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26.11.16

AquaRio


O aquário do Rio inaugurou esse mês e fui lá conhecer.

Confesso que não sou fã de aquários. Acho um pouco claustrofóbico, tenho um pena dos peixes que tem que ficar nadando em voltas naquele espaço pequeno quando poderiam estar na imensidão do mar.


Dito isso, achei a visita do aquário muito organizada.

Comprei o ingresso online e na hora da compra você marca dia e hora. A entrada é organizada por horários, então de seu ingresso é para 10 da manhã, pode entrar entre 10 e 10:59.

No térreo tem uma bilheteria e uma lanchonete.

A visita começa no terceiro andar do prédio. São várias janelas com os peixes, crustáceos, planctons, corais, etc. Em cima de todas as janelas tem uma tela explicando o que você está vendo (em português e inglês).


Tem vários painéis interativos explicando sobre o mar (porque é azul, porque é salgado, como é a luz no mar, etc).

As crianças adoram, afinal podem ver nemos, dorys e tubarões.


Aí você vai andando pelo aquário (que não é muito grande) e chega no maior tanque que tem várias janelas enormes em volta e ainda um túnel de vidro que passa no meio. O túnel é o ponto alto da visita.


Tem uma música de fundo tocando o tempo todo, as vezes é agradável e as vezes não.

Na saída fica o gift shop, que por sinal achei uma péssima idéia colocar a loja num lugar onde só pode comprar quem visita o aquário.

Explico: para entrar e sair tem que passar pelas catracas com o ingresso e a loja fica antes da catraca de saída, ou seja se você quiser ir lá só comprar um cavalo marinho de pelúcia não pode, tem que pagar entrada também.

Falando na entrada: custa R$80 a inteira, R$60 para moradores do Rio de Janeiro ou pessoas nascidas no estado (pedem comprovante na entrada) e R$40 a meia. Para crianças com menos de 3 anos é grátis.

Achei caro, não dá para visitar várias vezes nesse preço. Eles oferecem um passaporte anual, mas aí tem que gostar muito de ver peixe em aquário.



Momento transporte público:

Para chegar no aquário, sem ser de carro (tem um estacionamento dentro do prédio), a melhor maneira é no VLT, tem uma parada na porta do AquaRio.

Para usar o VLT tem que ter o Riocard que pode ser comprado e carregado na estação do VLT ou nas estações de metrô (mas não em todas). Se você vai usar o VLT pela primeira vez e não tem o cartão, tem que comprar o cartão que custa R$3 e mais o valor da passagem R$3,80, ou seja, essa primeira volta sai por R$6,80. E é um cartão para cada pessoa, e guarda esse cartão que pode ser carregado e usado nos outros transportes (metrô, onibus, barca).

Se você já tem o cartão e está carregado é só encostar na maquina dentro do vagão.

21.6.16

Pedalando na Beira Mar

Finalmente uma ciclofaixa/ciclovia na Beira Mar de Fortaleza. Melhorou muito a minha vida de ciclista.



Essa ciclovia era para ter sido feita quando reformaram o calçadão na década de 1990, mas além de colocar uma cerâmica péssima e escorregadia em dias de chuva, esqueceram que pessoas gostam de pedalar a beira mar.

Em 2014 começou a ciclofaixa do domingo e o número de ciclistas aumentou muito. Pessoas que adotaram as bikes como meio de transporte. De lá para cá também aumentou o número de ciclofaixas pela cidade, mas a da Beira Mar não vinha.

A prefeitura tinha um novo projeto para o calçadão da Beira Mar que incluía uma ciclovia mas acho que a demanda cresceu rapidamente e resolveram fazer logo essa ciclovia de mão dupla. (E já começaram a reforma do calçadão)



A ciclofaixa da Beira Mar também veio para resolver o problema dos corredores da noite. De manhã cedo colocavam os cones para as pessoas correrem no asfalto (já que a cerâmica do calçadão é péssima), mas a noite era uma bagunça com pessoas e bicicletas andando an contra-mão do fluxo de carros do lado contrário do calçadão (só vendo a bizarrice para entender). Sem contar os ciclistas sem noção que pedalavam no calçadão porque tinham medo dos carros. Agora todos podem usar a ciclofaixa que é compartilhada.

a regra é clara


Como já disse em outros posts, Fortaleza é uma ótima cidade para pedalar. É uma cidade concentrada, as distâncias são curtas, tem algumas ladeiras mas nada que uma bike com uma marcha leve não resolva. Por mais que a prefeitura, construtoras e algumas pessoas derrubem as árvores da cidade ainda é relativamente arborizada e tem bastante sombra nas ruas. É uma cidade quente? Sim, mas tem muito vento e como as distâncias são curtas quando você começa a suar já chegou. Os motoristas (de carro) estão se acostumando com os ciclistas e respeitam. Já os motoqueiros não, esses inclusive adoram invadir a ciclofaixa achando que ali é espaço deles, mas essa é uma reclamação para outro dia.

Alguns ciclistas também precisam se educar e espero que com o tempo teremos um transito civilizado de bicicletas. 

6.1.15

Momento transporte público: bicicletas compartilhadas em Fortaleza

Como eu já disse várias vezes aqui no blog, sou a favor de qualquer iniciativa que diminua o número de carros nas ruas e melhore o transporte público e também sou adepta das bicicletas como transporte alternativo.

Com a ciclofaixa de domingo os ciclistas cearenses se empolgaram, muitos sairam do armário e as lojas de bicicletas nunca venderam tanto.

Fortaleza agora tem bicicletas compartilhadas. Aqui elas são verdinhas (o patrocinador é outro) e estão sendo muito usadas.



Quem acompanha o blog sabe que uso muito essas bicicletas quando estou no Rio, é o meu meio de transporte principal na cidade, então comemorei que agora também tem em Fortaleza.

A idéia dessas bicicletas é o deslocamento de um lugar para o outro. Você pega numa estação e pode devolver em qualquer outra.



Como faz? Baixa o aplicativo do Bicicletar, faça o cadastro e compre o passe (que pode ser de um dia R$5, um mês R$10 ou um ano R$60), depois é só seguir os passos na app. Para quem não tem um smartphone, faz o cadastro e compra o passe no site e na estação é só ligar para o número que tem no totem da estação e seguir as instruções. Tem uma opção de passe atrelado ao bilhete único (mas essa não usei porque não tenho o bilhete)

Para devolver basta encaixar a bicicleta na estação. Até 60 minutos está incluído no passe, depois que usar uma hora tem que devolver ou então paga a hora extra. Se quiser tirar outra logo depois tem que esperar 15 minutos, ou então paga hora extra (mesmo que não tenha usado os 60 minutos na vez anterior). Aos domingos e feriados o tempo é de 90 minutos.

Se após retirar a bicicleta ver que tem algum defeito pode devolver em até 5 minutos.

A diferença entre Fortaleza e o Rio é que os cariocas já tem ciclovias há muitos anos, muito antes do boom das bikes e muito antes das bicicletas compartilhadas. Claro que ainda pode melhorar muito, mas a cidade é bem servida de ciclovias.

Fortaleza não. Aqui as poucas ciclovias ficam fora da parte central da cidade e são apenas no meio de grandes avenidas. Com a moda da bicicleta (que espero que seja permanente tipo um pretinho básico) pintaram algumas poucas ciclofaixas nas ruas e aos domingos tem a ciclofaixa atravessando a cidade.



A Beira Mar tem uma faixa exclusiva no asfalto todo os dias de 5:30 as 7:30 da manhã que sempre foi para os corredores mas agora cada vez mais tem gente de bicicleta, está ficando congestionado.

kd espaço no meio dos corredores?

Fortaleza tem tudo para ser um lugar onde as pessoas andam de bicicleta. É uma cidade concentrada e as distâncias são curtas. Faz calor? Sim, bastante, mas também tem vento e muitas ruas arborizadas (contanto que não derrubem mais árvores).

Para que as pessoas usem mais as bicicletas, próprias ou compartilhadas, vai ser necessário mais ciclofaixas porque pedalar nas ruas é perigoso mesmo, o motorista local é mal educado (de carro, de ônibus, de taxi e principalmente de moto). E porque é perigoso muitas pessoas andam na contramão da ciclofaixa (algumas deveriam ser mão dupla. fica a dica.) e andam nas calçadas, apesar das mil placas dizendo que é proíbido.

tiozinho na bicicleta do lado da placa proibindo

Os ciclistas tem que lembrar que existem leis de transito para bicicleta também.

Então agora com as bicicletas compartilhadas espero ver cada vez mais pessoas pedalando.



21.9.14

Ciclofaixa

Os leitores do blog sabem que sou adepta da bicicleta como meio de transporte alternativo e apoio qualquer iniciativa para aumentar o numero de ciclistas na cidade.



Fortaleza é uma cidade muito concentrada. As distâncias são curtas, praticamente 15km a 20km para atravessar a cidade de um ponto a outro. Da minha casa para os pontos que frequento mais não passa de 3km, o aeroporto fica a 12km. Há 30 anos Fortaleza era uma cidade de casas, mas hoje é um paliteiro de prédios. Então onde tinha uma família com um ou dois carros hoje tem de 20 a 25 famílias cada uma com pelo menos 2 carros. As ruas e avenidas não foram adaptadas a esse crescimento, nem o transporte público, nem as calçadas. Qualquer medida tomada pela prefeitura e governo é emergencial e quase sempre favorecendo os carros.

Qualquer planejador urbano sabe que para fazer com que as pessoas usem menos os carros é preciso oferecer uma alternativa melhor. Eu acho que andar a pé é melhor do que ficar parada no transito, pena que as calçadas são péssimas e sem padronização, mas eu insisto.

As pessoas dizem que é muito quente, mas gente, sempre fez muito calor aqui, e vamos combinar que derrubar arvores não ajuda. Também reclamam muito de assaltos e tem medo, acaba num ciclo: as pessoas não vão na rua porque tem assaltos e tem assaltos porque as ruas estão vazias. Quanto mais dentro dos carros, mais distante da cidade, o automóvel não gera integração. Claro que carros são necessários, mas precisa mesmo tirar o carro da garagem para ir a 3 quarteirões de distância? É isso que acontece aqui.

Em 2000 eu vendi meu carro, comprei uma bicicleta. Durante um ano usei muito essa bicicleta, mas o motorista cearense é mal educado e perigoso. Até em ruas menos movimentadas, sem trânsito, jogavam o carro em cima, gritavam, xingavam, etc. Não vou nem falar das motos que por aqui parece que a maioria dos motoqueiros ignora as leis de transito. Praticamente deixei a bicicleta de lado (mas ainda é usada).

Felizmente parece que tem uma luz no fim do túnel. Já teve até grupo organizando caminhadas pela cidade. Ultimamente instalaram os corredores de ônibus e algumas ciclovias aqui e ali na parte mais central da cidade. Semana passada saiu uma noticia dizendo que as bicicletas compartilhadas serão instaladas aqui em outubro.

Hoje a Prefeitura começou com uma ciclofaixa de 10km ligando o Parque do Cocó com o Passeio Público. E foi um sucesso! Fiquei impressionada com o tanto de gente usando. Tinha de tudo: os profissionais com suas roupas coloridas, crianças, os que tiraram a bicicleta do armário, alguns não pedalavam há anos, grupos de amigos, etc. O importante é que estavam todos nas ruas.



A prefeitura organizou bem, colocou cones, tinha gente nos cruzamentos para lembrar que bicicleta também tem que parar no sinal e que pedestre tem preferencia na faixa. Claro que tem que ter cuidado com o asfalto irregular e esburacado e nos cruzamentos.



Tinha muito motorista reclamando, mas também vários diziam que semana que vem vão de bicicleta. Quanto mais melhor! Talvez sendo ciclistas aprendam a respeitar mais as bicicletas quando estiverem nos carros.



A ciclofaixa vai ser todo domingo de 7:00 as 13:00. Quem não tem bicicleta pode alugar no Passeio Público ou no Parque do Cocó, e se sua bike está quebrada tem uma pequena oficina no Passeio Publico que pode colocar ela funcionando outra vez. Também pode ir de skate.

dentro do parque do cocó
na dom luís quase na praça portugal
pai e filho
não quer ficar engarrafado? pega a bike e vem.
no passeio público 
na beira mar
um coco para refrescar

UPDATE: quatro meses depois a ciclofaixa continua um sucesso mas o percurso mudou, não vai mais até o Passeio Público por causa daquela feira desorganizada no meio da rua na frente do mercado. Uma pena porque o percurso diminuiu e o Passeio é um lugar muito agrdável.

UPDATE 2: mudaram o percurso mais uma vez e agora passa pelo centro da cidade e vai outra vez até o passeio público. Tiraram a parte que passava em frente ao mercado central por causa daquela feira horrorosa que fica no meio da rua. Achei até melhor, o percurso aumentou e é uma forma de conhecer melhor o centro.

UPDATE 3: mais de dois anos depois que escrevi esse post a ciclofaixa continua firme e forte e agora indo em várias direções além do centro e parque do cocó. Domingo passado (09/04/17) a ciclofaixa ia até o Montese e Bezerra de Menezes. Vi muitas pessoas de bicicleta e essa expansão da ciclofaixa e de ciclovias é muito boa para a cidade.

5.4.13

Book Report: Diários de Bicicleta - David Byrne


O David Byrne é o vocalista do Talking Heads e, além de cantor, compositor e artista plástico, também um entusiasta da bicicleta. Ele pedala há anos por New York, desde quando a cidade não era bike friendly, e carrega sua bicicleta dobrável para outras cidades do mundo.

Nesse livro ele faz muitas observações interessantes sobre as cidades e as relações que as pessoas tem com o lugar onde vivem e entre si. Um ponto interessante que ele levantou foi sobre a cidade que é amigável a bicicleta geralmente tem um transporte público muito bom. Não vamos esquecer que a bicicleta é um transporte individual e o transporte coletivo deve sempre ter prioridade.

O livro começa com um apanhado sobre as cidades americanas, como são construídas para os carros e como isso define a convivência das pessoas. Depois começa uma volta ao mundo com os passeios de David por Berlim, Istambul, Buenos Aires, Manila, Londres, Sydney, San Francisco e, claro, New York. Além dessas cidades que mereceram capítulos ele também fala de Copenhagen e como o arquiteto urbanista Jan Gehl propôs mudanças na cidade que melhoraram a qualidade de vida e fez toda uma população adotar a bicicleta. (ele não fala de Amsterdam, mas o trabalho feito lá para incluir ciclovias na cidade foi incrível)

Em Istambul e Buenos Aires ele toca no ponto do carro como status, e são duas cidades com trânsito péssimo, assim com várias aqui no Brasil. Aliás, do Brasil ele menciona Salvador algumas vezes mas apenas para referências culturais e Curitiba para falar da eficiência do sistema de transporte público instalado pelo Jaime Lerner. Elogios na América do Sul só para Bogotá.

O capítulo que mais gostei foi Berlim. Afinal é uma cidade que era duas e voltou a ser uma, cheia de história recente desde a Guerra até os temidos agentes da Stasi. David Byrne não deixou a loucura de Berlim passar em branco, e é uma cidade super amiga das bicicletas.

Em Londres ele filosofa como a cidade aceita bem a diversidade, em Buenos Aires fala da vida noturna dos argentinos ("cidade dos vampiros"). Em Sydney ele se apavora com os morcegos gigantes e aranhas peçonhentas, e em Manila ele se diverte nos inúmeros karaokês.

Comprei esse livro pela capa bonitinha e pelo assunto, afinal também sou entusiasta do transporte público e bicicletas. Acontece que, como o livro é escrito em forma de observações em um diário, em muitas partes o David Byrne conta suas idas a festas, restaurantes, shows, filosofa sobre assuntos diversos e tal, as vezes é interessante e outras nem tanto.

No fim ele faz uma reflexão sobre a renovação de espaços nas cidades e como levar as pessoas para rua/calçada (caminhar, andar de bicicleta ou usar o transporte público) é importante até para diminuir a violência. Quando as pessoas estão na rua, em suas vizinhanças, se protegem e ocupam um espaço. Quando estão dentro de seus carros, trancadas, deixam as ruas abandonadas, "Estar dentro de um carro pode parecer mais seguro, mas quando todo mundo dirige, isso torna a cidade menos segura".

Isso me fez pensar Em Fortaleza, a cidade que vivo, onde ninguém anda nas ruas, e essa tensão que vivemos nos últimos tempos, sempre com medo. Uma cidade que fica cada vez mais quente porque derrubam arvores para fazer mais espaço para estacionar carros, fazendo a experiência de andar desagradável. Contudo, mantenho uma certa esperança que o problema terá solução.


8.10.12

Momento transporte público: Los Angeles

Los Angeles tem fama de ser uma cidade onde se você não tiver um carro não vai a lugar nenhum. É um fato que os habitantes da cidade adoram debater qual o melhor freeway para chegar a algum lugar e reclamar do estacionamento, mas o transporte público não é um mito, ele existe. Quando estive na cidade em 2009 descobri, para minha surpresa, que o sistema de transporte público é muito eficiente e barato. Como já disse em outros posts sobre transporte público em outras cidades, eu acho um excelente jeito de conhecer a cidade, além de se sentir um pouco local (bem, no caso de Los Angeles nem tanto porque quase todo mundo anda de carro).

Dessa vez usei muito os ônibus da cidade para ir a todos os lugares que queria. Claro que um carro é mais rápido, ainda mais usando os freeways, mas não se vê a cidade direito no meio de 5 pistas de carros com muros nas laterais (e o freeway também fica engarrafado). O aluguel do carro é barato, mas outra vantagem de usar o transporte público é o estacionamento. Os estacionamentos fechados são caros (em Hollywood custa até 30 dólares a noite, na praia é de 10 a 15 o dia), os que cobram por hora também são caros e as lojas/restaurantes só dão uma hora grátis. As vagas de rua (quando se acha) tem limite de tempo, as vezes de uma hora, as vezes de duas, então tem que ficar voltando para colocar mais dinheiro no parquímetro.

Los Angeles é uma cidade muito grande e muito espalhada. O deslocamento, dependendo do destino, as vezes é demorado, mas se você tem tempo o transporte público é uma ótima opção. Em um dia consegui ir ao Getty Center, depois passear em Santa Monica e voltei para Silverlake, onde estava hospedada, praticamente atravessei a cidade duas vezes (60km no total), claro que saí cedo e voltei tarde.

A cidade tem dois sistemas de ônibus: o Metro e o Dash. O Metro cobre a cidade inteira e o Dash tem linhas circulares que percorrem certos bairros (o Dash Downtown, Dash Hollywood, Dash Los Feliz). O Dash é bom para rodar uma área específica e custa 50 centavos uma passagem. Algumas linhas são interligadas e é possível trocar de área. Para subir até o Griffith Observatory o Dash tem um shuttle que sai aos fins de semana da estação de metrô da Vermont com Sunset e deixa na porta do observatório.

O Metro vai para todos os pontos da cidade e é bom para quem quer atravessar de um lado para o outro, ou onde não tem o Dash. O Metro custa US$1,50 uma passagem e US$ 5,00 o passe do dia (que vale até as 3 da madrugada do dia seguinte). Para comprar o passe do dia é preciso ter um cartão, o TAP, que custa 2 dolares (além dos 5 do passe) na primeira vez e depois é só recarregar. A compra e recarga podem ser feitas com o próprio motorista do ônibus, online, nas lojas do Metro, ou nas máquinas do metrô. Também tem o passe da semana que custa US$ 20. Atenção: no ônibus sempre tenha o dinheiro exato, o dinheiro é colocado numa máquina e ela não dá troco (o motorista não pega em dinheiro).

O TAP também serve para o Dash.


E como se deslocar? No site do Metro é possível fazer um journey planner que diz o ponto onde pegar, o número do ônibus, o horário que vai passar, onde descer e quanto custa. Melhor ainda, para quem tem um smartphone, é baixar a app que além do journey planner dá para ver onde estão os pontos de ônibus mais próximos e o horário que o próximo ônibus vai parar ali. Para quem quer ir a Santa Monica e Venice (ou vai ficar lá e quer ir para cidade) o Metro é a melhor opção. Os pontos de ônibus são definidos, os horários também, a frequência é entre 15 e 20min (peguei um ônibus que ficou parado 5 minutos porque estava adiantado para o próximo ponto).

E tem o metrô de fato (subway, ou underground para os britânicos), que não usei, mas está na minha lista de coisas a fazer da próxima vez que for a cidade. O metrô liga downtown a quase todos os lugares mais distantes da cidade. A linha vermelha vai  para Hollywood. A empresa é a mesma do ônibus Metro e o passe do dia vale para o metrô também. (confuso isso do ônibus se chamar Metro né?)

O metrô funciona até 2 da madrugada nos fins de semana e os ônibus tem linhas que circulam a noite inteira.

Os ônibus são novos, limpos e tem ar condicionado (que foi um alívio no heat wave que peguei na cidade). Fiquei impressionada com o tanto de deficientes físicos em cadeiras de rodas usando os ônibus,  quase todos os ônibus que peguei tinha um. É bem prático e rápido como sobem e descem.

O taxi é uma boa opção para quem tem pressa e para corridas curtas, as mais longas podem sair mais caro que o aluguel do carro. Acontece que em Los Angeles não se chama taxi no meio da rua, tem que telefonar. Nesse site tem a lista de todas as empresas oficiais com telefones.

Não vamos esquecer a bicicleta. Faixas para bicicleta estão espalhadas por toda cidade. Em Venice e Santa Monica é legal alugar uma bicicleta e dar uma volta da ciclovia da praia que da para ir para Malibu de um lado e Manhattan Beach/Hermosa Beach do outro. Os ônibus tem racks para as bicicletas, então é possível fazer uma combinação de transportes e visitar mais lugares.



27.6.12

Copenhagen (3) Bicicletas

E voces achando que eu nao ia falar das bicicletas, ne?



Eu sou uma entusiasta do transporte publico e das bicicletas nas ruas. Tudo para diminuir o numero de carros, motos e o transito. Copenhagen eh nota dez: tem transporte publico eficiente e todos (ou pelo menos uma grande maioria) adotaram a bicicleta como meio de transporte. Comprar um carro na Dinamarca eh muito caro e tem muitos impostos, principalmente para quem mora dentro da cidade. Então, ao invés de pagar um carro em sei-la-quantas-vezes (que nem deve ter essa opção) eles preferem andar de bicicleta.



A quantidade de bicicletas que vi ao sair da estacao de trem me deixou impressionada. Ja fui a Amsterdam, andei muito de bicileta por la, mas nao lembro de ter visto tantas juntas. E quanto mais eu andava por Copenhagen, mais impressionada eu ficava com a quantidade de bicicletas por toda parte, e o dinamarqueses abracaram mesmo a idea.



A rede de ciclovias eh enorme, abrange toda cidade e eu ate diria que as bikes tem preferencia no transito. A cidade eh plana, o que ajuda muito. E andam de bicicleta o ano inteiro, faca sol, chuva ou muito frio. A minha prima disse que eles sempre falam "o tempo não esta ruim, você eh que não se vestiu direito". Provavelmente não pedalam quando neva, mas ai tem o metro, ônibus, barco, etc.



Todo mundo vai para a balada de bicicleta, e as vezes deixam na rua mesmo para pegar no dia seguinte. Nao sei como conseguem encontrar suas bikes no meio de tantas, mas minha prima disse que "bicicleta eh como filho, você sabe qual a sua", e a dela eh personalizada. As bicicletas são comuns, sem grandes firulas, e tem de todo jeito.



para bebes


tem ate estatua de bicicleta
Claro que uma cidade assim tem aquele esquema de aluguel de bicicleta que você pega num lugar e deixa em outro.

Fica a dica: aluguem uma bicicleta e vão pedalar por Copenhagen.


Mais fotos no Flickr.

21.12.11

Momento transporte público: Bike in Rio

Eu sou a favor de qualquer tentativa de diminuir o número de carros nas ruas e de melhorar o transporte público. Acho ótima a idéia das bicicletas de aluguel que já funcionam em várias cidades na Europa.




A primeira vez que a prefeitura colocou as bicicletas de aluguel não deu certo. Os cariocas achavam que era coisa de turista e não aderiram, os turistas não entendiam como funcionava o esquema, as bicicletas eram roubadas, e quase nunca estavam disponíveis (sempre quebradas).

Felizmente a segunda tentativa funcionou. Com o trânsito caótico da cidade e o transporte público deixando a desejar, as laranjinhas se tornaram uma boa opção de locomoção. O carioca finalmente entendeu que as bicicletas são para as pessoas da cidade usar e também os turistas.

muita gente usando


Eu tenho uma bicicleta aqui no Rio e uso bastante. A zona sul da cidade é bem servida de ciclovias, mas tem que ter cuidado nas ruas já que os motoristas não são amigos das bicicletas. A vantagem da bicicleta de aluguel é que você pega em uma estação e pode deixar em outra. No caso da bicicleta própria eu sempre fico preocupada se tranquei direito, se vão roubar (mesmo sendo velha), onde deixar (normalmente é em algum poste), etc.

Então me cadastrei no Bike Rio para ver como funcionavam as bicicletas de aluguel. É fácil. Depois de preencher os dados cadastrais é só escolher o passe (mensal ou diário) e fazer o pagamento. O Passe Mensal é R$10 e o Diário R$5.

Com esses 10 reais você pode utilizar a bicicleta quantas vezes quiser no mês, por uma hora cada vez, e com 15 minutos entre as vezes. Se passar de uma hora cobram R$ 5 por hora excedente.

Na prática. Ao chegar numa estação (tem um mapa no site) você liga para o número deles, digita o número da estação, o número da bicicleta, espera a luz verde acender e sai pedalando. Para facilitar, quem tem um smartphone pode baixar a app que o processo é bem mais rápido (inclusive para comprar o passe) e tem um mapa com as estações.



Para devolver é só encaixar a bicicleta na estação.

O problema é que as vezes, na hora de devolver, as estações estão cheias, aí ou procura a mais próxima, ou liga para um número de atendimento que eles dizem o que fazer.

Tem dado tão certo que o mais comum é ver estações vazias e muita gente pedalando.


16.10.11

Momento Transporte Público: Melbourne

Depois de desvendar o transporte público de Sydney, vamos a Melbourne. Só tenho uma coisa a dizer: é bem mais fácil e econômico do que o de Sydney.



Em Melbourne a maior parte do transporte é feita por trams (bondes), trens e ônibus. Aliás, eu queria dizer que adoro os trams, eh um dos meios de transporte publico mais eficiente, não sei porque, nos meados do séc XX, resolveram abandonar essa idéia na maioria das cidades.

Melbourne é dividida em 2 zonas, que facilita, e a zona 1 abrange a maior parte dos interesses turísticos da cidade. E existem vários tipos de tickets (o metcard): 2 horas, 10 x 2 horas, passe do dia, de 5 dias, mensal, etc. O ticket de 2 horas na zona 1custa AUD 3,80 e o passe do dia é AUD 7. Se for para usar as zonas 1 e 2 o preço sobe para AUD 6 unitário e AUD 11 o dia. O passe do dia eh uma otima opcao para turistas.

Estão mudando o sistema para o Myki,  um sistema onde a tarifa é semanal, ou para mais de um mês (myki pass); ou você coloca dinheiro e paga quando usa (myki money), tipo o Oyster em Londres. Com o myki money a tarifa diária vai sair por AUD 6 para a zona 1. De todo jeito, até dezembro de 2012 o metcard está valendo.

Em Melbourne tem o City Circle tram que dá uma volta pelo centro da cidade e passa pelos principais pontos turísticos. E é de graça. Fantástico.


Além do City Circle também tem um ônibus o Melbourne City Tourist Shuttle. É gratis. É um ônibus hop on - hop off que para em 13 pontos turísticos.

Os ônibus noturnos que vão do centro de Melbourne para os burbs tem um telefone dentro e por AUD 1 você pode usar. A intenção é para as pessoas chamarem um taxi, ou alguém, para buscá-las no ponto, se este for muito longe de casa.


O site oficial, bacana e organizado, também oferece um journey planner fácil de usar e de entender. Diz quantos metros até a parada, dá o número da parada (que é super prático) com o nome da rua, o número do tram (e direção que ele vai) e o número da parada onde descer (com nome da rua, claro). Não tem como se perder. Alguns trams (os mais novos) tem wifi gratis.

Alem disso, os mapas de turismo tem as principais linhas de tram e trem, e os numeros dos pontos perto dos pontos de interesse. E nos pontos de maior movimento (como o da Federation Square) tem um funcionario com um smartphone pronto para ajudar.

E se ficar perdido é só perguntar a qualquer australiano que vão te explicar como chegar onde você quer.

6.10.11

Momento Trasporte Público: Sydney

Adoro cidades com transporte público eficiente, aquelas em que ter um carro não faz diferença. São as melhores para turistas, podemos ser mais independentes e ao mesmo tempo se sentir um pouco local. Uma pena que poucas cidades brasileiras tenham um transporte público eficiente e seguro.

O sistema de transporte público de Sydney é eficiente, mas um pouco confuso de entender. A confusão se dá mais pelo sistema de cobrança. Existem vários tipos de tickets: o MyMulti (para trens, ônibus e ferry), o MyTrain, MyBus e MyFerry. O MyMulti 1 é o mais indicado para turistas, um dia inteiro custa AUD 20 e como vale para boa parte da cidade você não tem que se preocupar com as zonas/sections. (Eu achei caro, em Londres o passe do dia de metrô e ônibus pelas zonas 1 e 2 custa £6,10 = 10AUD.)

Se você acha que só vai usar o ônibus ou só trem ou só ferry, existem as outras opções. Aí exige um pouco mais de atenção.


O sistema de ônibus lá é dividido em sections, e cada section tem 1,6km, ou seja, para pagar o ticket você tem que sabe para onde vai e por quantas sections vai passar. O preço do ticket varia entre 1 a 2 sections, 3 a 5, e mais de 6. Com um pouco de paciência e o uso do plan your trip, dá para saber qual ônibus vai para onde e depois é só olhar o mapa da rota e saber por quantas sections você vai passar. Outra opções são: perguntar para o motorista quantas sections até onde você vai, ou perguntar nas lojas de ticket, ou ligar para o número de informação de transportes e perguntar. A idéia é pagar menos para andar menos, se você for andar só 2 sections o ticket unitário custa AUD 2, se for entre 3 e 5 sections já passa para AUD 3,30. E tem o passe com 10 viagens por AUD 16 para 2 sections.

A maioria dos ônibus que pegamos passavam por 2 sections, mas para Bondi foram 4 sections.

No ponto tem uma tabela de horarios, e os onibus sao pontuais.

O trem (metrô) já é pela quantidade de quilometros que você vai percorrer: de 0 a 10km, de 10 a 20km e por aí vai.

O Ferry é fácil, só tem 2 zonas.

Depois de desvendar o quebra cabeça dos tickets, usar o transporte é fácil. O plan your trip diz até quantos metros você tem que andar até o ponto e ainda diz a esquina onde descer.



O pessoal do TransitShop é simpático e ajuda.

Existe o Free Shuttle, um onibus verde, gratis, que roda o centro da cidade da Central Station ao Circular Quay. Vai pela George Street e volta pela Elizabeth Street.

Taxi é fácil, menos no fim de semana. Os Australianos são conscientes e não bebem e dirigem, como eles gostam de beber eles sempre tem um taxi já em standby para buscá-los na noite.

No centro da cidade tem um monorail que faz uma linha circular. Custa 5 dolares uma viagem, que pode ser uma volta completa, ou entre dois pontos. Sinceramente, nao vale a pena (se fosse de graca valeria).

1.3.11

Momento transporte público: o corredor de ônibus de Copacabana

Uma das coisas que mais gosto no Rio é não precisar de carro para nada. As necessidades básicas são todas atendidas perto de casa; supermercado, padaria, praia, clube, academia de ginástica, loja de suco, vários butiquins, comida a quilo, etc. E quando preciso ir mais longe o transporte público é razoavelmente eficiente.

Do metrô eu já falei aqui.

Com a Copa do Mundo e Olímpiadas vindo para a cidade, uma das coisas que precisa organizar (ampliar e melhorar) é o transporte público. É eficiente, mas é desorganizado.

Quem já tenteou pegar um ônibus no Rio sabe que é quase como andar de montanha russa. Primeiro eles quase não param no ponto, as vezes a gente tem que correr atrás gritando. Depois, na hora de descer param no meio da rua se o ponto estiver ocupado. Muitas vezes já saem andando quando você ainda está com o pé no degrau. Em muitos lugares da cidade não se sabe qual ônibus vai para qual lugar, por onde, e onde para. Os pontos estão lá, mas sem indicação das linhas. E, claro, os motoristas tem paciência zero.

Então dia 19/02 começou a funcionar o BRS, que é um sistema de ônibus rápido, o tal corredor. E o que é isso? Nada mais do que separar duas pistas só para ônibus e organizar os pontos. As linhas foram divididas em 3 grupos e cada grupo tem pontos definidos ao longo da N.Sª. de Copacabana e Barata Ribeiro. Os pontos agora tem um número (1,2 e 3), e adesivos dizendo quais ônibus param ali, um mapa da área com as outras paradas e uma lista dos grupos. Agora qualquer turista, nacional ou estrangeiro, vai conseguir desvendar o sistema de ônibus. Pelo menos em Copacabana. (O sistema será expandido para outras 21 ruas da cidade)


No fim de semana tinha funcionários da empresa distribuindo folhetos e explicando como o sistema funcionava. Um dos funcionários me disse que a maioria das pessoas estão satisfeitas, mas sempre tem um que não quer andar até o ponto certo e reclama. Dentro do ônibus tem aqueles que estavam acostumados a pedir par ao motorista parar em qualquer lugar e agora só pode no ponto certo, também reclamam, mas é tudo adaptação.

Reduziram a frota de ônibus, e o sistema flui.

Na minha opinião, só falta educar os motoristas que continuam no vício de acelera/freia/acelera/freia, tensos, correm demais, além de invadir a pista dos carros.

Os motoristas de taxi também reclamaram já que agora só podem pegar passageiros do lado esquerdo da rua. As vans tem que ir pela Av. Atlântica.

Claro que os motoristas de carro não ficaram satisfeitos porque só tem 2 pistas para eles. Deixem os carros em casa e andem de ônibus. #prontofalei

Eu gostei, já passei 4 vezes pelo corredor, em horários diferentes, e foi bem mais rápido chegar em casa. Ainda não é ideal, mas já é um começo.

E uma sugestão, que já deixei no site, é que os pontos sejam anunciados ou colocados num painel eletrônico, "próxima parada: Santa Clara", como nos ônibus de Londres. (ok, é pedir demais, mas quem sabe um dia né?)

14.8.10

Momento transporte público: metrô carioca

Em 30 anos, o metrô do Rio ainda só tem 2 linhas retas e fica cada vez um pouco mais confuso. E são só DUAS linhas.

Antes, a troca de linhas era feita em uma só estação, e agora pode ser feita de Botafogo até a Central. Eu que, geralmente, vou de Copacabana a Tijuca (para casa da Luizinha) não tenho que me preocupar, mas se eu resolver pegar o metrô no centro para voltar a Copacabana tenho que prestar atenção em qual trem estou entrando, ou então vou parar em Botafogo e tenho que trocar outra vez. A intenção era desafogar a única estação de troca, funcionou mais ou menos.

Até aí adapta-se. Em outos metrôs do mundo linhas diferentes passam no mesmo lugar.

Dessa vez a confusão está nos bilhetes. Tem o bilhete único, que custa R$2,80, e tem o para o metrô+metrô de superfície (também conhecido como: ônibus) que custa o mesmo preço, mas é um cartão diferente. Tem o metrô + ônibus expresso (que não é do metrô), que custa R$3,70. Tem ainda o Barra Expresso que custa R$3,80 e o Supervia (metrô + trem) por R$4,80. Todos esse bilhetes só valem por duas horas.

Ou seja, você tem que saber exatamente para onde e como vai para pedir o cartão certo. Turista tem que se virar.

Para cada um desses é um cartão diferente com procedimento diferente. O bilhete único tem que enfiar o cartão na máquina e ele não é devolvido. Os outros tem que enconstar o cartão na máquina e depois entregar o mesmo no ônibus/"metrô de superfície". O Supervia é um bilhete único mais um outro cartão para passar no trem. (Explicam tudo no site, mas, na hora, quem não está acostumado erra.)

Quando você pega o ônibus expresso para o metrô te dão um cartãozinho de papel das antigas que tem que colocar na máquina.

E não existe passe do dia, nem da semana, nem de comprar 10 passagens e ser mais barato (há 15 anos tinha essa opção). Fica a dica.

A novidade para mim foi o tal cartão pré-pago. O primeiro custa R$10 e a recarga mínima é de R$5. Aí você passa o cartão na máquina e vai descontando as passagens. Então, se a passagem é R$2,80, os R$10 iniciais só valem 3,5 passagens e a recarga mínima não vale nem 2 passagens. Oi? Como assim?

E ainda existe o Bilhete Único que vale para metrô, ônibus (qualquer um), barca e trem. Você coloca crédito e vai descontando. Acontece que esse cartão desconta R$4,40 para cada duas horas e meia de uso do transporte. Para quem só usa o metrô não vale a pena.

Confesso que achei mais fácil desvendar o metrô de Berlim, em alemão.

O Rio é cidade sede para vários eventos nos próximos 6 anos: Olimpíadas Militares, Copa das Confederações, Copa do Mundo, Olimpíadas, etc. Vão todas funcionar, mas acho que as soluções não serão de longo prazo, nem eficientes para cidade.