O terceiro dia no Jalapão começou de madrugada. As 3:30 já estavamos saindo da pousada em Mateiros para o início da trilha da Serra do Espirito Santo.
Sim, subimos no escuro. Não é uma trilha difícil, mas é muito íngreme e as vezes é preciso subir pedras maiores. Tem um tipo de corrimão ao longo da trilha que ajuda muito na subida e na descida.
Chegamos no alto ainda escuro, se não fosse a lanterna não veria um palmo na frente. Sentamos e esperamos o sol nascer. O sol nasceu atrás da nuvens mas a claridade aparecendo nos paredões verdes da serra foi lindo.
Voltamos para Mateiros para comer, descansar um pouco e já sair para a Cachoeira da Formiga. Nessa cachoeira dava para tomar banho. E que delícia! Quando chegamos tinha algumas pessoas, depois encheu mais, mas sempre dava para achar um espaço para sentir a força da água.
Da cachoeira fomos para o primeiro fervedouro.
Fervedouro é uma nascente de um rio subterrâneo que não tem espaço para uma vazão natural e aí forma uma piscina natural.
Acontece que quando vc pisa na areia vc afunda e ao mesmo tempo é empurrada de volta. E no fervedouro você sempre bóia.
No fervedouro só pode entrar em grupos de 10 pessoas e a duração do banho varia entre 15 e 20 minutos (e tem uma pessoa controlando o tempo).
Almoçamos e fomos para o segundo fervedouro (Buriti). O primeiro fervedouro (Macaúbas) era mais raso e dava para sentir os efeitos da ressurgência melhor. O segundo fervedouro era mais fundo e um pouco maior.
Depois de tanto boiar voltamos para Mateiros e fomos para a festa do reveillon (que foi muito animada).
No último dia fomos ao terceiro fervedouro (Bela Vista), e nesse tinha uma plataforma para tirar fotos do alto, era maior que os outros dois e mais fundo também.
De lá pegamos a estrada de volta para Palmas e no meio do caminho paramos para ver a Serra da Catedral.
Com banho de lagoa, rio, cachoeira, chuva e fervedouro, terminei 2019 e comecei 2020.
Jalapão (1)
Sim, subimos no escuro. Não é uma trilha difícil, mas é muito íngreme e as vezes é preciso subir pedras maiores. Tem um tipo de corrimão ao longo da trilha que ajuda muito na subida e na descida.
Chegamos no alto ainda escuro, se não fosse a lanterna não veria um palmo na frente. Sentamos e esperamos o sol nascer. O sol nasceu atrás da nuvens mas a claridade aparecendo nos paredões verdes da serra foi lindo.
Voltamos para Mateiros para comer, descansar um pouco e já sair para a Cachoeira da Formiga. Nessa cachoeira dava para tomar banho. E que delícia! Quando chegamos tinha algumas pessoas, depois encheu mais, mas sempre dava para achar um espaço para sentir a força da água.
Da cachoeira fomos para o primeiro fervedouro.
Fervedouro é uma nascente de um rio subterrâneo que não tem espaço para uma vazão natural e aí forma uma piscina natural.
Acontece que quando vc pisa na areia vc afunda e ao mesmo tempo é empurrada de volta. E no fervedouro você sempre bóia.
No fervedouro só pode entrar em grupos de 10 pessoas e a duração do banho varia entre 15 e 20 minutos (e tem uma pessoa controlando o tempo).
Almoçamos e fomos para o segundo fervedouro (Buriti). O primeiro fervedouro (Macaúbas) era mais raso e dava para sentir os efeitos da ressurgência melhor. O segundo fervedouro era mais fundo e um pouco maior.
Depois de tanto boiar voltamos para Mateiros e fomos para a festa do reveillon (que foi muito animada).
No último dia fomos ao terceiro fervedouro (Bela Vista), e nesse tinha uma plataforma para tirar fotos do alto, era maior que os outros dois e mais fundo também.
De lá pegamos a estrada de volta para Palmas e no meio do caminho paramos para ver a Serra da Catedral.
Com banho de lagoa, rio, cachoeira, chuva e fervedouro, terminei 2019 e comecei 2020.
Jalapão (1)
Nenhum comentário:
Postar um comentário