentar, ele poderia ter ido ao banheiro e ficado lá, ele poderia ter pedido para sair, ele poderia ter ficado no aeroporto, mas tudo bem, acontece.
A gota d'água foi um homem que abriu seu dvd portátil e decidiu que todo mundo no avião iria escutar a música que ele queria. Apertou o play e dispensou os fones de ouvido. Foi preciso o comissário pedir 3 vezes para ele desligar, ou colocar os fones. Ele ainda virou para o amigo do lado e disse "Se fosse música clássica ninguém teria reclamado". Argh.
Senhor do dvd portátil, duas coisas: 1) garanto que a maioria das pessoas do avião (menos eu) até gostava da sua música, mas não justifica. E 2) difcilmente uma pessoa que escuta música clássica colocaria para os outros escutarem num avião, ela usaria os fones de ouvido.
5.8.10
29.7.10
Conversas iPodianas (20)
Eu acordo as 5 da manhã para correr. Ainda está escuro e a vontade de dormir só mais um pouquinho é grande, mas preciso treinar para correr a meia maratona do Rio e acabo levantando.
Então, hoje de manhã eu estava saindo de casa e liguei o iPod. Primeira música que toca: Get Back. Ok, iPod, eu vou te ignorar e vou sair de casa assim mesmo. Segunda música: I'm Only Sleeping. Oi? Ainda assim eu continuo e já estou na rua andando para encontrar o pessoal da corrida e o iPod, super camarada, toca Friday I'm In Love, aquela que diz "tuesday, wednesday, stay in bed". Maldito.
Então, hoje de manhã eu estava saindo de casa e liguei o iPod. Primeira música que toca: Get Back. Ok, iPod, eu vou te ignorar e vou sair de casa assim mesmo. Segunda música: I'm Only Sleeping. Oi? Ainda assim eu continuo e já estou na rua andando para encontrar o pessoal da corrida e o iPod, super camarada, toca Friday I'm In Love, aquela que diz "tuesday, wednesday, stay in bed". Maldito.
25.7.10
Momento Nerd³

Eu gosto de videogames, mas aqui em casa não tem. Ainda bem, se tivesse, eu, provavelmente, passaria muitas horas jogando. A minha avó, alguns anos atrás, comprou um Nintendo para os meus primos mais novos, mas quem jogou mais foram as primas com mais de 20 anos.
Eu não gosto dos jogos de guerra, luta, roubo de carros, etc. O que eu gosto mesmo são os de corrida de carro, Mario Bros e os de esportes (adoro o Wii Sports). Quanto mais colorido melhor.
Esse sábado, um amigo me levou para um encontro de PS3. Lá tinha 3 tvs com 3 consoles e vários jogos. Eu fui para jogar um que nunca tinha jogado: Rock Band.

O cara que organizou o encontro tem os dois rock bands, mais o dos Beatles com todos os instrumentos. Eu toquei guitarra, baixo, bateria e até cantei. É muito legal porque cada um escolhe o nível que quer jogar dentro da mesma música, e tem: fácil, médio, difícil e expert. Nos instrumentos, fiquei no fácil, tentei o médio mas não tinha coordenação suficiente (preciso treinar). Na hora de cantar consegui até 93% do expert num duo de Nowhere Man.
O mais difícil é a bateria, não consegui de jeito nenhum, errava o compasso o tempo todo. Para cantar é bom já conhecer a música, as letrinhas passam muito rápido.
O rock band normal tem todo tipo de música, tem muito rock pesado para o pessoal caprichar nos solos de guitarra, mas tem pop também (rolou Lady Gaga no repertório). O organizador do evento só tocava guitarra no nível expert, acreditem, é MUITO rápido e com muitas notas.
O Rock Band dos Beatles é fantástico, começando pela animação inicial e a que fica no fundo das músicas (Get Back é no telhado do prédio de Londres). Nesse jogo dá para duas pessoas cantarem, uma na voz prinicpal e a outra fazendo backing vocals. E se você quiser só tocar os instrumentos, Paul e John cantam com a banda.
Já estou aguardando o próximo encontro, até uso a camiseta do evento.
20.7.10
Conversas iPodianas (19)
Tirando o mofo na corrida de hoje com essa sequência oferecida pelo shuffle:
- Here Comes The Sun - Beatles
- See The Sun - The Kooks
- Hard Sun - Eddie Vedder
- Sun Rise Light Flies - Kasabian
- Evening Sun - The Strokes
- Walking On Sunshine - Katrina and the Waves
- Who Loves The Sun - Velvet Underground
Com protetor solar 50.
- Here Comes The Sun - Beatles
- See The Sun - The Kooks
- Hard Sun - Eddie Vedder
- Sun Rise Light Flies - Kasabian
- Evening Sun - The Strokes
- Walking On Sunshine - Katrina and the Waves
- Who Loves The Sun - Velvet Underground
Com protetor solar 50.
19.7.10
True Blood (momento mulherzinha) (2)
Caro Alan Ball,
Ano passado eu escrevi um post sugerindo alguns atores para interpretar o Alcide Herveaux, o lobisomem da série de livros que deu origem a True Blood. Você não pegou nenhuma das minhas dicas, mas queria dizer que você é MESTRE. Você me deu o prazer de Peter Krause em Six Feet Under, me apresentou ao Michael C. Hall na mesma série (e agora faz Dexter, o meu serial killer favorito), transformou o Sam e o Jason em personagens interessantes, e colocou ou Alexander Skarsgård para ser o Vampiro Eric.

Sei que é desnecessário, e que você provavelmente já sabia, mas gostaria de dizer que acertou mais uma vez na escalção do Joe Manganiello para ser o Alcide. Foi uma excelente tradução visual para o personagem do livro. Macho-que-é-macho, sangue quente. Dá para sentir o calor do lado de cá da telinha. HOT. Até esqueci do Vampiro Eric por alguns minutos no início do quarto episódio (9 Crimes).
Mal posso esperar o casting para o Quinn. Obrigada.
(Alô, pessoal de Crepúsculo, o Jacob é Lobinho, vai ter que uivar muito para chegar no Alcide, um Lobisomem de respeito)
Ano passado eu escrevi um post sugerindo alguns atores para interpretar o Alcide Herveaux, o lobisomem da série de livros que deu origem a True Blood. Você não pegou nenhuma das minhas dicas, mas queria dizer que você é MESTRE. Você me deu o prazer de Peter Krause em Six Feet Under, me apresentou ao Michael C. Hall na mesma série (e agora faz Dexter, o meu serial killer favorito), transformou o Sam e o Jason em personagens interessantes, e colocou ou Alexander Skarsgård para ser o Vampiro Eric.

Sei que é desnecessário, e que você provavelmente já sabia, mas gostaria de dizer que acertou mais uma vez na escalção do Joe Manganiello para ser o Alcide. Foi uma excelente tradução visual para o personagem do livro. Macho-que-é-macho, sangue quente. Dá para sentir o calor do lado de cá da telinha. HOT. Até esqueci do Vampiro Eric por alguns minutos no início do quarto episódio (9 Crimes).
(Alô, pessoal de Crepúsculo, o Jacob é Lobinho, vai ter que uivar muito para chegar no Alcide, um Lobisomem de respeito)
17.7.10
10 livros em 10 dias - 10) O livro mais velho que tenho ou li
Último dia do desafio e último livro. Não entendi se era para ser o livro mais velho em data de publicação, ou mais velho aqui na estante. De todo jeito eu tenho um que se encaixa nas duas coisas.
Wuthering Heights - Emily Brontë
O Morro dos Ventos Uivantes, título em português, foi publicado pela primeira vez em 1847 (e vocês achando que Crime e Castigo, de 1866, era velhinho né?). O exemplar que eu li, e está aqui em casa, foi da Vó Sheila, a mãe do Nick, que mora numa cidade bem perto da cidade natal das irmãs Brontë, no norte da Inglaterra. Ela me deu a última vez que estive lá. Anyway, é um livro de bolso da editora Penguin publicado em 1953.
Eu gostei muito esse livro, a história de amor do Heathcliff com a Cathy é emocionante. A narração é feita pelo vizinho e pela empregada da casa e é em tom de fofoca. Eu acho o Heathcliff um rockstar, e já escrevi um post aqui no blog sobre Wuthering Heights.
Esse livro já virou filmes, séries de tv, adaptações moderninhas e até uma música. Só de pensar que a Emily Brontë escreveu essa trama, que rende tanto até hoje, numa casinha no fundo da igreja onde o pai dela era pastor, em 1847, já é um bom motivo para ler Wuthering Heights.
Wuthering Heights - Emily Brontë
O Morro dos Ventos Uivantes, título em português, foi publicado pela primeira vez em 1847 (e vocês achando que Crime e Castigo, de 1866, era velhinho né?). O exemplar que eu li, e está aqui em casa, foi da Vó Sheila, a mãe do Nick, que mora numa cidade bem perto da cidade natal das irmãs Brontë, no norte da Inglaterra. Ela me deu a última vez que estive lá. Anyway, é um livro de bolso da editora Penguin publicado em 1953.
Eu gostei muito esse livro, a história de amor do Heathcliff com a Cathy é emocionante. A narração é feita pelo vizinho e pela empregada da casa e é em tom de fofoca. Eu acho o Heathcliff um rockstar, e já escrevi um post aqui no blog sobre Wuthering Heights.
Esse livro já virou filmes, séries de tv, adaptações moderninhas e até uma música. Só de pensar que a Emily Brontë escreveu essa trama, que rende tanto até hoje, numa casinha no fundo da igreja onde o pai dela era pastor, em 1847, já é um bom motivo para ler Wuthering Heights.
16.7.10
10 livros em 10 dias - 9) Série de livros que mais gosto
São tantas para escolher, e apelei para o uni duni tê outra vez. Aqui eu poderia colocar O Senhor dos Anéis, ou a dos vampiros de Charlaine Harris, ou os livros do Harry Potter, ou a nacional Plenos Pecados mas fiquei com a divertida...
O Guia do Mochileiro das Galáxias - Douglas Adams
São 5 livros: Guia do Mochileiro das Galaxias, O Restaurante no Fim do Universo; A Vida, O Universo E Tudo Mais (a-do-ro esse título), Até Mais, Obrigado Pelos Peixes!, e Praticamente Inofensiva, que contam a saga de Arthur Dent.
Arthur é um terráqueo que descobre que a terra vai ser destruída para a passagem de uma via intergaláctica. Ford Prefect, amigo alienígena de Arthur, o ensina como pegar carona nas naves e viajar pelas galáxias, sempre levando uma toalha (item imprescindível e de muitas utilidades) e o tal guia que explica tudo e traz um 'Don't Panic' na capa.
O melhor personagem dos livros é Marvin, o robô deprimido e entediado. Genial.
Os 3 primeiros livros são os melhores. O humor inglês de Doug Adams é de primeira e essa é uma série muito divertida. Já virou filme , série de tv e série de rádio.
O Guia do Mochileiro das Galáxias - Douglas Adams
São 5 livros: Guia do Mochileiro das Galaxias, O Restaurante no Fim do Universo; A Vida, O Universo E Tudo Mais (a-do-ro esse título), Até Mais, Obrigado Pelos Peixes!, e Praticamente Inofensiva, que contam a saga de Arthur Dent.
Arthur é um terráqueo que descobre que a terra vai ser destruída para a passagem de uma via intergaláctica. Ford Prefect, amigo alienígena de Arthur, o ensina como pegar carona nas naves e viajar pelas galáxias, sempre levando uma toalha (item imprescindível e de muitas utilidades) e o tal guia que explica tudo e traz um 'Don't Panic' na capa.
O melhor personagem dos livros é Marvin, o robô deprimido e entediado. Genial.
Os 3 primeiros livros são os melhores. O humor inglês de Doug Adams é de primeira e essa é uma série muito divertida. Já virou filme , série de tv e série de rádio.
15.7.10
10 livros em 10 dias - 8) Livro que menos recomendo
Comer, Rezar, Amar - Elizabeth Gilbert
Uma mulher que, depois do divórcio, resolve tirar um ano sabático dividido em 4 meses na Itália, 4 na India e 4 na Indonésia. Na Itália ela come, na India ela reza, e na Indonésia ela ama. Era para ser uma viagem de autoconhecimento, mas só é um livro mulherzinha, e não muito bom. Poderia ser interessante, mas não é. É um auto-ajuda disfarçado, e nem é eficiente como tal.
Escrevi um post aqui no blog sobre esse livro, que foi me foi recomendado por amigas, mas eu não repasso a recomendação.
Aliás, acho que o filme vai ser beeeem melhor. A Julia Roberts é a protagonista e tem Javier Bardem e James Franco no elenco (delícia).
Uma mulher que, depois do divórcio, resolve tirar um ano sabático dividido em 4 meses na Itália, 4 na India e 4 na Indonésia. Na Itália ela come, na India ela reza, e na Indonésia ela ama. Era para ser uma viagem de autoconhecimento, mas só é um livro mulherzinha, e não muito bom. Poderia ser interessante, mas não é. É um auto-ajuda disfarçado, e nem é eficiente como tal.
Escrevi um post aqui no blog sobre esse livro, que foi me foi recomendado por amigas, mas eu não repasso a recomendação.
Aliás, acho que o filme vai ser beeeem melhor. A Julia Roberts é a protagonista e tem Javier Bardem e James Franco no elenco (delícia).
14.7.10
10 livros em 10 dias - 7) Livro que mais recomendo
É difícil escolher um só para indicar, tem tantos livros bons em diferentes assuntos. Gostaria de recomendar vários, mas decidi indicar um dos melhores livros que li ano passado.
Não Me Abandone Jamais - Kazuo Ishiguro
Sim, eu sei, o título parece que foi tirado de Meu Erro dos Paralamas, mas não se deixe enganar por ele, o livro é muito bom. Eu comprei esse livro depois de ler esse post, e li de uma vez, sem parar.
Kazuo Ishiguro é japonês-britânico, ele nasceu no Japão mas foi morar criança em Surrey. Outro livro conhecido dele é: Os Vestígios do Dia, que deu origem ao ótimo filme de mesmo nome com o Anthony Hopkins (que ele faz um mordomo inglês contido).
Não Me Abandone Jamais conta a história de Kathy e seus amigos, Ruth e Tommy, nos anos que frequentam o internato de Hailsham, e também depois que saem da escola.
No início do livro, Kathy já tem 31 anos e está prestes a deixar a função de cuidadora. Ela passa a lembrar seu passado até ali.
Hailsham não é uma escola tradicional, percebemos pelo jeito que os professores tratam os alunos, com enfase na saúde e em mantê-los dentro dos muros da escola. Lá as crianças e adolescentes, além de passear no belo bosque e gramado da escola, são estimulados, a produzirem arte, e a Madame escolhe os melhores trabalhos e coloca numa galeria.
Depois que saem do internato vão morar em uma cottage, onde eles começam a ter contato com o mundo exterior e são livres para explorar até o início de suas funções.
A narração de Kathy é ingênua, que cabe muito bem no livro e só percebemos porque no fim.
É difícil falar desse livro sem dar spoiler, e o melhor é a surpresa crescente, aquela que você acha que é e não quer que seja, mas você pode estar certa.
É um livro sensível, sútil e melancólico. Kazuo Ishiguro nos apresenta uma situação estranha, quase fantástica, e nos faz aceitar e pensar na possibilidade dessa realidade.
Pelo trailer, o filme, que vai ser lançado esse ano, parace que vai ser tão bom quanto o livro. Tem Keira Knightley, Carey Mulligan e Andrew Garfield no elenco.
Não Me Abandone Jamais - Kazuo Ishiguro
Sim, eu sei, o título parece que foi tirado de Meu Erro dos Paralamas, mas não se deixe enganar por ele, o livro é muito bom. Eu comprei esse livro depois de ler esse post, e li de uma vez, sem parar.
Kazuo Ishiguro é japonês-britânico, ele nasceu no Japão mas foi morar criança em Surrey. Outro livro conhecido dele é: Os Vestígios do Dia, que deu origem ao ótimo filme de mesmo nome com o Anthony Hopkins (que ele faz um mordomo inglês contido).
Não Me Abandone Jamais conta a história de Kathy e seus amigos, Ruth e Tommy, nos anos que frequentam o internato de Hailsham, e também depois que saem da escola.
No início do livro, Kathy já tem 31 anos e está prestes a deixar a função de cuidadora. Ela passa a lembrar seu passado até ali.
Hailsham não é uma escola tradicional, percebemos pelo jeito que os professores tratam os alunos, com enfase na saúde e em mantê-los dentro dos muros da escola. Lá as crianças e adolescentes, além de passear no belo bosque e gramado da escola, são estimulados, a produzirem arte, e a Madame escolhe os melhores trabalhos e coloca numa galeria.
Depois que saem do internato vão morar em uma cottage, onde eles começam a ter contato com o mundo exterior e são livres para explorar até o início de suas funções.
A narração de Kathy é ingênua, que cabe muito bem no livro e só percebemos porque no fim.
É difícil falar desse livro sem dar spoiler, e o melhor é a surpresa crescente, aquela que você acha que é e não quer que seja, mas você pode estar certa.
É um livro sensível, sútil e melancólico. Kazuo Ishiguro nos apresenta uma situação estranha, quase fantástica, e nos faz aceitar e pensar na possibilidade dessa realidade.
Pelo trailer, o filme, que vai ser lançado esse ano, parace que vai ser tão bom quanto o livro. Tem Keira Knightley, Carey Mulligan e Andrew Garfield no elenco.
13.7.10
10 livros em 10 dias - 6) Livro que menos me fez ter a atenção nele
Ulisses - James Joyce
O livro narra um dia na vida de Leopold Bloom enquanto ele anda por Dublin, e cada capítulo tem um estilo, voz ou forma diferente. James Joyce experimentou bastante. A edição que tenho é comentada, pela tradutora, no final do livro. Ela relaciona os capítulos de Ulisses com as passagens de A Odisséia, de Homero. A leitura é um estudo.
Eu até comecei disciplinada, lia um capítulo por dia, mas depois do 6º capítulo tudo era motivo para não ler, até ficar olhando para o nada. A história é boa, as formas narrativas são interessantes, mas não é um livro fácil, e exige muita atenção. Por algum motivo eu não consegui me concentrar nele, vivia tendo que ler a mesma página várias vezes porque esquecia tudo, e larguei na metade.
Tenho planos de voltar a ler, mas como já faz muito tempo que parei na metade, vou ter que começar tudo outra vez. *suspiro*
O livro narra um dia na vida de Leopold Bloom enquanto ele anda por Dublin, e cada capítulo tem um estilo, voz ou forma diferente. James Joyce experimentou bastante. A edição que tenho é comentada, pela tradutora, no final do livro. Ela relaciona os capítulos de Ulisses com as passagens de A Odisséia, de Homero. A leitura é um estudo.
Eu até comecei disciplinada, lia um capítulo por dia, mas depois do 6º capítulo tudo era motivo para não ler, até ficar olhando para o nada. A história é boa, as formas narrativas são interessantes, mas não é um livro fácil, e exige muita atenção. Por algum motivo eu não consegui me concentrar nele, vivia tendo que ler a mesma página várias vezes porque esquecia tudo, e larguei na metade.
Tenho planos de voltar a ler, mas como já faz muito tempo que parei na metade, vou ter que começar tudo outra vez. *suspiro*
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