O 'co-autor' Seth Grahame-Smith acordou um dia e pensou: "que tal pegar um clássico da Jane Austen como Orgulho e Preconceito e dar uma apimentada na história colocando uns zumbis?", mas aí dois segundos depois ele pensou melhor: "Hum, vou fazer isso da maneira mais fácil e ganhar uns trocados. Vou pegar o texto original, adiciono zumbis no fim das frases e deixo a Jane Austen como co-autora. Gênio."
E o Sr. Seth fez exatamente isso. Fácil assim. Ele nem se deu o trabalho de colocar alguma trama a mais, nem explicar direito o surgimento da tal praga que resultou nos zumbis, nem se era uma coisa restrita a Inglaterra ou ao resto do mundo, ou seja, nenhuma novidade.
A idéia é boa, nem sei se ele tinha intenção de fazer a história das irmãs Bennett um pouco mais interessante para um público mais jovem (ou mais nerd), mas não foi bem executada.
(Alguns SPOILERS a seguir)
As irmãs Bennett foram transformadas em lutadoras treinadas na China pelo mestre Shaolin. Elas detém algum segredo que hora nenhuma é revelado. Apesar de todo treinamento para matar os zumbis elas só se preocupam mesmo com os rapazes vizinhos e em casar. A mãe delas continua uma chata nesse livro. O pai delas é um guerreiro também treinado, mas continua sem dinheiro e sua casa ameaçada de ser tomada pelo Sr. Collins.
As casas tem dojos e elas lutam com espadas e mosquetes. Detalhes que não fazem a menor diferença.
A história segue IDÊNTICA ao livro original (principalmente os diálogos) com zumbis aqui e ali. Exemplo: o Sr. Seth enfiou uns zumbis no baile inicial, tipo, estão bailando e de repente os zumbis invadem a cozinha e a Elizabeth mostra seus dotes de lutadora que impressionam o Sr. Darcy (que foi treinado no Japão e se acha superior por isso).
Os personagens estão sempre encontrando zumbis nas estradas e ainda assim viajam bastante. Londres é uma cidade murada divida em setores e mais nada é explicado sobre a situação.
Mesmo sendo exímias lutadoras, as mocinhas devem abandonar tal ofício depois que casam. Oi?
O Sr. Seth só teve coragem de transformar uma personagem secundária em zumbi, até foi interessante, poderia ter sido mais.
Os Bennetts colocavam couve-flor nas redondezas para enganar os zumbis e depois matá-los. Oh, really? Estou esperando o dia que o pessoal de The Walking Dead vai descobrir esse truque.
A heroína Elizabeth é boa com a espada, não tem problema nenhum em matar os zumbis e algumas pessoas. Quando o Sr. Darcy se declara a primeira vez, ela o trata a socos e ponta-pés, literalmente, mas depois eles até matam alguns zumbis juntos, de mãos dadas, num passeio ao ar livre.
A essência dos personagens foi mantida, exceto o Sr. Darcy. Não sei se o Sr. Seth achava que o Sr. Darcy não era macho suficiente no livro original e decidiu que ele seria mais, na falta de palavra melhor, violento (vê-se que o Sr. Seth não entende nada de homem, nem de mulher). O Sr. Darcy desse livro é um sádico. Primeiro ele quebra as pernas do Wickham quando são crianças e dá a desculpa que era para ele não chutar mais ninguém.(Oi?) Depois bate (muito) na empregada que ajuda o Wickham a fugir com sua irmã. Depois, já no fim, quando ele está saldando as dívidas do Wickham e o obrigando a casar com a chatinha da Lydia Bennett, o Sr. Darcy decide deixar o Wickham tetraplégico para garantir que ele não vai fugir da Lydia. Isso mesmo, ele dá uma surra no Wickham, com vontade. WTF?? Nesse momento a Jane Austen desejou comer (e cuspir) o cérebro do Sr. Seth. Eu também.
(fim dos Spoilers)
Até pensei em comprar esse livro quando saiu, mas não comprei, veio parar na minha mão depois de uma troca de livros que fiz no Skoob.
Aconselho ler o original da Jane Austen, o texto é uma delícia, não precisa dos zumbis para ficar moderno. E para quem quer uma versão atualizada da mesma história pega O Diário de Bridget Jones, que é mulherzinha sim, e é super engraçado.
20.11.11
19.11.11
Mais uma do Jones (6)
"Senti que estava na hora de entrar em contato com as minhas raízes."
E assim o Jones foi fazer aula de forró. (segundo testemunhas, ele cuspiu a vassoura e apresenta um jogo de cintura eficiente)
17.11.11
DJ for the night
O Ney é DJ no Fafi toda quarta-feira e, as vezes, ele chama os amigos para dividir a pick up com ele. Ontem foi a minha vez, junto com o Rafael e o Lucas.
Ser DJ não é uma coisa fácil, quem me segue no twitter sabe que uma das coisas que mais tuíto quando saio a noite é:
Sim, eu sou chata. Então chegou a minha vez de estar do outro lado.
Com ajuda do iPod, do Genius do iTunes e das minhas playlists de corrida, escolhi 40 músicas. Não precisava de tantas porque só ia tocar 2 sets de meia hora, mas é sempre bom ter opções. Ainda bem que quarta-feira é o dia do Vale Tudo no som (e vale tudo mesmo, de Maria Bethânia a Kaiser Chiefs), então facilita um pouco o trabalho. Depois de uma aula relâmpago de como usar o programa que toca as músicas, era hora da estréia.
Por incrível que pareça, o difícil não é levar o pessoal para a pista de dança, tarefa árdua é manter a pista cheia. Felizmente nosso público era o melhor, cheio de amigos, e, depois de algumas cervejas, todo mundo dança e canta. Bom demais!
(se por acaso alguém repetiu o meu tweet aí de cima ontem a noite, eu entendo)
13.11.11
A pele que habito
O Pedro Almodovar é capaz de pegar um possível dramalhão mexicano de 200 capítulos e transformar em um filme de arte.
Dessa vez não foi diferente, mesmo explorando um genero que não costuma ser o seu (ficção científica e suspense), ele manteve a atenção nas relações pessoais e introspectivas.
O médico é uma espécie de Dr. Frankenstein que cria o monstro e a noiva. E no meio de tudo isso tem drama familiar como o Almodovar gosta.
Confesso que pouca coisa no filme me surpreendeu, ainda mais depois de ver algumas temporadas de Nip/Tuk, mas traz uma reflexão interessante sobre vingança e aceitação do corpo, porque, afinal de contas, é só a pele que habitamos e não, necessariamente, quem somos.
A Tia Helo diria 517 "Ai, Jesus!" para o homem fantasiado de tigre.
12.11.11
Momento TOC: Top 10 Comprei pelo título
Essa semana o Pedro Almodovar lançou um livro sobre sua trajetória no cinema com o título "The Pedro Almodovar Archives". Achei um ótimo título. Se fosse um livro de ficção seria mais bacana, compraria sem folhear. Então decidi fazer uma lista dos livros que comprei, nos últimos anos, só pelo título, sem nem saber da sinopse.
1) Como Me Tornei Estúpido, de Martin Page. Com um título desses, praticamente um auto-ajuda, eu tinha que ler, né? E gostei muito, risadas garantidas.
2) A Gente Se Acostuma Com O Fim Do Mundo, também do Martin Page. Um título filosófico eu não podia deixar passar. Pena que não é tão divertido quanto o anterior, mas vale a pena.
3) All My Friends Are Superheroes de Andy Kaufman. No mínimo curioso alguém que todos os amigos são super heróis, e o livro é uma fábula sobre o amor. Fofo.
4) Breve História De Quase Tudo, de Bill Bryson. Esse título é irresistível para curiosos. E o livro é isso mesmo, do big bang a evolução das espécies de uma forma que todos entendem.
5) Skippy Dies de Paul Murray. Como assim Skippy morre? Quem, ou o que, é Skippy? Morre de que, como? Já li e descobri tudo isso.
6) Mentes Criminosas e Crimes Assustadores de John Douglas e Mark Olshaker. Como eu tenho a maior curiosidade com serial killers esse livro me pegou na primeira parte do título: mentes criminosas.
7) Extremely Loud & Incredibly Close de Jonathan Safran Foer. Acho que foi o extremamente e o incrivelmente que me atraíram. Um livro sensível sobre um menino atrás de decifrar uma mensagem deixada por seu pai que morreu nas torres gêmeas.
8) Drinking At The Movies de Julia Wertz. Lembrei de um amigo que levava uma garrafa de vinho para dentro do cinema e imaginei que seriam críticas alcoolizadas de filmes, mas não, é uma graphic novel sobre a mudança de uma escritora de San Francisco para NY. É divertido, mas fica a dica para quem quiser escrever um livro sobre filmes depois de tomar umas no cinema.
9) The Imperfectionists de Tom Rachman. Se fosse Os Perfeccionistas eu não teria comprado esse livro, a imperfeição tem mais graça. Um ótimo livro sobre os funcionários de um jornal de lingua inglesa em Roma.
10) De Cada Amor Tu Herdarás Só o Cinismo do Arthur Dapieve. Como resistir um livro com título de novela mexicana? O livro é legal, nada especial, mas tem muita referência pop, especialmente de música.
Da próxima vez faço uma lista dos que eu comprei pela capa.
1) Como Me Tornei Estúpido, de Martin Page. Com um título desses, praticamente um auto-ajuda, eu tinha que ler, né? E gostei muito, risadas garantidas.
2) A Gente Se Acostuma Com O Fim Do Mundo, também do Martin Page. Um título filosófico eu não podia deixar passar. Pena que não é tão divertido quanto o anterior, mas vale a pena.
3) All My Friends Are Superheroes de Andy Kaufman. No mínimo curioso alguém que todos os amigos são super heróis, e o livro é uma fábula sobre o amor. Fofo.
4) Breve História De Quase Tudo, de Bill Bryson. Esse título é irresistível para curiosos. E o livro é isso mesmo, do big bang a evolução das espécies de uma forma que todos entendem.
5) Skippy Dies de Paul Murray. Como assim Skippy morre? Quem, ou o que, é Skippy? Morre de que, como? Já li e descobri tudo isso.
6) Mentes Criminosas e Crimes Assustadores de John Douglas e Mark Olshaker. Como eu tenho a maior curiosidade com serial killers esse livro me pegou na primeira parte do título: mentes criminosas.
7) Extremely Loud & Incredibly Close de Jonathan Safran Foer. Acho que foi o extremamente e o incrivelmente que me atraíram. Um livro sensível sobre um menino atrás de decifrar uma mensagem deixada por seu pai que morreu nas torres gêmeas.
8) Drinking At The Movies de Julia Wertz. Lembrei de um amigo que levava uma garrafa de vinho para dentro do cinema e imaginei que seriam críticas alcoolizadas de filmes, mas não, é uma graphic novel sobre a mudança de uma escritora de San Francisco para NY. É divertido, mas fica a dica para quem quiser escrever um livro sobre filmes depois de tomar umas no cinema.
9) The Imperfectionists de Tom Rachman. Se fosse Os Perfeccionistas eu não teria comprado esse livro, a imperfeição tem mais graça. Um ótimo livro sobre os funcionários de um jornal de lingua inglesa em Roma.
10) De Cada Amor Tu Herdarás Só o Cinismo do Arthur Dapieve. Como resistir um livro com título de novela mexicana? O livro é legal, nada especial, mas tem muita referência pop, especialmente de música.
Da próxima vez faço uma lista dos que eu comprei pela capa.
10.11.11
Brincando com a La Sardina
Aderi a lomography (maquinas fotográficas analógicas, old school) de vez e, depois de me divertir com a Diana Mini, comprei uma camera nova para brincar. Dessa vez escolhi a La Sardina, uma camera com lente grande angular.
A camera tem 2 posições de foco, perto e longe, e 2 posições de entrada de luz, normal e para pouca luz. Facilita a regulagem na hora de tirar fotos.
A La Sardina também tem um botão com a opção de voltar um frame do filme e outro que pode voltar o filme para qualquer posição e fazer fotos sobrepostas. É uma surpresa.
A grande angular é ótima para paisagens e para dar um efeito amplo em fotos tiradas mais perto. A La Sardina usa filme 35mm e as fotos são no formato retangular tradicional.
Comprei o filme redscale para experimentar e gostei do resultado de algumas fotos. Ficaram todas entre amarelo e vermelho, dando um ar antigo e apocalíptico as fotos.
Aqui estão algumas:
Mais fotos no Flickr.
A camera tem 2 posições de foco, perto e longe, e 2 posições de entrada de luz, normal e para pouca luz. Facilita a regulagem na hora de tirar fotos.
A La Sardina também tem um botão com a opção de voltar um frame do filme e outro que pode voltar o filme para qualquer posição e fazer fotos sobrepostas. É uma surpresa.
A grande angular é ótima para paisagens e para dar um efeito amplo em fotos tiradas mais perto. A La Sardina usa filme 35mm e as fotos são no formato retangular tradicional.
Comprei o filme redscale para experimentar e gostei do resultado de algumas fotos. Ficaram todas entre amarelo e vermelho, dando um ar antigo e apocalíptico as fotos.
Aqui estão algumas:
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| o por do sol fica lindo com esse filme |
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| milford sound amarelo |
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| downtown sydney |
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| e essa fileira de arvores? |
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| cachoeiras sobrepostas |
Mais fotos no Flickr.
6.11.11
Séries: início de temporada
Já organizei as fotos da viagem e finalmente consegui colocar as séries em dia, então vamos a esse início de temporada.
Primeiro as novidades:
Homeland - série nova com a Claire Danes e o ruivinho Damian Lewis. É sobre um sargento que ficou sumido/preso no Iraque por 8 anos. Ele retorna para casa e, obviamente, a adaptação de volta não é uma coisa fácil. Além disso a agente Carrie suspeita que ele é um agente duplo, que foi convencido pelo inimigo a espionar nos USA. Série TENSA e muito boa.
Pan Am - os anos 60 são bem retratados nessa série (não tão bem quanto Mad Men), mas o que essa série tem de legal é a nostalgia da época que as comissárias eram legais (hoje em dia elas só mandam).
American Horror Story - BIZARRA. É sobre uma casa onde muitas coisas acontecem, fantasmas convivem com os atuais proprietários e coisas estranhas acontecem. Até agora gostei e vou continar assistindo. Tem alguns sustos bons.
A Gifted Man - médico neurocirurgião passa a ver e falar com o fantasma da esposa morta, que era médica de família numa clínica. É mais um novelão. Nada que me interesse, mas gosto do Patrick Wilson (apesar de não achar que ele seja bom ator) e qualquer possibilidade dele tirar a camisa está valendo. Também gostei de outros personagens, inclusive da esposa morta. Vamos ver.
Once Upon a Time - o pessoal dos contos de fadas veio parar numa cidadezinha no mundo real e a filha da Branca de Neve com o Principe Encantado vai ter que descobrir esse mistério. Até agora só teve 2 episódios e gostei tanto da Regina, a rainha má, que vou ver os outros.
New Girl - achei fofo a Zoey Deschanel indo morar om 3 caras. Divertido.
Person of Interest - ainda não entendi bem essa série com o Ben de Lost e o bonitão Jim Caviezel. Uma máquina sabe quem vai cometer ou sofrer um ato letal e os dois tentam evitar. É isso? Pensando seriamente se continuo, vou ver na tv.
As séries de sempre:
Sons Of Anarchy - já está na metade da temporada e continua ótima! Muita coisa acontecendo no clube dos motoqueiros e o novo agente federal é muito mais inteligente do que a mulher da temporada passada. Prevejo muitas mudanças na turma do SAMCRO.
Dexter - Ainda está para aparecer um serial killer melhor do que o Trinity, mas esse Doomsday Killer, ou melhor, a dupla de assassinos, é bem curiosa, no mínimo super detalhista. Deb agora é a tenente e manda em to-dos, fu****g awsome! E o Dexter tem um amigo, vamos ver se esse não morre. O Harrison continua fofo.
Fringe - voltou lenta, com o mistério do Peter ainda em alta, mas está melhorando. O Walter continua sendo a melhor coisa da série.
Hawaii 5-0 - o McGerrett voltou para o time e agora ele quer descobrir junto com o Locke (sim, ele também está nessa série) o mistério do pai dele. Continua sendo a melhor série pipoca no ar.
The Good Wife - a temporada nem está na metade e já aconteceu tanta coisa. A boa esposa é uma nova mulher e essa série continua sendo o melhor drama da tv aberta.
Grey's voltou bem, sem grandes dramas além da separação da Meredith e é o melhor novelão no ar.
House - ainda não decidi se vou abandonar, o episódio na prisão foi muito bom, mas depois apareceu aquela médica coreana com cara de sessão da tarde, ou namorada do Scott Pilgrim, e não gostei. Anyway, o House está de volta ao hospital, o Foreman é o chefe dele e, pelo menos, deram um sumiço no Taub. Kd Dr. Chase?
The Vampire Diaries - sim, eu ainda assisto essa série. Guilty pleasure das boas. Quando acho que não tem mais o que inventar, eles inventam. Agora o Vampiro Damon se juntou a Elena para ver se tira o chatinho do Stefan das garras do vampiro/lobisomem (isso mesmo, um híbrido) Klaus.
Criminal Minds ainda tem gás.
Parks & Recreation voltou leve, assim como Community, ainda muito engraçadas. Modern family continua divertida, HIMYM está perdendo a graça, deviam mostrar logo a tal mãe.
Desisti de The Office (só ri muito do 8x04 porque tinha o primo Mose e se passou na fazenda do Dwight), o Andy Bernard de chefe não me convenceu. Foi uma decisão difícil, adoro o resto do escritório, mas não estava dando mais. Outra que foi para o lixo: Glee, nem vi início da terceira temporada. The Big Bang Theory perdeu totalmente a graça, deletando.
30 Rock ainda não voltou e aguardo ansiosamente o retorno do Don Draper e Mad Men em janeiro.
Primeiro as novidades:
Homeland - série nova com a Claire Danes e o ruivinho Damian Lewis. É sobre um sargento que ficou sumido/preso no Iraque por 8 anos. Ele retorna para casa e, obviamente, a adaptação de volta não é uma coisa fácil. Além disso a agente Carrie suspeita que ele é um agente duplo, que foi convencido pelo inimigo a espionar nos USA. Série TENSA e muito boa.
Pan Am - os anos 60 são bem retratados nessa série (não tão bem quanto Mad Men), mas o que essa série tem de legal é a nostalgia da época que as comissárias eram legais (hoje em dia elas só mandam).
American Horror Story - BIZARRA. É sobre uma casa onde muitas coisas acontecem, fantasmas convivem com os atuais proprietários e coisas estranhas acontecem. Até agora gostei e vou continar assistindo. Tem alguns sustos bons.
A Gifted Man - médico neurocirurgião passa a ver e falar com o fantasma da esposa morta, que era médica de família numa clínica. É mais um novelão. Nada que me interesse, mas gosto do Patrick Wilson (apesar de não achar que ele seja bom ator) e qualquer possibilidade dele tirar a camisa está valendo. Também gostei de outros personagens, inclusive da esposa morta. Vamos ver.
Once Upon a Time - o pessoal dos contos de fadas veio parar numa cidadezinha no mundo real e a filha da Branca de Neve com o Principe Encantado vai ter que descobrir esse mistério. Até agora só teve 2 episódios e gostei tanto da Regina, a rainha má, que vou ver os outros.
New Girl - achei fofo a Zoey Deschanel indo morar om 3 caras. Divertido.
Person of Interest - ainda não entendi bem essa série com o Ben de Lost e o bonitão Jim Caviezel. Uma máquina sabe quem vai cometer ou sofrer um ato letal e os dois tentam evitar. É isso? Pensando seriamente se continuo, vou ver na tv.
As séries de sempre:
Sons Of Anarchy - já está na metade da temporada e continua ótima! Muita coisa acontecendo no clube dos motoqueiros e o novo agente federal é muito mais inteligente do que a mulher da temporada passada. Prevejo muitas mudanças na turma do SAMCRO.
Dexter - Ainda está para aparecer um serial killer melhor do que o Trinity, mas esse Doomsday Killer, ou melhor, a dupla de assassinos, é bem curiosa, no mínimo super detalhista. Deb agora é a tenente e manda em to-dos, fu****g awsome! E o Dexter tem um amigo, vamos ver se esse não morre. O Harrison continua fofo.
Fringe - voltou lenta, com o mistério do Peter ainda em alta, mas está melhorando. O Walter continua sendo a melhor coisa da série.
Hawaii 5-0 - o McGerrett voltou para o time e agora ele quer descobrir junto com o Locke (sim, ele também está nessa série) o mistério do pai dele. Continua sendo a melhor série pipoca no ar.
The Good Wife - a temporada nem está na metade e já aconteceu tanta coisa. A boa esposa é uma nova mulher e essa série continua sendo o melhor drama da tv aberta.
Grey's voltou bem, sem grandes dramas além da separação da Meredith e é o melhor novelão no ar.
House - ainda não decidi se vou abandonar, o episódio na prisão foi muito bom, mas depois apareceu aquela médica coreana com cara de sessão da tarde, ou namorada do Scott Pilgrim, e não gostei. Anyway, o House está de volta ao hospital, o Foreman é o chefe dele e, pelo menos, deram um sumiço no Taub. Kd Dr. Chase?
The Vampire Diaries - sim, eu ainda assisto essa série. Guilty pleasure das boas. Quando acho que não tem mais o que inventar, eles inventam. Agora o Vampiro Damon se juntou a Elena para ver se tira o chatinho do Stefan das garras do vampiro/lobisomem (isso mesmo, um híbrido) Klaus.
Criminal Minds ainda tem gás.
Parks & Recreation voltou leve, assim como Community, ainda muito engraçadas. Modern family continua divertida, HIMYM está perdendo a graça, deviam mostrar logo a tal mãe.
Desisti de The Office (só ri muito do 8x04 porque tinha o primo Mose e se passou na fazenda do Dwight), o Andy Bernard de chefe não me convenceu. Foi uma decisão difícil, adoro o resto do escritório, mas não estava dando mais. Outra que foi para o lixo: Glee, nem vi início da terceira temporada. The Big Bang Theory perdeu totalmente a graça, deletando.
30 Rock ainda não voltou e aguardo ansiosamente o retorno do Don Draper e Mad Men em janeiro.
30.10.11
As fotos da viagem
Africa
Bali
New Zealand
Australia (tem todas as fotos em um set, mas também divididas em Sydney, Melbourne, Great Ocean Road, Adelaide e Perth)
28.10.11
Analisando a música: Down Under (Men at Work)
Down Under é como os ingleses chamam a Australia, que é localizada no hemisfério sul, ou seja, para quem está lá em cima, no norte, os australianos estão lá embaixo, do outro lado do mundo.
O Colin Hay é um escocês que imigrou para Australia, com a família, aos 14 anos. Depois, 1978, lá em St. Kilda, Melbourne, ele se juntou com uns amigos e formaram o Men At Work. E nada melhor do que começar uma carreira de sucesso com uma música sobre a Australia, que virou um tipo de hino nacional (cantaram no encerramento das Olimpíadas de Sydney). Aposto que quando você pensa em música da Australia essa é a primeira que vem a cabeça.
Down Under é sobre um australiano que viaja o mundo e onde ele vai é identificado como um aussie, com orgulho, e encontra outros australianos.
Traveling in a fried-out kombi
On a hippie trail, head full of zombie
I met a strange lady, she made me nervous
She took me in and gave me breakfast
And she said, "Do you come from a land down under?
Where women glow and men plunder?"
Logo no começo ele está numa Kombi saindo fumaça com hippies chapados, aí ele encontra uma mulher, que o deixou nervoso, mas ela o trouxe para dentro e ainda fez o café da manhã. Ela sacou de onde ele vinha e mesmo assim pergunta: "Você vem lá de baixo? Onde as mulheres brilham e os homens saqueiam/roubam?". Traduzindo: as mulheres são super felizes porque tem aqueles homens todos que tomam leitinho, e os homens roubam....bem, roubavam, há muito tempo, na Inglaterra, por isso foram parar na Australia (ou, é uma referência aos que exploram/roubam do país).
Buying bread from a man in Brussels
He was six foot four and full of muscles
I said, "Do you speak-a my language?"
He just smiled and gave me a vegemite sandwich
And he said, "I come from a land down under
Where beer does flow and men chunder"
Depois ele vai parar numa padaria em Bruxelas, conhece um homem muito alto, forte, e pergunta se ele fala sua língua, no que o gigante lhe da um sanduíche de Vegemite e responde "Eu venho lá de baixo, onde, é verdade, a cerveja flui e os homens vomitam". Concluí-se que: 1) os australianos estão em todo canto do mundo, até vendendo pão na Bélgica. 2)Vegemite é uma pasta meio azeda, só quem come aquilo são eles (deve ser gosto adquirido desde criança), e 3) os australianos bebem muito, fato.
Lying in a den in Bombay
With a slack jaw, and not much to say
I said to the man, "Are you trying to tempt me
Because I come from the land of plenty?"
And he said, "Oh! Do you come from a land down under? (oh yeah yeah)
Where women glow and men plunder?"
Aí ele vai parar na India, no calor, com preguiça até de falar. Não sei o que o homem estava oferecendo, mas ele pergunta "Isso é uma tentação? Olha, eu venho da terra da fartura, tá?". Falou em fartura o homem já adivinha que ele vem de Down Under, onde as mulheres brilham e os homens saqueiam. Eu sei que fartura é essa.
Can't you hear, can't you hear the thunder?
You better run, you better take cover.
Estão escutando o trovão? É melhor correr e se proteger.
Lá vem os aussies!
UPDATE (sete anos depois....): saiu esse video com o próprio Colin Hay falando sobre a música. Ele diz que na verdade é sobre a exploração da Australia, sobre quem quer lucrar a curto prazo e que os trovões vindo são os que dizem querer desenvolver o país chegando com a exploração imobiliária (e relaciona isso com o video). MAS que, no fim, é sim uma música celebrando a Australia, tanto que foi usado pelos vencedores australianos do America's Cup e foi assim que virou quase hino nacional da Australia.
Ainda prefiro achar que os trovões são os australianos vindo, são poucos mas fazem barulho. Adoro. Um beijo Australia.
O Colin Hay é um escocês que imigrou para Australia, com a família, aos 14 anos. Depois, 1978, lá em St. Kilda, Melbourne, ele se juntou com uns amigos e formaram o Men At Work. E nada melhor do que começar uma carreira de sucesso com uma música sobre a Australia, que virou um tipo de hino nacional (cantaram no encerramento das Olimpíadas de Sydney). Aposto que quando você pensa em música da Australia essa é a primeira que vem a cabeça.
Down Under é sobre um australiano que viaja o mundo e onde ele vai é identificado como um aussie, com orgulho, e encontra outros australianos.
Traveling in a fried-out kombi
On a hippie trail, head full of zombie
I met a strange lady, she made me nervous
She took me in and gave me breakfast
And she said, "Do you come from a land down under?
Where women glow and men plunder?"
Buying bread from a man in Brussels
He was six foot four and full of muscles
I said, "Do you speak-a my language?"
He just smiled and gave me a vegemite sandwich
And he said, "I come from a land down under
Where beer does flow and men chunder"
Depois ele vai parar numa padaria em Bruxelas, conhece um homem muito alto, forte, e pergunta se ele fala sua língua, no que o gigante lhe da um sanduíche de Vegemite e responde "Eu venho lá de baixo, onde, é verdade, a cerveja flui e os homens vomitam". Concluí-se que: 1) os australianos estão em todo canto do mundo, até vendendo pão na Bélgica. 2)Vegemite é uma pasta meio azeda, só quem come aquilo são eles (deve ser gosto adquirido desde criança), e 3) os australianos bebem muito, fato.
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| argh. |
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| é cerveja que não acaba mais |
With a slack jaw, and not much to say
I said to the man, "Are you trying to tempt me
Because I come from the land of plenty?"
And he said, "Oh! Do you come from a land down under? (oh yeah yeah)
Where women glow and men plunder?"
Aí ele vai parar na India, no calor, com preguiça até de falar. Não sei o que o homem estava oferecendo, mas ele pergunta "Isso é uma tentação? Olha, eu venho da terra da fartura, tá?". Falou em fartura o homem já adivinha que ele vem de Down Under, onde as mulheres brilham e os homens saqueiam. Eu sei que fartura é essa.
Can't you hear, can't you hear the thunder?
You better run, you better take cover.
Estão escutando o trovão? É melhor correr e se proteger.
Lá vem os aussies!
UPDATE (sete anos depois....): saiu esse video com o próprio Colin Hay falando sobre a música. Ele diz que na verdade é sobre a exploração da Australia, sobre quem quer lucrar a curto prazo e que os trovões vindo são os que dizem querer desenvolver o país chegando com a exploração imobiliária (e relaciona isso com o video). MAS que, no fim, é sim uma música celebrando a Australia, tanto que foi usado pelos vencedores australianos do America's Cup e foi assim que virou quase hino nacional da Australia.
Ainda prefiro achar que os trovões são os australianos vindo, são poucos mas fazem barulho. Adoro. Um beijo Australia.
20.10.11
Perth (2)
Da primeira vez pela cidade a volta foi super rapida, 50 minutos, mas da segunda vez, com mais tempo, pude ver um pouco mais.
Perth eh menor do que Sydney, Melbourne e Adelaide, percebe-se isso pelo tamanho do CBD, e pelo numero de predios que a cidade tem. Aqui é tudo tranquilo: os australianos, o trânsito e o comércio. No worries. Perth é bonita com o rio Swan formando uma especie baia entre a entrada do mar e o resto do seu percurso.
Dessa vez conhecemos o Subiaco, bairro de lojas e restaurantes de Perth. O estilo das casas foi mantido e os estabelecimentos se adaptaram. A Rockeby Road eh a rua principal do comércio.
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| subiaco hotel (pub) |
A cidade tem 3 linhas de onibus gratuitos que circulam o centro da cidade em circuitos diferentes, o sistema CAT eh fantastico. Entao peguei o CAT amarelo do hotel para o centro da cidade onde tem a Murray e a Hay Street, as ruas de pedestres e lojas. Ali me aventurei um pouco mais do que da outra vez e fui ate o Stirling Park, onde tem umas estátuas curiosas, e dali vi um monumento que parecia um foguete, era a Bell Tower (uma torre de sinos modernosa).
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| stirling park |
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| adorei as estatuas dos cangurus |
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| foguete? |
De volta a Hay Street, reparei num prédio estilo tudor que na verdade era uma galeria com todas as lojas no mesmo estilo, e estava cheio de gente tomando café e a caminho do trabalho.
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| hay street |
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| tudor style |
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| street art em perth |
Voltei para o hotel no CAT vermelho, pegamos o carro e fomos ao belíssimo Kings Park, o parque urbano, enorme, com várias trilhas, que fica no alto e tem uma vista fantastica da cidade e do Rio Swan.
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| o jardim botanico fica dentro do parque |
A cidade estava toda pronta para receber a Rainha Elizabeth II que vai para o CHOGM (Commonwealth Head of Government Meeting). Nunca vi gramados tão bem cuidados.
De lá fomos a praia de Cottesloe, onde as casas são grandes e o campo de golfe é na beira da praia. A água do mar estava super azul, alguns australianos estavam estendidos na areia, mas nenhum nadando.
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| no worries |
Seguimos para Fremantle, uma cidade porto na entrada do Rio Swan, primeiro ponto de colonização da area e que ainda tem vários predios antigos. Fremantle também tem uma área no pier, onde os barcos menores saem, com restaurantes e a cervejaria da Little Creatures. A cidade tem uma universidade e muitos jovens.
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| mercado |
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| little creatures |
E, para terminar a volta por Perth e região, fomos ao Swan Valley, area de vinhedos, criação de cavalos e produtos locais. Paramos numa fabrica local de chocolate, todo mundo estava saindo de la com uma bolsinha de compras, inclusive nós.
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| amostra gratis |
E aqui em Perth me despeço, já com saudades, da Australia. Um lugar para voltar sempre.
19.10.11
Adelaide
Chegando em Adelaide pela estrada vimos os vinhedos. Paramos em Stirling, uma das cidadezinhas da regiao, para o almoco antes de entrar na cidade.
Adelaide eh uma cidade planejada, e muito bem, por sinal. Eh uma malha quadrada com duas avenidas principais que vao norte-sul e leste-oeste, em volta outras 4 vias, e, abracando tudo isso, um parque fantastico, como se fosse uma muralha das cidades antigas da Europa.
As avenidas e ruas do CBD de Adelaide sao largas. Eh impressionante que no fim do seculo 19 o arquiteto ja tenha planejado avenidas tao amplas. Os predios altos estao so no centro.
Ao norte da cidade passa o Rio Torrens e do outro lado esta North Adelaide, uma parte antiga da cidade, residencial, tambem rodeada por um parque.
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| rio torrens |
Adelaide eh conhecida como cidade das igrejas, mas eu nao vi tantas assim. Vi mais predios das universidades do que igrejas.
A Rundle Street eh a rua de pedestres e lojas, e alguns predios antigos.
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| tres coisas que tem muito em adelaide: igrejas, parques e cricket |
A Rundle Street eh a rua de pedestres e lojas, e alguns predios antigos.
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| escultura modernosa na rundle st. |
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| abelha no topo do predio |
Saindo da cidade 10km ja se chega em Glenelg, uma cidade de praia, hoje eh quase um bairro de Adelaide (tem um tram que vai direto do centro), mas antigamente era destino de veraneio dos aussies. O mar eh azul, mas deve ser bem gelado (eu so cheguei perto de tenis).
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| o town hall de glenelg tambem eh um museu bacana |
18.10.11
Grampians, cangurus e um coala gigante
Depois de Port Campbell continuamos um pouco no litoral, deu para ver mais algumas pedras no mar, e fomos ate Port Fairy, onde tem um farol (beeeem pequeno).
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| kd farol? |
Do litoral subimos para o parque nacional das Grampians, uma cadeia de montanhas ainda no estado de Victoria. A estrada passa dentro do parque e tem varias areas onde parar e fazer caminhadas. As placas prometiam muitos cangurus, mas nenhum apareceu.
Quando chegamos na cidade de Halls Gap paramos para ver um jogo de cricket e 3 cangurus estavam la assistindo. Confesso que fiquei mais impressionada com o cricket, que nunca tinha visto ao vivo, do que com os cangurus.
Seguindo na estrada vimos um coala gigante e decidimos parar, obvio. Era um mini zoologico com animais de fazenda e alguns locais, inclusive um coala.
Paramos para dormir numa cidade que nao vale a pena mencionar e no dia seguinte seguimos em direcao a Adelaide.
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| micro sono perigoso |
| a solucao eh um super cochilo |
No meio do caminho paramos em Bordertown, ja no estado de South Australia, uma cidade bem pequena mas que sabe fazer seu marketing. O banheiro publico eh onde era a cadeia na epoca da corrida do ouro.
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