7.8.17

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Planeta dos Macacos: A Guerra

Esse é o terceiro filme da trilogia que começou com o Planeta dos Macacos: A Origem (2011), e depois O Confronto (2014).

Nesse filme a história se passa alguns anos depois de O Confronto onde o Koba (um macaco que odiava humanos) começou uma discórdia entre macacos e humanos e agora um exercito de humanos está perseguindo os macacos no meio da floresta.

Cesar e sua turma são inteligentes e organizados mas do lado dos humanos tem um coronel maluco (o Woody Harrelson). O Cesar não quer guerra, ele até gosta dos humanos, mas o coronel insiste em ser desagradável e mata a família do Cesar.

Cesar com sangue nos olhos vai atrás do coronel e descobre que o buraco é mais embaixo. É um filme sobre guerra e intimista ao mesmo tempo.

Esse filme fecha muito bem a trilogia de prequels (prólogos?) e deixa tudo bem amarrado para o Planeta dos Macacos original de 1968.

O Andy Serkis está maravilhoso. O trabalho dele junto com os efeitos especiais é fantástico, aliás todos os macacos são bem feitos.

Continuo dizendo: cientistas apenas parem de inventar virus e deixem os macacos em paz.

A Tia Helô iria gostar do Cesar, macacão da porra. 516 "Ai, Jesus!" para nós humanos que só fazemos besteiras.



Baby Driver

Quando estava em Londres a coisa que mais vi nas ruas e ônibus era propaganda desse filme, depois era só crítica boa vindo de todos os lados, então fui ver né?

Baby Driver é um musical moderno sobre um garoto que é motorista de carros de fuga em assaltos. O Baby tem um problema qualquer nos ouvidos que faz com que ele escute música o tempo todo (para neutralizar um zumbido ou por TOC mesmo) e tudo que ele faz é no ritmo dessas músicas, inclusive dirigir o carro que nem um louco.

Todas as cenas de ação são sincronizadas com a música e a trilha sonora é muito boa, mas do meio para o fim o filme fica uma droga. Pronto falei.

A história não é tão boa assim, a melhor cena ficou logo no início do filme, e no fim se perde com vilão Dick Vigarista indestrutível, mocinha boba que está ali preenchendo vaga de donzela em perigo e um julgamento ridículo.

O cinema que vi esse filme não tinha um som bom e prejudicou meu aproveitamento das cenas coordenadas com a música, mas não teria mudado minha percepção da história. A melhor coisa desse filme é o Jamie Foxx.

Escutei um podcast com cinéfilos e todos elogiando esse filme até dizer chega, mas tudo muito cheio de detalhes que eu não teria reparado de qualquer jeito (como uma música é cortada e editada para significar que o Baby passou de bonzinho para revoltado). E se eu preciso ver um filme mais que uma vez para perceber porque é bom, sinto em dizer, talvez não seja tão bom assim.

O Ansel Egolrt é simpático mas é péssimo no lip sync.

A Tia Helô ia revirar os olhos para Baby e seus amigos, 417 "Ai, Jesus!" para cada cantada de pneu.

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