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1.10.18

Cape Town (1)

A cidade maravilhosa da Africa do Sul.


Mar e montanha. Cape Town é linda, e é para ser vista de baixo e de cima.

Não é exagero a comparação com o Rio de Janeiro, são cidades parecidas e diferentes. Essa foi a segunda vez que estive na cidade e dessa vez fiquei em Green Point, bairro que recebeu um upgrade considerável depois da Copa de 2010. E ficava 10 minutos de caminhada do delicioso V&A Waterfront.


O Waterfront concentra muitas atividades turísticas. De lá sai o ônibus hop on hop off que passa por todos os pontos turísticos da cidade (e realmente vale a pena), tem um shopping muito bom, vários restaurantes, tem hotéis, é de lá que saem os passeios de barco (inclusive o de Robben Island), tem um food market, uma espécie de bazar de marcas e designers locais e até uma roda gigante.

nobel square


A Copa do Mundo de 2010 fez muito bem a urbanização de Cape Town. Green Point ganhou um parque bonito, a cidade agora tem um sistema de transporte público com ônibus por toda a cidade (mas as vans continuam a todo vapor), e percebi um aumento considerável de cafés bacanas.

o estádio da copa 2010
beira mar de greenpoint

Começamos com um walking tour sobre a história da cidade que não foi lá essas coisas mas passeamos pelo centro.

rua de pedestres no centro
prefeitura de Cape Town (com todos os tijolos trazidos
de Bath na Inglaterra e uma estátua do Mandela)
o parlamento da Africa do Sul (que tem 3 capitais)
sim, é uma estátua da Rainha Vitória
para não esquecer o apartheid
Company Gardens o lindo jardim do centro 

Andamos na famosa Long Street que tem prédios coloniais e é uma parte da cidade com muitos bares, restaurantes e hotéis.


Passamos por BoKaap, o bairro das casas coloridas que tem uma história de resistência e é de maioria muçulmana.


O fim do dia foi em Camps Bay, uma praia urbana que fica no pé da Table Mountain e dos picos conhecidos como Apóstolos. É um lugar muito agradável com bares e restaurantes a beira mar e de lá o por do sol é lindo.

recebidas com um arco iris
lion's head
os apostolos


4.7.08

Bungy Jump

A primeira vez que eu saltei foi em Queenstown na Nova Zelândia, berço do bungy jump. E foi da ponte onde fizeram o primeiro salto. Não era o mais alto de lá, esse só tinha 50m (ou outros era de 100 e 105m), mas foi super emocionante. Aí estão as fotos:


tchau, fui!

Ahhhhhh......pelo menos tem água embaixo.


Esse ano eu aproveitei a ida a Africa do Sul e o passeio pela Garden Route para fazer o maior bungy do mundo - 200m, um upgrade de 150 metros, e foi mais emocionante que o primeiro. Nesse dá até tempo de pensar "essa cordinha não vai me puxar de volta??". Demorei para colocar as fotos, mas aqui estão elas.


A ponte do salto foi essa.


Aí vou eu


Amarra essa coisa direito hein?


olha tudo direitinho tá


Olhar para baixo, nem pensar.


ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh


Que maravilha!

Esse cara que foi me buscar perguntou de onde eu era, quando eu disse "Brasil", ele gritou "cara%$^!". Pelo jeito tem muito brasileiro saltando por lá.

Onde é o próximo?

28.3.08

+ Africa do Sul

Já voltei e com muitas fotos. É só ir aqui.

Ainda em Cape Town, antes de partir para a Garden Route, passei dois dias tentando subir na Table Mountain, mas o maldito vento mantinha uma nuvem permanente no topo e o bondinho não funcionava. Mas fomos a vinícula de Constantia, a Camps Bay (onde eu molhei o pé na água mais gelada do mundo) e Llandudno Beach.

De Cape Town fomos de carro....
(parênteses para falar do transporte - lá não tem transporte público, só vans (essas só para os trabalhadores), também tem taxi. Cape Town é a única cidade do mundo que realmente vale a pena pegar aquele ônibus de turismo hop on-hop off, fora isso só alugando um carro mesmo e dirigir na mão inglesa)
... até Knysna, que é a Búzios deles. É uma cidadezinha turística na beira de um lago com uma abertura para o mar. Ficamos lá dois dias e passeamos por Plattenberg Bay, onde eu molhei os pés no Oceano Índico, fizemos uma paradinha em Bloukran’s Bridge para eu fazer o maior-bungy-jump-do-mundo (216m – uau!) e seguimos até o Tsitsikamma Park. Lá na África do Sul um dos grandes baratos dos turistas é acampar (de barraca, de trailer, ou em rest camps) nesses parques e fazer caminhadas pelas trilhas (muito bem sinalizadas). Fez um frio danado esses dois dias, mas valeu a pena!

Voltamos a Cape Town só para dormir e pegar o avião no dia seguinte, mas eu olhei pela janela do hotel e o bondinho estava funcionando (oba!). Fui direto lá subir a Table Mountain. Que vista maravilhosa!! Lá em cima pode-se fazer caminhadas, e como não ventava (vai entender) a temperatura estava super agradável. Muitos turistas e muitas fotos.

Em Johannesburgo (Jo’burg para os íntimos) a gente pegou outro carro e foi em direção a região de Mpumalanga (se diz Bumalanga). Dormimos uma noite em White River e no dia seguinte entramos no Kruger Park. No nosso primeiro safári, indo para o rest camp, já vimos quase todos os bichos. O que impressiona é a camuflagem deles, é preciso muito esforço para vê-los no meio das árvores e vegetação, as vezes só os vemos quando estão na beira da estrada e quando entram no mato outra vez desaparecem em segundos. Ainda fizemos mais 4 safaris mas não tivemos a sorte de ver os felinos (é difícil, eles descansam 20 horas por dia e as 4 restantes geralmente eles caçam de madrugada). O bicho que mais se vê lá dentro é o impala, no começo a gente acha ele uma fofura, mas depois quando se quer ver o leão e só dá eles (a cor do pelo é a mesma) a gente não agüenta mais. As girafas e as zebras são os animais mais bonitos.

Do Kruger fomos para uma cidade chamada Graskop que tem muitas cachoeiras, vales e cânions para ver, e trilhas para andar. É lá que fica Bourke’s Potholes, buracos cavados na rocha pelo rio, uma beleza. Não tínhamos hotel reservado (em plena semana santa), mas demos sorte de ficar numa pousada/cervejaria muito bonitinha e caprichada. Aliás, a cerveja caseira da mulher era muito boa!

Então fomos para Jo’burg, mas antes passamos rapidinho em Pretoria (capital) e Sun City (único lugar que não gostei– um mix de Las Vegas com Disney, sem o bom de nenhuma das duas).

Jo’burg foi uma incógnita pra mim. Ficamos num lugar chamado Sandton que eu achava que era tipo a Barra da Tijuca de lá. Mas depois descobri que é quase Ipanema. Por ser páscoa as ruas estavam vazias, mas o shopping cheio. O que me chamou atenção é que em todos os lugares a segurança é reforçada: muros altos, cercas elétricas, seguranças armados, etc.

Todo mundo nos alertou do perigo lá na África do Sul, em Cape Town eu não achei nada demais, nada pior que Rio, SP ou até Fortaleza, mas em Jo’burg, só aquela segurança toda já faz você pensar duas vezes.

Claro que a África do Sul tem pobreza, números altos de Aids, questões raciais, roubos e muitos outros problemas (assim como aqui, cada um com seus problemas). O noticiário deles é tão assustador quanto o daqui.

Como turista, eu achei tudo uma maravilha. :)

19.3.08

Safari

Safari

Hoje entramos no Kruger Park. Oba! :)

No caminho para o Rest Camp jah vi: elefante, zebra, girafa (muitas), warhog (aquele porco do rei leao), impalas (muitos), buffalo e ate um rinoceronte.

Tudo isso em meio dia de passeio. Ainda faltam os leoes e os leopardos.

Eh tudo muito bonito. Os animais sao super camuflados e dao um susto quando saem do meio do mato para atravessar a rua. Mesmo um elefante enorme consegue surpreender.




Ah! Depois eu volto aqui no blog para contar mais de Cape Town, Table Mountain, Knysna, Tsitsikamma park e o meu bungi jump de 216m (ahhhhhhhh!).

12.3.08

In Cape Town

In Cape Town

A Cidade do Cabo lembra o Rio de Janeiro com um pouco de Sydney. Do Rio as montanhas e morros (sem favelas) e de Sydney aquele ar colonial ingles. So por isso ela ja eh uma cidade muito bonita. Alem disso, eh limpa e organizada, cheia de jovens, turistas, e bons restaurantes. Como disse a Beth: eh uma cidade cool.

Ja andamos por toda parte central e hoje fomos, de carro (Nick dirigindo, ja que ele eh o ingles da familia), ate o Cabo da Boa Esperanca, a ponta da Africa que divide o Oceano Atlantico do Indico. Venta muito por la. O lugar eh muito bonito e preservado. Na volta tivemos o prazer de alguns macacos babuinos (enormes!) no meio da estrada e avestruzes correndo solto. Tambem paramos em Boulder que eh a praia dos pinguins e eles dominam o pedaco com aquela fofura.

A supresa do dia foi o jardim botanico nacional de Kirstenboch (adoro esses nomes), um lugar enorme com muitas plantas locais e outras importadas, muito bem organizado.

Amanha vou tentar subir a Table Mountain, da para ve-la da janela do meu quarto no hotel. Nos ultimos dois dias ventou muito e sempre tinha uma nuvem la no topo, mas o homem da metereologia prometeu que amanha tem sol o dia inteiro.

Curiosidade televisiva. (Eu nao podia deixar de ver tv aqui ne?) Entao, tem uma novela que passa a noite que os atores falam metade das frases em ingles e a outra metade em afrikaans (a lingua local). Quando eles falam afrikaans aparece legenda em ingles, mas o problema eh que em uma frase eles falam uma palavra em cada lingua. Para quem acha chato ler legenda, eu sugiro tentar ler as daqui que ficam todas pela metade. Ah! A novela eh muito ruim.

A qualquer hora eu apareco com mais noticias da Africa do Sul.

6.3.08

Next stop

Next Stop

Estou com as malas prontas outra vez, e o destino é....tchan, tchan,tchan...

Três dicas:




Ok, eu conto.


África do sul!!!! É a minha primeira vez no continente africano.

Capetown, Kruguer Park, Big Five, Garden Route, Jeffrey's Bay....aqui vou eu!



Enquanto estiver lá, se der, venho aqui no blog contar um pouco da viagem.