30.5.12

Malas prontas

Está tudo arrumado para alguns destinos novos e um conhecido (e favorito).

 



 



Aguardem posts contando a aventura. :)

25.5.12

Momento TOC: séries final de temporada

Algumas séries acabaram, outras foram canceladas, algumas foram renovadas e a maioria continua. Vamos ao que aconteceu nessa última temporada.

House. Everybody Dies. Esse foi o título do último episódio da série que começou com Everybody Lies. O Hugh Laurie fez um episódio especial muito bom sobre a produção de House, nem sempre nos damos conta de quanta gente faz uma série de tv e do trabalho que é. No fim Dr. House teve seu fim Sherlock Holmes style (não foi uma grande surpresa já que o médico é baseado no detetive que por sua vez é baseado num médico amigo do Sir Arthur Conan Doyle. Quem leu os livros ou viu a 2a temporada da série inglesa sabe do que estou falando). Saudades do médico ranzinza e genial.

The Good Wife. Outra excelente temporada, nunca imaginei que veria a Alicia ao lado do Peter em outra campanha, ainda mais quando o motivo era só para irritar o personagem do Matthew Perry (ótimo!). O momento com o Will aconteceu, durou pouco e acabou. Será que eles voltam? Cary voltou para a firma e a Kalinda está esperando o marido sentada numa cadeira com uma arma. TENSO. Espero que na próxima temporada tenha mais Michael J Fox, Matthew Perry e a advogada com 100 filhos.

Fringe. Vimos mais dos 2 mundos e tivemos uma olhadinha num futuro dominado pelos carecas. Peter voltou depois de ter sumido no fim da temporada passada, os mundos tinham pequenas diferenças quando ele voltou (afinal ele nunca tinha existido) e na próxima temporada vamos ver como o mundo vai parar no futuro apocalíptico dos observadores.

Community. Continua a melhor série comédia da temporada. Teve o episódio das realidades alternativas, o do documentário de guerra, o apocalypse now, e o 8-bit fofo. Genial. Pena que o criador da série saiu e tenho minhas dúvidas que a série vai continuar boa na próxima temporada.

30Rock. A temporada foi muito engraçada, a próxima é a última e acho que Liz Lemon vai nos divertir muito.

Parks & Recreation. A temporada foi sobre a eleição da Leslie e ela conseguiu, com muitas risadas no meio do caminho e o Ron Swanson continua sendo a melhor coisa dessa série.

Grey's Anatomy. teve uma excelente temporada até o último episódio. Aliás foi um como-estragar-uma-temporada-no-fim. Poderia ter terminado no penúltimo episódio, ou não ter tido mais uma tragédia absurda. Não sei se vejo a próxima temporada.

Hawaii 5-0. Finalmente sabemos quem é a tal Shelbourne. Ufa! A temporada toda foi ótima, mesmo com o McGarrett indo para rehab e ficando alguns episódios fora. A paisagem no Hawaii continua espetacular e a química do Steve e Danno a melhor da tv.

Desperate Housewives. Chegou ao fim as histórias, dramas, suspenses e fofocas das donas de casa de Wisteria Lane. Uma temporada onde a Bree foi quase presa, (SPOILER) o Mike morreu, Lynette conseguiu o que queria, Gaby ficou famosa e descobrimos que a melhor dona de casa da rua era a Sra. Mcklusky.

The Vampire Diaries. Guilty pleasure. Essa série não para de surpreender. É que nem Av. Brasil, cada episódio é um fim de temporada e o fim dessa foi muito bom. Mudou tudo na pequena Mystic Falls e Elena vai voltar diferente (se é que vocês me entendem).

Criminal Minds teve uma temporada boa com vários serial killers esquisitos (qual não é?) e no fim a JJ se casou e a Prentiss vai sair do BAU. Vamos ver se vem alguém novo para o grupo.

Once Upon A Time. Muitos contos de fadas desvendados, da Branca de Neve até o Pinóquio, e no fim a Regina, Rainha Má e Prefeita da cidade, quase perdeu o poder, mas pela nuvem roxa que estava vindo a próxima temporada vai ser animada.

Smash. O musical sobre a Marilyn Monroe ficou interessante, tem músicas boas, a série se perdeu um pouco no meio, mas eu gosto do diretor canalha e foi renovada. Então vamos ver se o musical chega a Broadway.

Revenge. Melhor novelão da temproada. Até dizem que a trama de Av. Brasil foi kibada dessa série, mas tem muitas diferenças. É muita canastrice junta e exatamente por isso é boa.

Hart of Dixie. Outra guilty pleasure. Uma série fofa, quase como Gilmore Girls, tem uma cidade pequena que adora festivais. Assisto só para ver o Wade (e os minutos finais do último episódio valeram a pena!).

Homeland. A primeira temporada acabou ano passado, mas foi a melhor nova série da temporada. Assistam. Que venha a segunda temporada!

New Girl é a comédia fofa da vez. Acho divertida, e eles inventaram um drinking game.

Awake. Foi cancelada. Uma pena, eu estava gostando do vai vem na cabeça do Detetive Britton, sem saber qual mundo era real e qual era sonho.

Alcatraz foi cancelada justamente, era muito ruim. Não aguentei 3 episódios de Touch. Desisti de Glee (até as música pioraram), The Office e The Big Bang Theory (série nerd mesmo é Community, aposto que até o Sheldon assiste).

Mad Men está excelente, como sempre, ainda faltam 2 episódios para terminar. Depois volto com um post sobre Don Draper, Game of Thrones e The Killing.

Das novas que estrearam: gostei da esquisita Girls, não ri muito com Veep, e Scandal tem uma protagonista chatérrima, mas o resto me deixou curiosa.

True Blood está voltando!



18.5.12

Analisando a música: I Want It That Way (Backstreet Boys)

A Thea deixou um comentário sugerindo analisar essa música, e pedido de leitora (e leitor) é sempre atendido.

Os Backstreet Boys vem de uma longa série de boy bands que começou com os Beatles e os Monkees. Boy bands são, obviamente, conjuntos musicais só de rapazes, geralmente formados com integrantes escolhidos a dedo por executivos da música (ou alguém acha que 5 rapazes vão se juntar espontaneamente para cantar e dançar?). Coisas que definem mesmo as boy bands são as roupas iguais, os passos de dança e, principalmente, as fãs gritando histericamente. Se você for a um show de uma boy band não vai conseguir escutar música nenhuma. Os Beatles, apesar de não ser uma banda arquitetada por executivos, foram os pioneiros em deixar as meninas loucas e deixaram de ser uma boy band para ser só uma banda de rock quando abandonaram os ternos (e cabelos) iguais e pararam de fazer shows. De lá para cá, cada geração tem pelo menos uma boy band e a lista é grande: nos anos 1970 tinha Jackson 5, 1980 trouxe Menudo e New Edition, mas é a década de 1990 a campeã até agora com N'Sync, Westlife, Take That, Boys 2 Men, New Kids On the Block e Backstreet Boys, a banda desse post.

Nunca fui fã das boy bands (só dos Beatles), mas confesso que muitas bandas tem músicas boas que fazem você cantar junto e até ensaiar alguns passos de dança. Algumas dessas boy bands nos deram artistas solo bons como: Michael Jackson, Justin Timberlake, Robbie Williams e Ricky Martin.

I Want It That Way foi escrita por dois produtores suecos (faz sentido), a melodia é muito boa, mas a letra é um pouco confusa. Vamos ver o que Kevin, Howie, Brian, Nick e AJ, os garotos da rua de trás, tem a dizer.

Essa música pode significar várias coisas. Essa frase "I want it that way" é muito enigmática. Pode ser uma DR entre um casal e estão brigando para saber quem vai ter a relação do jeito que quer. Opção 2: ela está acabando o namoro e ele não quer.  Opção GPS: o casal está no carro brigando para saber qual direção vai. Opção para maiores de 18 anos: esse "that way" é uma posição sexual pouco, hum, convencional (ou não).

You are my fire
My one desire
Believe me when I say
I want it that way

Nem todos os integrantes de uma boy band cantam bem, alguns estão ali só para fazer pose, ou porque dançam bem, mas nessa música todos os BSB (para facilitar) cantam um pedaço.
Começa com o Brian falando em fogo e desejo (quase o Wando) e pede para acreditar quando ele diz que quer daquele jeito.

But we are two worlds apart
Can't reach to your heart
When you say
That I want it that way

Aí o loirinho Nick explica que vivem em mundos separados (ou estão separados por dois mundos), que o coração dela fica longe de alcance quando ela diz que quer daquela maneira. (na primeira estrofe ele quer de um jeito e na segunda ela quer de outro, vamos acompanhar o desenvolvimento)

Tell me why
Ain't nothing but heartache
Tell me why
Ain't nothing but a mistake
Tell me why
I never want to hear you say 
That I want it that way

O refrão. Me diga por que? Por que???? (eu também quero saber) "Nada além de coração partido e enganos, e não vem me dizer que quer daquele jeito." Gente, que jeito é esse??

I am you fire
Your one desire
Yes I know it's too late
But I want it that way

O da barbicha esquisita, AJ, repete fogo e desejo, sabe que é tarde demais, mas insiste que quer daquele jeito. (aparentemente diferente do jeito do refrão)

Tell me why....

Refrão esfíngico mais uma vez.

Now I can see that we're fallin apart
From the way that it used to be
No matter the distance
I want you to know
That deep down inside of me

O mais alto de todos com cara de bombeiro hidráulico (fazível), Kevin, promete uma luz no fim do túnel desse mistério. Estão se separando, está tudo diferente do que era, não importa a distância ele que lá dentro no fundo dele... OI??

You are my fire
The one desire
You are, you are, you are

O tal do Howie interrompe a revelação para mais fogo e desejo. Onde está esse fogo e desejo todo? No fundo de onde? De quem?

Don't wanna hear you say
Ain't nothing but heartache
Ain't nothing but a mistake
I never wanna hear you say
I want it that way

Tell me why...

Um segundo refrão, onde eles dizem que não querem saber dela dizer que quer daquele jeito que é tudo um erro, que o deixa com uma dor coração. OU, para provar a minha teoria do GPS, ele está dizendo que nunca mais quer que ela diga para que lado dobrar porque é só erro e ele não quer se perder.


A charada do "that way" continua, mas vamos preparar os dedos indicadores para fazer muito sinal de não e se esbaldar nas jazz hands.




O Blink 182 vez uma video boy band com All The Small Things. Divertida!

E o Weird Al Yanknovic fez a paródia eBay. Ótima! (a letra faz mais sentido)


16.5.12

Outras Tias (15)

A Tia Cecília quis dar um presente para sua irmã e foi garimpar num mercado inusitado. Nos EUA as pessoas fazem um bazar das suas coisas quando vão se mudar ou quando alguém morre, e, para quem gosta de procurar, pode-se achar peças bonitas.

A Tia Cecília encontrou um quadro que gostou muito. Era um retrato antigo de uma mulher, do século 19. A Tia barganhou, negociou e conseguiu levar a peça (que tinha sido restaurada num museu) para a irmã. Pendurou o quadro na parede e todo mundo gostou.

Alguns meses depois a Tia Cecília estava assistindo tv e viu um programa sobre lugares mal assombrados pelo mundo. Estavam mostrando uma casa na Jamaica que pertenceu a Annie Palmer, também conhecida como The White Whitch of Rose Hall (que fica em Montego Bay).

Por que Annie Palmer era a Bruxa Branca? Ela casou com o rico John Palmer, dono da casa e da plantação de cana. Annie se tornou a senhora do lugar e era temida por todos. (Diz o Wikipedia que ela foi criada no Haiti e dominava o voodoo - ME-DO) Ela deve ter ficado entediada (ou o marido não comparecia) e começou a pegar alguns escravos para serem seus amantes. Acontece que depois que ela cansava de um amante, ele era morto. Se os 3 maridos de Annie morreram de forma suspeita, imagina o que ela fazia com os amantes. Dizem que ela tinha um arsenal de equipamentos de tortura no porão da casa - uma coisa dominatrix. Os escravos se revoltaram, teve uma disputa de quem dominava mais voodoo e ela acabou morrendo.

Muitos anos depois uma família comprou a casa, reformou tudo, mas não conseguiram morar um mês. A Annie não deixou, ficava aparecendo e assombrando as crianças.

A casa foi reformada outra vez para ficar como a original, tem um hotel com campo de golfe na propriedade e, se você for corajoso, pode até dormir na casa assombrada pela Annie.

Até o Johnny Cash fez uma música para ela.

Tudo isso para dizer que quando foram restaurar a casa encontraram vários artigos nos porões e túneis escondidos. Um desse artigos era um quadro com um retrato que supõe-se que seja da Annie Palmer. Quando a Tia Cecília viu o quadro na tv.....olhou para o seu na parede.....WTF? Viu que só tinha 2 coisas diferentes: a moldura e a posição da mão. Medo, muito medo.

Tia, se a Annie Palmer aparecer aí em Miami diz que mandei um oi.

13.5.12

Analisando a música: Mamma Mia (ABBA)

Existem muitas músicas sobre mães, ou para as mães: Pink Floyd tem a clássica Mother, John Lennon tem duas (Mother e Julia), Pearl Jam tem Better Man (para a mãe do Eddie Vedder), Paul McCartney fez a dele (Only Mamma Knows), aliás, os Beatles tem algumas (além de Julia, tem Mother Nature's Son e Your Mother Should Know), Queen com Bohemian Rhapsody (a preferida da minha mãe), Phil Collins fez You'll Be In My Heart para a mãe do Tarzan, e até o Snoop Dog se declara no I Love My Momma.

Escolhi Mamma Mia do ABBA, que não é sobre a mãe de ninguém. Explico. Os suecos do ABBA fizeram sucesso com suas músicas dançantes e letras simples na década de 1970. Como inglês é a segunda língua deles, suas rimas são básicas (coisa que faz os nativos da língua inglesa rir), mas muito eficientes e o mundo inteiro abraçou (tanto que ganharam musical na Broadway e filme). Como nessa época a disco music reinava e tudo tinha que ser animado, até as músicas do ABBA sobre traição são dançantes. Mamma mia é uma expressão italiana que significa "minha mãe", óbvio, mas também é uma interjeição que pode ser "ai caramba!", ou seja, "minha mãe o que estou fazendo?!?". Tem coisas que só a mãe resolve. Ou não.

O ABBA usou essa expressão porque a rima era boa, mas eles sabem que quando precisa de um drama nada melhor que uma mãe italiana. Uma mãe judia também ia bem, mas acho que "minha mãe" em hebraico/ iídiche não deve ter uma sonoridade tão boa.

A minha mãe não é italiana, nem judia, mas gosta do ABBA.

Então vamos a esse hino da mulher de malandro e do homem de piriguete.

I've been cheated by you, since I don't know when
But I've made up my mind, it must come to an end
Look at me now, will I ever learn?
I don't know how
But I suddenly lose control
There's a fire within my soul
Just one look and I can hear a bell ring
One more look and I forget everything

São as mulheres que cantam, mas vamos combinar que isso pode acontecer com qualquer um. Então a pessoa da música está chateada porque foi traída, desde sempre, mas tomou uma decisão e vai acabar com essa palhaçada. Aí, gente, ela sabe que não tem jeito, basta uma olhadinha que já pega fogo, escuta sinos, fogos de artífico, o diabo a quatro e esquece todas as traições. Quem nunca?

Mamma mia, here I go again
My, my, how can I resist you?
Mamma mia, does it show again
My, my just how much I've missed you?

Fazer o que né? Vamos apelar para a mãe.  Mãezinha, como resistir esse pedaço de mau caminho? Que saudade!

Yes, I've been brokenhearted
Blue since the day we parted
Why, why did I ever let you go?
Mamma mia, now I really know
My, my I could never let you go

Claro que a pessoa teve o coração partido, e que está muito triste desde que se separaram. "Por que? Por que te deixei ir??". "Caramba! Agora sei que nunca deveria ter deixado você partir"

I've been angry and sad about the things that you do
I can't count all the times that I've told you we're through
And when you go, when you slam the door
I think you know, that you won't be away too long
You know that I'm not that strong
Just one look and I can hear a bell ring
One more look and I forget everything


Então, o que acontece? A pessoa fica com raiva, diz que quer acabar inúmeras vezes, mas aí é só o outro sair e bater a porta na cara que ela não resiste. Sabe que não é forte o suficiente. E aquela olhadinha fatal que faz esquecer tudo.

Mamma mia, here I go again
My, my, how can I resist you?
Mamma mia, does it show again
My, my just how much I've missed you?
Yes, I've been brokenhearted
Blue since the day we parted
Why, why did I ever let you go?


Mamma mia, even if I say
Bye, bye leave me now or never
Mamma mia, it's a game we play
Bye, bye doesn't mean forever

O refrão repete, mas aí vem uma confissão. É tudo um jogo, faz parte da relação. Me deixe agora ou nunca, não é sério, é para quem gosta de namoro gangorra, iôiô, whatever.

Mamma mia here I go again....

Minha mãe, lá vamos nós outra vez.


Abre o baú, sacode aquela calça boca de sino e vamos cantar e dançar com o ABBA.



e a Meryl Streep (com algumas mudanças na letra, que ficaram ótimas)

10.5.12

Momento TOC: Top 10 versões

Um artista ou banda cria e compõe uma música, grava, e aí vem outro e faz uma versão melhor. As vezes é só uma bateria a mais (ou a menos), ou uma voz mais grave. Acontece. Até os Beatles já fizeram isso algumas vezes, então aqui está o meu Top 10 de melhores que as originais.


10. You Are Always On My Mind versão Pet Shop Boys. A original é de uma cantora chamada Brenda Lee, de 1971, e é country. Willie Nelson regravou, Elvis fez a dele, mas essa versão pop dos Pet Shop Boys é a minha preferida, é animada, é leve, como resistir?

9.  Easy versão Faith No More. Lionel Richie canta a original, quando ele era parte dos Commodores. A versão do Faith No More não é muito diferente, mas tem uma guitarra mais crua no meio e, vamos combinar, a voz do Mike Patton é mais gostosa que a do Lionel Richie.

8. Fera Ferida versão Maria Bethânia. Todo mundo sabe que a original é do Roberto Carlos. Eu detesto a voz do Roberto Carlos #prontofalei, então, para mim, qualquer música dele que ele não canta é melhor. Tenho um cd chamado Rei com várias versões cantadas por bandas de rock nacional e gosto de todas, mas essa da Maria Bethania, que foi tema de abertura de novela, tem sentimento.

7. I Will Survive versão Cake. Gosto muito da original disco da Glória Gaynor, é um clássico das pistas de dança, mas o Cake conseguiu fazer essa música ficar tensa, com raiva ("I should have changed my f**king lock"), que devia ser a intenção de quem escreveu, mas na era disco dos anos 1970 tudo tinha que ser animado.

6. Like a Rolling Stone versão The Rolling Stones. A original é do Bob Dylan, e aqui aplico o mesmo príncipio do Roberto Carlos: acho a voz do Bob Dylan um horror. Os Rolling Stones fizeram essa música parecer que era deles desde o início.

5. Everybody's Gotta Learn Sometime versão Beck. A original é da The Korgis, uma banda que eu nunca tinha ouvido falar antes e deve ter ficado perdida nos anos 1980, e é super chata. O Beck fez a versão dele, que nem é tão diferente da original mas é muito melhor, e virou tema de um dos meus filmes preferidos: Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças.

4. Immigrant Song versão Trent Reznor e Karen O. Trent Reznor fez essa versão para a abertura do filme "The Girl With The Dragon Tattoo" e eu diria que já te deixa 90% no clima do filme, ficou pesada, moderna, cool. A original é do Led Zeppelin, classic rock n' roll, não é muito diferente, mas gosto mais da atualizada.

3. Twist and Shout versão The Beatles. Alguém sabe de quem é a original? Pois eu vou dizer: é dos Isley Brothers e tem uma vibe La Bamba. Os Beatles fizeram sua essa canção (como o pessoal dos reality shows de cantores falam "made it your own"), deram aquela batida levanta-multidão-braços-para-cima e o resto é história.

2. Nothing Compares 2 U versão Sinead O'Connor. Garanto que muita gente acha que é originalmente dela, mas não, essa música é do Prince. Bem, era né? Acho que foi o maior sucesso da Sinead, se não foi o único, fez um video incrível com essa música e depois ela pirou na religião.

1. The Man Who Sold The World versão Nirvana. A original é do David Bowie, gênio. Kurt Cobain e Cia fizeram uma versão íntima, simples, e que fica muito mais na cabeça.


Bonus: MacArthur Park versão Donna Summer. A original do Richard Harris é meio deprimente mas essa versão da Donna Summer é um clássico da disco music e tão melhor que a original que, além de dar vontade de dançar, emociona.

4.5.12

Uma história para amanhã

Um casal viajou pelo Chile durante 5 semanas, do Deserto do Atacama até a Patagônia. Como bons viajantes, registraram tudo em imagens fantásticas e montaram um video incrível. Não contentes em só mostrar as lindas imagens com uma trilha sonora boa, adicionaram um texto filosófico lido por um ator argentino, Castulo Guerra (ter o sotaque na narração é bacana).



E no final o Futuro pergunta: "Você aproveitou a sua história?"

(Se eu trabalhasse no ministério do turismo do Chile, pagava uma grana para esse casal, porque isso sim é divulgar um país.)

3.5.12

Os Vingadores

Depois de 2 filmes do Homem de Ferro, 2 do Hulk, um do Capitão America, e um do Thor, finalmente temos essa turminha da pesada pronta para arrumar muita confusão.

Esse filme é divertidíssimo! (ainda mais com a companhia do @neybarroso, @luizesteves e @rafaeldantas)

O querido Tony Stark (todos querem ser amigos dele) está afiado em seus comentários (Shakespeare no parque, Legolas, etc), o Thor lindão não deixa o martelo cair, o Capitão America sempre fino e educado; a Viúva Negra e o Hawkeye fazem sua parte (muito bem, por sinal); e o Hulk é a melhor surpresa do filme.

Eles se juntam porque o Loki (irmão adotado do Thor que curte umas fantasias de escola de samba) rouba o cubo mágico azul fonte de uma energia poderosa e vai trazer um exército de alienígenas para dominar os humanos e ser rei dessa joça chamada Terra.

O filme tem muitas lutas, efeitos especiais, e algumas entradas memoráveis: Homem de Ferro e seu rock n' roll do AC/DC, Thor e seus raios, e Bruce Banner e sua motocicleta. Com tudo isso, as melhores coisas do filme são os diálogos e a interação dos heróis (inclusive quando estão brigando entre si).

O Hulk desse filme é melhor que o dos outros dois filmes juntos. Acertaram com o Mark Ruffalo como Bruce Banner (e eu gosto do Eric Bana no primeiro filme). Gostaria muito de ver um filme dele com o Tony Stark - diversão garantida.

Claro que para Os Vingadores se juntarem não pode ser um vilão terrestre tem que ser um alien. Aguardamos o próximo.

A Tia Helo diria 832 "Ai, Jesus!" para Os Vingadores, só pela resposta do Tony Stark: "sou gênio, bilionário, playboy e filantropo."

Hulk: smash!



29.4.12

Stand up



O stand up, que já foi conhecido como paddle surf, nada mais é do que ficar em pé numa prancha remando. É um mix de surf com canoagem. Tenho alguns amigos que praticam, mas eu nunca tinha experimentado.



E foi só por preguiça mesmo porque o mar está aqui na frente, e o lugar que aluga a prancha e remo fica a menos de 1km de casa.

pessoal fazendo uma social no stand up


Então hoje eu decidi tentar. Quando cheguei no lugar das pranchas estavam todas ocupadas com um grupo lá perto de um dos navios naufragados. Peguei um caiaque e fui remar para passar o tempo e apreciar a paisagem (Fortaleza é bonita vista do mar).

pescador e fortaleza


Chegou minha vez de tentar o stand up. Recebi 5 minutos de instruções - iniciar de joelhos, o lado certo do remo, como ficar em pé, manter os pés paralelos, retos, dobrar as pernas para remar, etc - e entrei no mar. A remada do stand up é mais parecida com a do rafting do que com a do caiaque. Remar de joelhos é fácil, um pouco difícil foi ficar em pé do jeito que o rapaz me ensinou. Caí duas vezes, mas na terceira decidi usar a técnica de ficar em pé na prancha que aprendi no surf ( meio que fazendo aquela posição da yoga - downward dog) e fiquei em pé. O resto foi fácil.

Achei que fosse ficar com os braços doídos, ainda mais depois de ter remado no caiaque, mas as pernas sofreram mais para manter o equilíbrio.

caindo

Agora vou treinar a remada e o equilíbrio porque bom mesmo deve ser pegar onda.




(da próxima vez levo uma máquina e tiro uma foto minha fazendo stand up)


28.4.12

Revenge

Alguém colocou o link para essa notícia no Twitter (infelizmente não lembro quem foi). Diz que um cara foi na sua dentista, que, por acaso, era sua ex-namorada. A dentista o sedou e arrancou to-dos os dentes. Isso mesmo: TODOS. O tal homem acordou da anestesia, e estava com a boca cheia de curativos, a dentista disse que era para proteger a gengiva e ele foi para casa.

Quando ele olhou no espelho....tá-dá! estava tão banguela quanto um bebê recém nascido.

A ex-namorada dentista disse que tentou ser profissional, sem emoções, mas não conseguiu, quando o viu ali deitado na cadeira, apagado, ela só pensou "que babaca!". E, para piorar a situação do homem, a atual namorada o largou porque ele agora é um desdentado.

O que podemos aprender com esse caso:  não deixe um ex te anestesiar. Obviamente isso não tem como acabar bem, nunca. Você pode acordar: pelado, tatuado, em posições comprometedoras, roupas de palhaço e até sem dentes.


(melhor comentário da notícia foi "Olha mãe, tô sem cáries." #humornegro)

18.4.12

Analisando a música: Total Eclipse Of The Heart (Bonnie Tyler)

Semana passada vi um episódio de Criminal Minds onde o serial killer da vez matava mulheres que ele já tinha estuprado, e, na primeira vez, ele tinha uma música especial para cada uma. Bizarro. Para uma das mulheres a música era "Making Love Out of Nothing at All" do (argh) Air Supply, e para a outra era "Total Eclipse of the Heart" cantada pela Bonnie Tyler. Em um momento do episódio, o serial killer quis enganar uma das mulheres dizendo que não tinha tocado Total Eclipse e sim a outra música. Essa confusão faz sentido porque as duas músicas foram compostas pela mesma pessoa e são igualmente cafonas.

A Bonnie Tyler surgiu (e desapareceu) na década de 1980 com essa música duvidosa, e uma voz rouca incrível. Ela teve outros sucessos como "It's a Heartache", "Holding Out For a Hero" (quem nunca fez uma aula de aeróbica com essa música?) e até uma versão de "Have You Ever Seen The Rain", se ela fez alguma coisa depois da década de 1980 eu não sei, mas Total Eclipse Of The Heart foi o maior hit da cantora e continua fazendo sucesso até hoje, alías, já virou um clássico.

Voltando a Criminal Minds, Total Eclipse of The Heart é uma música sobre o desespero de uma mulher, faz sentido um serial killer (stalker) se apropiar dessa música. Acompanhem.

(Turn around) Every now and then I get a little bit lonely and you're never coming around
(Turn around) Every now and then I get a little bit tired of listening to the sound of my tears
(Turn around) Every now and then I get a little bit nervous that the best of all the years have gone by
(Turn around) Every now and then I get a little terrified and then I see the look in your eyes
(Turn around bright eyes) Every now and then I fall apart (2x)

(Turn around) Every now and then I get a little bit restless and I dream of something wild
(Turn around) Every now and then I get a little bit helpless and I'm Lying like a child in your arms
(Turn around) Every now and then I get a little bit angry and I know I've got to get out and cry
(Turn around) Every now and then I get a little bit terrified but the I see the look in your eyes
(Turn around bright eyes) Every now and then I fall apart (2x)

O cara deu as costas e ela decide contar tudo que ela sente de vez em quando (e só um pouquinho), pedindo para ele olhar na cara dela. Então, de vez em quando ela: fica um pouco cansada de escutar o som das próprias lágrimas, fica nervosa que perdeu tempo, entra em pânico quando vê o olhar dele (que deve ser uma boa virada de olhos), fica inquieta quando sonha com alguma coisa louca, se sente impotente nos braços dele, fica com raiva e precisa chorar; e, claro, desaba. Ufa!
Se juntarmos todos esses "de vez em quando" vai ser igual a um "tempo todo", ou seja, essa mulher nunca está bem.

liz lemon mostrando uma virada de olho

And I need you now tonight
And I need you more than ever
And if you only hold me tight
We'll be holding on forever
And we'll only be making it right
'Cause we'll never be wrong together
We can take it to the end of the line
Your love is like a shadow on me all of the time
I don't know what to do and I'm always in the dark
We're living in a powder keg giving off sparks
I really need you tonight
Forever is gonna start tonight
Forever is gonna start tonight



Refrão e fase stalker mulher apaixonada (e iludida) da música. Ela tenta convencer que precisa dele, mais do que nunca, que é só ele a segurar que ficarão juntos para sempre, e que estarão fazendo tudo certo porque nada entre eles pode estar errado. "Vamos levar isso até o fim, seu amor é uma sombra sobre mim" (que rima péssima essa que fiz). MEDO. Aí ela confessa que não sabe o que está fazendo, que estão vivendo num barril de pólvora saindo faíscas. PARA TUDO. Gente, barril de pólvora é bom demais! Toda vez que escuto essa parte da música só penso em uma coisa:
coiote e papaléguas: amor eterno

Ela insiste que precisa dele hoje a noite, que "para sempre" vai começar ali. (foge que é cilada!)
Once upon a time I was falling in love
Now I'm only falling apart
Nothing I can do
A total eclipse of the heart
Once upon a time there was light in my life
Now there's only love in the dark
Nothing I can say
A total eclipse of the heart
Aí eu fico com pena dela porque um dia ela estava se apaixonando, mas agora só está desmoronando e não pode fazer nada. (detalhe do uso de "once upon a time", frase que inicia todos os contos de fadas) Era uma vez uma vida iluminada, e agora só amor na escuridão.
Essa música tem muitas coisas duvidosas, mas gosto de "eclipse total do coração", acho poético. #prontoconfessei
A música repete o refrão, mas uma eclipse total do coração. (O que está acontecendo que só faço rimas cafonas?)
O video dessa música merece uma outra análise: a Bonnie Tyler em um colégio para rapazes que tem até ninjas bailarinos (oi?).

13.4.12

Gelado

(uma história verdadeira, com algumas alterações, nomes trocados, e a colaboração do @neybarroso)

Maria e Pedro estavam namorando há 3 anos. Estava tudo bem, o amor é lindo, planejando morar juntos, até que Maria descobriu que Pedro a estava traindo com outra. Depois de uma DR, terminaram o relacionamento e Pedro começou a namorar a outra.

Acontece que Maria não se conformou com essa traição, achou que foi muita sacanagem e decidiu por uma vingança. E, como todo mundo sabe, vingança é um prato que se come frio (como ninguém define que comida tem nesse prato, pode ser sorvete, que quanto mais frio, melhor).

Maria, então, pensou e.....

Criou uma conta falsa no Facebook e no Twitter com nome de Roberto. No FB Colocou fotos de um outro amigo virtual (que Pedro não conhecia) e fez um perfil bacana. Começou a seguir o Pedro no Twitter, e, depois de algumas conversas sobre assuntos em comum por lá, Roberto ficou amigo do Pedro no FB.

Pedro nunca teve um amigo tão legal, nem virtualmente, nem pessoalmente. Roberto, óbvio, morava em outra cidade, e isso dificultava aquele chopinho básico da sexta-feira, mas nada que impedisse mensagens (piadas e besteiras) trocadas a toda hora no FB do smartphone.

A amizade fluiu, Pedro sentiu que poderia contar com Roberto para se abrir com seus problemas e Roberto sempre com bons conselhos, um amigão. A Maria se dedicou e se divertiu com a situação (especialmente quando Pedro pedia conselhos sobre a outra). Quem diria que seus conhecimentos do Pedro seriam tão úteis?

Até que Maria decidiu ir rumo a reta final. Roberto começou a dar umas sumidinhas, e quando aparecia era sempre relatando uma aventura animada com outros amigos, no início Pedro não deu muita bola, mas começou a sentir, hum, ciúmes do seu amigo. Como assim outra turma de amigos? Aventuras? Cada vez que o Roberto sumia por um tempo maior, Pedro sentia a saudade apertar, até que ele decidiu que queria conhecer Roberto pessoalmente. Roberto escreveu: "Vem sim, vai ser ótimo, mas antes preciso te confessar uma coisa."

Roberto contou para Pedro que esse tempo todo que ficaram amigos ele desenvolveu alguns sentimentos especiais pelo amigo, coisa que ele não entendia direito, mas que estava disposto a descobrir com a visita de Pedro a sua cidade. Pedro ficou um pouco chocado, porém, muito mais curioso e interessado (o Roberto, pelas fotos, era um cara bonito, bacana), decidiu comprar a passagem e ver onde essa amizade ia.

Pedro chegou no hotel combinado e no frigobar tinha algumas garrafas de sua cerveja favorita e um cartão do Roberto: "Para começar. Passo aí a noite.". Pedro abriu primeira garrafa e começou a beber. A noite chegou, Pedro ansioso, e nada do Roberto além de mensagens curtas no FB dizendo "tô chegando".

O telefone toca, Pedro atende e é Maria.
- Oi Pedro, tudo bem?
- Ah, é você. Tudo.
- Como está a outra?
- Acabamos.
- Ah, que pena (cinismo mode:ON), por que?
- Sei lá, esfriou, me interessei por outra pessoa.
- Entendi.
- Olha, te ligo depois, estou em outra cidade esperando alguém.
- Nossa, que ansiedade....deve ser alguém especial. Quem é?
- Não te interessa.
- Ah, vai, me conta.
- Não.
- Você está esperando o Roberto?
- ???????
- Pedro? Você está aí? Pois é, liguei só para te dizer que o Roberto não vai aparecer, e eu sei de TU-DO. Beijo, tchau.

Roberto desapareceu do Facebook e Maria deu uma colherada no seu sorvete.



12.4.12

Enquanto isso no salão de festas...

Vamos combinar que ninguém gosta de reunião de condomínio. Conviver com tantas pessoas diferentes dividindo espaço não é fácil, chegar a conclusões lógicas, práticas e que todos aceitem é tarefa impossível, mas morar em prédio é assim.

Eu nunca tinha ido a uma reunião desse condomínio, e, sinceramente, acho que tudo funciona bem aqui no prédio (tirando os problemas de vazamentos, mas isso acontece em todo lugar). A senhora que queria ser a nova síndica foi em todos apartamentos pedindo para as pessoas comparecerem e votarem. Ela até disse que o pessoal do outro prédio (é um condomínio de 2 edifícios) estava querendo separar, claro que é uma idéia absurda, mas por via das dúvidas fui na reunião para garantir que a piscina ficasse do nosso lado.

A tal separação dos prédios nem foi mencionada na reunião (óbvio), mas muitos outros assuntos surgiram, teve uma discussão com direito a dedo na cara, alguns palavrões, gente tentando colocar panos quentes, outros querendo justificar o aumento da taxa usando a Copa do Mundo (hã?), etc. Eu estava me atualizando de todas os acontecimentos (e fofocas) do condomínio, achando tudo muito curioso, mas nada que me surpreendesse.

Até que.....

Uma senhora se levantou, se exaltou, e começou a gritar: "O meu bebê (o cachorro), que voa de primeira classe para Paris, não pode descer no elevador!".

Oi?

E eu achando que mulheres ricas era só na TV. (#classemédiasofre)

6.4.12

+ Filmes

Jogos Vorazes (The Hunger Games)

Eu não sabia da existência de Jogos Vorazes até o filme ser lançado, muito menos que o livro era sucesso entre os jovens adultos, aka adolescentes.

A história do filme se passa num futuro meio apocalíptico, onde, depois de uma guerra, a Capital comanda os 12 distritos que se rebelaram. E para que esses distritos não esqueçam quem manda na parada, o pessoal da Capital criou os tais Hunger Games. Cada distrito tem um menino e uma menina (entre 12 e 18 anos) sorteado para participar de uma espécie de Survivor com Highlander (claro que é televisionado para todo país), onde os teens lutam (ou tentam sobreviver) até restar só um vivo.

A Capital é uma cidade futurista, rica, cheia de gente com roupas muito coloridas (que parecem ter saído de um trip de LSD do David Bowie), enquanto que os distritos (que fornecem tudo de básico: carvão, grãos, etc) parecem os EUA na depressão dos anos 1930. (não li o livro, mas pela euforia dos adolescentes no cinema, parece que acertaram na caracterização dos personagens urbanos)

A Katniss, menina-que-atira-com-arco-e-flecha e cuida da família, do distrito 12 se ofereceu par ir no lugar da irmã sorteada. O filme mostra todo o processo do programa, desde o treinamento dos teens até a manipulação do jogo para melhores resultados.

Eu gostei do filme, até fiquei curiosa para ler o livro. Acho que se as adolescentes de hoje se espelharem na Katniss, ao invés da Bella-ama-vampiro-purpurina, vejo uma luz no fim do túnel.

A Tia Helo diria uns 323 "Ai, Jesus!", ainda mais para aquele cabelo azul do Stanley Tucci. (Fiquei supresa de ver o Lenny Kravitz no elenco)


Espelho, Espelho Meu (Mirror, Mirror)

A Branca de Neve está na moda. Além da série (Once Upon A Time, que tem vários contos de fadas, mas a Branca de Neve é o arco central), tem dois filmes esse ano. E os dois com propostas diferentes.

O primeiro que saiu foi esse 'Espelho, Espelho Meu' com a Julia Roberts fazendo a Rainha Má, era para ser engraçado (?). Sinceramente, a Julia Roberts poderia ter ficado sem essa. Pouca coisa nesse filme funciona. Os diálogos são péssimos, os cenários cafonas, e a Rainha Má da Julia Roberts é uma santinha perto da Rainha do desenho animado da Disney.

Uma coisa que eu gostei, e é bem diferente do desenho, é que a Branca de Neve quando vai morar com os anões não vira babá deles, ela se torna uma espécie de Branca de Neve do Gueto, que luta e rouba com seus novos amigos. Acontece que para quem vê Once Upon a Time (que, aliás, tem uma ótima Rainha Má), isso não é novidade.

Os anões do filme são engraçados e o Armie Hammer é o Príncipe em pessoa (mas poderia ter diálogos melhores). Só. Tem até algumas cenas que, se fosse na mão do Tim Burton, funcionariam melhor.

No fim do filme tem um número musical estilo Bollywood, e aí é que vi que o filme foi dirigido por um indiano.  Se tivessem me avisado antes que era Bollywood, eu teria abraçado a idéia (e toda cafonice que vem junto).

Julia Roberts, corra para pegar a Framboesa de Ouro, merecida.

A Tia Helo diria 478 "Ai, Jesus!" para os espelhos, ainda mais na tapera onde a Julia Roberts vai buscar sua mágica.

O segundo filme estreia em junho, Branca de Neve e o Caçador, com a Charlize Theron no papel da Rainha Má, num tom mais dramático. Como eu prefiro o caçador ao príncipe, acho que esse filme vai ser muito melhor.



30.3.12

Analisando a música: Enjoy The Silence (Depeche Mode)

O Depeche Mode se formou no fim dos anos 1970, mas o sucesso só veio mesmo na metade dos anos 1980. Eu só fui saber da existência deles em 1987 com o album Music for the Masses (faz sentido), que tinha o sucesso Strangelove. Depois disso lançaram Violator, o album de maior sucesso da banda que continha seu maior hit: Enjoy The Silence.

Confesso que não sou conhecedora da discografia do Depeche Mode. Para mim é uma daquelas bandas que conheço muitas músicas, só não sei que são deles. (fui pesquisar para escrever esse post e tive vários momentos "ah, essa música é do Depeche Mode?!?")

Enjoy the Silence é de 1989, e tem um dos melhores videos ever. Infelizmente só encontrei a versão remasterizada (Oi??), mas, no video um cara vestido (fantasiado?) de rei percorre várias paisagens diferentes, das highlands, passando pela praia, até as montanhas com neve, só com sua cadeirinha de praia pronto para admirar a vista e aproveitar o silencio.

Então vamos uma música sobre... o silêncio?

Words like violence
Break the silence
Come crashing in
Into my little world
Painful to me
Pierce right through me
Can't you understand
Oh my little girl


Na verdade acho que é uma música sobre um cara que não quer ter uma DR com a namorada. Ele sabe que vai escutar coisas que não quer ouvir, provavelmente não quer dizer outras, e faz essa poesia bonita sobre o mal que as palavras podem causar.

"As palavras são violentas, quebram o silêncio, entram despedaçando o meu mundinho, me doem, penetram (ou me atingem). Poxa, garotinha, você não entende?" Não sei se o garotinha é porque ele está no mundinho, ou é sendo condescendente mesmo. Ainda assim são versos bonitos.

All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very unnecessary
They can only do harm


Então, tudo que ele quer e precisa está ali nos braços dele (no mundinho). Palavras são desnecessárias, elas só podem fazer mal. 

Vows are spoken
To be broken
Feelings are intense
Words are trivial
Pleasures remain
So does the pain
Words are meaningless
And forgettable


"Para que promessas, se são só para serem quebradas? Os sentimentos são intensos, as palavras são triviais. As únicas coisas que ficam são os prazeres e a dor. Palavras são sem sentido e esquecíveis." Será?

Acho que ele até tem razão, mas, no seu mundinho, ele não entende nada de mulher, porque todas sempre lembram tudo que foi dito, e as promessas que foram feitas. #ficadica

All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very unnecessary
They can only do harm


Ele tenta ser romântico dizendo que já tem tudo que quer e precisa, mas, mesmo ele insistindo no silêncio, acho que leva um fora. Por isso o rei do video vai apreciar a paisagem sozinho. E que paisagem bonita!




27.3.12

Momento TOC mulherzinha séries (2)

Em 2008 eu fiz um post com os homens da séries que mais gostava. De lá para cá algumas séries foram canceladas, outras acabaram, novas estrearam, então resolvi fazer um update dessa lista.

Sawyer, queria dizer que você mora no meu coração, me chama de freckles e me joga na areia, mas sua série acabou na luz e vamos as novas caras.

1. Don Draper (Jon Hamm) de Mad Men. Esse homem sabe exatamente o poder do seu charme, da sua beleza, e a quantidade de testosterona no seu sangue. Lindo. Usa tudo isso a seu favor, ele conquista todos, das secretárias aos clientes. Um sorriso dele vale ouro. E ele não é um cara legal, mas as vezes é. Gente, eu quero ter filhos do Don Draper. #mulherdemalandrofeelings A série se passa nos anos 60, mas Don seria cool hoje em dia. Macho-que-é-macho até acendendo o centésimo cigarro.




2. Steve McGarrett (Alex O'Laughlin) de Hawaii 5-0. Steve é americano, mas o Alex é australiano e emprestou seu corpinho criado com leitinho especial australiano para esse policial/militar que soluciona crimes no Hawaii, nessa que é a melhor série pipoca da temporada. E sendo no Hawaii, o Steve obviamente aparece um bocado sem camisa. Aloha, macho-que-é-macho! Papapapapa!





3. Rayland Givens (Timothy Olyphant) de Justified. É uma série policial que se passa no interior caipira do Kentucky e Rayland é um marshall (policial que caça fugitivos) que anda de botas de rodeio e um chapéu na maior classe. E aquela fala mansa, sussurada? Macho-que-é-macho com uma pontaria certeira.






4. Vampiro Eric (Alexander Skarsgård)Alcide (Joe Manganiello) de True Blood. (não consegui escolher só um) Frio e quente. O Vampiro Viking que deixa a Sookie louca, também anima as moças do lado de cá da tela. Macho-que-é-macho nórdico vem-morder-meu-pescoço. E o Alcide é o lobisomen sangue quente. Adoro quando ele sente calor e tira a camisa. Macho-que-é-macho suei.





5. Peter Bishop (Joshua Jackson) de Fringe. Ele não sabe a qual mundo pertence, é um nerd, filho de um cientista maluco genial, e está sempre charmoso naquele figurino escuro, de sobretudo. Ele é de uma segurança impressionante, daqueles homens que você sabe que ficará tudo bem. Macho-que-é-macho em qualquer universo.





6. Jax Teller (Charlie Hunnam) de Sons of Anarchy. Definição de bad boy. Motoqueiro, bandido, faz parte de uma gangue de traficante de armas (mas quer sair) e mata pessoas. Ele apanha muito, leva tiros e tal, mas é apaixonado por sua mulher e filhos. Não tem como não gostar desse loirinho. Macho-que-é-macho cheio de tattoos.


7. Nick Brody (Damian Lewis) de Homeland. Eu adoro um ruivinho. O sargento do exército que passou anos sumido e retornou para casa, é um homem perturbado e não sabemos muito bem qual é a intenção dele, mas o episódio na cabana com a Carrie valeu seu lugar nessa lista. Macho-que-é-macho com um detonador.



8. Sheriff Graham (Jamie Dornan) de Once Upon A Time. Ele tem sotaque irlandês, usa roupas hipsters, não quer obedecer a prefeita (e rainha má), e, apesar de não ter coração, é um homem justo. Tem gente que prefere o príncipe, eu gosto mais do caçador. Macho-que-é-macho com uma faca na mão.




9. Will Gardner (Josh Charles) The Good Wife. Nunca fui fã do Mr. Big, então o marido traidor da Alicia não tem vez na minha lista, mas o querido Will, que a contrata depois de 15 anos longe dos tribunais, tem uma química incrível com ela (apesar do péssimo timing) merece estar nessa lista. Macho-que-é-macho, na minha opinião.






10. Mike Ross (Patrick J. Adams) de Suits. Um bom menino nessa lista. Se bem que ele é um cara muito inteligente que se passa por um advogado. Mike sempre tem boas intenções e isso é que vale. Macho-que-é-macho pedalando nas ruas de Manhattan.

22.3.12

Olhe para o seu peixe

É difícil encontrar algo na internet que dure mais do que um dia (hora, minuto, segundo), e de muitas coisas gostamos, curtimos, mas quais realmente nos chamam atenção o suficiente para voltar várias vezes? Qual a diferença entre gostar e amar algo na internet? O que significa?

O escritor Robin Sloan, pensou no assunto e lançou um ensaio sobre o assunto em forma de app que ficou interessante. Tem que baixar a app que se chama Fish: a tap essay (só para iPhone, iPod Touch, iPad, iCoisas), é lá que está o texto. É em inglês. A leitura é boa, rápida, e interessante, é como se fosse um slideshow que você vai batendo o dedo e as palavras vão surgindo. É interativo, ao longo da leitura tem frases que, se você quiser, pode twittar direto. No fim ele dá uma senha para ir aos outros links disponíveis no site.

As coisas (sites, fotos, videos) que gostamos na internet passamos adiante no twitter, facebook, etc, até colocamos nos favoritos, as que amamos também, mas sempre voltamos a elas para mais algumas olhadas.

O que o peixe tem a ver com isso? É uma experiência que Louis Agassiz (que fez expedições no Brasil) fez com seus alunos: os colocou para observar um peixe numa bandeja de metal, e saía da sala. Cada vez que voltava ele perguntava o que tinham visto.

Estou passando adiante. Ainda não decidi se gostei e pronto, ou se amei para voltar várias vezes. Só sei que nunca tinha lido nada do Sr. Sloan, nem tinha ouvido falar dele, mas agora fiquei curiosa para ler um de seus livros.

19.3.12

Conversas iPodianas (23)

Hoje de manhã estava com preguiça de correr e saí para uma caminhada. Depois de duas músicas o iPod manda a seguinte sequência:

- Pumped Up Kicks - Foster the People (you better run, better run, outrun my gun)
- Dog Days Are Over - Florence + The Machine (you better run, run fast for you mother, run fast for you father...)
- Born to Run - Bruce Springsteen

Comecei a correr, óbvio.

Run, Forrest, run!

17.3.12

Analisando a música: You Only Live Once (The Strokes)

O The Strokes surgiu no fim dos anos 1990 quase entrando em 2000. Depois do grunge, antecipando uma invasão indie (e hipster) que viria a seguir (também o britpop, britrock e glam rock), a banda nova iorquina decidiu mater o som de garagem, mas seus integrantes trocaram as camisas xadrez pelo skinny jeans. O Julian Casablancas tem aquele vocal um pouco sujo que funciona, e a bateria é sempre precisa.

O primeiro sucesso foi  a ótima Last Nite, do album Is This It. Depois veio o Room on Fire, que é o meu preferido, um dos melhores albuns com músicas para correr de ponta a ponta (tem a deliciosa 12:51, a batida certa de The End Has No End, e a tensa Reptilia). É do terceiro album, First Impressions Of Earth, que vem a música analisada da vez: You Only Live Once.

Essa música nasceu como I'll Try Anything Once (ótimo nome de música e filosofia de vida), que depois foi parar no lado B do single Heart in a Cage, e ficou famosa na cena da piscina no filme Somewhere da Sofia Coppola. Então, para colocar no album adicionaram a batida, um ritmo mais animado, mudaram a letra (mas a intenção é a mesma), gravaram um clipe bacana e virou You Only Live Once. Gosto das duas letras, mas prefiro a batida mais animada da segunda. A banda criou a operação YOLO na qual convocaram os fãs para pedirem a música nas rádios e assim chegar ao topo das paradas só com um boca a boca. Funcionou.

Some people think they're always right
Others are quiet and uptight
Others, they seem so very nice
Inside they might feel sad and wrong


A primeira impressão que tenho é que essa é uma música sobre briga, ainda mais pelo refrão, mas depois concluí que faz a linha: ah, para que me estressar, a gente só vive uma vez mesmo. 

A música já começa com uma analise das pessoas em geral: algumas acham que estão sempre certas, outras são quietas e tensas, algumas parecem legais, mas no fundo talvez se sintam tristes e inadequados. Ou é ele sendo sarcástico com a namorada?

Twenty-nine different attributes
Only seven that you like
Twenty ways to see the world
Twenty ways to start a fight



Ela é uma pessoa que tem vinte e nove qualidades diferentes (29??), mas ele só gosta de sete, ou ele tem as qualidades e ela é exigente? Ele diz que tem vinte formas de ver o mundo e vinte maneiras de começar uma briga. Pelo jeito discordam de muita coisa.

Oh, don't don't don't get out
I can't see the sunshine
I'll be waiting for you baby
'Cause I'm through
Sit me down, shut me up
I'll calm down
And I'll get along with you



O refrão. Então ele diz para ela "Olha, não vai embora, eu não vejo a luz, mas vou te esperar. Cansei. Me senta e me cala (Oi? Como?) que eu fico calmo e aí a gente se entende". Traduzindo: ok, ok a gente briga mas no fim eu calo a boca e tudo dá certo, chega de DR, a vida é curta.

Men don't notice what they got
Women think of that a lot
One thousand ways to please your man
Not even one requires a plan, I know



Aqui é o seguinte: homens não estão nem aí (ou não reparam no que tem) e mulheres pensam demais. Ah, a boa e velha diferença entre os gêneros. Para ele, as mulheres pensam em mil maneiras de satisfazer seus homens, mas que nenhuma precisa de um plano, ou seja, as mulheres não precisam pensar tanto. (agora entendi porque ele pede para a menina calar a boca dele)

And countless odd religions too
It doesn't matter which you choose
One stubborn way to turn your back
I guess I've tried and I refuse



Não sei onde as incontáveis religiões entraram na conversa, acho que é um jeito dele dizer que não importa qual a sua escolha religiosa, são todas estranhas, e formas de se tornar inflexível. Que a vida é curta (afinal, só se vive uma vez) e que não precisa disso. Tentou e recusou, muito bem.

Don't don't don't get out
I can't see the sunshine
Oh, I'll be waiting for you baby
'Cause I'm through
Sit me down, shut me up
I'll calm down
And I'll get along with you
Alright
Shut me up
Shut me up
And I'll get along with you



Mais uma vez o refrão, e ele insiste que ela cale a boca dele que tudo vai ficar bem.


Ah, nada de silêncio, canta aí Julian, porque só se vive uma vez.


10.3.12

Amanhecer parte 1

Depois de ter sobrevivido aos 3 primeiros filmes da saga (??) Crepúsculo, demorei mas vi o penúltimo filme: Amanhecer parte 1. Sim, ainda vão nos torturar com a parte 2.

O primeiro filme não foi ruim, era bobinho, mas até me divertiu. O segundo foi mais dramático, teve uma ótima participação dos Volturi, mas foi nesse que descobrimos que o Vampirinho só ia transar transformar a Bella depois de casar. O terceiro filme foi mais animado, teve flashback, teve guerra entre vampiros e lobos e o Vampirinho teve que aceitar que o Lobinho era muito mais sangue quente.

Então chegamos ao quarto filme dessa saga que parece não ter fim. E esse filme é o PIOR de todos até aqui.

E até achei que um filme que começa com o Lobinho tirando a camisa nos primeiros 5 segundos não poderia ser tão ruim, mas foi péssimo e ele não tira mais a camisa.

A Bella conseguiu se segurar até o dia do casamento porque ela acreditou na propaganda de True Blood e Vampire Diaries que sexo com vampiros é uma coisa do outro mundo. Bella, o seu vampiro brilha como purpurina na luz do sol. Enough said. (Antes do casório a Bella tem um sonho que todos os convidados estão mortos. Acho que isso reflete o desejo do público. Just saying.)

O casamento é tradicional, com uma decoração que tenho certeza será imitada por todas as fãs da série, Bella e Vampirinho declaram seu amor eterno e tal. O Lobinho não foi para cerimônia, mas apareceu no mato para uma dancinha com a noiva. Aí descobrimos que ela vai para a lua de mel ainda humana, que vai tentar transar com o Vampirinho antes de se transformar em vampira. Lobinho faz cara de WTF? e nós também. Bella, você foi ENGANADA. Para que casar se você poderia ter descoberto antes se o Vampirinho é mesmo tudo que a literatura gótica promete? E aquele papo todo de "eu posso te matar com minha força"? Sinto muito, mas o Vampirinho não é o Superman.

Aí eles vem para a lua de mel no Brasil. Primeiro uma passadinha na Lapa para uma roda de samba e depois direto para uma ilha em Angra. (O único ponto positivo desse filme é que colocaram pessoas que realmente falam português.) Finalmente Vampirinho e Bella transam, quebram a cama, ela fica com algumas manchas roxas, mas sobrevive e gosta. Ele é que ficou na dúvida e decide não transar mais até transformá-la. #significa

A Bella fica grávida. Oi? Como assim? É, leitoras e leitores, a Stephanie Meyer sambou de tamancos holandeses na cara do Bram Stoker e criou um bebê híbrido. Se bem que depois de vampiros purpurinados eu espero tudo.

A gravidez é difícil, o bebê só gosta de sangue, a Bella fica moribunda e o Vampirinho faz a única coisa que ele sabe: sofrer. Quem não deixa os outros lobos atacarem o bebê é o Lobinho, que agora vai tentar ser lider da alcatéia. (Gente, os lobos se comunicam telepaticamente!) A neném nasce, a Bella morre no processo, mas o Vampirinho já tinha dado algumas mordidas nela. O Lobinho imprime a bebê, que em outras palavras significa que ele é um pedófilo que se vê no futuro xonado, capaz de tudo pela pequena Renesmee (nome da bebê, Renee + Esmee, prova que a Bella assimilou a cultura brasileira), e assim os outros lobos não podem atacar.

A Bella se transforma em vampira e acorda com os olhos vermelhos, querendo sangue. Fim. Ou quase. Os Volturi aparecem no finalzinho deixando a dica que não vão deixar barato o nascimento de uma híbrida com um nome cafona como Renesmee. Que eles matem todo mundo e o sonho da Bella se torne realidade.

Acho que a Tia Helo nem se daria o trabalho de ver esse filme. Um "Ai, Jesus!" só porque aparece o Corcovado no filme.