10.7.18

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Hereditário

Um filme tenso, que dá medo mesmo.

A história é sobre uma família e começa com o funeral de uma senhora onde descobrimos que sua filha não sabia muito coisa da vida da mãe. A Toni Collete faz a filha, ela é casada com o Gabriel Byrne e eles tem 2 filhos. O menino tem uns 17 anos e a garotinha 13 anos e algum problema que nunca é mencionado.

A personagem da Toni Collete começa a ver algumas coisas pela casa, sente o baque da perda de um familiar e passa a frequentar reuniões para desabafar. Ficamos sabendo do histórico de doenças mentais na sua família e mais não conto.

Esse filme não tem susto fácil e nos deixa tensos o tempo todo. As vezes é um filme de drama familiar (dos bons) e as vezes é puro terror. É muito bem feito. Não sei se veria outra vez mas acho que vale a pena ver uma vez. Para quem gosta do gênero.

A Tia Helô iria se acabar no "Ai, Jesus!" até ficar rouca. Pelo menos 917.


Disobedience

Ronit recebe a notícia que seu pai morreu e ela volta para Londres para as cerimônias de luto. O pai dela era o rabino de uma comunidade de judeus ortodoxos. Ronit tinha saído da comunidade há alguns anos procurando uma vida de mais liberdade.

Ao voltar ela é acolhida por Dovid, o aprendiz de seu pai, e Esti, esposa de Dovid e amiga de infância de Ronit.
Acontece que Ronit e Esti eram um pouco mais do que apenas boas amigas e esse foi um dos motivos pelo qual Ronit foi embora.

Ronit etende as imposições da religião mas não as aceita e tinha conflitos com seu pai. Na sua volta ela tenta fazer as pazes com a comunidade participando das homenagens a seu pai.

Esti conseguiu se adaptar a vida na comunidade e casou com Dovid mas o retorno de Ronit atiçou algumas vontades adormecidas.

É um filme lento, sem trilha sonora, mas é bom.

A Tia Helô diria 421 "Ai, Jesus!" nas cenas de exploração nas fronteiras entre fé e sexualidade.

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