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21.2.06

U2 na TV

Vi o U2 pela TV. Estou frustrada porque não estava lá, porque não me esforcei o suficiente para estar lá e principalmente porque foi um show muito bom! Aquele telão in loco deve ser uma coisa de doido, ainda mais pra mim que adoro um efeito visual. Droga!


Ver pela TV tem muitos defeitos. Começando pela legenda ridícula que a Globo insistiu em colocar, ninguém merece. Depois o Zeca Camargo dando pitaco, um saco. E quando começava a entrar no clima, se é que isso foi possível em algum momento, lá vem a porcaria da propaganda, só de mal eu nem lembro quem foram os anunciantes.

Se eu estivesse lá eu não teria visto o Bono suando que nem uma porca prenha, totalmente sem folego e com a impressão de que não dura mais 10 anos. Eu não teria prestado atenção na cara do Larry Mullen a cada biquinho que ele fazia. E teria achado tudo uma maravilha, além de ter perdido a voz de tanto cantar.

O show foi excelente, a seleção musical foi na medida, tudo muito profissional. O Adam Clayton é o cara mais cool da banda e sem o The Edge nada acontece. Mesmo com todo blá, blá, blá do Bono o rock tocado pelos outros 3 foi da melhor qualidade, como sempre. E eles terminaram com "40", nada mais justo com o Larry Mullen(o último a sair do palco) já que, como o próprio Bono disse, ele que começou a banda.

Apesar de toda parafernalha tecnológica e efeitos visuais a Tia Helo não ia gostar muito. Ela é mais tradicional, tipo Freddy Mercury e Elton John.

19.2.06

Rolling Stones em Copa

Rolling Stones em Copa

Lá fui eu, Bi, Ney, Beth e Nick ver os Rolling Stones na praia de Copacabana com mais de um milhão de pessoas....é isso mesmo....mais de um milhão! Segundo o Ney a festa do ano novo parecia uma reunião de condôminos comparada à multidão do show. Com tanta gente esperava-se confusão, mas foi tudo muito tranqüilo, muita gente bonita, muitos barquinhos no mar e muita festa.

A disputa na areia era pra ver quem conseguia fazer o maior montinho para ficar mais alto, e, acreditem, surgiram várias muralhas da china, a praia amanheceu cheia de trincheiras.

Foi tudo ótimo!!! O som estava baixo no começo, tinha um mané com uma bandeira atrapalhando um pouco, mas resolvemos tudo mudando de lugar (para bem pertinho do repetidor e bem no meio para ver o telão, porque ver Sir Mick Jagger e Cia de perto só na área VIP).

Os vovôs Stones estão com tudo. Keith Richards se esbaldou, Charlie Watts suou muito e continuou sério, Ron Wood era só sorriso e Sir Mick Jagger rebolou como só ele sabe fazer deixando a platéia enlouquecida. Foram 2 horas de show e 20 músicas (as melhores, quase todas do começo), começando com Jumpin’ Jack Flash e terminando com Satisfaction.

Quem foi sabe que foi muito bom! Quem ficou em casa com medo da confusão perdeu um dos melhores momentos da praia de Copacabana e dos Stones. It’s a gas! gas! gas!

A Tia Helo não deve gostar nem um pouco dos Stones, afinal são eles que cantam Sympathy for the Devil. E ela ia concordar com os americanos que não dá para escutar “you make a dead man come” de Start Me Up. Ela não sabe o que está perdendo.

5.12.05

Pearl Jam

Pearl Jam

Seguindo a tradição das bandas estrangeiras só aparecem aqui no Brasil depois de, pelo menos, 10 anos de sucesso, eu finalmente tive o prazer de ver o Pearl Jam. Eu e mais 40 mil pessoas, aqui no Rio.

Não vale a pena mencionar os problemas de organização, som meio baixo, falta de banheiros etc, porque o show foi na Apoteose e tudo isso já era esperado.

Começou com "Animal", mas eu não vou lembrar a seqüência das músicas, o que importa é que eles tocaram todas as boas (se bem que todas são boas né? teve até uma dos Ramones). O Sr. Vedder estava...digamos... tão "legal" no começo do show que o português dele era mais compreensível do que o inglês, aliás, parece que só ele conseguiu beber alguma coisa com alcool( parecia vinho) depois das 20:30. Ah! Dane-se. Ele cantou maravilhosamente bem, deixou o povo cantar bastante – e todo mundo sabia TUDO. O guitarrista de cabelos vermelhos saradão e o baterista galã, pra mim, foram os melhores dos melhores no palco. (O homem das baquetas então....muito bom! Confesso que sou chegada numa bateria).

E, claaaro, o Sr. Vedder, com aquela voz única, é a essência do grupo. Lá no fim do show (e foram mais de 2 horas de puro rock), depois de apresentar a banda ele mandou essa: “ Eu sou Eddie, meu telefone está no verso do seu ingresso e quando forem a Seattle é só ligar.” Incrível!! Em menos de um dia no Rio de Janeiro Eddie Vedder aprendeu o famoso “passa lá em casa” carioca.


A Tia Helo não ia gostar do Pearl Jam. Eles não usam roupas coloridas, não tem tendências a ópera e fazem muito barulho. Talvez ela achasse o Eddie Vedder bonito, mas ia dizer que ele é muito cabeludo. Azar o dela.


Eu adorei!!! Estou cantando até agora...oh oh oh I’m still alive....