16.2.07
Balboa & Borat
Dois homens muito famosos e queridos em suas cidades: Filadélfia e Kuczek. Um descendente de italianos ( e aparentemente órfão) e outro natural do Cazaquistão filho de Boltok, o estrupador.
Dois homens que mostram o que os Estados Unidos e a América tem de mais hipócrita e tentam derrubar o socialmente aceitável. Ambos apreciam uma boa luta, um com punhos de aço e o outro com punho de, ahn, borracha. E ambos apaixonados por suas mulheres: Adrian e Pamela.
Balboa e Borat despertam emoções no público, um pelo apelo sensível de um grande coração e outro pelo riso espontâneo e as vezes nervoso.
A melhor cena de Balboa é a do treinamento. Apesar de ter artrite no pescoço, cálcio nas juntas, os joelhos não agüentam o peso e falta de velocidade nos braços e pernas, ele ainda tem força e sobe aquela escadarias como ninguém, não dá para resistir aquela música.
Já a melhor cena do Borat....a da luta com seu produtor Azamet é um classico escatológico instantâneo, mas para mim as melhores são as dele apresentando sua vila e habitantes e o hino nacional do Cazaquistão no fim.
Os Estados Unidos de Borat não são nada convidativos, mas as escadarias do museu da Filadélfia de Balboa chamam para uma corrida até o topo e muitos soquinhos no ar! Wa wa wee wa!
13.2.07
Qual o seu tipo?
Queridos e queridas como já estão circulando os novos episódios dos seriados da Net, Luizinha aqui também tem que circular com post novo.
Infelizmente estou passando por um momento de muita dor que está sendo amenizado pelo carinho dos amigos e principalmente da co-autora e co-irmã desse blog. Sem vocês tudo seria muito mais complicado. Falando na Kaká, o post de hoje foi inspirado em um telefonema nosso, onde estávamos traçando o nosso carnaval off.
Para quem não sabe, eu e ela andamos na contra-mão do carnaval carioca. Tanto que na nossa programação tem de música eletrônica no Jockey a rock’n’roll na Casa da Matriz. Começamos a fofoca básica do dia até que chegamos no meu assunto favorito: meninos.
Eu selecionei alguns modelos clássicos masculinos , que são:
Homem Galvão Bueno: Quando está transando com você faz narração do “lance” o tempo todo, daquele tipo que não cala a boca.
Homem que se ama loucamente: Esse modelo meninas é péssimo. Ele se ama tanto mas tanto que ele transa com ele mesmo fingindo que transa com você, fazendo caras e bocas e ainda por cima dá uma espiadinha na figura dele no espelho. Fujam deste tipo por que é frustrante.
Homem Carente: Este modelo em particular me irrita demais.
Ele sai com você, fica pedindo desculpa o tempo todo por algo que ele tenha feito ou não, te faz sentir culpada por ter sido grossa com ele e ainda por cima liga dois dias depois e te pergunta se foi bom. Eu não suporto este modelo...péssimo!!!!
E o meu favorito, o homem mute.
Homem Mute: O homem mute, sem sombra de dúvida é o meu favorito, primeiro por que ele fala pouco, só o necessário. Tem aquela cara de sacana adorável com aquele meio sorriso no canto da boca, se é que vocês me entendem. Na hora da cama é maravilhoso, não enche o teu saco depois com perguntinhas e comentários idiotas e ainda por cima é divertido!
Meninas e meninos divirtam-se, brinquem e beijem muito, mas tudo de maneira segura.
Não esqueçam da camisinha!
Beijos e nos vemos no circuito off.
12.2.07
+ Filmes
Mais Estranho Que A Ficção
Harold (o involuntariamente engraçado Will Ferrel) acorda todo dia e é metódico, escova os dentes ‘n’ vezes, dá o nó ‘n’ na gravata porque economiza ‘n’ segundos, dá ‘n’ passos até o ponto de ônibus e pega o das ‘x’ horas para o trabalho. Faz tudo igual todo dia, até que seu relógio resolve se libertar e ele passa a escutar a narração da sua vida, nos mínimos detalhes. Claro que Harold tem um emprego tão metódico quanto ele: fiscal da receita federal americana.
Ele acha que está ficando louco até que escuta “ele pouco sabia que ia morrer” Hã?? Como assim morrer? Ele procura uma psiquiatra que o indica um professor de literatura (ótimo Dustin Graduate Hoffmann) que faz perguntas para descobrir se a história a qual Harold pertence é tragédia ou comédia. Harold chega à conclusão que sua vida é uma tragédia e o professor o aconselha a viver com essa morte iminente. È então que Harold se apaixona pela confeiteira tatuada e anarquista a qual ele foi fazer uma auditoria.
Paralela a história de Harold temos a escritora e narradora (a versátil Emma Thompson) que não escrevia nada há 10 anos e tem a morte de Harold em suas mãos. Harold por sua vez tem que confrontar a morte, muito bem defendida pelo professor de literatura.
Eu achei muito divertido. Uma pena que o melhor trocadilho romântico dos últimos tempos ter se perdeu na tradução para o português (flour com flower) e eu acabei rindo com mais duas pessoas numa sala lotada do cinema. Aliás, as pequenas animações que aparecem ao longo do filme são muito boas.
A Tia Helô ia achar esse negócio de ficar narrando a vida do outro brincando de deus e ia dizer 85 “Ai, Jesus!” para esse filme.
Se eu fosse escutar uma voz narrando a minha vida eu queria que fosse do Eddie Vedder (hummm, delícia!), mas eu não gostaria que ele fosse o autor porque seria uma tragédia na certa.
Apocalypto
Fui ver esse filme sem muitas expectativas porque eu não gostei de jeito nenhum do filme anterior do Mr. Gibson “A Paixão de Cristo”. Mas nesse filme ele acertou. É sobre sobrevivência e diferença entre tribos de um mesmo povo (afinal o que diferenciava os índios para mim era o fato deles serem guerreiros ou pacíficos, porque as tatuagens eram as mesmas). E é muito bem filmado, as cenas na floresta são as melhores.
O Jaguar Paw (nenhum nome foi traduzido na legenda) estava muito bem na sua oca com sua esposa grávida e seu filho, caçava uma anta de vez em quando, sacaneava o amigo grandão, e vivia em paz.....até que uns mais “evoluídos” com construções de pedras e mercados consumidores resolveram atacar a aldeia e levar os homens e mulheres. As mulheres para serem escravas e os homens para o sacrifício humano (com cabeças rolando escada abaixo). O tal pata de onça consegue fugir pela selva e, como o filme foi dirigido pelo Mel Gibson, o índio vira highlander e corre para salvar sua esposa e filho que ele escondeu em um buraco na aldeia.
No começo eu estava um pouco entediada, mas depois o filme pega ritmo e é ação de primeira. Se o pessoal do Lost tivesse metade da agilidade do Jaguar Paw correndo pela selva os Outros não teriam vez na ilha.
A Tia Helo não ia gostar desse filme. Pessoas primitivas, crenças primitivas...etc...231 “Ai, Jesus!” para esse filme.
O Homem Duplo
Keanu Reeves é gostosão até como desenho animado. Adoro aquela voz grave meio embriagada. Dito isso...nesse filme o diretor Richard Linklater (Antes do Amanhecer, etc) usou a mesma técnica de Waking Life para contar a história de um policial infiltrado num mundo de drogados e traficantes para descobrir a fonte de fornecimento da tal Substância D. Claro que o policial se vicia e é aí que o fato do filme ser em desenho animado faz todo sentido. Robert Downey Jr está perfeito no papel do junkie paranóico. Até a Winona-mãos-leves Ryder ficou bem. É um filme sobre o que leva as pessoas a usarem as drogas e seus efeitos.
E é uma história do genial Philip K. Dick, um visionário da ficção científica (que hoje em dia nem é mais ficção).
A Tia Helo não ia gostar nada desse filme. Drogados, paranóicos, doidões...não é com ela, mesmo tento um certo que “deles” na parada. 357 “Ai, Jesus!” para esse filme.
Pecados Íntimos
Esse filme nada mais é do que Desperate Housewives sem a comédia e com um narrador masculino. Aquela coisa dona-de-casa-deprimida-que-não-concorda-com-o-mundo-pequeno-dos-vizinhos. Kate Titanic Winslet faz a tal dona de casa que um dia conhece o paizão Brad. Brad é o pai-desempregado-cuida-do-filho-com-esposa-que-manda-nele também um pouco fora do contexto local.
Brad deixa as donas de casa nervosas. E a platéia também. Aliás, o Brad sem camisa, sem calça, de frente, de lado, de costas e em quase todos os minutos dele na tela arrancou suspiros da platéia e valeu cada centavo dos R$14 da entrada.
Paralelo a esse romance aparece a história de Ronnie, um coitado que passou 2 anos na cadeia por “se mostrar” para uma criança, e é claro que toda vizinhança o trata como lixo humano.
Nem sei como o pessoal notou a atuação da Kate Winslet com o Brad jogando aquele charme de bom-moço-atleta-gostosão-olhos-azuis.....ai,ai.
A Tia Helo não ia gostar desse filme, muitos segredos a serem guardados. 147 “Ai, Jesus!” para Pecados Íntimos.
A Rainha
Ser Rainha não é nada fácil. Helen Mirren conseguiu esse feito com maestria.
Nesse filme vemos a Rainha Elizabeth II primeiro assumindo algumas de suas funções públicas ao receber o recém-eleito Tony Blair e logo depois como ela reagiu a morte da princesa (ou ex-princesa) Diana. Entre manchetes nos jornais, na tv, e comentários dos súditos, o primeiro ministro tenta convencer Sua Majestade a tratar o velório de Diana de forma mais pública do que ela gostaria. Como ela mesma disse “o dever vem antes do pessoal”. Essa rainha enfrenta o desafio de levar a monarquia para o novo século, de se modernizar.
E não é a toa que Elizabeth II é a rainha não só da Inglaterra, mas da Grã-Bretanha. E também não vai ser a toa que Helen Mirren deve levar a estatueta dourada para casa.
O Príncipe Charles do filme é quase tão nulo quando o da vida real, mas mostra que de vez em quando pensa. O Príncipe Philip mostra o seu lado playboy e todo seu orgulho ferido por ser apenas o esposo da Rainha. O Tony Blair do filme não é tão charmoso quando o verdadeiro, mas interage bem com a rainha. Príncipes William e Harry? Só de relance.
A Tia Helo ia gostar muito desse filme. Só 5 “Ai, Jesus!” para a monarca britânica. God save the Queen.
5.2.07
Volta
Essa semana volta Jack, Sawyer, Kate e os Outros na tv dos EUA e na internet para o resto do mundo....Finalmente! Eu não aguentava mais ver aqueles promos de 30 segundos só para escutar um mísera piadinha do Sawyer.
Volta também o pessoal do Grey's Anatomy. Oba! Mac Dreamy, MacVet e Mac Steamy na área. Estou louca pra saber como vai desenrolar o triangulo amoroso da Dra. Grey.
Volta o Green Arrow à Smallville, adoro ele.
E volta também a Luizinha ao blog. Ainda bem!
30.1.07
Bye bye
O Tio Bob, pai da Luizinha e da Sue, e primo da Tia Helô, nos deixou na sexta. Foi voar alto.
Leiam o bonito discurso que a Sue fez que colocou lágrimas nos olhos de todos e no fim muitas palmas para o querido Tio Bob.
29.1.07
Number One
" Acredito que sou o melhor jogador de tênis do mundo, e pode me chamar de gênio porque me imponho aos meus rivais de forma diferente ganhando mesmo sem jogar o meu melhor."
Roger Federer, tenista número um do mundo, campeão do Aberto da Australia, seu décimo grand slam, sem perder um set.
E a temporada está só começando. Sou fã dele.
25.1.07
Cariocando
O Rio de Janeiro continua lindo. Sempre.
Eu ainda não me interei do verão carioca por dois motivos: um, ele ainda não apareceu, nada de 40 graus por enquanto, e dois, estou sendo a melhor amiga que eu posso ser para a Luizinha.
Mas eu andei passeando sim, fazendo coisas de turista que eu adoro e aí vai um resumo:
Forte do Leme – um dos segredos mais bem guardados do turismo carioca. É uma caminhada de 1km subindo pelo mato mas a vista lá em cima compensa todo o suor gasto. O Forte em si não tem nada, ok, 2 canhõeszinhos, mas o que vale mesmo é a vista de Copacabana e do Pão de Açúcar.
Forte de Copacabana – esse já é mais conhecido e divulgado. A vista também é um espetáculo e ainda dá para saborear as delícias da Colombo olhando a praia de Copacabana.
Paço Imperial- uma das construções coloniais mais bonitas e importantes da história nacional, e sempre com exposições bacanas:
Uma sobre móbiles construídos pelo americano Stanley Calder – ótimo!
E a outra é sobre MPB. Essa eu adorei. Lá tem fones de ouvido para escutar a música, a letra está na frente e ao lado uma obra de arte referente a letra da música. Divertido mesmo é ver o pessoal cantando e dançando com os fones. São 80 músicas, eu só escutei 10 (e volto lá para escutar mais), e a minha preferida foi Grito de Alerta com a Maria Bethânia, e a arte referente eram fotografias de uma mulher na fossa, muito boa!
CCBB – agora com a pintura pronta do lado de fora se vê que é um prédio bonito. Lá dentro uma exposição sobre o Aleijadinho, boa, mas o foco maior é nas obras de Congonhas e eu estive lá ano passado e vi tudo ao vivo.
Claro que eu fiz um pit stop obrigatório na Colombo do centro porque eu também mereço uma delícia qualquer de chocolate de lá.
E hoje eu fui a Ipanema porque lá tem gente bonita e as lojas estão em liquidação.
Uma coisa que eu reparei é que o carioca não está nem aí para o Pan Americano.... desse jeito a coisa não funciona não.
O carnaval está chegando. Se não tiver carioca na cidade, cearense vai ter de sobra!
15.1.07
Corrente
É…no mundo dos blogs também existe corrente. Eu já participei da “5 manias” e agora o Seo Coiso me passou a "top 5 coisas que te irritam". Como eu tenho um leve TOC e adoro uma lista não podia deixar de fazer.
1. Quem joga papel/lixo no chão. Eu acho que as leis de Cingapura deviam ser aplicadas aqui – cadeia pra quem joga um papelzinho no chão. A cidade fica imunda e depois ninguém sabe porque a cidade inunda (rimou- imunda com inunda). Acho que vou colocar aqui o item chiclete no chão – morte para quem cospe a coisa grudenta no chão só para ser pisada.
2. Chiclete com Banana, aliás, axé music em geral, mas essa banda representa para mim o que há de mais irritante. É repetitiva e o visual é brega. Felizmente o Fortal foi banido da Beira Mar, eu estava a um passo de jogar ovos podres naquele cantor.
3. Auto Esporte. Aquele programa da Globo sobre carros domingo de manhã. Aquele papo de “x cilindros”, “de 0 a 100 em um segundo”, test drive no autódromo... coisa chata. É uma propaganda de carro de meia hora.
4. Ver o dia nascendo sem ter dormido. Só pelo fato que eu não consigo dormir durante o dia.
5. Canais que não oferecem a opção da tecla SAP para programas dublados. Aqui em Fortaleza inclui a Warner, a Globo, a Universal... (essa eu coloquei agora porque o Rubens Ewald Filho comentando o Globo de Ouro está me irritando profundamente)
Vou passar essa para a Luizinha. Ela deve ter uma lista enorme, vai ser difícil escolher só 5, mas quem sabe ela dá as caras aqui no blog, só para desabafar.
13.1.07
Jones

Jones: comida?
Kaká: bolo de chocolate
Jones: melhor amigo?
Kaká: Luizinha
Jones: amigO?
Kaká: hummm
Jones: fulano não vale, outro fulano também não vale
Kaká: você é claro! melhor amigo de todos os tempos!
9.1.07
Objetivos do ano novo
Aqui em casa a Beth é famosa por gostar de mudanças. Muda tudo o tempo todo, mantém a energia das coisas fluindo.
Segundo o Nick o IPC (Índice de Permanência das Coisas) médio aqui em casa é de uma semana.
O objetivo dele para 2007 é atingir o IPC de duas semanas para alguns objetos.
6.1.07
Já começou o ano?
Esse ano não começou muito bem.... Acontece que eu sou otimista e se começou ruim desse jeito só pode melhorar. Então vou comemorar o ano novo chinês, em fevereiro.
28.12.06
Lagostão updated



Aqui estão três fotos do lagostão, agora renovado com um palco para micos ou meditação (como preferir), também conhecido por ‘gazebo’ pela sua acústica(testada e aprovada). Os artistas dos quadros são Pedro, eu e Chiara, participantes ativos do PAB (projetos artísticos da Beth).
Para mais fotos da Casa do Inglês é só ir aqui.
O ano novo é lá, boiando muito, com a tradicional fogueira.
Lema para 2007: não perder oportunidades.
Feliz Ano Novo para todos!!
27.12.06
Outras Tias 3
Tia Helo está em boa companhia aqui no blog com a Tia Maura e a Tia Angelina.
Agora é a vez de uma Tia internacional entrar na roda, direto da Suécia.
É a Tia Inger-Johanne. Ela é tia do namorado da minha prima.
Tia Inger-Johanne só teve um namorado antes dos 17 anos, não durou muito e ela resolveu cuidar da vida e entregar seu amor a Jesus, assim como a Tia Helo. Só que a Tia Inger-Johanne canalizou sua energia para montar uma rede de farmácias as quais ela comandava com muita competência e seriedade. Segundo seu sobrinho ela sempre foi bastante assediada pelos suecos, mas sempre preferiu o trabalho e seu querido Jesus. (a Tia Helo ia gostar tanto dela)
Acontece que aos 75 anos Tia Inger-Johanne decidiu que já tinha trabalhado demais, vendeu suas farmácias e foi passear pela Europa. Numa dessas viagens pela República Tcheca ela conheceu um viúvo sueco e eles se apaixonaram.
Ela agora namora o tal vovozinho, adotou e foi adotada pela família dele. Ele a pediu em casamento. Só que a Tia Inger-Johanne descobriu o que é bom, acha que a vida está boa demais e está pensando se vale a pena o casório.
26.12.06
E o natal foi assim...
Para resumir o natal desse ano passo a palavra para o Tio Bode que as 3 da tarde do dia 25 com muita fome soltou essa:
"Minhas tripas perguntaram para a minha língua se os dentes estão de greve."
Lá vem o ano novo!!
(Já, já novas fotos do lagostão)
20.12.06
DoubleOseven - Cassino Royale
16.12.06
Love songs
1 Something
Quem: Beatles
Album: Abbey Road
Escuto desde: não lembro, está na genética inglesa
Porque eu gosto: os Beatles sabem tudo de amor, afinal "all you need is love", e essa é minha preferida porque foi uma das poucas compostas pelo George e tem uma letra linda "something in the way she knows, and all I have to do is think of her". Perfeita.
2 Every Little Thing She Does Is Magic
Quem: The Police
Album: Ghost In The Machine
Escuto desde: 1982 quando o Police veio tocar no Brasil
Porque eu gosto: ao contrá¡rio de Every Breath You Take, que é muito possessiva, essa é mais alegre, é uma declaração linda e o amor as vezes é tímido: "Though I've tried before to tell her, Of the feelings I have for her in my heart, Every time that I come near her, I just lose my nerve as I've done from the start. Every little thing she does is magic, Everything she do just turns me on".
3 There Is a Light That Never Goes Out
Quem: The Smiths
Album: The Queen is Dead
Escuto desde: 1986
Porque eu gosto: adoro a voz melancolica do Morissey, é uma música animada sem ser, e o amor pode ser um pouco triste: "To die by your side, well, the pleasure, the privilege is mine", super romântica.
4 Just The Way You Are
Quem: Billy Joel
Album: The Stranger
Escuto desde: década de 80
Porque eu gosto: ela é simples, direta ao ponto, e tudo que uma mulher quer escutar, Mark Darcy provou isso quando disse "I like you just as you are" para Bridget Jones. É uma das favoritas da Beth. "You'll always have my unspoken passion, although I might not seem to care....I love you just the way you are" com solo de sax cafona porque o amor também é brega.
5 Your Song
Quem: Elton John
Abum: Elton John
Escuto desde: meu primeiro disco na vida foi um compacto do Elton John, Your Song de um lado e Don't Go Breaking My Heart do outro.
Porque eu gosto: ahh, essa música é um clássico. Assim como o amor, não dá nem para enjoar. "How wonderful life is while you're in the world", não fica melhor do que isso.
6 I've Got You under My Skin
Quem: Frank Sinatra
Album: qualquer The Best Of....
Escuto desde: essa eu não lembro
Porque eu gosto: cantada pela voz macia do Frank "I've got you deep in the heart of me, so deep in my heart that you're really a part of me, I've got you under my skin", é muito romântica, para dançar de rosto colado e algumas piruetas. O amor é clássico assim como uma canção do Cole Porter.
7 Bohemian Like You
Quem: Dandy Warhols
Album: Thirteen Tales From Urban Bohemia
Escuto desde: 2004 quando ganhei um cd de quem sabe do que eu gosto e tinha essa musica gravada.
Porque eu gosto: é alegre, é dançante (sim, músicas românticas podem ser dançantes!), é uma cantada divertida e o amor também pode ser moderno como na letra "I'm feeling so bohemian like you...it's you that I want so please, just a casual, casual easy thing".
8 Thin Air
Quem: Pearl Jam
Album: Binaural
Escuto desde: 2000
Porque eu gosto: o Pearl Jam não tem músic'as românticas, elas são mais do tipo corta-os-pulsos, mais para break-up do que make-up. Thin Air pode ser considerada quase romântica: "And I know she's reached my heart in thin air...". Não sei dizer exatamente o que eu gosto nessa música, deve ser porque eu a-d-o-r-o a voz grave do Eddie Vedder e lá pela metade da música ele geme de leve umas três vezes antes de entrar o baixo...ai,ai....inexplicável como o amor.
15.12.06
Seis graus de separação
Dizem que estamos separados de qualquer outra pessoa no mundo pro até no máximo outras 6, ou seja, o amigo, do amigo, do amigo, do amigo, do amigo, do meu amigo.
Aqui em Fortaleza o Sávio diz que é só um grau de separação entre qualquer um, e o link é ele. Se não for ele é o Ney, ou a Bi, ou a minha prima Marly.
Semana passada eu descobri que entre eu e o grande tenista Roger Federer só tem um grau de separação....vou voltar a treinar meu backhand, a minha chance de desafiá-lo aumentou consideravelmente.
4.12.06
+ Filmes
Pequena Miss Sunshine
Que ninguém é normal todo mundo sabe, mas que os outros são estranhos, ah, isso eles são.
O filme é sobre uma família de pessoas estranhas, mas normais. A mãe preguiçosa que gosta de servir o jantar, que ela trouxe num balde de papelão, em pratos descartáveis e copos que ela ganha nas promoções do McDonald’s. O pai é um otimista que se preocupa tanto em ser um vencedor que acaba sendo um loser. O tio é um gay suicida que foi abandonado pelo namorado, e ainda é um expert em Proust. O avô é viciado em heroína, e por ser velho acha que tem todo direito. O filho não fala há nove meses, se comunica por um caderninho e é fã de Nietzsche. A filha é uma fofa, uma garotinha pançudinha de óculos fundo de garrafa que quer ser miss, e não enche o saco de ninguém.
É por ela que a família faz um road trip numa kombi. Olive (a garotinha) tem que ir a Califórnia participar do tal Miss Sunshine. A mãe tem que ir com ela, e o avô também porque foi ele que criou a coreografia da garotinha. Só que os três não cabem no carro pequeno. Aí o pai diz que vai dirigindo a kombi, mas a mãe não quer deixar o tio suicida com o filho mudo. Então vão todos.
Tudo acontece nessa viagem, mas eles chegam ao destino e no meio daquelas meninas maquiadas, com cabelos cheios de laquê (mini freaks), Olive dá um show – pelo menos pra mim foi impagável, adorei!
E esse filme é que nem essa família, é o que é, e é diversão garantida.
A Tia Helo diria 63 “Ai, Jesus!” para esse filme. Ela não ia gostar muito do avô decadente, mas ia adorar a garotinha.
A Fonte da Vida
Novo filme de Darron Aronofsky, o mesmo de “Réquiem para um sonho” (filme muito bom sobre drogas).
Nesse filme ele conta a história de Thomas (Hugh Wolverine Jackman) um médico neurocirurgião cuja esposa, Izzy (Rachel Weisz), está morrendo com um tumor no cérebro. Tommy tem dificuldades em aceitar a morte da esposa (me parece que essa é uma dificuldade comum entre os médicos, vide o Doutor Jack do Lost que não aceita a morte de ninguém) e perde o tempo que poderia estar com ela buscando uma cura.
Izzy, que sabe que vai morrer e aceita seu destino, escreve um livro sobre um conquistador espanhol (também Hugh) que busca a árvore da vida (que dá imortalidade) a pedido da rainha Isabel (também Rachel). O conquistador encontra a pirâmide escondida, mas tem um obstáculo pela frente, e Izzy não termina sua história antes de morrer.
Pelo o que eu entendi, Tommy testa os efeitos de uma nova droga feita com de uma planta da América Central (entenderam? A tal árvore da vida) primeiro num macaco, e depois nele mesmo porque ele aparece no futuro boiando numa bolha com uma árvore dentro, indo em direção á uma nebulosa (xibalba ou shibalba para os maias). Nesse futuro o passatempo dele é comer pedacinhos da planta e fazer tatuagens que, pra mim, eram círculos no braço indicando tempo de vida, com uma árvore.
Ou seja, ele demorou 1000 anos (entre o conquistador espanhol e o buda careca do futuro) para aceitar a morte.
Hugh Jackman, australiano macho-que-é-macho, está muito bem, nenhuma lembrança dele como o mágico do Grande Truque ou mesmo do Wolverine.
Só não gostei muito dos efeitos anos 70 da nebulosa, sei lá, ficou muito hare krishna.
A Tia Helo não ia gostar desse filme. Bom, pensando bem, talvez ela gostasse do inquisidor espanhol. Mas seriam pelo menos 153 “Ai, Jesus!” nesse filme.
3.12.06
Bicampeão!

Parabéns a seleção masculina de vôlei pelo bicampeonato mundial!!
O volêi brasileiro é destaque mundial tem mais de 20 anos. Começou naquela geração de prata da qual fez parte o Bernardinho (em 84) e só evoluiu. Na quadra e na praia. É a combinação de planejamento, talento, profissionalismo e investimento. Eles são a prova de que tem brasileiro que sabe sim trabalhar em grupo. Claro que um comandante como o Bernardinho ajuda muito.
A final contra Polônia foi fácil, os bebês poloneses ainda vão dar trabalho, mas não foi dessa vez.
O melhor foi o pódio. Polônia em segundo, Bulgária em terceiro e um festival de homens bonitos do leste europeu.
2.12.06
Homens x Mulheres
Ele (hum, olha aquela gostosa): Oi!
Ela (ah! o garoto simpático da semana passada): Oi!
Ele (hum.....gostosa): Tudo bem?
Ela: Tudo.
Ele (ela parou para conversar...deu mole): blá, blá, blá
Ela (que simpático): blá, blá, blá
Ele (ela deu mole): blá, blá, blá
Ela (que piada sem graça): hahaha!
Ele (ela riu, deu mole): blá, blá, blá
Ela (que ponto de vista interessante): blá, blá blá
Ele (ela continua dando mole): blá, blá, blá
Ela (ai que fofo): blá, blá blá
Ele (deu tanto mole!): blá, blá, blá
Ela (eu preciso ir embora): então tá...
Ele (é agora!): Te ligo mais tarde?
Ela: hã?